Maternidade, paternidade, vida íntima.

Não sou pai por opção mas a ser a maior realização pessoal vai uma grande distancia.

A minha maior realizaçao pessoal vai chegar no dia em que receber a notificação que estou aposentado. É para isso que cá andamos, poder chegar à reta final da vida e poder gozá-la em pleno sabendo que quando acordamos de manha ja temos o dia ganho.

Vives para a reforma?[:D]

Muitos nem lá chegam.
 
Não sou pai por opção mas a ser a maior realização pessoal vai uma grande distancia.

A minha maior realizaçao pessoal vai chegar no dia em que receber a notificação que estou aposentado. É para isso que cá andamos, poder chegar à reta final da vida e poder gozá-la em pleno sabendo que quando acordamos de manha ja temos o dia ganho.

Nao te conheço, mas deve ser triste ter como objetivo de realização pessoal acordar e ter o dia ganho
 
Um pequeno desabafo.
Ser pai é sem dúvida a maior alegria a maior realização pessoal, é uma fonte de felicidade e um amor que cresce todos os dias.
Mas também trás outras questoes..um casal sem filhos vive um para o outro, após a família crescer esse amor alarga e a atenção do casal diminui..
A atenção primeiro está nos bebes depois no casal ...o período de gravidez é um periodo de muito stress, medos, preocuações e a vida intima nao é o principal, mas dps da gravidez também continua menos...activa...
Será isto demasiado comum?
Tenho para mim que o maior desafio que tive no meu casamento (subentende relação amorosa) foi a vinda dos filhos.
Como dizes e bem, enquanto que não existe filhos, o casal vive um para o outro, os serões são feitos um com o outro, as manhãs idem aspas, os limites um do outro são respeitados, e as necessidades um do outro são supridas.
Com a vinda dos filhos tudo isso muda. A prioridade são as crianças, os serões são passados a tratar das necessidades dos filhos, as manhãs começam bem cedo de volta dos filhos, e mesmo entrando no trabalho a nossa maior preocupação continuam a ser os filhos. O nosso parceiro passa para segundo ou terceiro plano, porque a vida nunca mais é a mesma. Passamos a ter um, dois, três ou mais seres que são totalmente dependentes de nós.

Falo pela minha experiência, a primeira gravidez foi de muita preocupação, para saber se tudo corria bem, as hormonas dela também alteraram muito o seu humor, passava de estar bem disposta para do nada andar a chorar pela casa, vômitos, mau humor, e um sede insaciável por sexo! Algo com o qual não reagi bem, principalmente nas fases finais da gravidez. Ela com uma fome estonteante e eu com graves problemas de aceitar a barriga enorme dela, por pensar que de alguma forma faz mal ao bebé. (É mentira, dizem que até faz bem, mas existe mesmo o nome de uma doença que designa o homem que tem problemas deste tipo).

Depois veio o nascimento, e felizmente o primeiro foi um paz de alma em que sempre dormiu toda a noite. No entanto a nível de sexo, vem as mamas grandes (o que é bom, mas que se apertamos um pouquinho mais e levamos com um esguicho no olho), e a vontade dela de ser uma leoa continua lá, mas existe ali uma altura de abstinência pelo menos de um mês após o parto. Encarei isso sem grande stress porque o bebé recém nascido ocupou-nos o tempo e as ideias.

Mas o desafio maior foi mesmo a segunda criança onde conciliar a primeira criança com apenas dois anos, com outra recém nascida, onde sofria de graves problemas de refluxo em que durante um ano acordou toda a santa noite a chorar de hora a hora, leva-nos a um nível de exaustão e frustração que o que vai sofrer é mesmo a nossa relação. Não existe humor para sexo, para brincar, para falar a sério, a nossa paciência já dita que tudo é um ataque, que tudo o que fazemos está mal, e que nunca mais vemos o dia daquela fase passar. As noites tranquilas que tínhamos antes de haver filhos nunca mais passam a ser as mesmas, e damos por nós a pensar e ater inveja dos tempos em que não havias filhos e dos casais que optaram por não os ter.

Mas é importante que o casal pense isso mesmo, que é uma fase. Tudo passa, eles crescem, e as boas coisas que existia antes um dia voltarão e com outro sabor porque depois passamos a ter outro ser que faz parte de nós a quem o nosso amor que dedicamos é completamente diferente do amor que temos com o nosso parceiro. E essa sensação faz valer por todos os sacrifícios que tenhamos passado e que ainda tenhamos de passar.

Se hoje me arrependo de ter tido filhos e por todas as pinadelas que não pude dar por causa deles?
Não não me arrependo. A Palmira sempre me auxíliou em tempos de maior aflição!

E hoje tenho o maior privilégio que podia pedir que é de ser pai.
 
Última edição:
Tenho para mim que o maior desafio que tive no meu casamento (subentende relação amorosa) foi a vinda dos filhos.
Como dizes e bem, enquanto que não existe filhos, o casal vive um para o outro, os serões são feitos um com o outro, as manhãs idem aspas, os limites um do outro são respeitados, e as necessidades um do outro são supridas.
Com a vinda dos filhos tudo isso muda. A prioridade são as crianças, os serões são passados a tratar das necessidades dos filhos, as manhãs começam bem cedo de volta dos filhos, e mesmo entrando no trabalho a nossa maior preocupação continuam a ser os filhos. O nosso parceiro passa para segundo ou terceiro plano, porque a vida nunca mais é a mesma. Passamos a ter um, dois, três ou mais seres que são totalmente dependentes de nós.

Falo pela minha experiência, a primeira gravidez foi de muita preocupação, para saber se tudo corria bem, as hormonas dela também alteraram muito o seu humor, passava de estar bem disposta para do nada andar a chorar pela casa, vômitos, mau humor, e um sede insaciável por sexo! Algo com o qual não reagi bem, principalmente nas fases finais da gravidez. Ela com uma fome estonteante e eu com graves problemas de aceitar a barriga enorme dela, por pensar que de alguma forma faz mal ao bebé. (É mentira, dizem que até faz bem, mas existe mesmo o nome de uma doença que designa o homem que tem problemas deste tipo).

Depois veio o nascimento, e felizmente o primeiro foi um paz de alma em que sempre dormiu toda a noite. No entanto a nível de sexo, vem as mamas grandes (o que é bom, mas que se apertamos um pouquinho mais e levamos com um esguicho no olho), e a vontade dela de ser uma leoa continua lá, mas existe ali uma altura de abstinência pelo menos de um mês após o parto. Encarei isso sem grande stress porque o bebé recém nascido ocupou-nos o tempo e as ideias.

Mas o desafio maior foi mesmo a segunda criança onde conciliar a primeira criança com apenas dois anos, com outra recém nascida, onde sofria de graves problemas de refluxo em que durante um ano acordou toda a santa noite a chorar de hora a hora, leva-nos a um nível de exaustão e frustração que o que vai sofrer é mesmo a nossa relação. Não existe humor para sexo, para brincar, para falar a sério, a nossa paciência já dita que tudo é um ataque, que tudo o que fazemos está mal, e que nunca mais vemos o dia daquela fase passar. As noites tranquilas que tínhamos antes de haver filhos nunca mais passam a ser as mesmas, e damos por nós a pensar e ater inveja dos tempos em que não havias filhos e dos casais que optaram por não os ter.

Mas é importante que o casal pense isso mesmo, que é uma fase. Tudo passa, eles crescem, e as boas coisas que existia antes um dia voltarão e com outro sabor porque depois passamos a ter outro ser que faz parte de nós a quem o nosso amor que dedicamos é completamente diferente do amor que temos com o nosso parceiro. E essa sensação faz valer por todos os sacrifícios que tenhamos passado e que ainda tenhamos de passar.

Se hoje me arrependo de ter tido filhos e por todas as pinadelas que não pude dar por causa deles?
Não não me arrependo. A Palmira sempre me auxíliou em tempos de maior aflição!

E hoje tenho o maior privilégio que podia pedir que é de ser pai.
E as que não destes pela pancada nessa cabeça. Tinhas medo que ele nascesse, chegasse a tua cabeça, e começasse a cutuca-la e a pergunta se tu gostavas que te fizesse isso?? Estou a brincar, e agora tb já passou, mas podias ter procurado conselho médico na altura.

É que depois ninguém as atura, lol.

Por aqui foi mesmo até ao último dia lol. Não fosse o diabo tece-las depois.

Mas tens razão numa outra cena. O equilíbrio da vida com o primeiro filho, foi prai passados 6 meses. Com o segundo, foi prai passados 2 anos só.
 
Na realidade AC DC nada tem a ver com Cristo.

Significa antes das crianças e depois das crianças.

A vida muda em todos os aspectos, são eras distintas

[:)]
 
Quando os filhos chegarem a adolescentes parvos, é que vão saber o que é penar.[:D]

Mas diga-se de passagem que também é a altura em que começamos a reviver uma vida mais "a dois".
Falo pela experiência cá de casa em que o miudo já tem mais a outonomia dele e interesses e como tal já acabamos por ir jantar ou a encontros sozinhos, já passamos uma ou outra noite a sós e até mesmo férias.
Depois há é toda a outra panóplia de dores de cabeça que te deves estar a referir.
 

Mas diga-se de passagem que também é a altura em que começamos a reviver uma vida mais "a dois".
Falo pela experiência cá de casa em que o miudo já tem mais a outonomia dele e interesses e como tal já acabamos por ir jantar ou a encontros sozinhos, já passamos uma ou outra noite a sós e até mesmo férias.
Depois há é toda a outra panóplia de dores de cabeça que te deves estar a referir.

Sem dúvida. É quando os putos começam a ir a casa (ou sair do quarto, conforme o caso,) só para dormir e comer, que o pinanço regressa em grande. Com o abandono dos filhos elas voltam a recordar-se que têm um amante em casa, em vez de apenas um motorista e adjunto para tarefas caseiras.
 
Muito muito obrigado pelas excelentes ajudas.

Ainda por cima fomos pais de gêmeas logo é tudo a dobrar.
Psicologicamente tem sido muito exigente muitas variações de humor, tempo livre...pouco ou nenhum fds a dois...nem pensar..mas tudo faz parte...
Tempo para a marotice...pouco
 
Muito muito obrigado pelas excelentes ajudas.

Ainda por cima fomos pais de gêmeas logo é tudo a dobrar.
Psicologicamente tem sido muito exigente muitas variações de humor, tempo livre...pouco ou nenhum fds a dois...nem pensar..mas tudo faz parte...
Tempo para a marotice...pouco
A única experiência que tenho é estar casado com alguém que também tem uma irmã gêmea. E por aquilo que os meus sogros me contam realmente o desafio é a dobrar, enquanto que acabam de dar o leite ou mudar a fralda a uma e conseguir a tarefa hercúlea de a calar, já a outra está a começar a acordar, ou a pedir mama, ou a ter a fralda suja, ou simplesmente a chorar pela atenção da mãe que está ocupada com a irmã. As tarefas são a dobrar e o nível de cansaço e frustração é a dobrar.
E nesses casos mais que nunca é muito importante a ajuda da família, dos padrinhos e madrinhas (não devem de ser escolhidos só porque tem posses para dar boas prendas porque tem dinheiro).
Mas assim como num filho único, em gêmeos também é uma fase. Eventualmente crescem e vem outros desafios já mencionados, mas a nível físico e emocional acredito que os primeiros 2 anos sejam os mais difíceis.

Por isso acho muito importante, apesar de não haver tempo para as marotices, um simples mimo, uma festa, um sussurrar ao ouvido, um agarrar mais intenso na cozinha naquele momento que estão ocupados a fazer leites e papas, é muito importante para manter a chama acesa. Não dá para acabar o serviço naquele momento, aguentas a dor de tomates e acabas às 4 ou 5 da manhã depois de já estarem as 2 bebés a dormir, não podem é estar as três! [:D] Mas mais importante que tudo é conseguirem trabalhar em equipa, e compreender que não é fácil para nenhum dos 4! Palavras bondosas, de compreensão podem fazer toda a diferença nessa fase da relação. Agora claro isto é uma vida de dois sentidos, tem que partir tanto dela como de ti.

Como disse, acho que é a fase mais difícil da relação, e é nestas alturas que vemos se estamos com aquela pessoa pelo seu físico, ou só pelo seu feitio, ou só porque aquela pessoa nos faz sentir bem, ou se é o conjunto de tudo! Se realmente a amamos, e tentamos compreender todo o estado emocional e físico pelo qual ela (mulher) passa.
É normal haver discussões, haver falta de paciência, ou até não haver sequer vontade para falar, mas mais importante saber em que ponto está a vossa relação pra conseguir superar isso.

E ainda na matéria do Pinanço, ou tempo de qualidade a dois, arranjem alguém em quem as confiem por duas ou três horas, ou até nem que seja por uma hora, deixem-nas lá só mesmo para isso.
Ainda ontem eu e a minha esposa sentimos essa necessidade de termos tempo só para nós, e deixamos os miúdos com os meus pais, e não é vergonha nenhuma eles saberem para o que vamos. Eles sendo nossos pais também sabem os desafios que enfrentamos, também sabem que não viemos da cegonha, pelo que entendem perfeitamente esses dilemas todos. Não hesitem em pedir ajuda!

Nota importante: Não pinei ontem, [s)]mas sentíamos uma necessidade enorme de falar um com o outro, que é difícil de o fazer com os miúdos por perto, e termos alguém em quem podemos confiar os nossos bens mais preciosos para o fazer pode ser uma lufada de ar fresco que faz toda a diferença. [kiss]
Podem achar que é uma ideia romantizada da coisa, mas é o meu ponto de vista sobre o assunto.
 
Última edição:
A única experiência que tenho é estar casado com alguém que também tem uma irmã gêmea. E por aquilo que os meus sogros me contam realmente o desafio é a dobrar, enquanto que acabam de dar o leite ou mudar a fralda a uma e conseguir a tarefa hercúlea de a calar, já a outra está a começar a acordar, ou a pedir mama, ou a ter a fralda suja, ou simplesmente a chorar pela atenção da mãe que está ocupada com a irmã. As tarefas são a dobrar e o nível de cansaço e frustração é a dobrar.
E nesses casos mais que nunca é muito importante a ajuda da família, dos padrinhos e madrinhas (não devem de ser escolhidos só porque tem posses para dar boas prendas porque tem dinheiro).
Mas assim como num filho único, em gêmeos também é uma fase. Eventualmente crescem e vem outros desafios já mencionados, mas a nível físico e emocional acredito que os primeiros 2 anos sejam os mais difíceis.

Por isso acho muito importante, apesar de não haver tempo para as marotices, um simples mimo, uma festa, um sussurrar ao ouvido, um agarrar mais intenso na cozinha naquele momento que estão ocupados a fazer leites e papas, é muito importante para manter a chama acesa. Não dá para acabar o serviço naquele momento, aguentas a dor de tomates e acabas às 4 ou 5 da manhã depois de já estarem as 2 bebés a dormir, não podem é estar as três! Mas mais importante que tudo é conseguirem trabalhar em equipa, e compreender que não é fácil para nenhum dos 4!
Como disse, acho que é a fase mais difícil da relação, e é nestas alturas que vemos se estamos com aquela pessoa pelo seu físico, ou só pelo seu feitio, ou só porque aquela pessoa nos faz sentir bem, ou se é o conjunto de tudo! Se realmente a amamos, e tentamos compreender todo o estado emocional e físico pelo qual ela (mulher) passa.
É normal haver discussões, haver falta de paciência, ou até não haver sequer vontade para falar, mas mais importante saber em que ponto está a vossa relação pra conseguir superar isso.

E ainda na matéria do Pinanço, ou tempo de qualidade a dois, arranjem alguém em quem as confiem por duas ou três horas, ou até nem que seja por uma hora, deixem-nas lá só mesmo para isso.
Ainda ontem eu e a minha esposa sentimos essa necessidade de termos tempo só para nós, e deixamos os miúdos com os meus pais, e não é vergonha nenhuma eles saberem para o que vamos. Eles sendo nossos pais também sabem os desafios que enfrentamos, também sabem que não viemos da cegonha, pelo que entendem perfeitamente esses dilemas todos. Não hesitem em pedir ajuda!

Nota importante: Não pinei ontem, mas sentíamos uma necessidade enorme de falar um com o outro, que é difícil de o fazer com os miúdos por perto.
Podem achar que é uma ideia romantizada da coisa, mas é o meu ponto de vista sobre o assunto.


que idades têm os teus ?!
 
A única experiência que tenho é estar casado com alguém que também tem uma irmã gêmea. E por aquilo que os meus sogros me contam realmente o desafio é a dobrar, enquanto que acabam de dar o leite ou mudar a fralda a uma e conseguir a tarefa hercúlea de a calar, já a outra está a começar a acordar, ou a pedir mama, ou a ter a fralda suja, ou simplesmente a chorar pela atenção da mãe que está ocupada com a irmã. As tarefas são a dobrar e o nível de cansaço e frustração é a dobrar.
E nesses casos mais que nunca é muito importante a ajuda da família, dos padrinhos e madrinhas (não devem de ser escolhidos só porque tem posses para dar boas prendas porque tem dinheiro).
Mas assim como num filho único, em gêmeos também é uma fase. Eventualmente crescem e vem outros desafios já mencionados, mas a nível físico e emocional acredito que os primeiros 2 anos sejam os mais difíceis.

Por isso acho muito importante, apesar de não haver tempo para as marotices, um simples mimo, uma festa, um sussurrar ao ouvido, um agarrar mais intenso na cozinha naquele momento que estão ocupados a fazer leites e papas, é muito importante para manter a chama acesa. Não dá para acabar o serviço naquele momento, aguentas a dor de tomates e acabas às 4 ou 5 da manhã depois de já estarem as 2 bebés a dormir, não podem é estar as três! Mas mais importante que tudo é conseguirem trabalhar em equipa, e compreender que não é fácil para nenhum dos 4!
Como disse, acho que é a fase mais difícil da relação, e é nestas alturas que vemos se estamos com aquela pessoa pelo seu físico, ou só pelo seu feitio, ou só porque aquela pessoa nos faz sentir bem, ou se é o conjunto de tudo! Se realmente a amamos, e tentamos compreender todo o estado emocional e físico pelo qual ela (mulher) passa.
É normal haver discussões, haver falta de paciência, ou até não haver sequer vontade para falar, mas mais importante saber em que ponto está a vossa relação pra conseguir superar isso.

E ainda na matéria do Pinanço, ou tempo de qualidade a dois, arranjem alguém em quem as confiem por duas ou três horas, ou até nem que seja por uma hora, deixem-nas lá só mesmo para isso.
Ainda ontem eu e a minha esposa sentimos essa necessidade de termos tempo só para nós, e deixamos os miúdos com os meus pais, e não é vergonha nenhuma eles saberem para o que vamos. Eles sendo nossos pais também sabem os desafios que enfrentamos, também sabem que não viemos da cegonha, pelo que entendem perfeitamente esses dilemas todos. Não hesitem em pedir ajuda!

Nota importante: Não pinei ontem, mas sentíamos uma necessidade enorme de falar um com o outro, que é difícil de o fazer com os miúdos por perto.
Podem achar que é uma ideia romantizada da coisa, mas é o meu ponto de vista sobre o assunto.


que idades têm os teus ?!
 
Isto de que fala o autor do tópico é um facto e um risco para qualquer casal de hoje em dia, mas eu acho que as exigências normais de uma criança nos dias de hoje e o tempo, stress e dedicação que isso exige são factores muito mais determinantes para uma crise na vida sexual do que o factor biológico. Se os seres humanos fosse dependentes da biologia de forma linear ainda não teriam descoberto o sexo por prazer, ainda teriam cio, etc, etc. É certo que as questões hormonais nas mulheres são mais instáveis que nos homens, mas convenhamos, mesmo com as hormonas no sítio certo há toda uma gestão e organização de vida quando vem um filho que muda totalmente. Saber conciliar isso com a vida de casal, a nível sexual, mas também a outros níveis (vida social, divisão de tarefas, financeiro, etc) é um desafio.
 
Última edição:
Muito muito obrigado pelas excelentes ajudas.

Ainda por cima fomos pais de gêmeas logo é tudo a dobrar.
Psicologicamente tem sido muito exigente muitas variações de humor, tempo livre...pouco ou nenhum fds a dois...nem pensar..mas tudo faz parte...
Tempo para a marotice...pouco

Daqui a 10/12 anos voltas a pinar como um rei.
Até lá vão existir fases melhores e fases piores em que a Palmira te vai ajudar.
 
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