ManuelBarbosa
Banido
E os Picä Tumilho - Agricola Rock Band conhecem?[]
Não conhecia parece uma banda bem divertida, afinal ensinar mirandes já começar a dar os seu frutos.
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
E os Picä Tumilho - Agricola Rock Band conhecem?[]
E os Picä Tumilho - Agricola Rock Band conhecem?[]
Estive cerca de 10 meses em Miranda. Tem (no minimo) duas coisas absolutamente fantásticas: As arribas do Douro e o Castro de Vale de Águia.
Recomendo vivamente.
Se contares com a bela da Posta..ja temos 3..
O passeio de barco pelas Arribas é fabuloso..
Também recomendo vivamente..[]
Não tenho nada contra o acessório.
Mas neste momento, o objectivo deveria ser por pugnar que os Portugueses soubessem exprimir-se e bem em Português.
Nesta batalha, contem comigo. []
Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.Aspx?ContentId=190842&AreaId=11&SubAreaId=108&ZoneId=39A iniciativa é inédita e surgiu depois de várias pessoas, de diferentes pontos do país, terem manifestado vontade de aprender mirandês.
O site “Sendim em Linha” pôs mãos à obra e o resultado é um curso de língua mirandesa, on-line, com acesso livre, como referiu Amadeu Ferreira, um dos responsáveis pelo projecto.
Por se tratar de ensino à distância, a interacção com o professor é feita através do e-mail e assim sendo, o site disponibiliza lições, ficheiros mp3 e a história da cultura mirandesa.
Lançado há dois meses, o curso já ultrapassou as quatro mil visitas e de acordo com Amadeu Ferreira, as expectativas foram ultrapassadas.
E porque o saber não ocupa lugar, Amadeu Ferreira convida a uma visita ao site Sendim em Linha....................................
Washington, 19 Set (Lusa)- Metade das 7000 línguas que se falam no mundo poderão desaparecer neste século, segundo um estudo da National Geographic, que alerta para o perigo em cinco pontos do planeta, entre os quais a América Central e do Sul.
De acordo com o relatório, mais de metade das línguas faladas no mundo não estão documentadas por escrito, o que faz com que um idioma se extinga em cada duas semanas, ao desaparecer o seu último falante.
Os linguistas encarregados do estudo, David Harrison e Gregory D.S. Anderson, ambos do Instituto de Línguas Vivas, estão de acordo em que o desaparecimento de uma língua se traduz directamente numa "perda de conhecimento".
As cinco regiões do mundo em maior perigo de perderem riqueza linguística são a América Central e do Sul, o norte da Austrália, a meseta noroeste do Pacífico, Sibéria Oriental e o sudeste dos Estados Unidos, lê-se no estudo, elaborado para o Instituto de Línguas Vivas para os Idiomas em Perigo.
"Existem cerca de 7.000 línguas no mundo e pelo menos metade delas devem considerar-se em perigo. As previsões apontam para que metade desaparecerá durante este século", disse Harrison.
Segundo este investigador, "80 por cento da população mundial fala 83 grandes idiomas, ao passo que existem 3.005 pequenas línguas que apenas são utilizadas por 0,2 por cento".
Explicou neste passo que, para identificar os pontos do mundo em que há maior tendência para o desaparecimento das línguas, os estudos se centraram na "diversidade das mesmas". Calculou-se o número de pessoas que falam um idioma e a quantidade de documentação escrita existente, e investigou-se o total de famílias linguísticas presentes nessas zonas.
"A Bolívia, por exemplo, tem o dobro da diversidade lingüística de toda a Europa, porquanto conta com 37 línguas e oito famílias lingüísticas, que são as mesmas que há em todo o continente europeu"", indicou.
O investigador assinalou haver línguas como a basca que são únicas porque não procedem de nenhuma família linguística conhecida, como pode ser o latim, e que a perda deste tipo de idiomas é de maior gravidade, porque seria praticamente impossível a sua recuperação.
"Entre as cinco áreas com línguas em perigo há similitudes. Por exemplo, muitas delas foram antigos territórios colonizados por potências europeias. São o último bastião de certas línguas em que a colonização teve êxito", disse Harrison, destacando, a propósito, a grave repercussão que teve a chegada do castelhano ao Novo Mundo.
"Os idiomas - referiu - desaparecem quando uma comunidade decide que a sua língua é um impedimento social ou económico e as crianças são especialmente sensíveis a isto".
O estudo mostra que os mais pequenos repelem inconscientemente o idioma que não lhes serve e assim são eles, muitas vezes, que têm um papel importante na extinção das línguas.
Continuas sem perceber a vida não são só utilidades e necessidades, quem pensa assim acho que deve uma vida bem cinzenta, o Mirandes pode não servir para nada mas faz parte da cultura e das raízes portuguesas ( só por isso deve ser estudada e preservada) e há quem goste de o preservar e o estudar e tire prazer disso, logo qual é o mal de uma pessoa tirar prazer do que faz, nem que seja pelo prazer de saber.
Pelo prazer concordo a 100%, até porque o saber não ocupa espaço, mas obrigar as crianças a aprender esta língua na escola, isso já não, pois de nada irá servir futuramente.
Os dialectos raianos usados pelos contrabandistas (e, em tempos, por outras pessoas ligadas à clandestinidade) n se costituem como Língua, como o Mirandês.
Constituiam (constituem) códigos funcionais e, tb, identitários (q supera "identificador", pq pretende criar e manter uma identidade, uma coesão social).
Agora andam a ensinar esta inutilidade nas escolas? O tempo que gastam a aprender essa inutilidade era melhor que o gastassem a estudar Português e Inglês. O Mirandês serve exactamente para quê? Eu já fui muitas vezes a Miranda e nunca ouvi ninguém a falar mirandês...
"Um grupo de 27 jovens, de cinco países europeus, está no planalto mirandês para conhecer a cultura, língua mirandesa, música e os produtos regionais.