Histórias do OCULTO

Perto da minha aldeia, há uma zona onde depois de tocar o sino da meia niote se ouve respirar, mas um respirar limpo... ao longo de toda a rua...uma destas noites fui lá, mas nao ouvi nada...mas os meus colegas, metade ouviram...

Ninguém sabe de um caso igual? para mim é o respirar de uma cruja...

Cumpts

Não vês que o sino ao fim do toque fica cansado [:D][:D][:D][:D]
 
Perto da minha aldeia, há uma zona onde depois de tocar o sino da meia niote se ouve respirar, mas um respirar limpo... ao longo de toda a rua...uma destas noites fui lá, mas nao ouvi nada...mas os meus colegas, metade ouviram...

Ninguém sabe de um caso igual? para mim é o respirar de uma cruja...

Cumpts
Acreditas nisso.
 
Perto da minha aldeia, há uma zona onde depois de tocar o sino da meia niote se ouve respirar, mas um respirar limpo... ao longo de toda a rua...uma destas noites fui lá, mas nao ouvi nada...mas os meus colegas, metade ouviram...

Ninguém sabe de um caso igual? para mim é o respirar de uma cruja...

Cumpts

Cruja ou Coruja? [:D]
 
Perto da minha aldeia, há uma zona onde depois de tocar o sino da meia niote se ouve respirar, mas um respirar limpo... ao longo de toda a rua...uma destas noites fui lá, mas nao ouvi nada...mas os meus colegas, metade ouviram...

Ninguém sabe de um caso igual? para mim é o respirar de uma cruja...

Cumpts

Para tirares isso a limpo, e se puderes, deixas um gravador ou uma câmara a filmar nesse local durante uma hora depois do sino tocar.

Algum ruído vai-se ouvir. Experimenta pelo menos.
 
Estou como o outro: "Não acredito em bruxas, mas que as......"
Eu já passei uma porreira. Aqui há uns anos, por força de trabalho, estava no encalço de uns fugitivos, aqui na zona de Coimbra. Na altura tivemos umas queixas de que tinham sido vistos uns individuos no Cemitério dos Olivais. Ora pego num carro de serviço, e ala morena. Lembro-me que seriam perto das 4 da matina. Já no cemitério (eramos 2), deparei-me com uma nevoa rasteira, o que criava um ambiente um pouco fantasmagórico, mas tranquilo. Eu e o meu colega, cada um para o seu lado. Aqui o tolo, desconfiou de algo numa campa aberta, e pimba, toca a entrar lá para dentro. O problema é que a campa tinha uma boa profundidade, talvez a minha altura. E Para sair? Ai a ginástica que tive que fazer..................................
Mas o melhor foi que o barulho que fiz ao sair da campa, chamou a atenção do meu colega, agora imaginem o desgraçado a olhar para a noite escura, com nevoa e um vulto a sair duma campa...................................

Só digo: BURROU-SE todo. Ao chegar ao pé dele parecia a cal da parede.
Podem pensar. E medo??
A descarga de adrenalina é tal, conjuntamente com os sentidos no seu pico, que nem se pensa nisso...
 
Estou como o outro: "Não acredito em bruxas, mas que as......"
Eu já passei uma porreira. Aqui há uns anos, por força de trabalho, estava no encalço de uns fugitivos, aqui na zona de Coimbra. Na altura tivemos umas queixas de que tinham sido vistos uns individuos no Cemitério dos Olivais. Ora pego num carro de serviço, e ala morena. Lembro-me que seriam perto das 4 da matina. Já no cemitério (eramos 2), deparei-me com uma nevoa rasteira, o que criava um ambiente um pouco fantasmagórico, mas tranquilo. Eu e o meu colega, cada um para o seu lado. Aqui o tolo, desconfiou de algo numa campa aberta, e pimba, toca a entrar lá para dentro. O problema é que a campa tinha uma boa profundidade, talvez a minha altura. E Para sair? Ai a ginástica que tive que fazer..................................
Mas o melhor foi que o barulho que fiz ao sair da campa, chamou a atenção do meu colega, agora imaginem o desgraçado a olhar para a noite escura, com nevoa e um vulto a sair duma campa...................................

Só digo: BURROU-SE todo. Ao chegar ao pé dele parecia a cal da parede.
Podem pensar. E medo??
A descarga de adrenalina é tal, conjuntamente com os sentidos no seu pico, que nem se pensa nisso...
[:)] [:)] [:)] [:)]
 
Outra:
Tenho um conhecido que estava a ler o livro de São Siriano, mas numa de gozo, por volta de meia noite. Resutado, levou um estalo sem saber de onde.
Conclusão: Nunca mais quis saber do livro
 
Estou como o outro: "Não acredito em bruxas, mas que as......"
Eu já passei uma porreira. Aqui há uns anos, por força de trabalho, estava no encalço de uns fugitivos, aqui na zona de Coimbra. Na altura tivemos umas queixas de que tinham sido vistos uns individuos no Cemitério dos Olivais. Ora pego num carro de serviço, e ala morena. Lembro-me que seriam perto das 4 da matina. Já no cemitério (eramos 2), deparei-me com uma nevoa rasteira, o que criava um ambiente um pouco fantasmagórico, mas tranquilo. Eu e o meu colega, cada um para o seu lado. Aqui o tolo, desconfiou de algo numa campa aberta, e pimba, toca a entrar lá para dentro. O problema é que a campa tinha uma boa profundidade, talvez a minha altura. E Para sair? Ai a ginástica que tive que fazer..................................
Mas o melhor foi que o barulho que fiz ao sair da campa, chamou a atenção do meu colega, agora imaginem o desgraçado a olhar para a noite escura, com nevoa e um vulto a sair duma campa...................................

Só digo: BURROU-SE todo. Ao chegar ao pé dele parecia a cal da parede.
Podem pensar. E medo??
A descarga de adrenalina é tal, conjuntamente com os sentidos no seu pico, que nem se pensa nisso...

[:)]

Eh pah... tiveste sorte em não levar uns tiros! [:D]

Há muitos anos atrás havia um certo padre de uma freguesia de Famalicão que todos os dias atravessava o cemitério quando ia da igreja para casa.

Um dia ficou até mais tarde na igreja e passou em frente do tal cemitério a altas horas da noite num profundo silêncio que só uma aldeia proporciona. A dada altura repara num vulto com umas roupas esvoaçantes e mete logo a mão num revolver 6,35 mm descarregando-o no dito.

No dia seguinte foi ver e tinha disparado num eucalipto ao qual alguém tinha rasgado a casca portanto o que ele viu eram apenas as cascas a esvoaçarem ao sabor do vento mas como ia borrado de medo só podia ser um fantasma ou o diabo... [:)]
 
Última edição:
E sobre orbs, alguém tem experiência? Já viram? Como foi?

Tenho um amigo que tem várias fotos (dele, em casa dele) em que aparecem várias. Mas eu ainda não percebi bem. Para mim aquilo são "efeitos" provocados quando se tira a foto...

É que desde sempre vejo, por vezes, fotos com aquilo e nunca associei a nada de paranormal, sempre achei normal.

Ainda há tempos num fórum de todo-o-terreno tinha lá umas fotos de uma "picada" nocturna em que várias fotos tinham isso... Por isso para mim aquilo é normal, até porque só aparece em fotos. [;)]
 
E sobre orbs, alguém tem experiência? Já viram? Como foi?

Na APOVNI foi assunto que ainda causou algum frisom [:D], especialmente quando se massificaram as máquinas digitais.

Trata-se de um problema comum em fotografias digitais tiradas com flash em locais escuros ou mal iluminados. Os orbs são partículas de pó no ar ou nas lentes.
 
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