Imunidade diplomática

Para isso é que serve a diplomacia. Obviamente tem de negociar e promover o levantamento da imunidade diplomática. Mais ninguém o poderá fazer.

E se não conseguir fazer mesmo nada, e uma vez que foi o Estado Português que deixou entrar essa pessoas em Portugal e lhes atribuiu a imunidade, terá de ser solidariamente responsável.
O estado portugues não atribuiu nada. Essa imunidade é "automática" e exista na base de tratados internacionais. Quem escolhe os seus diplomatas são os países a que eles pertencem.
 
Eu aposto que o Iraque retira a imunidade. Apesar de serem baixas as probabilidades.

Também apostei que o Eder marcava na final e ganhei uma cerveja (devia ter acreditado mais).
 
Esqueci-me das aspas... oficialmente não são, claro.

Sobre o levantamento da imunidade, estou curioso. Será sempre um incidente diplomático de relevo se não o fizerem.
Se nem por matar um policia inglês... Mas pronto, veremos.

Mas também não acho realista imaginar um corte de relações diplomáticas entre os países apenas por isto. A saída do diplomata e seus filhos penso ser inevitável, mas mais do que isso acho muito improvável. Não será impossível mas quase. Principalmente com este Iraque moderno e apoiado pelos EUA. [;)]

Mas pronto, isso da relação Iraque EUA já é especulativo. Mas...:)

Eu aposto que o Iraque retira a imunidade. Apesar de serem baixas as probabilidades.

Também apostei que o Eder marcava na final e ganhei uma cerveja (devia ter acreditado mais).
Se acertaste essa, então acertas todas. Essa não lembrava a ninguém. [:D]
 
Pode tb haver acordo entre todos $€ é o ministério público fechar os olhos em relação a eventuais crimes publicos.
 
Pode tb haver acordo entre todos $€ é o ministério público fechar os olhos em relação a eventuais crimes publicos.
Não percebi. Neste momento não há nada a que o ministério público tenha de fechar os olhos porque não há nada para investigar, a não ser no que diz respeito a alguma alegada agressão que tenha partido do jovem português (ou do grupo de portugueses).

O jovem português pode ser julgado e até condenado, os jovens iraquianos enquanto o Iraque não autorizar não podem.

edit: Agora se o estado português cometesse a desfaçatez de unilateralmente retirar a imunidade aos jovens, aí sim tínhamos um conflito diplomático. E um de enormes proporções porque não envolveria apenas o Iraque, envolveria todas as outras mais de 100 nações que assinaram o tratado lá pelo início da década de 60. Isso sim resultaria numa enorme coboiada.
 
Última edição:
Não percebi. Neste momento não há nada a que o ministério público tenha de fechar os olhos porque não há nada para investigar, a não ser no que diz respeito a alguma alegada agressão que tenha partido do jovem português (ou do grupo de portugueses).

O jovem português pode ser julgado e até condenado, os jovens iraquianos enquanto o Iraque não autorizar não podem.

Tanto qt percebi, em caso de agressão, o processo fica dependente de queixa do agredido. Assim sendo, eles podem chegar a acordo com o Ruben pagando um X ( o que, do meu ponto de vista vai acontecer com elevada probabilidade mesmo que seja negado) e não entra queixa e pára tudo.

No caso de haver suspeita de que pode ser considerado crime público de tentativa de homicidio ( e sendo levantada a imunidade...) então o MP poderia que fechar os olhos.

Resta saber se eles podem chegar a acordo sem mexer na imunidade.

O que é certo é que neste momento estão todos negociar e as probabilidade do $ resolver o assunto serem mais que muitas.
 
O estado portugues não atribuiu nada. Essa imunidade é "automática" e exista na base de tratados internacionais. Quem escolhe os seus diplomatas são os países a que eles pertencem.

E para entrarem em Portugal, tem de ser "acreditados" pelo Estado Português. Ou já não mandamos aqui nada e quem quiser vem cá montar um Consulado com as pessoas que bem entender?

Naturalmente que deve existir sempre um pedido de "acreditação" do corpo diplomático, no país onde se encontra alocado, para permanência/residência durante o tempo de missão. Porque uma coisa é teres um passaporte diplomático para viajar, outra bem diferente, é ires viver para um país e só por teres passaporte diplomático pensares que podes lá ficar a viver o resto da vida e que são obrigados a aceitar.

Por isso mesmo, quem atribuiu e aceitou uma permanência desses indivíduos em Portugal, foi o Estado Português, e aceitou sabendo perfeitamente que tinham o chapéu da Convenção de Viena.
 
E para entrarem em Portugal, tem de ser "acreditados" pelo Estado Português. Ou já não mandamos aqui nada e quem quiser vem cá montar um Consulado com as pessoas que bem entender?

Naturalmente que deve existir sempre um pedido de "acreditação" do corpo diplomático, no país onde se encontra alocado, para permanência/residência durante o tempo de missão. Porque uma coisa é teres um passaporte diplomático para viajar, outra bem diferente, é ires viver para um país e só por teres passaporte diplomático pensares que podes lá ficar a viver o resto da vida e que são obrigados a aceitar.

Por isso mesmo, quem atribuiu e aceitou uma permanência desses indivíduos em Portugal, foi o Estado Português, e aceitou sabendo perfeitamente que tinham o chapéu da Convenção de Viena.

Foi pq os putos fizeram prova de idoneidade mas isso é processo administrativo...
Teoricamente qq pessoa nomeada pelo outro estado é aceite.
Essa acreditação existe por causa dos espiões.
 
Tanto qt percebi, em caso de agressão, o processo fica dependente de queixa do agredido. Assim sendo, eles podem chegar a acordo com o Ruben pagando um X ( o que, do meu ponto de vista vai acontecer com elevada probabilidade mesmo que seja negado) e não entra queixa e pára tudo.

No caso de haver suspeita de que pode ser considerado crime público de tentativa de homicidio ( e sendo levantada a imunidade...) então o MP poderia que fechar os olhos.

Resta saber se eles podem chegar a acordo sem mexer na imunidade.

O que é certo é que neste momento estão todos negociar e as probabilidade do $ resolver o assunto serem mais que muitas.

No caso de ofensa à integridade física agravada, como é o caso dos iraquianos, penso ser crime público e não está dependente de queixa do agredido e nem precisa ser tentativa de homicídio.

Obviamente que aqui a solução mais "airosa" é um pagamento generoso ao Ruben pelos danos causados, seja pelo Estado Português ou pela Embaixada do Iraque )ou os dois que se entendam). E numa situação destas nunca aceitaria menos de meio milhão de euros + eventuais acertos consoante as sequelas do trauma.
 
Foi pq os putos fizeram prova de idoneidade mas isso é processo administrativo...
Teoricamente qq pessoa nomeada pelo outro estado é aceite.
Essa acreditação existe por causa dos espiões.

Estando todos de boa fé, sim. Mas não é tácito, tem de ser expresso e todos sabem as regras. O Estado Português, mesmo agindo de boa fé, por não ter nada contra estes diplomatas, autorizou a sua permanência em Portugal.
 
Tanto qt percebi, em caso de agressão, o processo fica dependente de queixa do agredido. Assim sendo, eles podem chegar a acordo com o Ruben pagando um X ( o que, do meu ponto de vista vai acontecer com elevada probabilidade mesmo que seja negado) e não entra queixa e pára tudo.

No caso de haver suspeita de que pode ser considerado crime público de tentativa de homicidio ( e sendo levantada a imunidade...) então o MP poderia que fechar os olhos.

Resta saber se eles podem chegar a acordo sem mexer na imunidade.

O que é certo é que neste momento estão todos negociar e as probabilidade do $ resolver o assunto serem mais que muitas.
Neste momento o que o minstério público investiga é homicidio na forma tentada, trata-se portanto de um crime público. Mas sem a retirada da imunidade nada mais se pode fazer. Eles simplesmente podem ir a sua vida sem julgamento, como aconteceu com o tal diplomata que matou o policia londrino.

Obtuso, em relação a entrada de diplomatas não tenho nada a acrescentar ao que o Pastis escreveu.
 
Última edição:
Não são ainda.

Não me recordo de qual o país a que pertencia o diplomata, mas lembro-me de um caso extremo em que um diplomata matou um polícia em Londres e ainda assim a imunidade não foi levantada. É muito raro.

Foi este caso:

On-duty police officer Yvonne Fletcher was murdered in London in 1984, by a person shooting from inside the Libyan embassy during a protest. The incident caused a breakdown indiplomatic relations until Libya admitted "general responsibility" in 1999.[11] The incident became a major factor in Prime Minister Margaret Thatcher's decision to allow President of the United States Ronald Reagan to launch the U.S. bombing of Libya in 1986 from American bases in the United Kingdom.[12]
 
Parece que o mne vai mesmo avançar com o pedido de levantamento de imunidade.

Este caso pelo menos permite-nos ter alguma noção do comportamneto do estado português, para além de colocar as pessoas a pensarem se a imunidade diplomática faz sentido como é encarada neste momento.

É que nesta situação concreta os alegados agressores não estavam a representar o país , como eles próprios afirmaram, trata-se apenas de 2 sujeitos que agrediram violentamente outro.

Em que é que o Iraque está implicado aqui?'
 
Este caso pelo menos permite-nos ter alguma noção do comportamneto do estado português, para além de colocar as pessoas a pensarem se a imunidade diplomática faz sentido como é encarada neste momento.

É que nesta situação concreta os alegados agressores não estavam a representar o país , como eles próprios afirmaram, trata-se apenas de 2 sujeitos que agrediram violentamente outro.

Em que é que o Iraque está implicado aqui?'

Vamos esperar o que vai o estado iraquiano fazer. Se também faz esse distanciamento e levanta a impunidade, ou assume que é uma questão de estado e protege os rapazes.

Tenho de ir fazer pipocas...
 
Este caso pelo menos permite-nos ter alguma noção do comportamneto do estado português, para além de colocar as pessoas a pensarem se a imunidade diplomática faz sentido como é encarada neste momento.

É que nesta situação concreta os alegados agressores não estavam a representar o país , como eles próprios afirmaram, trata-se apenas de 2 sujeitos que agrediram violentamente outro.

Em que é que o Iraque está implicado aqui?'

Exactamente. Era aí que eu queria chegar quando enumerei aqueles dois pontos lá atrás. Pode dar-se o caso do Iraque querer distanciar-se destes rapazes e do seu comportamento... e com isso... pode mesmo retirar a imunidade.
 
Não lhes chamei mitrolas e nem estou a ser preconceituoso, vê lá se usas umas lunetas melhores e lês aquilo que se escreve.


Tenho plena convicção, que os nossos pequenos tugas, também terão a sua quota parte em toda a situação e também a gerência do bar não é de todo inocente na medida em que vende álcool a menores.

E porque lhes chamaste tu mitrolas? preconceito da tua parte?
Esquece, vou ter em linha de conta que tu és assim mesmo, distraído.

Estava a ser 100% irónico, dou-te razão e pensei que fosses entender
 
Voltar
Superior