Fusão Renault/FCA

A verdade é que do ponto de vista dos acionistas, esta fusão é um bom negocio, vantagens para o consumidor/cliente são danos colaterais.

A Europa esta a investir muitos Milhões de Euros no futuro dos Automóveis Elétricos, a Industria Automóvel Europeia investe tudo o que tem nesta tecnologia, pois será o futuro, o pior é se não for o futuro, se no final isto não passar de mais um dos muitos fiascos que durante décadas os VE nos brindaram, ou se alguém descobre uma nova bateria melhor, os russos já falam em baterias nucleares, registam patentes e os Europeus ficam a pagar direitos a eles, até à Insolvência da Industria Automóvel Europeia.

"Colocar os ovos todos na mesma galinha é muito arriscado", no meio disto tudo os Chineses ainda se apoderam do Mercado Automóvel Europeu e com a importância que este setor tem nos Países mais ricos da Europa, a Europa caso fique sem Industria Automóvel vai entrar em numa recessão profunda.
 
2 representantes da Nissan no conselho da Renault brecaram a proposta o quê fez o estado francês pedir adiamento da decisão.

Isso depois da FCA ter aceitado as exigência do estado francês

Fizeram bem em retirar a proposta. Apesar de os acionistas da Renault quererem, sem a decisao da Nissan e com a participação da França na empresa, haveria dificuldades a serem suplantadas desde a fundação do novo grupo
 
[h=1]Por questões políticas, FCA retira proposta de fusão com a Renault[/h]Envolvimento da Nissan nas negociações também pesaram para a FCA


[FONT=&quot]De uma forma abrupta e pegando todo mundo de surpresa, a FCA emitiu um comunicado na noite de quarta-feira (5) declarando que “decidiu pela retirada com efeito imediato da proposta de fusão feita ao Groupe Renault”.[/FONT]
[FONT=&quot]O anúncio ocorreu horas depois de outra declaração, dessa vez da Renault, informando que seu conselho administrativo não havia conseguido chegar a um acordo sobre a proposta da FCA e os representantes do Governo francês pediram para postergar o voto sobre o tema.[/FONT]
[FONT=&quot]Em sua declaração para a imprensa, a Fiat Chrysler aponta que “permanece firmemente convencida quanto à lógica sólida e transformadora da proposta, que foi amplamente apreciada desde a sua submissão, cujos termos e estrutura foram cuidadosamente equilibrados para entregar benefícios substanciais para todas as partes. Entretanto, ficou claro que as condições políticas na França inexistem neste momento para o prosseguimento bem-sucedido de tal combinação”.[/FONT]
[FONT=&quot]O comunicado da Fiat Chrysler segue revelando que “expressa seus sinceros agradecimentos ao Groupe Renault, em particular ao seu presidente e ao seu CEO, e também aos parceiros da Aliança na Nissan Motor Company e na Mitsubishi Motors Corporation, pelo engajamento construtivo em todos os aspectos da proposta da FCA. A FCA continuará alcançando seus objetivos por meio da implementação de sua estratégia independente”.[/FONT]
[FONT=&quot]A possível fusão, que, se concretizada, envolveria uma troca de ações na casa de US$ 35 bilhões e criaria o terceiro maior conglomerado automotivo do mundo, também não avançou pela falta de apoio da Nissan ao acordo entre FCA e Renault, relatam algumas notícias de bastidores na Europa.[/FONT]
[FONT=&quot]Para a FCA também era importante ter acesso às tecnologias da Nissan, porém os dois representantes da marca japonesa no conselho administrativo da Renault iriam votar contra a fusão, o que colocaria em xeque até mesmo o comprometimento futuro da Nissan em preservar a aliança com a Renault.[/FONT]
[FONT=&quot]O governo francês, que é o maior acionista da Renault, também entrou no jogo revelou que não aceitaria o acordo de fusão caso ele colocasse em risco a aliança Renault-Nissan. As autoridades francesas também queriam ter mais garantias de que preservariam um bom nível de influência nas decisões da nova empresa que seria criada com a fusão, além de reafirmar a manutenção dos empregos no país.[/FONT]


[FONT=&quot][/FONT][FONT=&quot][/FONT]
 
A FCA precisa de uma plataforma modular e adaptável a modelos elétricos, para assim concentrar o investimento nas suas próprias plataforma disponíveis para modelos mais rentáveis, a RAM (que gerará os JEEP Wagoneer), Giorgio( premium e já em adaptação pára a Grand Cherokee) e a plataforma off road do Wrangler.

Ano que vem, veremos se exste mesmo a tal plataforma BEV para modelos compactos (500E, 500G, CentoVenti)


Não tem como renovar as linhas de Dodge, Chrysler, Lancia e renovar a linha FIAT na Europa., Isso para não falar nos globais Renegade e Compass (e no americano Cherokee) sem recorrer a várias plataformas antigas ou modificadas.

A FCA tem boas plataformas, mas não para o mercado generalista e de tração dianteira, entre 4 m e 4,70, como existem em outros grandes grupos
 
Última edição:
A proposta inflacionava demasiado a FCA e seriam precisas enormes concessões da FCA para a Renault avançar.

Nem sequer havia uma equidade de benefício para algo 50/50. A FCA precisa muito mais de um parceiro que o contrário.
 
A FCA precisa de uma plataforma modular e adaptável a modelos elétricos, para assim concentrar o investimento nas suas próprias plataforma disponíveis para modelos mais rentáveis, a RAM (que gerará os JEEP Wagoneer), Giorgio( premium e já em adaptação pára a Grand Cherokee) e a plataforma off road do Wrangler.

Ano que vem, veremos se exste mesmo a tal plataforma BEV para modelos compactos (500E, 500G, CentoVenti)


Não tem como renovar as linhas de Dodge, Chrysler, Lancia e renovar a linha FIAT na Europa., Isso para não falar nos globais Renegade e Compass (e no americano Cherokee) sem recorrer a várias plataformas antigas ou modificadas.

A FCA tem boas plataformas, mas não para o mercado generalista e de tração dianteira, entre 4 m e 4,70, como existem em outros grandes grupos


Fusão com a tesla, já lhes compra creditos de emissões e a tesla está á rasca com falta de carcanhol, a panasonic tambem já não está muito feliz com a parceria, a tesla emprega meios de produção pré históricos na produção dos seus veiculos, poderia ser um vector para a fca trocar muito do seu know how, nessa area e em termos de redução de custos de produção e compartilhar as plataformas da tesla.
 
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