E para entrarem em Portugal, tem de ser "acreditados" pelo Estado Português. Ou já não mandamos aqui nada e quem quiser vem cá montar um Consulado com as pessoas que bem entender?
Naturalmente que deve existir sempre um pedido de "acreditação" do corpo diplomático, no país onde se encontra alocado, para permanência/residência durante o tempo de missão. Porque uma coisa é teres um passaporte diplomático para viajar, outra bem diferente, é ires viver para um país e só por teres passaporte diplomático pensares que podes lá ficar a viver o resto da vida e que são obrigados a aceitar.
Por isso mesmo, quem atribuiu e aceitou uma permanência desses indivíduos em Portugal, foi o Estado Português, e aceitou sabendo perfeitamente que tinham o chapéu da Convenção de Viena.