Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Eu também acredito que existem espiritos.
Acredito porque já vi, senti, e passei por coisas estranhas .
Este video não clarifica nada.
Estava lá na casa pois como me tinham contado diversas histórias sobre a mesma, e resolvi ir investigar.
É uma area que me fascina, só tenho pena de não conhecer mais sitios para poder investigar também.
Neste momento já tenho uma camera DV, captaria com melhor qualidade as imagens.
Também já tenho mais experiência e conhecimentos, conseguiria um trabalho melhor.
Com base no que conheço de vários outros episódios estranhos passados na Serra da Arrábida, e pretendendo escrever algo sobre o assunto, resolvi tentar saber junto do Corpo de Escutismo de Setúbal algo documentado sobre a história, ao que me disseram que nada possuiam em virtude de terem perdido imensos documentos aquando duma cheia na cidade há vários anos atrás, tendo ficado apenas esses relatos na memória dos mais antigos que teriam falado pouco do caso que no entanto foi passando e sendo conhecido vagamente.
Assim, indicaram-me então o escuteiro 'Nix' da zona de Azeitão onde me dirigi e estive falando com ele sobre o assunto, pois que segundo me disseram era o único mais antigo que poderia saber alguma coisa sobre o caso. Na verdade ele o confirmou por ter sabido também de outros escuteiros mais velhos que contaram essa história passada no interior da Serra da Arrábida no túnel onde o grupo de aventureiros pretendia atravessar. Conta-se, pois, que a dada altura eles teriam visto uma claridade ao fundo do túnel por onde caminharam muito tempo e pensando que era já o outro lado da serra, não era senão um espaço enorme subterrâneo com várias construções que pareciam ser duma cidade antiga abandonada e a luz ambiente vinha das próprias rochas que formavam as paredes da enorme gruta.
Já agora, o que me dizem disto?
Com base no que conheço de vários outros episódios estranhos passados na Serra da Arrábida, e pretendendo escrever algo sobre o assunto, resolvi tentar saber junto do Corpo de Escutismo de Setúbal algo documentado sobre a história, ao que me disseram que nada possuiam em virtude de terem perdido imensos documentos aquando duma cheia na cidade há vários anos atrás, tendo ficado apenas esses relatos na memória dos mais antigos que teriam falado pouco do caso que no entanto foi passando e sendo conhecido vagamente.
Assim, indicaram-me então o escuteiro 'Nix' da zona de Azeitão onde me dirigi e estive falando com ele sobre o assunto, pois que segundo me disseram era o único mais antigo que poderia saber alguma coisa sobre o caso. Na verdade ele o confirmou por ter sabido também de outros escuteiros mais velhos que contaram essa história passada no interior da Serra da Arrábida no túnel onde o grupo de aventureiros pretendia atravessar. Conta-se, pois, que a dada altura eles teriam visto uma claridade ao fundo do túnel por onde caminharam muito tempo e pensando que era já o outro lado da serra, não era senão um espaço enorme subterrâneo com várias construções que pareciam ser duma cidade antiga abandonada e a luz ambiente vinha das próprias rochas que formavam as paredes da enorme gruta.
Já agora, o que me dizem disto?
Na Arrábida viveram vários povos: romanos, fenícios,gregos,árabes,etc...
E claro, deixaram alguns vestígios da sua presença.
Agora relativamente a essa história isso deveria ser investigado por arqueólogos e espeleológos...
In: APOVNI
Deixo também este artigo que encontrei, para quem tenha interesse em relação ao que se está a debater aqui. Não afirmo, nem acredito que existam "mundos" subterrâneos e intras, comos muitos daqui pensam... Acho apenas interessante as coisas que se contam desde há tempos antigos e cujos fenómenos se repetem nos dias de hoje.
Desta vez faz-se referência a mistérios da serra da Arrábida:
Notas herméticas sobre o Seio da Serra da Arrábida
A gruta em questão, cuja localização fica no seio da serra na mesma latitude do Convento e cujo acesso é através de um poço sem água localizado dentro duma Cripta, pelo qual se desce a um espaço subterrâneo com vários túneis que se estendem em várias direcções, e que só poucos aventureiros corajosos podem explorar.
Com efeito, já se escrevia numa Revista muito antiga, sobre as entranhas da Serra da Arrábida, o seguinte: "há na serra muitos e profundíssimos algares, o mais falado e medonho está no caminho que vai para a Nossa Senhora do Carmo, onde chamam Vale Bom, e segue 7 kilómetros por baixo de chão até sair no sítio da Água Branca. Algar quer dizer cova, sorvedouro ou brejo profundo". (Revista O Domingo Ilustrado, nº 199 - vol. 4, 1900.)
Quanto às construções estranhas que o grupo de escuteiros teriam visto e lhes parecia uma cidade antiga, desabitada, cuja luz ambiente vinha das paredes da própria gruta, isso dá fé à narrativa de um verdadeiro encontro JINA, pois poderia muito bem em tempos idos sido habitada por um povo que se interiorizou mais ainda, um povo de BADAGAS.
Isto leva à fábula etnogénica recolhida e divulgada por Santo Isidro de Sevilha, acolhida na Crónica do Mouro Razis, transmitida à tradição monástica portuguesa quinhentista e meados de seicentos, exposta por eruditos de nome como Manuel de Faria e Sousa no livro Europa Portuguesa - vol. I, IX, perpetuada por Frei Bernardo de Brito in A Monarquia Lusitana, Cap. I, XXII, quanto a Setúbal ser fundação bílbica do neto de Noé, TUBAL, que escolheu as imediações do Cabo Espichel para fundar essa cidade, iniciando assim após o Dilúvio o povoamento de toda a Hispânia.
Por outro lado, TUBAL tem relação com TUBALCAIM e a tradição ctónica da forja subterrânea do "Ferreiro" ou SERAPIS que forja os metais com os fogos do Seio da Terra. Há nisto algo de Saturno (Ctónico) e Marte (Metalúrgico), e não será por acaso que a herança arquetípica disso chegou à actualidade, onde os melhores metalúrgicos do País sediavam-se em Setúbal que, tal como os antigos Fenícios deste lugar, consertavam e construiam os navios que se faziam ao largo em rotas transcontinentais, indo mesmo até às Américas!...
Por outro lado, sabe-se que os primeiros habitantes da Serra da Arrábida foram os SÁRRIOS, de que subsistem vestígios de fortificados em vários cabeços da serra. Estes Sárrios proto-históricos terão depois sido aglutinados pela cultura Romana e da sua época subsiste a memória descritiva de André de Resende (um seiscentista) em suas "Antiguidades da Lusitância", em Setúbal, a antiga Cetóbriga, a Igreja de Stª Maria de Tróia foi levantada sobre o primitivo templo de Júpiter Amon, de que sobrou só o alpendre.
Também na ponta do Outão foram descobertas em 1644 as ruinas dum outro templo consagrado a Neptuno (Deus dos Mares), enquanto no chamado monte Tormoinho existem ruinas dum outro templo que se diz consagrado a Apolo (SOL). De ambos os templos há provas arqueológicas documentadas.
Quanto ao "Triângulo Magnético" da Serra sobre o qual se situa o Convento da Arrábida, com o vértice voltado para baixo, aponta 3 direcções: S. Lourenço de Azeitão, Setúbal e Tróia, estando a Lapa de Stª Margarida no sopé subterrâneo da Serra como se fosse um 8º Templo a que se chega após passar pelas 7 Ermidas que descem a encosta numa ‘via sacra’ como se fossem os 7 dias da semana para esta mesma, os “7 Degraus da Escada de Jacob” referidos na Bíblia, ou os 7 Dhyan-Choans (Seres Ascencionados) ou os 7 Arcanjos Planetários, ou as 7 Cidades Aghartinas, cuja 8ª é Shamballah, no seio da Terra, o que confere simbolicamente com a localização subterrânea da Lapa de Stª Margarida, vértice principal do triângulo invertido, este considerado por Saint-Yves de Alveydre como o Triângulo de Maria, e algo mais que tem a ver com o 3º Logos ou Espirito Santo no seio da Matéria. É por esta razão que está uma Cruz de Avis sobre a entrada da Gruta da Lapa de Stª Margarida.
Fonte: Rui Palmela e Dr. Vitor Adrião
O MISTÉRIO INCRÍVEL DOS SUBTERRÂNEOS DE SINTRA
(REPORTAGEM DE VICTOR MENDANHA IN "CORREIO DA MANHÃ", 13.10.1985)
Uma verdadeira cidade subterrânea, formada por túneis e grandes galerias, a partir do Castelo da Penha e construídos pelos Mouros e pelos Templários há cerca de oito séculos, faz com que a Serra de Sintra se pareça mais com um enorme queijo "Gruyère" do que com uma montanha a quem já Ptolomeu apelidava de Montanha da Lua, nome aliás repetido por Camões quando a ela se refere, em verso, nos "Lusíadas".
Em tempos ainda mais remotos Festo Avieno chamou-lhe Ofiusa, palavra de origem grega significando "terra da serpente". Serpentes seriam, segundo vários autores mais dados à História superficial, os ídolos das tribos indígenas mas não se pode olvidar o facto de os Iniciados em determinada Via do Conhecimento serem conhecidos por idêntico nome.
Por seu lado o cruzado Osborne, um dos voluntários estrangeiros na conquista de Lisboa aos Mouros por D. Afonso Henriques e, quanto a nós, o primeiro repórter da História de Portugal, sobre a Serra de Sintra referiu, nas suas crónicas, que se tratava de uma região tão enigmática ao ponto das éguas ficarem prenhas apenas devido ao vento...
UM CASTELO ONDE ACONTECEM COISAS ESTRANHAS
Estes particularismos, narrados em velhos alfarrábios, não chegaram ao conhecimento do reformado Abílio Duarte, guarda em sistema de voluntariado do secular Castelo dos Mouros, em Sintra, mas isso não impede que, em compensação, não nos garanta:
- Aqui no castelo acontecem coisas estranhas. As pedras até parece que crescem, tal qual como as pessoas.
Mesmo dando de barato esta opinião, deveras polémica, não deixaremos de referir que Abílio Duarte nos adiantou pormenores sobre a existência dos túneis da Serra da Lua, existência esta igualmente garantida por documentos antigos, só que de impossível demonstração pois essas galerias encontram-se obstruídas, nas suas entradas, por grandes porções de terra e entulho de vária ordem, embora notando-se perfeitamente os vários tipos de acesso.
O Castelo dos Mouros e a entrada para um dos subterrâneos da Serra Sagrada de Sintra
Guiando-nos até junto das entradas de diversos túneis, parte deles escavados nas rochas, Abílio Duarte insiste:
- Tudo isto, aqui por baixo, tem subterrâneos. Um deles vai ligar ao Convento dos Capuchos, que fica a oito quilómetros daqui, e um outro desemboca perto da povoação de Rio de Mouro, mesmo junto ao ribeiro que passa naquela povoação.
Outras galerias, afirmam texto vetustos, descem pelo interior da montanha até ao Palácio da Vila, edificação mais moderna mas não menos enigmática em certos aspectos da sua arquitectura, para já não falar no Palácio da Penha, mandado edificar por D. Fernando II, verdadeira jóia de simbologia oculta, igualmente provida de longos subterrâneos que ninguém sabe onde levam.
OS TÚNEIS E POÇO DO MONTEIRO DOS MILHÕES
Outro local onde se descobriram túneis e passagens plutónicas foi na famosa Quinta da Torre, também conhecida por Quinta da Regaleira, situada na subida para Seteais.
Esta propriedade, adquirida em 1893 pelo dr. António Augusto de Carvalho Monteiro, a quem deram a alcunha de Monteiro dos Milhões devido à sua enorme fortuna pessoal, viria a provar a grande amplitude da rede de subterrâneos da Serra de Sintra quando o seu não menos rico e enigmático proprietário resolveu mandar abrir duas passagens do subsolo para ligar o palácio à capela e à casa do guarda.
Talvez sem surpresa do milionário, estas obras foram desembocar numa rede de túneis antigos, surgindo numa das grutas assim postas a descoberto pequena imagem de pedra cor-de-rosa, representando um ser com aspecto feminino mas pisando um animal parecido com o mitológico dragão, só que exibindo certas formas humanas.
O "poço" iniciático e uma das grutas da Quinta da Regaleira da Serra Sagrada de Sintra
Monteiro dos Milhões veio a falecer oito anos após se terem concluído as obras na quinta e no palácio, as quais levaram dezanove anos a fazer. Se tivermos em conta o que a Kaballah diz acerca do número oito seremos forçados a pensar que o mistério se adensa.
Considerado, por alguns, como o último dos alquimistas portugueses, o dr. António Augusto de Carvalho Monteiro seguiu, igualmente, a insólita tradição de fazer buracos profundos na Montanha da Lua pois, além das diversas galerias da sua autoria, ainda detectáveis na Quinta da Regaleira, ordenou a escavação de um "poço" com 30 metros de profundidade e 6 de largura.
Pelas paredes deste "poço", cuja possibilidade de servir para captar água é posta de parte por quem nele penetra, desce uma escada em caracol com 139 degraus e apoiada em colunas.
No fundo depara-se com mais passagens subterrâneas reforçando a ideia de que tanto buraco não teria sido aberto por acaso...
UMA TRADIÇÃO MUITO FECUNDA QUANTO A SUBTERRÂNEOS
A Tradição portuguesa é fecunda quanto a referências sobre as grutas e túneis sintrenses, chegando a fazerem parte das lendas do povo de regiões afastadas da Montanha da Lua.
A Serra de Montejunto, por exemplo, localiza-se a cerca de cinquenta quilómetros a Nordeste da Serra de Sintra mas os seus habitantes, segundo o livro de António Oliveira Melo, António Rodrigues Guapo e José Eduardo Martins, "O Concelho de Alenquer", pensam e garantem:
- A terra e o mar interpenetram-se. De uma ponta à outra, da serra de Sintra à serra de Montejunto, a montanha está rota por baixo e o mar chega a entrar por ela dentro.
Será esta Montanha, às portas de Lisboa, uma das Cem Portas do mais fabuloso que mítico Reino de Agharta, onde "reside" o Rei do Mundo?
Helena P. Blavatsky, fundadora da Sociedade de Teosofia, falou nesse país subterrâneos em 1888, na sua obra "A Doutrina Secreta", a "bíblia" de grande número de ocultistas. Mas foi alguns anos mais cedo que a lenda ou história verídica de Agharta teve a sua maior divulgação junto do público, com as obras insólitas de Saint-Yves d´Alveydre.
Nelas este estranho homem profetizou muitos acontecimentos de grande relevo que vieram a suceder alguns cem anos depois da sua morte, entre eles a implantação do Comunismo na China e a união da Europa, ou Comunidade Económica Europeia...
Após contactos com uma personagem misteriosa, a quem chamou Instrutor, o escritor publicou a "Missão da Índia na Europa", livro enigmático onde diz revelar os segredos desvendados pelo seu Mestre.
O Reino de Agharta seria, então, uma cidade subterrânea e iniciática onde viveriam milhões de pessoas, Igreja primitiva conservada em segredo, talvez a equivalência do Reino do Prestes João, conservando-se assim até à implantação da Sinarquia no Mundo.
Para os nossos leitores menos a par destes assuntos, para o aprofundamento sobre o tema Sinarquia aconselhamos o livro de Papus, publicado em Portugal pelas "Edições 70" sob o título "O Ocultismo".
DA PROFECIA À SINARQUIA PASSANDO POR AGHARTA
Com a finalidade de analisar melhor o possível relacionamento entre a Serra de Sintra e o fantástico Reino de Agharta, interrogámos o kabalista português Vitor Adrião, investigador que desde há muito se vem dedicando a estes estudos.
- O Castelo dos Mouros, localizado no cimo da Montanha da Lua, tem sido assinalado, ao longo dos tempos, como uma das entradas para o lendário Reino de Agharta. Também foi local de existência de uma inscrição profética, que se encontrava à entrada do referido Castelo mas mandada retirar por D. João II.
Este rei, a quem grande número de ocultistas e investigadores atribui a paralisação do projecto universalista português, quando transformou a Ordem de Cristo numa ordem de clausura, pouco ganhou com a iniciativa já que o texto da inscrição premonitória ficou registado na "Crónica de El-Rei D. Manuel", de Damião de Góis, achando-se igualmente assinalado na página 201 de "Cintra Pitoresca", um livro de autor anónimo de 1838 mas que hoje se sabe ser o Visconde de Juromenha.
E prosseguiu Vitor Adrião:
- Trata-se do vaticínio de uma Sibila sobre o Ocidente e garantia: "Patente me farei aos do Ocidente / Quando a porta se abrir lá do Oriente / Será cousa pasmosa quando o Indo / Quando o Ganges trocar, segundo vejo... / Seus divinos efeitos com o Tejo."
É caso para aconselhar que quem souber ler que leia mas sempre acrescentaremos dois pormenores importantes, possivelmente ligados a este vaticínio.
A Serra Sagrada de Sintra ligada ao Paraíso "Perdido" de Agharta
Um deles é o facto de vários dignitários budistas e outros religiosos orientais estarem a deixar o Oriente para se fixarem na Europa, incluindo Portugal. Um deles, antes de iniciar viagem na direcção do "movimento" do Sol, igualmente de Oriente para Ocidente, ter dito aos seus seguidores da Tailândia encontrar-se a Ásia espiritualmente falida, pretendendo por isso viver num país que estivesse redespertando para as coisas espirituais.
Outro foi a descoberta, por parte do kabalista por nós contactado na Serra de Sintra, de duas lápides importantes, facto por ele próprio narrado através das palavras seguintes:
- Existem, na Quinta da Penha Verde, restos de um Templo dedicado à Lua onde duas lápides, escritas em sânscrito - idioma nunca falado na Europa - e trazidas de Somnath-Patane pelo Vice-Rei da Índia D. João de Castro, contam a história da união do Oriente com o Ocidente, verdadeiro tratado ensinando a viver-bem segundo as regras canónicas do Espírito Santo, neste caso e a quem são dedicadas as lápides, Shiva.
Uma das estelas ou lápides sânscritas
na Quinta da Penha Verde de Sintra
Talvez não seja, pois, em vão tudo quanto se escreveu e disse acerca do possível Quinto Império de Portugal, desde que o entendamos não como um domínio terreno ou colonial mas como um Império espiritual e universalista.
Quando o compositor Richard Strauss visitou a zona da Montanha da Lua considerou-a a coisa mais bela que tinha visto. Referindo-se ao parque, mandado construir por D. Fernando II, comparou-o ao jardim de Klingsor enquanto apontando o Castelo dos Mouros, lá no alto, definiu-o como o Castelo do Santo Graal.
Para quem conheça a história de Parsifal talvez não seja necessário acrescentar mais na reportagem.
UMA JANELA NECESSÁRIA
Perto do Castelo dos Mouros existe o Palácio da Penha, cujo nome provém das grandes rochas ou penhas que tiveram de cortar para o fazer, não tendo o seu nome nada a ver com a palavra Pena, como erradamente se pretende.
Mandado construir pelo rei D. Fernando II, com projecto do Barão de Eschwege, no ano de 1840, o Palácio da Penha é um tesouro de arquitectura oculta e simbólica, apesar dos positivistas e enciclopedistas da nossa praça não o distinguirem de qualquer outra construção.
Esta situação pode verificar-se no que diz respeito à famosa Janela do Gigante, da qual os apenas entendidos em arquitectura consideram "composição monstruosa, com um gigante cujas pernas são caudas de sereias, assente em grande concha e sustentando pesada janela saliente, tudo com uma decoração excessiva".
Mas, afinal, uma leitura mais atenta, por quem possua olhos para ver, verificará tratar-se do deus Neptuno, dominador dos elementos Água, Fogo e Ar - por isso a janela que sustenta possui três aberturas.
Segundo a opinião de entendidos na Kaballah, falta o elemento Terra, afinal aquele de que tratámos neste trabalho, levando a pensar ser desta janela que um observador atento, num momento propício, poderá descobrir o mistério dos subterrâneos da Serra de Sintra ou da Lua.
É de realçar o facto de D. Fernando II ter comprado, igualmente, o Castelo dos Mouros dando 761 mil réis por toda a zona, ficando com a obrigação de cuidar da sua conservação.
Depois da morte deste Rei Ocultista, em 1885, toda a propriedade ficou na posse da sua segunda esposa, a Condessa de Edla, que a vendeu ao Estado pela soma de 310 contos.
(...)
E os famosos tuneis que partem do Convento de Mafra, e que supostamente vão até ao Rossio ?
Onde habitam ratazanas muito grandes ?
Onde até ouvi dizer que lá foram uma vez uns especialistas da Bayer que não voltaram mais...
Alguêm sabe alguma coisa sobre isto?
Mas são assim tão grandes mesmo?As famosas "ratas" de Mafra... []
Mito, mito. Não! Existe muito folclore em volta dos roedores habitantes do convento.
Histórias de um monge que foi comido vivo ao soldado que nem de lança-chamas se salvou das mordidelas das ratazanas proliferam na "tradição oral" mas o facto é que existem esses animais no convento aos milhares e uma desratização é virtualmente impossível sem uma grande mobilização de pessoas e evacuação das áreas circundantes com prejuízo para a economia da cidade transtorno nos seus habitantes.
Ratos e outros mitos
É quase impossível visitar o Palácio-Convento de Mafra sem pensar nos ratos que, diz-se há muitos anos, vivem por lá em grande número. Supostamente, são seres de enormes dimensões, têm de ser regularmente alimentados e chegam mesmo a devorar soldados. No entanto, tal teoria não passa de pura ficção, garantem as conservadoras do Palácio e o Capitão Campeão, excelente guia nas visitas ao Convento. "É verdade que há ratazanas", explica o capitão, "mas não aos milhares, às pragas, e dizer que é necessário pôr lá uma cabra todos os dias para os alimentar é mentira". O seu número, aliás, terá diminuído nos últimos anos por via de um melhor tratamento de lixos. Hoje os dejectos são reciclados ou transportados em contentores hermeticamente fechados. O que resta, pouco, é oferecido aos bichos, que fazem o favor de o "reciclar". Desta forma ficam calmos e mantém-se nos esgotos da zona, afinal o seu habitat natural. Com um tamanho médio de 20, 22 cm, estes ratos só atacam, segundo o capitão, quando se sentem encurralados, como acontece com outros animais. Assim sendo, nunca devoraram nenhum soldado. Aconteceu, há anos, uma situação que poderá ter dado origem ao mito, mas que nada tem a ver com a voracidade dos roedores. Um soldado que andava, com um companheiro de armas, à caça de pombos, terá caído pela chaminé. O outro, com medo das eventuais consequências, não relatou o sucedido. Ao fim de dois dias o primeiro foi encontrado nos esgotos, morto por asfixia e, naturalmente, com mordeduras dos ratos. Mas não, não foi devorado.Nos dias que correm, há um ou outro rato que sobe às instalações militares. Mas "passeando pelas docas de Lisboa vêem-se mais", assegura o capitão. Outro mito construído em torno do Palácio-Convento diz que existem tantos pisos subterrâneos quanto acima do solo. Também é mentira, esclarece o militar. Existem, de facto, vários túneis (um deles vai até à Ericeira, outro até ao Lisandro) mas nenhum dá acesso ao interior do Convento, ao contrário do que acontecia no passado, quando os miúdos da terra entravam nas instalações militares e pregavam grandes sustos aos sentinelas
Imothep;[FONT=Arial disse:ao contrário do que acontecia no passado, quando os miúdos da terra entravam nas instalações militares e pregavam grandes sustos aos sentinelas[/FONT][/quote
LINDO!]
[] [
]
Imothep;[FONT=Arial disse:ao contrário do que acontecia no passado, quando os miúdos da terra entravam nas instalações militares e pregavam grandes sustos aos sentinelas[/font][/quote
LINDO!]
[] [
]
[] Então lê lá isto Está demais![
] [
]
Tens PM / mail .Boas Baiones
Tenho algumas perguntas:
- Sentiste-te mal ou estranho nesse momento?
- A temperatura diminuiu ou era anormalmente mais baixa que a do ambiente?
- Filmaste também em modo nocturno?
- Tens tido sonhos estranhos desde essa visita?
Alguns peritos filmam em diferentes espectros para captarem algo que a nossa vista não pode ver. Lembro-me de um caso de um OVNI que apenas foi detectado quando mudaram o tipo de filmagem para filmagem nocturna.
Originalmente Colocado por Jorge Correia![]()
Boas Baiones
Tenho algumas perguntas:
- Sentiste-te mal ou estranho nesse momento?
- A temperatura diminuiu ou era anormalmente mais baixa que a do ambiente?
- Filmaste também em modo nocturno?
- Tens tido sonhos estranhos desde essa visita?
Alguns peritos filmam em diferentes espectros para captarem algo que a nossa vista não pode ver. Lembro-me de um caso de um OVNI que apenas foi detectado quando mudaram o tipo de filmagem para filmagem nocturna.
[/i]
ou seja era um ovni infravermelho[]