Imunidade diplomática

Por acaso gostaria de saber em que situações é que eu poderia disparar contra um assaltante na minha propriedade e alegar legitima defesa, nem que seja da propriedade.

Hummm.

Se o assaltante argumentar como móbil o facto de estar faminto e na altura tu não lhe proporcionares um lanchinho, ou se se provar que nem um café lhe ofereceste... podes muito bem ser indiciado por omissão de auxílio.

Atenção a essas situações.



Não pode argumentar isso, afinal o TicTac, encheu-lhe a barriga com chumbo quente.[:D]
 
A questão aqui é simples. Não há legitima defesa quando se vai atrás de alguém, seja porque razão for. Acresce que não há proporcionalidade, eles os dois estão bem enquanto o outro ficou desfeito e em coma. Portanto é no mínimo homicídio involuntário.

Não percebo porque estão a complicar tanto...,

Imaginem que um cidadão chama a outro cidadão "filho de uma meretriz". O cidadão insultado vai embora e mais tarde volta com uma soqueira e rebenta com a cara ao cidadão que insultou a sua mezinha. O cidadão que agrediu está lixado.

Imaginem que estão em vossa casa, ouvem um ruído, constatam que têm um gatuno em casa, confrontam o gatuno com a vossa pistola devidamente legalizada e vocês dão-lhe um tiro pelas costa, quando o meliante já vai em fuga. Com tanto azar que o simpático meliante morre. Legitima defesa não é porque o tiro foi pelas costa e assim sendo.... Algum tipo de homicídio terá sido.

Percebem a ideia? Não compliquem porque se complicam perdem de vista o que verdadeiramente importa. Neste caso existe o detalhe de os moços iraquianos terem passaporte diplomático o que torna a questão técnicamente mais interessante. Agora se eles são ricos ou pobres, se falam ou não bom inglês, etc. Isso pouco interessa, terá algum interesse mas é diminuto.


E se o agressor vai em fuga e a disparar ao mesmo tempo, para trás? Como é? [;)]
 
A questão aqui é simples. Não há legitima defesa quando se vai atrás de alguém, seja porque razão for. Acresce que não há proporcionalidade, eles os dois estão bem enquanto o outro ficou desfeito e em coma. Portanto é no mínimo homicídio involuntário.

Não percebo porque estão a complicar tanto...,

Imaginem que um cidadão chama a outro cidadão "filho de uma meretriz". O cidadão insultado vai embora e mais tarde volta com uma soqueira e rebenta com a cara ao cidadão que insultou a sua mezinha. O cidadão que agrediu está lixado.

Imaginem que estão em vossa casa, ouvem um ruído, constatam que têm um gatuno em casa, confrontam o gatuno com a vossa pistola devidamente legalizada e vocês dão-lhe um tiro pelas costa, quando o meliante já vai em fuga. Com tanto azar que o simpático meliante morre. Legitima defesa não é porque o tiro foi pelas costa e assim sendo.... Algum tipo de homicídio terá sido.

Percebem a ideia? Não compliquem porque se complicam perdem de vista o que verdadeiramente importa. Neste caso existe o detalhe de os moços iraquianos terem passaporte diplomático o que torna a questão técnicamente mais interessante. Agora se eles são ricos ou pobres, se falam ou não bom inglês, etc. Isso pouco interessa, terá algum interesse mas é diminuto.

É isto, a questão é saber se vão utilizar ou não a referida imunidade para não terem qualquer tipo de pena.

Uma pergunta: é possível esta situação ser resolvida com um acordo diplomático entre Portugal e o Iraque sem ouvir o lesado?
 
Tens que provar que disparaste pq não tinhas a alternativa de te esconder, deixa-lo fugir e depois chamar a polícia.
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Ou seja, que tiveste mesmo que disparar para salvar a tua vida ou de alguém.
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A brincar, a brincar... É mesmo isso.
 
Portanto já tiveram problemas noutros países. Cá em Portugal andavam há um ano a conduzir sistematicamente sem carta e embriagados, muito bom, nada como aproveitar o laxismo dos tugas...

Aliás, eles referiram e criticaram esse laxismo Português.... [:D]

Foi uma entrevista algo "desarmante". O pessoal a pensar que tinham fugido de jacto e eles a assumir tudo "in your face" e a criticar o nosso sistema.

What else?
 
É isto, a questão é saber se vão utilizar ou não a referida imunidade para não terem qualquer tipo de pena.

Uma pergunta: é possível esta situação ser resolvida com um acordo diplomático entre Portugal e o Iraque sem ouvir o lesado?
Julgo que sim, não conheço nenhuma razão pela qual não seja possível.

Isso em Portugal! Porque noutros países há diferenças, há paíse em que a imunidade diplomática não é tão absoluta. Ocorre-me o exemplo de países em que os diplomatas respondem por dívidas por si criadas, em Portugal pelo que sei não respondem.
 
Julgo que sim, não conheço nenhuma razão pela qual não seja possível.

Isso em Portugal! Porque noutros países há diferenças, há paíse em que a imunidade diplomática não é tão absoluta. Ocorre-me o exemplo de países em que os diplomatas respondem por dívidas por si criadas, em Portugal pelo que sei não respondem.

Mas numa situação dessas o lesado ficará sempre com a sensação de não ter sido "nem tido, nem achado", até parece que não teve nada a ver com a situação.
 
Só tive a oportunidade de ver agora a entrevista.

A questão do álcool, eu estava enganado, pois pensava que eles se estavam a referir aos Portugueses e afinal eles também beberam.

Inclusivamente um deles refere não ter conduzido mais, ora se tem realmente 17 anos, não pode conduzir.

Quanto ao resto a entrevista, pareceu-me um discurso muito coerente, assertivo, deram a sua versão da situação sem se fazerem de vítimas, inclusive, um deles diz que está pronto para assumir as consequências dos seus atos.

Será certamente estratégia de defesa, no entanto, não nos podemos esquecer, que se quisessem poderiam não fazer, dizer nada e solicitar a imunidade diplomática.

Vamos aguardar pelos próximos desenvolvimentos.

Também será interessante ver o que é que o governo português irá fazer, quais as diligências que vai tomar.
 
Pelos vistos se forem corridos já vão muito tarde.

A ser verdade o que se diz eram uma bomba relógio à espera de rebentar. Que raio de pai, ainda para mais diplomata, dá uma educação destas aos seus filhos.

Se tivessem sido corridos em devido tempo tinha-se evitado muita chatice...
 
Só tive a oportunidade de ver agora a entrevista.

A questão do álcool, eu estava enganado, pois pensava que eles se estavam a referir aos Portugueses e afinal eles também beberam.

Inclusivamente um deles refere não ter conduzido mais, ora se tem realmente 17 anos, não pode conduzir.

Quanto ao resto a entrevista, pareceu-me um discurso muito coerente, assertivo, deram a sua versão da situação sem se fazerem de vítimas, inclusive, um deles diz que está pronto para assumir as consequências dos seus atos.

Será certamente estratégia de defesa, no entanto, não nos podemos esquecer, que se quisessem poderiam não fazer, dizer nada e solicitar a imunidade diplomática.

Vamos aguardar pelos próximos desenvolvimentos.

Também será interessante ver o que é que o governo português irá fazer, quais as diligências que vai tomar.

Eu também vi a entrevista na integra, e estou dividido entre um discurso estudado (porque é e nota-se nos movimentos corporais de cada um deles) e um assumir de culpas (neste caso não noto qualquer sinal de remorso, revelador de frieza).
Quase todo o discurso é um pontapé para canto, álcool, o comportamento português, e mais predicados que foram servindo de desculpa, num discurso bem elaborado destinado já precaver qualquer possível acusação.
 
Pelos vistos se forem corridos já vão muito tarde.

A ser verdade o que se diz eram uma bomba relógio à espera de rebentar. Que raio de pai, ainda para mais diplomata, dá uma educação destas aos seus filhos.

Se tivessem sido corridos em devido tempo tinha-se evitado muita chatice...

Por acaso também pensei isso do miúdo de 15 anos. Que raio de pais são esses que deixam um miúdo menor andar às tantas da manhã em bares, com acesso a álcool e ainda ir dormir a casa de amigos e/ou da namorada?
 
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