Nthor
Banido
O autor bem que se podia documentar melhor, o que os sindicatos defendem é a melhoria das condições de trabalho e melhores vencimentos para todos, até pq a possibilidade de se despedir um funcionário publico, mediante os processos disciplinares, já está prevista na lei desde...Uma opinião.
"Sindicatos reaccionários
Cá se, fazem..., Paulo Baldaia Chefe de Redacção
(...)
Em http://jn.sapo.pt/2007/03/10/preto_no_branco/
...1984.
Quando ele escreve:
" E não me venham com as tretas da Esquerda. A verdadeira Esquerda preocupa-se com a justiça social"
e depois escreve:
"em que um bando de malfeitores vive, como uma carraça, agarrado à produção dos outros."
Fico confuso sem saber qual é o conceito de "justiça social" do autor, principalmente quando há neste país quem se reforme ao fim de 12 anos, acumule reformas com pensões e vencimentos de empresas publicas e privadas bem como fundos do orçamento de estado para fundações privadas com o nome de antigos presidentes.
Quando há empresas que tem lucros astronómicos mas continuam a pagar 400€ de vencimento e se queixam que não podem pagar mais, o governo apoia e dá o exemplo garantindo que os vencimentos são sempre os mais baixos da Europa, quando há empresários que fazem falências fraudulentas ou se retiram do país depois de se acabar os dez anos de benefícios fiscais e apoios à produtividade dados pelo estado pagos com os impostos de todos nós e reabrem dois anos depois com um novo nome noutra zona do país.
Quando se gasta tanto dinheiro do estado em obras publicas que inevitavelmente derrapam para orçamentos varias vezes o valor inicial, mas nunca ninguém é questionado sobre, ou porque se continua a contratar as mesmas empresas para obras publicas, que supostamente apresentam um valor mais baixo de uma obra num concurso e depois acabam por gastar mais, não será já tempo de pedir responsabilidades?
Quando o combate a fraude fiscal e económica não avança, ou pq não há meios, não há pessoas suficientes ou só se descobre esquemas de pequenos malfeitores, mas nos grandes nem se ouve falar.
Etc, etc, etc, etc...
Fico mesmo sem saber de quem fala ele, quando refere "um bando de malfeitores vive, como uma carraça, agarrado à produção dos outros".
Há já sei, dos funcionários públicos aqueles que apesar de trabalhares com falta de pessoal, falta de meios, falta de instalações, vencimentos baixos, condicionados por chefias de nomeação politica que mudam objectivos e formas de trabalhar, instituem modas e manias pessoais de cada vez que mudam os objectivos do governos (e conforme a época, se depois das eleições se na fase, já estamos quase em eleições) ou por simples capricho.
Acho que já sei o que quero fazer na vida, ser jornalista, deve ser bem pago.
Não sei...
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