Livros - O que andam a ler?

Estava a ler "Apartment 16", de Adam Nevil. Mas acho que vou parar (li para aí um terço ou um quarto). Começo a achar o livro um bocado chato, o que é dizer muito de um livro que supostamente é de terror... nao sei, falta-lhe qualquer coisa, acho que se limita a ser a descriçao de cenas horríveis sem uma historia coerente pelo meio, por isso vou passar para outro.
 
Forma curiosa de ler um livro, não conhecia.

Se não conhecias, é porque encaras o livro como uma obrigação, como um objectivo de linha recta que tens que cumprir.
Pois eu leio desde que me lembro, já li de tudo, ando sempre com um livro e digo-te, pode ser que algum dia aprendas que um livro é o que quisermos que ele seja: voltamos atrás, sublinhamos, saltamos páginas... porque é que eu hei-de ler páginas sobre a história da Suécia, se não tenho o mínimo interesse no assunto?
Não vivemos em caixas, não sou quadrada, e se há alguma coisa que não faço, não critico sem saber o porquê. Gosto pouco do social e politicamente correcto, e de fazer o que é suposto fazer.

Open mind, não?

Já agora, também não lêem o mesmo livro duas vezes? ou mais?
 
Se não conhecias, é porque encaras o livro como uma obrigação, como um objectivo de linha recta que tens que cumprir.
Pois eu leio desde que me lembro, já li de tudo, ando sempre com um livro e digo-te, pode ser que algum dia aprendas que um livro é o que quisermos que ele seja: voltamos atrás, sublinhamos, saltamos páginas... porque é que eu hei-de ler páginas sobre a história da Suécia, se não tenho o mínimo interesse no assunto?
Não vivemos em caixas, não sou quadrada, e se há alguma coisa que não faço, não critico sem saber o porquê. Gosto pouco do social e politicamente correcto, e de fazer o que é suposto fazer.

Open mind, não?

Já agora, também não lêem o mesmo livro duas vezes? ou mais?

acho que o livro funciona como um todo... e como em tudo, tem melhores partes e piores partes.

por curiosidade também li essa trilogia e acredita que deixou muito a desejar...

não é uma obrigação ler tudo, mas acho que não se pode criticar um livro quando não se lê na totalidade

(obrigado Cidade e as Serras que não consegui simplesmente ler, mas não é por isso que vou dizer que é um mau livro, simplesmente eu não consegui)


o livro é o que o autor quer que este seja e não tu, caso contrário escrevias tu a história [;)]

fazes-me lembrar um episódio que vi algures em que uma coitada de uma rapariga tinha transformado o "Animal farm" numa história dos direitos dos animais...
 
acho que o livro funciona como um todo... e como em tudo, tem melhores partes e piores partes.

por curiosidade também li essa trilogia e acredita que deixou muito a desejar...

não é uma obrigação ler tudo, mas acho que não se pode criticar um livro quando não se lê na totalidade

(obrigado Cidade e as Serras que não consegui simplesmente ler, mas não é por isso que vou dizer que é um mau livro, simplesmente eu não consegui)


o livro é o que o autor quer que este seja e não tu, caso contrário escrevias tu a história [;)]

fazes-me lembrar um episódio que vi algures em que uma coitada de uma rapariga tinha transformado o "Animal farm" numa história dos direitos dos animais...

E que tu tens que gramar, só porque sim? Então e se comprares um CD (que já quase não se usa) e não gostares de uma faixa, ouves só porque o autor assim o fez e pronto?! Ou deixas de ouvir a partir da música que não gostaste?
E eu nunca disse que o autor não era bom, só disse que fiquei aborrecida de morte. E se a ti também te deixou a desejar, que leste tudo de fio a pavio, é porque afinal não estou assim tão errada... apenas desperdiçaste o teu tempo, ainda mais do que eu!
E agora percebo onde reside a diferença entre as nossas opiniões: para mim, o livro não é o que o autor quer que seja, mas sim o que tu intepretas da história que ele escreveu. Experimenta ler o mesmo livro em duas circunstâncias completamente diferentes da tua vida, e depois diz-me qualquer coisa... Lê o Paula antes e depois de ter um filho, e depois falamos (é só um exemplo).
Quanto a essa rapariga que falas do "animal farm" e bla bla bla,não conheço e não vou procurar, por isso também não comento.
 
Começei a ler "O afinador de pianos" de Daniel Mason
Para já a gostar


Qto a passar páginas e páginas.... qdo me acontece isso o livro fica de lado até outra altura em q o "ache" mais apetecível.
Tenho um que nunca consegui ler e a triologia grey vai pelo mesmo caminho :rolleyes:
 
de facto [:D]

quanto aos ereaders, alguém tem experiência com revistas/jornais?

Eu no Kobo e com o software Calibre no PC consigo via RSS recolher noticias para um ficheiro epub para ler à noite no vale dos lençóis.
É com a opção "Recolher noticias".

Mas para isto ainda prefiro o Flipboard no Note, embora fique com os olhos "queimados" [:cool:]
 
Última edição:
Uma coisa é começar a ler um livro e a coisa começar a tornar-se enfadonha e desinteressante.
Outra bem diferente é um livro estar a ser interessante, mas de repente o autor põe-se a divagar sobre a história da economia sueca (tres ou quatro páginas, neste caso) que poderá não interessar ao leitor.

Agora, se é realmente enfadonho e não interessa, para mim a diferença entre ler e não ler, é que quem lê pode sempre dizer que leu, mas no fundo não ficou lá nada, porque passamos os olhos sem dar atenção.
 
E que tu tens que gramar, só porque sim? Então e se comprares um CD (que já quase não se usa) e não gostares de uma faixa, ouves só porque o autor assim o fez e pronto?! Ou deixas de ouvir a partir da música que não gostaste?

Na realidade sou mesmo aquele tipo de pessoa que também vê um álbum como um todo, partes boas e más... e ouvir, sim é de uma ponta à outra [;)]

E eu nunca disse que o autor não era bom, só disse que fiquei aborrecida de morte. E se a ti também te deixou a desejar, que leste tudo de fio a pavio, é porque afinal não estou assim tão errada... apenas desperdiçaste o teu tempo, ainda mais do que eu!

Para mim um livro NUNCA é um desperdício de tempo mesmo quando acabo por não gostar muito dele. Aprende-se sempre alguma coisa. Boa ou má.

E agora percebo onde reside a diferença entre as nossas opiniões: para mim, o livro não é o que o autor quer que seja, mas sim o que tu intepretas da história que ele escreveu.

Recomendo vivamente a leitura de Fernando Pessoa [;)]


Experimenta ler o mesmo livro em duas circunstâncias completamente diferentes da tua vida, e depois diz-me qualquer coisa... Lê o Paula antes e depois de ter um filho, e depois falamos (é só um exemplo).

Sim, também já fiz isso... ler várias vezes o mesmo livro. Se o faço é porque gostei dele e sim, a experiência é sempre diferente, mas a mensagem é a mesma.

Quanto a essa rapariga que falas do "animal farm" e bla bla bla,não conheço e não vou procurar, por isso também não comento.

Mostra que realmente tens muita cultura ao nível de livros clássicos (ok, são gostos, mas para quem diz ler tanto...) e que interpretação é de facto, aquilo que cada um quer.

Com isto recomendo também vivamente Margarida Rebelo Pinto ou Norah Roberts [;)]

Agora acalma lá os cavalos que isto é um tópico sobre livros e de troca de informação, não de galhardetes. De modo que se interpretares decentemente o meu post anterior vês referência a 3 livros e não um questionamento ao teu "método" de leitura
 
Eu no Kobo e com o software Calibre no PC consigo via RSS recolher noticias para um ficheiro epub para ler à noite no vale dos lençóis.
É com a opção "Recolher noticias".

Mas para isto ainda prefiro o Flipboard no Note, embora fique com os olhos "queimados" [:cool:]

há muito tempo que não te lia por cá jovem! e sempre com boas dicas, essa já ficou anotada para experimentar quando chegar a casa [;)]
 
Na realidade sou mesmo aquele tipo de pessoa que também vê um álbum como um todo, partes boas e más... e ouvir, sim é de uma ponta à outra [;)]
Para mim um livro NUNCA é um desperdício de tempo mesmo quando acabo por não gostar muito dele. Aprende-se sempre alguma coisa. Boa ou má.
Recomendo vivamente a leitura de Fernando Pessoa [;)]
Sim, também já fiz isso... ler várias vezes o mesmo livro. Se o faço é porque gostei dele e sim, a experiência é sempre diferente, mas a mensagem é a mesma.
Mostra que realmente tens muita cultura ao nível de livros clássicos (ok, são gostos, mas para quem diz ler tanto...) e que interpretação é de facto, aquilo que cada um quer.
Com isto recomendo também vivamente Margarida Rebelo Pinto ou Norah Roberts [;)]
Agora acalma lá os cavalos que isto é um tópico sobre livros e de troca de informação, não de galhardetes. De modo que se interpretares decentemente o meu post anterior vês referência a 3 livros e não um questionamento ao teu "método" de leitura
(encurtei os espaços do teu post só para não ocupar demasiado espaço)
Então por partes...
-não considerei este espaço um espaço para troca de galhardetes. Quando disse que saltava páginas tive respostas imediatas (pouco construtivas, diga-se) e aquilo que fiz foi explicar a minha posição e defender as minhas ideias.
-Ler clássicos faz de mim uma intelectual? Ou saber palrar partes de clássicos? Li os que tinha que ler, com certeza hei-de ler outros tantos, mas nunca por obrigação...
-Para mim, e atenção, porque estamos a falar do "Homem que odeia mulheres", ler a história económica da suécia não me diz absolutamente nada... e não vou ler só porque sim...
-Pronto, a curiosidade falou mais alto e não, não li o triunfo dos porcos[;)] Mas também nunca li Margarida Rebelo Pinto... E agora? Em que estante me arrumas?[;)]

Agora, compreendo e aceito a tua visão da leitura, e toda a tua erudição. Só acho que devemos respeitar as opiniões não ver a vida a preto e branco, porque entre essas cores, há toda uma palete.

Peace, ok? Até estava a achar esta troca de post bastante construtiva.
 
Começei a ler "O afinador de pianos" de Daniel Mason
Para já a gostar


Qto a passar páginas e páginas.... qdo me acontece isso o livro fica de lado até outra altura em q o "ache" mais apetecível.
Tenho um que nunca consegui ler e a triologia grey vai pelo mesmo caminho :rolleyes:

Tenho esse livro pra ler há uns 8 anos. Comecei a ler mas depois abandonei a sua leitura. Qulquer dia pego nele outra vez.
 
Se não conhecias, é porque encaras o livro como uma obrigação, como um objectivo de linha recta que tens que cumprir.
Pois eu leio desde que me lembro, já li de tudo, ando sempre com um livro e digo-te, pode ser que algum dia aprendas que um livro é o que quisermos que ele seja: voltamos atrás, sublinhamos, saltamos páginas... porque é que eu hei-de ler páginas sobre a história da Suécia, se não tenho o mínimo interesse no assunto?
Não vivemos em caixas, não sou quadrada, e se há alguma coisa que não faço, não critico sem saber o porquê. Gosto pouco do social e politicamente correcto, e de fazer o que é suposto fazer.

Open mind, não?

Já agora, também não lêem o mesmo livro duas vezes? ou mais?

E que tu tens que gramar, só porque sim? Então e se comprares um CD (que já quase não se usa) e não gostares de uma faixa, ouves só porque o autor assim o fez e pronto?! Ou deixas de ouvir a partir da música que não gostaste?
E eu nunca disse que o autor não era bom, só disse que fiquei aborrecida de morte. E se a ti também te deixou a desejar, que leste tudo de fio a pavio, é porque afinal não estou assim tão errada... apenas desperdiçaste o teu tempo, ainda mais do que eu!
E agora percebo onde reside a diferença entre as nossas opiniões: para mim, o livro não é o que o autor quer que seja, mas sim o que tu intepretas da história que ele escreveu. Experimenta ler o mesmo livro em duas circunstâncias completamente diferentes da tua vida, e depois diz-me qualquer coisa... Lê o Paula antes e depois de ter um filho, e depois falamos (é só um exemplo).
Quanto a essa rapariga que falas do "animal farm" e bla bla bla,não conheço e não vou procurar, por isso também não comento.

Open mind, claro, aliás se reparares bem no meu post ou se o quiseres ver com outros olhos, aquilo não passa de uma constatação, só é crítica se quiseres. Cada um lê ou ouve música como quer, é a beleza do livre arbítrio.

Mas para mim saltar páginas num livro é como ir ao WC no meio de um filme, não faz sentido. Porque mesmo nas partes chatas (e acredita que leio muitas assim) pode haver um ou outro pormenor fundamental para perceberes a história ou para te situar em determinado contexto lá mais para a frente no livro.

A mim também não me interessa a economia sueca mas sei que um livro é muito mais do que o miolo da história em si, por isso é que gosto tanto de ler, não é entretenimento apenas mas também aprendizagem. Também já desisti de livros ao fim de 50 páginas porque naquele momento não era o que me apetecia ler mas se souber que têm valor mais tarde lá chegarei a eles. Saltar páginas é que para mim não faz qualquer sentido pelo que te expus acima, mas se sentes que não prejudica a tua leitura e até te faz ler mais, não tenho nada contra isso, apenas manifesto estranheza, o que até ver é um direito que me assiste.[;)]
 
Como passei ao lado da saga quando ela estava mais em voga, houve quem achasse isso muito mau e resolvesse oferer-me os livros no Natal passado. Confesso que fiquei com alguma curiosidade e aqui há dias peguei no primeiro e, verdade seja dita, aquilo não é mau de todo.
Vou avançar para o segundo em breve.

Vamos ver se é desta que levo a saga até ao fim[:D]:







Os dias de Verão com os Dursleys estavam a tornar-se insuportáveis. Harry Potter já não gostava muito de muggles, mas o pior é que tinha de passar os seus dias de férias em casa dos muggles mais muggles de todo o planeta e arredores. Não havia maneira de voltar para a sua querida escola de feitiçaria... E ultimamente mesmo esse regresso se encontrava ameaçado, pois duende Dobby não cessava de o avisar de que algo terrível o aguardava em Hogwarts... Nada mais nada menos do que a revelação dos misteriosos e ameaçadores poderes da câmara do segredos! O regresso do herói que está a conquistar jovens e adultos de todo o mundo numa aventura que te enfeitiçará até à última página.



Harry Potter e a Câmara dos Segredos de J. K. Rowling
 
Acabei há pouco de ler "E o Burro Viu o Anjo" de Nick Cave (sem os Bad Seeds[:D]). Este foi o primeiro romance do cantor e poeta australiano que tanto admiro e que me chegou às mãos apenas um par de anos após ter lido (e adorado) o seu segundo livro, o magnífico "A Morte de Bunny Munro". Mas desiludiu-me bastante, é um livro pesado, denso, assente numa escrita infundibuliforme que oculta o fio condutor da história e me deixou várias vezes aos papéis. Nada que a contracapa não fizesse já adivinhar na referência que faz a "toques de Faulkner" (medo, muito medo).

O livro conta a história de Euchrid, um rapaz mudo que cresceu numa família disforme e que enfrenta um meio social adverso, envolto nas suas cogitações revoltosas que são exploradas por vezes até ao fastio por Nick Cave, sendo que dei por mim várias vezes perdido. Não deixa saudades.
 
Epá tenho um desabafo a fazer, eu comecei a ler agora em inglês (pelo que se vê em cima), porque quando vou comprar um livro epá é admissível que custe 20 euros e nem capa dura seja, e até a amazon costuma ser amiga nos preços, dou um exemplo, gostava de comprar pelo menos 3 livros do José Rodrigues dos Santos, epá mas acho o abuso o preço, no entanto traduzido para espanhol fica a metade do preço. É claro que não vou comprar um autor português, traduzido, é só para mostrar o meu ponto de vista. Mais, o Harry Potter anda a volta dos 17 euros, e o em inglês á volta dos 9 euros, (ah e tal o preço da tradução), qualquer outra tradução anda a volta dos 12 euros e não me venham dizer que o formato é pobre porque já encontrei em capa dura e tudo noutras línguas . Porque raio os livros são tão caros em Portugal?? :S

é realmente excessivo.
Entre outras razoes, pode ser porque editam em menos quantidades.

Ora aí está o bom exemplo. Eu por acaso tive um azar mandei vir o mists of avalon da amazon da américa, veio cheio de manchas e reclamei naquela de que tinha de devolver, e queria outro, mas como eles não tinham outro, disseram para ficar com este e devolveram-me o dinheiro, para além disso o livro tinha sido mal acomodado na caixa e a caixa veio rebentada com o peso do livro. Portanto, livro á borla. Agora não está disponível, mas se calhar depois mando vir outro, logo se vê.

Tambem so tenho coisas boas a dizer da Amazon.
muita variedade, prazos de entrega rápidos, bom serviço ao cliente. só tenho pena de nao poder fazer compras na amazon.com alem da amazon.co.uk por causa da alfandega.
Chateia-me no entanto duas coisas nesse processo da compra online:
-Já passo tanto tempo em frente ao PC, certas coisas como comprar um livro preferia sair, ir a uma livraria, folhear livros enquanto escolho, mas enfim, sao os sinais dos tempos.
-Os livros sao todos em Ingles, ja sou de tal maneira exposto a ingles diariamente, quew às vezes quero exprimir um pensamento e so me lembro como exprimi-lo em Inglês


E os livros usados na amazon.co.uk, muitas vezes são estupidamente baratos, comprei vários a £0.01 é claro que depois com os portes ficar à volta de €5, mas os livros muitas vezes estão/são novos. Já comprei para cima de 40 livros usados na amazon e ainda não me chegou nenhum às mãos que estivesse com má qualidade. E a maioria das vezes foram lidos 1 vez e mal estão abertos.

Cheguei a comprar O senhor dos aneis, novo, capa dura, os 3 livros em 1, mas edição de 1989 por £0.01 [:cool:]

Encontram-se excelente negócios por lá...

E nem falo que comprei a edição total do Calvin&Hobbes, 3 livros capa dura, com as tiras todas em edição de luxo com portes por €57. Cá o mais barato que consegui foi €130 na FNAC.
Isso é algo que tambem quero passar a tomar atençao. livros em segunda mão.
Tenho bastantes livros em bom estado que ja nao quero e ha imensos livros que quero ler que devem andar por ai a bons preços em segunda mao.
Esse exemplo do Sr dos aneis a 0.01£ é interessante.


Eu é ao contrário. Desde que surgiram os suportes digitais (leio em Kindle e em iPad) nunca mais quis outra coisa. Ainda tenho muitos livros de papel, mas agora compro-os sempre em versão digital, se possível, claro. Tenho um desapego muito grande pela materialidade neste tipo de coisas. Isto não quer dizer que eu não dê valor a coisas materiais, que dou. Mas apenas quando a coisa é de facto material (um automóvel, uma jóia, etc). Quando a coisa é imaterial (literatura, música, filmes, etc) tenho tendência a desvalorizar o objecto em si mesmo. Obviamente se a coisa for um livro antigo, uma primeira edição, ou uma oferta de alguém que me é querido, entao o seu valor ultrapassa o da literatura, e isso eu já valorizo. Quanto ao resto, não sinto falta nenhuma dos objectos, que para mim não passam de suportes. A ponto de por exemplo já ter ripado a minha colecção toda de CDs (não eram assim tantos), tendo oferecido os CDs propriamente ditos a uma IPSS que recolhe coisas para vender. Gosto de curtir a sensação de libertação que o ver-me livre de coisas desperta.

Por acaso neste momento ando a ler o "Portugal Templário" em papel.

Tambem nao sei que fazer à minha coleçao de CD's...
Por um lado ha o factor sentimental, por outro, ocupam imenso espaço e sao pesados, logo dificeis de guardar.
Aquilo é em formato digital, portanto, vistas as coisas racionalmente bastavava-me anotar os nomes e em qualquer altura ia à net, copiava, imprimia as capas e voilá, tinha uma copia identica :)

Eu no Kobo e com o software Calibre no PC consigo via RSS recolher noticias para um ficheiro epub para ler à noite no vale dos lençóis.
É com a opção "Recolher noticias".

Mas para isto ainda prefiro o Flipboard no Note, embora fique com os olhos "queimados" [:cool:]
o kobo é um e-reader? so tinha conhecimento do Kindle.


de facto [:D]

quanto aos ereaders, alguém tem experiência com revistas/jornais?
Boa pergunta, estamos habituados àquele formato grande dos jornais, será facil a adaptaçao a e-readers?

Já agora, sobre os formatos e os e-readers, aquilo aceita os mesmos formatos que um PC?
word, pdf, jpg etc..
Há problemas com licenças? posso ler um pdf qualquer ou tem de ser algo comprado na amazon?


PS. wow, desculpem la pelo post comprido Uma pessoa distrai-se a escrever [:)]
 
Última edição:
È, até que não está ser nada mau...[:D]






Daquela vez Harry Potter não conseguira conter-se. Quebrara uma das regras principais de Hogwarts - não exercer técnicas de feitiçaria fora dos muros da escola. Mas aquela detestável Tia Marge merecia permanecer umas boas horas suspensa no tecto da sala dos Dursleys inchada como um balão. Além disso já faltavam poucos dias para recomeçar as aulas. Mas o seu terceiro ano não irá ser fácil. Da prisão de Azkaban fugira o feroz Sirus Black, um dos mais fieis seguidores do assustador Lord Voldemort para o qual Harry Potter continuava a ser o alvo favorito. O pior é que o herói de J. K. Rowling começa a suspeitar da existência de um traidor entre os seus próprios amigos... O regresso da personagem fantástica que está a conquistar leitores em todo o mundo numa aventura que te enfeitiçará até à última página.



Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban de J. K. Rowling
 
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