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Seis Campas até Munique”, obra de Mario Puzo (criador de “O Padrinho”) editada em 1967, chega finalmente a Portugal, pela mão da Bertrand.
Este romance, a lançar a 4 de Setembro, relata a história do desejo de vingança de um soldado americano, Michael Rogan, que enceta uma turbulenta caçada ao homem através da Europa, em busca dos seus torturadores nazis. Tudo começou nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, quando Michael Rogan, um jovem soldado americano, foi brutalmente torturado por oficiais nazis e deixado à sua sorte para morrer. Jurando vingança, iniciou uma busca para encontrar e matar cada um dos seus algozes. Negro e violento, este thriller, segundo a editora, “analisa até que ponto chega um homem para fazer justiça”.
In: Bertrand edita “Seis Campas até Munique”, de Mario Puzo Porta-Livros
Acabei recentemente o "Símbolo Perdido" do Dan Brown.Gostei do livro, bem dentro daquilo a que o autor já nos habituou...
Amanhã vou á livraria![]
Eu estou completamente viciado neste:
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Um dos meus livros preferidos, épicoapr![]()

a feira do livro de braga foi uma autêntica desilusão. piora de ano para ano.Abriu na 5ª feira e vai até ao próximo dia 16 de Maio. A maioria dos livros têm desconto na ordem dos 20% indo por vezes aos 40%, nomeadamente os "livros do dia".
a feira do livro de braga foi uma autêntica desilusão. piora de ano para ano.
Se gostas de clássicos, tenta ler o Servidão Humana de Somerset Maugham. Muito bom!
Eu estou completamente viciado neste:
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Há dois dias atrás também me aconselharam este!
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Eu por acaso tenho "A Servidão Humana" mas no original inglês, achei uma vez no lixo, está a cair de podre mas um dia ainda lhe pego[]

mensagem enigmática foi encontrada por entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer.![]()
MOLOC
NINUNDIA OMASTOOS
Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou-se para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo.
Baseado em documentos históricos genuínos, O Codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade.
«Tomás apercebeu-se de uma folha solta, duas linhas firmes, quatro palavras redigidas com inusitado cuidado, as letras rabiscadas em maiúsculas, pareciam rasgar o papel, a caligrafia revelando contornos obscuros, insinuantes, como se encerrasse uma arcaica fórmula mágica, criada por antigos druidas e esquecida na névoa dos séculos. Quase irreflectidamente, sem saber bem porquê, como se obedecesse a um velho instinto de historiador, aquele sexto sentido de rato de biblioteca habituado ao mofo poeirento dos velhos manuscritos, inclinou-se sobre a folha e cheirou-a; sentiu emergir dali um odor arcano, um aroma secreto, uma fragrância transportada por um mensageiro do tempo. Como um encantamento esotérico, que nada revela e tudo sugere, aquelas palavras indecifráveis exalavam o enigmático perfume do mistério.
Em comparação com A filha do Capitão, não o acho tão rico, tão enternecedor por vezes mas é mais aventureiro e talvez um pouco pop-star. Mas não lhe retira o mérito. Aconselho sem reservas. []