Função Pública... Funcionários públicos com privacidade ameaçada...

Pá, um gajo tem de reinar um pouco com tanta inconsistência do reiterado "porque sim" da imprescincindibilidade de um forte e inequívoco ataque ao "último baluarte dos privillégios", a "última fronteira" inacessível da "sociedade secreta função pública", esse "eixo do mal", perpetrado pelas forças do bem deste nada ambiciúnculo executivo que reune, de uma "vezada", as vozes dos fracos e oprimidos pelo monstro...[:D] [:D] [:D]

[8b] [8b] [8b]

Que a Força esteja com eles quando esta coisa cair "o trambolhão", isto depois de já estar liquidada a terrível função pública!...
 
Uma opinião.

"Sindicatos reaccionários

Cá se, fazem..., Paulo Baldaia Chefe de Redacção

O Governo teve a feliz ideia de incluir na reforma do Estado a possibilidade de despedir, com justa causa, funcionários públicos. Dá todas as garantias quanto à avaliação e quanto à defesa dos que forem acusados de nada fazer. E o que dizem os sindicatos? Acusam o Executivo de funcionar como o patronato, de ser reaccionário e de querer enveredar pelos despedimentos selvagens.

Selvagens e reaccionários, digo eu como se tivesse procuração do "diabo", são todos os sindicatos que defendem da mesma forma empregados e trabalhadores - sendo que os primeiros não trabalham mas têm emprego garantido e os segundos muitas vezes querem trabalhar e não conseguem porque as vagas estão ocupadas por quem nada faz.

Para estar nas boas graças destes sindicatos não é preciso trabalhar, basta pagar quotas. Funcionam como um negócio, ao serviço dos seus clientes e ao serviço das ambições pessoais da maioria dos seus dirigentes.

E não me venham com as tretas da Esquerda. A verdadeira Esquerda preocupa-se com a justiça social e não há maior injustiça do que tratar de forma igual os que cumprem e os que, nada fazendo, andam a roubar os "camaradas" de trabalho.

É tempo de os que trabalham se indignarem com a pouca-vergonha que reina na Função Pública - e em muitas empresas privadas -, em que um bando de malfeitores vive, como uma carraça, agarrado à produção dos outros.

P.S. É claro que estamos a falar de uma medida que, para já, é apenas para inglês ver. Como só pode produzir efeitos (e muito curtos) em 2010, é coisa para ser vivida pelo próximo Executivo. Um Governo que pode até não ser liderado por Sócrates, mas pelo menos ele já teve o mérito de acabar com o tabu na Função Pública. "



Em http://jn.sapo.pt/2007/03/10/preto_no_branco/
 
Ainda não me responderam a uma coisa.

Qual o problema da FP ter as mesmas condições dos que estão no privado?

É simples responder.

Fixe.....vou ter carro de serviço, seguro de saude gratuito, férias pagas .....[;)]

Sim, sim, porque eu na privada quero ter do melhorzinho ..... não quero uma privada qualquer .....
[:)] [:)] [:)]
 
Fixe.....vou ter carro de serviço, seguro de saude gratuito, férias pagas .....[;)]

Sim, sim, porque eu na privada quero ter do melhorzinho ..... não quero uma privada qualquer .....
[:)] [:)] [:)]
Estás a fugir à questão.

Tu costumas ter uma posição lúcida nestas questões. Deixa-te desses palpites. [:D] [;)]
 
Ainda não me responderam a uma coisa.

Qual o problema da FP ter as mesmas condições dos que estão no privado?

É simples responder.
Desculpa mas tens andado distraido. Dá só uma espreitadela nos exemplos e factos que apresento nos meus posts (eu sei que são longos e chatos, como o peixe espada) para veres que, por incrivel que pareça, existem mtos funcionarios publicos que`há bastante tempo tem piores condições que no privado...
A unica e exclusiva vantagem? a suposta "segurança" de ser empregado do estado. Mas, como disse atrás, já fui prejudicado anteriormente em inumeras ocasiões comparativamente com os meus colegas da privada, que "comem mto mais carne que eu mensalmente" (opção/obrigação deles) então pq não me hei-de eu agarrar á suposta (ainda) estabilidade do lugar?
Se tenho medo de mudar, de ser avaliado em parametros diferentes? Nenhum!
Mas, das experiências que tenho da privada na saude, as maleitas, o facilitismo, o favorecimento são similares com a agravante de te terem sempre preso pela ameaça que, "não pode gozar as ferias nessa data, senão..." ou "eu sei que não é obrigado a fazer mais horas mas...", "eu até aceito o atestado de doença do seu filho mas vais ser na mesma descontado..." ISSO PARA MIM NÃO É PRODUTIVIDADE, MODERNIDADE, FLEXISEGURANÇA ou outra treta qualquer que nos queiram impingir, desculpem lá...
É voltar ao tempo da revolução industrial...
 
Enquanto vocês andam a contar clips e folhas de papel higiénico, o nosso poupadíssimo governo prepara-se para indemnizar a Teixeira Duarte em [Belmiro mode on] apenas 12 milhões de euros [Belmiro mode off] pelos terrenos em Caxias nos quais desistiu de construir a Cidade Judicial.

Se o erro foi destes ou doutros, pouco importa, mas lá que alguém assinou um chequezito àquela construtora é indiscutível.

E assim nos levam os nossos queridos decisores de indemnização em indeminzação, e vocês aí a contar clips e folhas de papel higiénico.

É bom de ver que o problema é tudo menos funcionários a mais.

Parem de chicotear o cavalo morto.
 
Os Intocáveis ...

Os Intocáveis ...

E no privado a tendência é a piorar.

Porque é que não vejo aqui o pessoal a defender o direito de todos os trabalhadores? Eu aí, até que percebia e a argumentação seguiria uma determinada direcção.

Porque é que uma fábrica pode fechar e colocar centenas e milhares no desemprego, e o Estado que está com excesso de pessoal não pode seguir as mesmas regras?

Por favor, expliquem-me.
 
E no privado a tendência é a piorar.

Porque é que não vejo aqui o pessoal a defender o direito de todos os trabalhadores? Eu aí, até que percebia e a argumentação seguiria uma determinada direcção.

Porque é que uma fábrica pode fechar e colocar centenas e milhares no desemprego, e o Estado que está com excesso de pessoal não pode seguir as mesmas regras?

Por favor, expliquem-me.
É precisamente a mesma coisa o país encerrar (...) ou a função pública despedir...
 
E no privado a tendência é a piorar.

Porque é que não vejo aqui o pessoal a defender o direito de todos os trabalhadores? Eu aí, até que percebia e a argumentação seguiria uma determinada direcção.

Porque é que uma fábrica pode fechar e colocar centenas e milhares no desemprego, e o Estado que está com excesso de pessoal não pode seguir as mesmas regras?

Por favor, expliquem-me.

Desculpa, mas mais uma vez presuposto errado, a meu ver.
Não tens que nivelar ou mediocrizar todos os trabalhadores por baixo ou pelas regras minimas de protecção ao emprego. A tua pergunta deveria ser pr é que as fábricas se dão ao direito de mandar para a rua centenas de trabalhadores que lá trabalharam decadas, fizeram mtas vezes sacrificios a pedido das administrações, sem serem fiscalizados os seus verdadeiros intentos? Não é, se as fabricas fazem isso, entao os FP que comam do mesmo...
E não me venhas dizer que é por falencia ou falta liquidez financeira. A deslocalização mais não é que investir os lucros que se tiveram no local anterior e aproveitar as benesses que novos paises apresentam: mao obra mais barata, menos direitos sociais, subsidios estatais desses paises. Se as empresas não tivessem dinheiro, não convidavam os seus funcionarios a irem fazer formação paga a peso de ouro aos novos funcionarios de ondem se vão implementar. Ou seja, não há dinheiro para pagar 80 contos ao funcionario para que continue a trabalhar mas há 200 contos p mesmo funcionario se ele for para a Eslovaquia ensinar como se trabalha, na mesma empresa, sendo que depois vem embora...
 
E na área da saúde temos outro exemplo caricato: se querem nivelar tudo pelo mesmo não se podem admirar que, sendo utentes do Centro de Saude da Maia ou do Hospital S.João, com a privatização dos mesmos, as administrações hospitalares decidam qualquer dia fechar o respectivo centro ou hospital, pq a especulação imobiliaria é grande e o local onde estão inseridos vale mto dinheiro, arranjam os estudos que dizem que a área abrangida de utentes é desajustada e deslocalizam o centro de saude da Maia para Famalicão (até pq outra administração tb fechou o de Famalicão e fazem uma joint-venture, por exemplo) e o HSJoão para Paredes pq lá o preço metro quadrado p construir fica mais em conta. E voces, como utentes, terão que lá deslocar-se...mas irão perceber que as regras empresariais são assim, e que o lucro fala mais alto. E na altura não irão dizer "mas isto é uma vergonha! O estado não faz nada?", pq o estado não terá absolutamente nada a ver com isso, certo?
 
E no privado a tendência é a piorar.

Porque é que não vejo aqui o pessoal a defender o direito de todos os trabalhadores? Eu aí, até que percebia e a argumentação seguiria uma determinada direcção.

Porque é que uma fábrica pode fechar e colocar centenas e milhares no desemprego, e o Estado que está com excesso de pessoal não pode seguir as mesmas regras?

Por favor, expliquem-me.

Desculpa, mas mais uma vez presuposto errado, a meu ver.
Não tens que nivelar ou mediocrizar todos os trabalhadores por baixo ou pelas regras minimas de protecção ao emprego. A tua pergunta deveria ser pr é que as fábricas se dão ao direito de mandar para a rua centenas de trabalhadores que lá trabalharam decadas, fizeram mtas vezes sacrificios a pedido das administrações, sem serem fiscalizados os seus verdadeiros intentos? Não é, se as fabricas fazem isso, entao os FP que comam do mesmo...
E não me venhas dizer que é por falencia ou falta liquidez financeira. A deslocalização mais não é que investir os lucros que se tiveram no local anterior e aproveitar as benesses que novos paises apresentam: mao obra mais barata, menos direitos sociais, subsidios estatais desses paises. Se as empresas não tivessem dinheiro, não convidavam os seus funcionarios a irem fazer formação paga a peso de ouro aos novos funcionarios de ondem se vão implementar. Ou seja, não há dinheiro para pagar 80 contos ao funcionario para que continue a trabalhar mas há 200 contos p mesmo funcionario se ele for para a Eslovaquia ensinar como se trabalha, na mesma empresa, sendo que depois vem embora...
Por mais argumentos que se usem, pessoas com a linha de pensamento do Carlos nunca aceitarão, primeiro, que as políticas contra a função pública, no seu geral, estão erradas no método (embora certas na intenção), e, depois, que o que está a ser aplicado ao sector público irá ajudar a degradar o sector privado, não tenhamos, nunca, dúvidas disso!...

Dentro em breve a precarização será a regra e que ninguém espere, no público ou no privado, pela segurança dos contratos como "efectivo" que todos preferiam, a vida procurava, os bancos exigiam...

O que sucederá? A degradação da célula social, a família. Demorará cada vez mais tempo a constituição de família, o número de filhos diminuirá ainda mais, a entrada no mercado de trabalho será retardada e em muitos casos definitivamente estragada, as empresas não terão solidez, a produção cairá e, finalmente, Porftugal estará, ainda mais, à mercê dos vampiros...

Claro que, numa Europa a 27, rapidamente alcançaremos o 27º posto na União Europeia, isto se não formos corridos em breve por não alcançarmos, sucessivamente, os objectivos!... Mas daqui por dois anos teremos uma visão mais clara ainda deste "cenário"!
 
Estás a fugir à questão.

Tu costumas ter uma posição lúcida nestas questões. Deixa-te desses palpites. [:D] [;)]
E tu estas a fazer a pergunta ao contrario.

Porque não perguntas porque não se cumpre a lei no privado (e se dá a quem lá trabalha) as mesmas condições (quem estão na lei) do estado?





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E no privado a tendência é a piorar.
A culpa é dos Portugueses que são pouco produtivos...

...não, é verdade, é da função publica...

...ou talvez seja da conjuntura...

....

Porque é que não vejo aqui o pessoal a defender o direito de todos os trabalhadores? Eu aí, até que percebia e a argumentação seguiria uma determinada direcção.
:confused:

Não percebi, há aqui alguma coisa que me está a escapar.

Porque é que uma fábrica pode fechar e colocar centenas e milhares no desemprego,
Queres mesmo que te respondam a isto?


e o Estado que está com excesso de pessoal não pode seguir as mesmas regras?

Por favor, expliquem-me.
Eu sei que vocês liberalistas querem vender tudo mas daí a almejar que o estado feche já é um pouco demais, não achas?




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