Mazda 3 (2019)

É um modelo em que tenho muita curiosidade em ver ao vivo, principalmente o sedan.

As versões 2.0 não estão nada mal posicionadas em termos de preço, pena é continuarem com o disparate de insistir em montar jantes de 18" nas versões mais altas de equipamento (tendo em conta que cá só temos duas, ou se leva com jante 16" ou 18"...)

Perante a drástica redução de PB do Mazda 3 (1320kg), é uma não questão prática.
 
Perante a drástica redução de PB do Mazda 3 (1320kg), é uma não questão prática.

A redução de peso é sempre bem vinda, mas quanto à dimensão das rodas, bom, continua a interferir nos níveis de conforto, preço dos pneus, durabilidade, etc, pese o carro 1300 ou 1600kgs. Só acho ilógico o salto de duas medidas ter a ver com o equipamento e não haver um meio termo à escolha. E já vi que é, pelo menos, a nível ibérico e não só em Portugal.
 
Porque (e como o vídeo acima diz), as versões mais equipadas vem com um recheio de equipamento assinalável (há pouquíssima opção), é comum a todo o mercado europeu, tenho essa ideia.

E quanto maior a leveza do carro (plataforma a par de peça agregada), é proporcional a redução drástica de consumo (em ambiente real), a um menor desgaste de pneumático (economia de uso), a par de outra peça periférica e de maior desgaste mecânico.
 
Perante a drástica redução de PB do Mazda 3 (1320kg), é uma não questão prática.

Redução? apregoam sempre que há redução de xxxx peso entre versões..... curioso... o meu sedan de 1ª geração com um motor 1.6d, deposito atestado, isolamento acústico adicional, cadeirinha e afins, acusou na balança 1405kg.... foi uma medição que fiz por curiosidade..... 4 gerações depois, com tanto alaridos em reduções de peso, e não vejo nada de relevante digno desse alarido todo [:D]
 
Com a constante colocação de novo sistema para comodidade em carro (que tem impacto no PB), qualquer redução de peso, é assinalável.
 
Não vejo diferença maior, em termo de cilindrada de um 1.2THP, 1.5TSI para um 1.5, vejo é a questão de sobrealimentação e cavalo declarado, em Crossover urbano e/ou utilitário na Europa.

Talvez seja mais plausível um MPS (ou ideia a ele associada), num novo 2, a prazo.

Não vês diferença maior? Então a maioria das marcas usa, nos seus segmentos B, motorizações 1.0 nas versões base mas a Mazda opta por montar um 1.5 na versão base do Mazda 2 e não achas isso diferente do que todas as marcas propõem?

Essas motorizações 1.2 THP e 1.5 TSI não são aplicadas nas versões base. Ao contrário a Mazda, no 2, utiliza o 1.5, mesmo na versão base. É a chamada política "rightsizing" da Mazda, que implica utilização de motores atmosféricos de maior cilindrada em detrimento da política de "downsizing" das outras marcas que optam por motores de baixa cilindrada com turbo.

A Mazda conjuga a sua política de motores de maior cilindrada a uma política de redução de peso. Através destas políticas, a marca pretende oferecer produtos que exibam uma melhor fiabilidade mecânica, aliados a uma boa linearidade e disponibilidade das suas motorizações, e baixos consumos. Não estou a afirmar que é melhor ou pior (no nosso país, a marca é claramente penalizada por esta opção em virtude da carga fiscal), apenas que segue um caminho muito diferente das outras marcas.
 
Última edição:
Na realidade a fiscalidade auto portuguesa limita muito. Se queremos manter os custos fiscais contidos temos que optar por motorizações até 1250cc. Quando se passa para o escalão +1250cc a 1750cc a coisa já começa a doer, mas ainda é "aceitável". De 1750 para cima é um absurdo.
 
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Também prefiro esses "problemas"

Já o ditado dizia "There is no replacement for displacement" [:D]

Engraçado que uma marca que até há uns 10 anos não me dizia nada...agora vejo-a a adoptar filosofias muito em linha com o que penso - motores maiores (se bem que ajustados aos pobres - um motor quer-se 6 ou mais cilindros) e baixo peso.
Procura de bom comportamento e reactividade dos comandos/virado para o condutor que quer conduzir [:D]

Há conta disso está a caminho outro Mazda...se bem que não usará o néctar dos Deuses [:)]
 
Também prefiro esses "problemas"

Já o ditado dizia "There is no replacement for displacement" [:D]

Engraçado que uma marca que até há uns 10 anos não me dizia nada...agora vejo-a a adoptar filosofias muito em linha com o que penso - motores maiores (se bem que ajustados aos pobres - um motor quer-se 6 ou mais cilindros) e baixo peso.
Procura de bom comportamento e reactividade dos comandos/virado para o condutor que quer conduzir [:D]

Há conta disso está a caminho outro Mazda...se bem que não usará o néctar dos Deuses [:)]


Não me digas que aderiste à moda dos SUV [:D]
 
Na realidade a fiscalidade auto portuguesa limita muito. Se queremos manter os custos fiscais contidos temos que optar por motorizações até 1250cc. Quando se passa para o escalão +1250cc a 1750cc a coisa já começa a doer, mas ainda é "aceitável". De 1750 para cima é um absurdo.


A fiscalidade portuguesa parou no tempo (na altura em que os carros ainda usavam carburador e que um 2000cc era 2x mais potente do que um 1000cc), e por via disso marcas que têm soluções mecânicas bem interessantes são prejudicadas nas vendas, ou nem as colocam à venda em PT, ficando o consumidor prejudicado pois tem menos opções. Um caso flagrante é a Mazda e a Toyota.

Comparem 3 automóveis:

- ambos a gasolina
- ambos do segmento C
- ambos com 122-125 cavalos

Ford Focus 1.0 Ecoboost (Turbo) 125CV - ISV 280€+IVA; IUC 103€
Mazda 3 2.0G 122CV - ISV: 2785€ + IVA; IUC 239€
Toyota Corolla Hybrid 1.8 122CV - ISV 2080€+IVA; IUC 204€

Agora vão comparar as emissões poluentes de cada um e digam-me onde é que está a justiça nisto. Onde é que os legisladores deste país estão a prestar um bom serviço à população?

Que fantochada ....
 
Comparando apenas o Mazda 3 2.0 122cv com o Ford Focus 1.0 Ecoboost de 125cv, as emissões poluentes são mais baixas no Ford (126-134g/Km contra 148-152g/Km do Mazda).

Os valores de ISV para o Ford Focus 1.0 Ecoboost 125cv não estão corretos (são €301,53 de ISV, já com IVA). Idem para o Mazda 3 que paga de ISV €5878,24 já com IVA. Por aqui se vê como a Mazda tem dificuldade em tornar este novo Mazda 3 competitivo em termos de preço final ao consumidor.

O caso do Toyota é mesmo o mais escandaloso. Com emissões de apenas 76g/Km de CO2 paga de ISV 2475,49 já com IVA e €204,21 de IUC.
 
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Comparando apenas o Mazda 3 2.0 122cv com o Ford Focus 1.0 Ecoboost de 125cv, as emissões poluentes são mais baixas no Ford (126-134g/Km contra 148-152g/Km do Mazda).

Os valores de ISV para o Ford Focus 1.0 Ecoboost 125cv não estão corretos (são €301,53 de ISV, já com IVA). Idem para o Mazda 3 que paga de ISV €5878,24 já com IVA. Por aqui se vê como a Mazda tem dificuldade em tornar este novo Mazda 3 competitivo em termos de preço final ao consumidor.

O caso do Toyota é mesmo o mais escandaloso. Com emissões de apenas 76g/Km de CO2 paga de ISV 2475,49 já com IVA e €204,21 de IUC.

Retirei os valores do site Volantesic.pt.
Se estão errados, peço desculpa porque usei a fonte errada.
Ainda assim os valores reais ainda me dão mais razão. É escandaloso, de facto.

Mas neste caso não é a Mazda que está errada e que não consegue tornar o automóvel competitivo, é o nosso sistema fiscal que o arrasa por completo.
 
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