Governo introduz portagens em três Scut

A17, A28, A29, A41 e A42 são as SCUTS a pagar ?

É que dessas, a A41 liga o Picoto a Espinho, em pouco mais de 5,5 km, e é a principal estrada de ligação entre estas duas localidades, a qual veio substituir a antiga estrada principal.

Ou será para o futuro troço da A41 que irá ligar Picoto ao Porto ?

Salvo erro, a A41 e A42 que falam são entre o Porto e Paços de Ferreira.
 
Tens razão na questão do pais estar mal, mas olha que quem viu os outros paises e os vê hoje, não estao nada melhor... Viajo muito em trabalho e nos ultimos 18 meses a coisa esta feia por todo o lado mesmo.

Quanto ao SNS é a ideia que todos nós ( pagadores ) temos, a verdade é que, e os outros que nao podem pagar ? quem sustenta ? onde esta o nosso humanismo perante o próximo ?

Adoraria tambem nao pagar, mas como nada nesta vida é grátis.... pelo menos durmo de consciencia tranquila, e espero que quando for a minha vez, me tratem bem.

Existe de facto uma possibilidade de descontares para privados mas so a quem ganha acima de 3500€ salvo erro.


Já que falas nisso, já estive mais longe de o fazer.[;)]
Cada vez mais vejo este pais a afundar e sem alternativas de recuperação [s)][s)]

Quanto á saúde, o que pouparia durante toda a vida em impostos dava certamente para pagar todas essas despesas de saúde, caso viesse a precisar. O acesso ao SNS devia ser opção em que o trabalhador escolheria se queria descontar para o SNS ou para um seguro privado de saúde.
 
SCUT: Estudo das Estradas de Portugal "prova que não há alternativas", diz PCP - JN

O PCP do Porto divulgou hoje, segunda-feira, um estudo das Estradas de Portugal que mostra que "não existem vias alternativas" às SCUT do Grande Porto, Costa de Prata e Norte Litoral.

"O documento comprova que não existem alternativas para a população destes distritos e que o Governo sabe disso. O Governo não pode avançar com a aplicação de portagens nestas SCUT, porque não se cumprem os requisitos que ele próprio estipulou para a aplicação de portagens", frisou Jorge Machado, do PCP do Porto, em declarações à Lusa.

O comunista lembra que um dos critérios para implementar portagens nas SCUT é a existência de vias alternativas no sistema rodoviário nacional e que este estudo prova que elas não existem.

"Estamos a falar de tempos de viagem três vezes superiores aos das SCUT e de vias municipalizadas, onde se circula a 50 quilómetros por hora", observa.

O memorando da Estradas de Portugal, a que a Lusa teve acesso, tem a data de Outubro de 2006 e refere que "as vias que se quer como alternativas às que actualmente servem em regime de SCUT não possuem características mínimas".

"Somos da opinião que presentemente não existem quaisquer vias que sirvam de alternativas aos itinerários em regime de SCUT em que se pretende implementar portagens", conclui o documento.

Como exemplo de que as vias "não servirão os utentes", o documento aponta o caso das três estradas propostas como alternativas à SCUT Costa de Prata, que "já foram entregues à Câmara de Gaia".

"Tratam-se de vias que atravessam aglomerados populacionais já estabilizados pelo que, na sua generalidade, possuem construções a ladear em ambas as margens, velocidades máximas [...] que não ultrapassam os 50 quilómetros por hora e são utilizadas por várias carreiras de transportes públicos", refere o memorando.

Alerta-se, ainda que a "limitada largura da faixa impossibilita a ultrapassagem, provocando intermináveis filas de veículos que circulam com as paragens impostas pelos autocarros".

O cenário repete-se no caso da SCUT do Grande Porto, nomeadamente no que diz respeito à EN 108, proposta como alternativa ao IP4 Sendim/Águas Santas.

As Estradas de Portugal avisam, ainda, que as alternativas se "encontram já de tal forma congestionadas que, durante a construção da A41, já foi construída a variante à EN 105 até Água Longa".

Quanto à SCUT Norte Litoral, o documento nota que uma das alternativas, a EN 13, "atravessa o recinto da feira semanal em Vila do Conde" e que várias vias, "por se situarem junto ao litoral, estão ainda sujeitas a tráfego sazonal, motivado pelas praias que servem".
Assim, no caso da SCUT Costa de Prata, o memorando sugere que "seja construída no mais curto espaço de tempo possível o IC 2, que irá substituir a EN 1"

Para a SCUT Norte Litoral, propõe-se que a variante à EN 14 "seja planeada de forma a servir também a zona mais litoral, projectando-se uma via que dê continuação à Via Norte".

No caso da SCUT do Grande Porto, a proposta é que não se apliquem portagens: "Considera-se, pelo menos no tocante aos IC 24 e 25 um desperdício de verbas a construção de mais outra infraestrutura, pelo que se propõe, apenas, a não inclusão de portagens nestas vias", diz o memorando.

O Governo pretende aplicar portagens nas SCUT a partir de 1 de Julho.
 
"Estamos a falar de tempos de viagem três vezes superiores aos das SCUT e de vias municipalizadas, onde se circula a 50 quilómetros por hora", observa.

(...)

"Tratam-se de vias que atravessam aglomerados populacionais já estabilizados pelo que, na sua generalidade, possuem construções a ladear em ambas as margens, velocidades máximas [...] que não ultrapassam os 50 quilómetros por hora e são utilizadas por várias carreiras de transportes públicos", refere o memorando.

Alerta-se, ainda que a "limitada largura da faixa impossibilita a ultrapassagem, provocando intermináveis filas de veículos que circulam com as paragens impostas pelos autocarros".


Este estudo vem-me dar razão !!

Ora tal como eu já tinha dito neste tópico cá pelo sul nas chamadas de vias alternativas também se circula a 50km/h, ou menos, também temos, veja-se bem, autocarros :eek:[:D], também temos as paragens dos mesmos e também temos km's seguidos com a impossibilidade de se fazer uma ultrapassagem quer por causa de rotundas, traços contínuos ou simplesmente devido ao denso transito em ambos os sentidos..

Aqui a falar do caso que melhor conheço que é Fogueteiro-Setubal por EN e por AE. Por EN também se demora 3 vezes mais tempo, ou até mais..

Mas é apenas um exemplo, nas alternativas à CREL, A5 etc etc é semelhante.


Atenção não tenho nada contras as gentes do Norte e se isto não for a frente fico contente por vocês e sobretudo pela vossa/nossa industria (sim sei que têm fechado montes de empresas :() apenas estou a tentar refutar os patéticos argumentos do PCP.

Argumentos esses que não vão a lado nenhum pois cá no sul temos exactamente as mesmas condicionantes nas chamadas alternativas.


Por fim tenho de concordo com o user Andre, queres chegar mais depressa ao destino pagas. É tão simples quanto isto.

E isto porquê ?

Porque o nosso país não tem condições para andar a financiar isto, não temos o poderio económico da Alemanha para todas as AE's serem grátis. Corrijam-me se estiver enganado.



Para terminar e fazendo um pouco de OT..

Em Setembro fiz uma viagem ao norte e utilizei, entre outras vias, a A24 que liga Viseu a Chaves, apesar de só a ter utilizado até Vila Pouca de Aguiar.

O facto de estar AE ser grátis é, para mim, escandaloso pois não lá passa ninguém, até me pareceu mais deserta do que a minha conhecida e, obviamente paga, A6.

Ora e quem está a pagar isto ? Obviamente todos os contribuintes.. E quem é que lá anda ? Meia duzia de gatos pingados..

E sim usufrui deste facto obviamente. Aliás graças a termos A23, A25 e A24 grátis fiz Évora-Vila Real sempre por AE e totalmente grátis. Sempre não, minto, desde até Évora até à A23 fui pelo IP2.

Agora o facto de ter de ter ufruido de todos estes km's de AE grátis não quer dizer que concorde com esse mesmo facto.
 
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Um problema que é preciso lembrar é que já desde o tempo do Boi Cavalo que existia a Variante a Vila do Conde e Póvoa.
Tinha 12 Kms e começava antes do que hoje é a Zona Industrial de Vila do Conde (Fica lá a Quimonda por exemplo), evitava Vila do Conde e Póvoa e acabava depois da Póvoa a ligar à N13 (Estrada Porto - Espanha).

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Ora esta Variante levou separador central e foi prolongada até à zona do Aeroporto, que era ligado ao Porto por "AE".
Chamava-se IC1.
Portanto a tal variante levou o IC1 em cima.

Era aceitável se fosse ao lado.
Agora modificar uma coisa e meter portagens está errado.
As pessoas perderam a Variante e são pois obrigadas a ir pela N13 a atravessar tudo.

Volto a recordar que estes 12 Kms são do tempo em que Farmácia era com Ph e que fazem parte da A28.
É preciso investigar porque querem chamar-lhes SCUT?
 
Na zona de Lisboa também muitas empresas e muita gente é afectada nos seus rendimentos porque se paga tudo a peso de ouro. Quem não tem capacidade para pagar portagens, levanta-se mais cedo e vai pela nacional ou então anda de transportes. Quem não tem dinheiro não pode ter luxos e as pessoas devem pagar o que usam se assim lhes for possível, se não for possível é simples, não usam.

Eu também gostava de morar num T4 no Parque das Nações mas não posso, há quem possa, ainda bem para eles, resta-me sonhar com isso. No dia em que não tenha capacidade para pagar as minhas deslocações porque as portagens estão caras só me resta encostar o carro e arranjar alternativas.

Eu compreendo que as pessoas afectadas por estas notícias vejam a vida andar para trás, custa ver o dinheiro disponível para o mês ser cada vez menos, mas quer se queira quer não só se pode dar a certos luxos quem pode, quem não pode paciência, por aqui também anda muita gente a pé ou de transportes públicos.

Se vamos pegar no argumento de que em Lisboa é tudo rico e o resto do país é pobre (que é perfeitamente absurdo) então não podemos reduzir a questão ao pagamento das SCUT ou das pontes, teremos também que escalonar o pagamento dos impostos, o preço dos combustíveis e de todos os bens essenciais segundo a região do país, o que seria ridículo.

O problema desta medida, e o que origina a polémica, é já vir com muitos anos de atraso, se não tivessem tido estes anos todos de "mama" e pagassem tudo desde o 1º dia como os "lá de baixo" este tópico nem sequer existiria.
 
Na zona de Lisboa também muitas empresas e muita gente é afectada nos seus rendimentos porque se paga tudo a peso de ouro. Quem não tem capacidade para pagar portagens, levanta-se mais cedo e vai pela nacional ou então anda de transportes. Quem não tem dinheiro não pode ter luxos e as pessoas devem pagar o que usam se assim lhes for possível, se não for possível é simples, não usam.

Eu também gostava de morar num T4 no Parque das Nações mas não posso, há quem possa, ainda bem para eles, resta-me sonhar com isso. No dia em que não tenha capacidade para pagar as minhas deslocações porque as portagens estão caras só me resta encostar o carro e arranjar alternativas.

Eu compreendo que as pessoas afectadas por estas notícias vejam a vida andar para trás, custa ver o dinheiro disponível para o mês ser cada vez menos, mas quer se queira quer não só se pode dar a certos luxos quem pode, quem não pode paciência, por aqui também anda muita gente a pé ou de transportes públicos.

Se vamos pegar no argumento de que em Lisboa é tudo rico e o resto do país é pobre (que é perfeitamente absurdo) então não podemos reduzir a questão ao pagamento das SCUT ou das pontes, teremos também que escalonar o pagamento dos impostos, o preço dos combustíveis e de todos os bens essenciais segundo a região do país, o que seria ridículo.

O problema desta medida, e o que origina a polémica, é já vir com muitos anos de atraso, se não tivessem tido estes anos todos de "mama" e pagassem tudo desde o 1º dia como os "lá de baixo" este tópico nem sequer existiria.


O problema é que o nosso país não é um país equilibrado por natureza. Embora refiras e muito bem concerteza que pagas tudo (e as coisas são muito, mas muito caras é um facto), tens ao teu alcançe coisas em demasia até!

Não sei a noção que tens do país em si, e concordo quando referes que tem que ser igual para toda a gente. O problema é que, apesar de estarmos num país livre onde cada um pode ser o que quiser, ficas mesmo muito limitado. As coisas estão cada vez mais concentradas em Lisboa, podiamos perfeitamente ter um país mais distribuído, pelo menos pelas capitais de distrito, garantido disseminação de emprego, o que fomenta novas empresas, mais serviços, mais movimento etc. Nenhum negócio é fácil, a vida não vai facil para muita gente.

Mas acredita e conheço as várias realidades, mas aqui no sul há tudo em excesso. Em inúmeras zonas do país há várias coisas também, mas nem sempre há para todos. Transportes nem sempre há, casas, estão caras em todo o lado, ordenados, em média, acredita que é verdade, são bem superiores em Lisboa.

Isto tudo é apenas consequência de má governação, mau povo, tudo mau! Durante anos e anos as coisas foram-se concentrando no Porto e em Lisboa, e mais recentemente em Lisboa. A consequência é ter praticamente 30% da população na AML, e resulta naquilo que vemos no nosso quotidiano.

Continuo a achar que todos deviamos pagar, e vamos pagar a seu tempo. Mas durante anos e anos, houve várias zonas do país privadas de se desenvolverem por limitações de acessos, e estes desbloquearam fronteiras entre sítios que afinal são tão próximos e antes eram super longe.

A 10 anos atrás era impensável um comercial num dia arrancar às 8h de Chaves, ir a Braga, Guimarães, almoçar, ir a Mirandela e Bragança e as 18h estar novamente em Chaves. A 3 anos fiz isso com um antigo chefe meu na boa. Isso desbloqueia horizontes que já há muito tempo zonas como o Porto e Lisboa tinham acesso, e mesmo assim nem todos os acessos são pagos nestas cidades (há troços da A1 e da A5 que não são pagos, não transformaram todos os IC's em AE's para pagar portagens como agora no Porto...para já, mas quando acontecer, voltaremos aqui a debater o mesmo problema de certeza, e escrevam que isto há-de acontecer!).

Raistaparta, isto acabou por se desmembrar um bocado porque segui a linha de pensamento que tinha, não indo na totalidade em resposta ao teu post [;)]


Sou o 1º a dize-lo: todos paguem. Mas também sou o 1º a dize-lo: apostem no país todo porra, estou farto de ver tudo concentrado no mesmo sítio. As pessoas não sabem dar o mínimo de valor ao que têm. O país não é todo igual infelizmente, e a cada governo que passa só interessa mais Lisboa...
 
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Sou o 1º a dize-lo: todos paguem. Mas também sou o 1º a dize-lo: apostem no país todo porra, estou farto de ver tudo concentrado no mesmo sítio. As pessoas não sabem dar o mínimo de valor ao que têm. O país não é todo igual infelizmente, e a cada governo que passa só interessa mais Lisboa...

Cito só esta parte porque o teu post é muito longo e este parágrafo é algo com que concordo. Há desigualdades? Há. Se bem que mais Litoral/Interior do que Sul/Norte. Tem-se feito muito disparate e podia-se descentralizar mais? Sem dúvida. Mas isso é uma questão lateral que vem sempre à baila nestes tópicos não sei bem porquê. Porque aqui está se a falar de algo que quer se queira quer não é um luxo. Não é como luxo de comer caviar mas não deixa de ser um luxo. Se eu tivesse lido aqui clamores para que o pão ou a água devessem ser grátis nalgumas zonas do país aceitaria isso com maior naturalidade do que... andar de carro em AEs.

Tu pagas tudo o que eu pago quer sejamos de Viana do Castelo ou de Albufeira: habitação, educação, saúde, alimentação, água, luz, transportes, combustíveis, entretenimento, então porque é que no caso das AEs só uns é que devem pagar e outros não? Que é que as AEs têm de tão transcendente e essencial que o que referi acima não tenha? Eu uso, logo pago, é tão simples como isso.

Custou-me muito antes de ter carro da empresa começar a pagar a CREL de um dia para o outro quando morava em Odivelas, a alternativa para ir para o trabalho era o pandemónio da Calçada de Carriche (a tal em que o burro chegou lá acima primeiro do que o Ferrari), fiz contas e vi que iam ser menos 50€ por mês na conta, felizmente pude aguentar mas sei de quem não podia e passasse a fumar menos e a tomar o pequeno almoço em casa.

Falar-se aqui tanto de pobreza num tópico sobre a utilização de AEs acho que até é um insulto para os pobres, esses que mal têm dinheiro para comer, quanto mais para terem um carro ou sequer um pc em casa com ligação à net para virem aqui discutir estas coisas.
 
Concordo contigo principalmente quando referes a parte dos luxos. É que por norma o tuga quer manter ou fazer determinadas coisas que nem sempre estão ao seu alcançe!

Mas há zonas onde a AE não é propriamente um luxo mas sim um bem essencial. Concerteza uma camada da sociedade (algumas empresas nomeadamente) suportam bem o seu custo, outras ou particulares não será bem assim. Cada caso é um caso. O que é certo é que o caminho já sabemos que é todos pagar, e a seu tempo, tal como estas novas AE, as restantes seguirão o seu caminho.

Resta saber o quanto vamos pagar. O que acho um absurdo (e isto é um pouco aparte) é Lisboa-Porto (ou vice versa) praticamente 20€. Gasta-se tanto para gasóleo quase como para portagem, é um roubo autêntico e completamente desenquadrado com as nossas possibilidades!

Raistaparta a ideia a um bocado era só dar trabalho a ler [:D]

Seja como for, para compensar as AE grátis, a Galp já está a tomar conta do assunto e vai arrebanhando uns milhõezitos à gasolina e ao gasóleo que não vão para (nada) baratos!!!! :sh)
 
Portagens nas SCUT do grande Porto

Portagens nas SCUT do grande Porto

Certamente já todos ouviram falar das portagens nas SCUT, e é uma certeza que vai mesmo acontencer e falta menos de uma mês para entrarem em vigor, 1 de Julho.

Levantam-se as grandes:

Como vão ser cobradas?

Onde, quando e como se colocam os trais dispositivos tipo "Via Verde"?

Qual o prazo para os colocar? E têm custos?

E os camones que vêm de visita ao país como vão pagar?Ou não pagam e só os portugueses é que se sujeitam a esta exploração?

Em relação a todas essas questões e mais algumas, já soube, deixei de saber, voltei a ler sobre o assunto, e contínuo sem certezas sobre como irá funcionar...em relação aos valores das portagens, estão já definidos, 0,08€/km para veículos classe 1,o que me parece um autêntico roubo!! 0,80€ por 10km??!!

em" Economia - Utentes vão pagar 8 cêntimos por quilómetro nas Scut a partir de 1 de Julho - RTP Noticias, Vídeo"

Em relação aos identificacores, aqui fica uma notícia recente, de onde se retira uma frase interessante, e de onde se conclui que somos um pais muito sereno, a pouco mais de 15 dias de entrada em vigor de uma lei...
«Tudo será explicado a seu tempo para permitir que os portugueses se adaptem, calmamente, sem nenhum problema», concluiu Paulo Campos.
em "Autohoje - Notícias, testes, comparativos, fotos, vídeos e preços de carros"
 
Esse valor não é absurdo mas sim um autentico ROUBO do governo aos condutores e aos utilizadores dessas estradas. [8b][8b][8b][8b]

Só espero que no futuro fiquem bem vazias e que o retorno seja o mais próximo de Zero possível.

Quem tudo quer, tudo fica sujeito a perder [:p]
 
Hmmmm, sinceramente, para fazer Porto - Caminha, qual é a alternativa à A28? Nacional 13? [:D]

A nacional 13 vai ser um pandemónio, completamente.

Vai ser giro ver os motards que se deslocam na A28 até Vila do Conde, aos domingos de manhã, vai tudo por dentro, ou com a matrícula tapada...
 
Não, mas a sério, que alternativas há à A28 entre o Porto e Caminha?

Eu estava a brincar com a N13...aquilo em certas zonas é uma verdadeira rua de província...:sh)
 
Custos que vou ter à conta destes palhaços:
0.08 x 180km's x 4 semanas (1 mês) = 57.6€ no mínimo....

Porreiro pah!![8b] :mad:

Depois querem que o país vá para a frente....Cambada de idiotas [:vm)]
 
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