Mazda CX-30

Eu gostava era de um skyactive G com mais uns 20 ou 30 cavalitos e com uma caixa manual de relações um pouco mais curtas.
 
É bom lembrar que existe este mesmo bloco Skyactive-G 2.0 com 165cv, no CX-5. Como alguém já disse, este bloco facilmente atinge 170cv (ao que parece só com reprogramação da ECU).
 
É bom lembrar que existe este mesmo bloco Skyactive-G 2.0 com 165cv, no CX-5. Como alguém já disse, este bloco facilmente atinge 170cv (ao que parece só com reprogramação da ECU).

Como também existe um 2.0 no MX-5 com 184cv... Isto é algo que me faz confusão na Mazda, têm certos motores ou configurações de motores que só estão presentes em um ou dois modelos quando podiam estar presentes em vários modelos. Outro exemplo é o 1.5 que está presente no Mazda 2 que servia perfeitamente no CX-3 como motor de entrada até para ter um preço mais baixo. Ou até o 1.5 de 131cv que também podia estar no CX-3 e até no Mazda 3. Não percebo estas escolhas da Mazda a nível de motorizações.
 
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Porque para a Mazda, o Pacifico é o mercado alvo, simples, sem excesso de imposto sobre o automóvel&derivados.

Austrália, EUA, Canadá, México, RPC, Japão, Coreia&afins, sempre na vanguarda técnica da industria.

A Europa para a Mazda, pode-se resumir à Alemanha Federal e/ou Países Baixos, que sempre foram receptivos à marca, a par da questão fiscal.
 
Como também existe um 2.0 no MX-5 com 184cv... Isto é algo que me faz confusão na Mazda, têm certos motores ou configurações de motores que só estão presentes em um ou dois modelos quando podiam estar presentes em vários modelos. Outro exemplo é o 1.5 que está presente no Mazda 2 que servia perfeitamente no CX-3 como motor de entrada até para ter um preço mais baixo. Ou até o 1.5 de 131cv que também podia estar no CX-3 e até no Mazda 3. Não percebo estas escolhas da Mazda a nível de motorizações.

Atenção que o bloco de 184cv do MX-5 é diferente. Não consegues pegar num Skyactive-G de 122cv e torná-lo num de 184cv só com reprogramação da ECU. Basta ver que o SKyactive-G de 165cv mantém o regime de potência máxima igual ao de 150cv e de 122cv (6.000rpm). Os blocos do MX-5, tanto o 1,5 como o de 2.0 de 184cv atingem a sua potência máxima a um regime superior (7.000 rpm).
 
150/180cv, já é um número honesto, o que é de realçar é a ideia de maximizar, expandir a capacidade de resposta do bloco, com esta nova abordagem e inclusão de matéria-prima única por parte da Mazda.

E já referiu que esta ideia está no arranque, só.

A questão é o custo financeiro agregado ao incorporar material exótico, por exemplo a finíssima prancha de Cortiça (MX-30), redução drástica de peso, maximização de isolamento térmico e/ou ruído, resistência ao calor emitido pelo bloco, redução de interferência industrial no meio-ambiente, preço?, [:D]
 
Boas,
Tenho um mazda 3 do ano passado, alguém sabe onde se vê a velocidade média nos mazdas 3 / cx-30 ? Estou farto de procurar e não acho.
Obrigado.
 
Boas! Depois dos primeiros 600 kms com o CX30 skyactiv G, as impressões são muito boas!
- Andamento: em cidade mexe-se bastante bem e é bastante ágil. Em AE, realmente para ultrapassagens é preciso deitar "1 ou 2" abaixo, mas depois é um prazer ouvir o som do motor a roncar e o carro aí anda bem
- Consumos: 1º depósito acabou nos 8.3 e o 2º nos 7.8. Atualmente já vai em 7.1 (com muita cidade devido aos dias de chuva), o que acho excelente para um carro com 600 kms
- Tecnologia: Tem tudo e mais alguma coisa. Para já tudo tem funcionado bem (sensores, câmara, hill assist, ângulo morto, detecção aproximação carro, bagageira eléctrica, keyless, etc)
Uma nota que me deixou surpreendido foi o estacionamento (espaço). O carro por fora tem aquele ar compacto e parece bem mais pequeno que um 3008, qashqai, etc, mas na prática não é bem assim, e isso nota-se no estacionamento. Já me aconteceu 3 ou 4 vezes achar que um sítio daria mas depois o carro fica sem espaço para sair. Em termos de espaço, está muito mais próximo de um CX5 do que um CX3.
Para já muito satisfeito com o carro.
 
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2020-mazda-cx-30-first-drive.jpg


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1300km feitos com o 1.8 Diesel. Comecemos pelos pontos positivos! E são muitos!

- Design é espetacular, por dentro e por fora, é um carro muito vistoso e distinto. Dá gosto aprecia-lo.
- Sensação de qualidade a bordo espetacular. Em nada fica a dever ao meu F31 MY2017 bem equipado. Tudo onde se toca está impecavelmente sólido e muito táctil.
- Condução muito relaxada, volante tem feedback, muito silencioso a bordo em bom piso, excelente insonorização da deslocação do ar. Porém em piso médio/mau, passa algum ruido dos pneus, mas só parece mais do que é porque o resto dos ruidos são todos abafados.
- Caixa é mel, excelente tacto e precisão.
- O som de base é muito bom, para um som base.
- Heads Up Display é excelente e muito útil.
- Sistemas de ajuda à condução são úteis e em especial o detector de trânsito cruzado a sair de marcha-atrás de um estacionamento.
- Câmara traseira com excelente visibilidade até à noite, graças aos potentes LEDs de marcha-atrás.
- Faróis LED são muito potentes e uns médios que espalham muito bem. Os Máximos torna tudo de dia.
- Bancos confortáveis em tecido, apoio de braço generoso e tudo está bem enquadrado para uma posição de condução sem mexer costas ou ombros. Está tudo ao alcance.
- Chassis é divertido (sim, solta a traseira se se levantar pé), com uma frente incisiva que prega bem, mas os pneus não deixam grande espaço para brincadeiras quando em carga lateral.
- Motor grande ajuda nas baixas, aguenta sempre uma mudança acima do que aquilo que parece precisar, porque às 1000rpm tem binário para construir boost e evitar de meter uma abaixo. A primeira só serve mesmo para meter as rodas a rolar. É pujante quando em boost, mas é pena que numa troca de caixa acima das 2000rpm ao engrenar a próxima mudança, há sempre uma hesitação a criar novo boost, é um bocado frustrante ter que esperar sempre um delayzinho pelo turbo. O motor puxa igual desde que faz boost, pelas 1500rpm até ás 3500rpm. Acima disso ainda não andou. Parece portanto um motor muito linear que não morre em altas.
- Motor económico e com consumos reais iguais aos do CB! Dos dois tanques cheios que já levou fez 6.0L no primeiro e 5.8L no segundo, que era exatamente o que marcava no CB. Ora isto diz pouco ou nada, mas para comparação a F31 (jante 19 e 1600kg com AT8) no mesmo percurso com o mesmo ritmo faz mais 0,5L. E estamos a falar de um motor com 1300km ainda. Promete bons consumos a longo prazo.


Feitios que estranhei (nunca tive um Japonês):
- não fecha/abre os vidros todos do carro à distância com a chave. Até o meu Corsa C comercial fazia isso.
- se estivermos numa chamada bluetooth e desligarmos o carro, por exemplo quando chegamos a casa, o carro corta toda e qualquer ligação a aparelhos, fazendo com que a voz seja interrompida e se tenha que passar logo com o telefone para a orelha.
- O botão de bloquear os vidros para as crianças também bloqueia o do passageiro.
- Já houve ocasiões em que ao afastar-nos do carro com a chave, o carro não se trancou sozinho automaticamente como é suposto.
- Logo nos primeiros dias, tinha ligado os médios porque estava a chover e quando saí do carro esqueci-me de os desligar, como estava a chover peguei e afastei-me mas não olhei para o carro, fui a uma consulta e quando regressei ao parque de estacionamento, o carro estava destrancado e com os médios acesos... Isto é grave. [:D] Pensei que se iria fechar ao me afastar com a chave, mas por ter as luzes ligadas não trancou.

Pontos a rever com o concessionário:
- Sensores de estacionamento funcionam de forma aleatória, quando chego perto de um obstáculo, ora apita e sinaliza numa barrinha ora depois cala-se e depois apita noutra barrinha, ora se cala definitivamente e não mais apita. Isto tudo num espaço de poucos segundos. :)
- Pedal da embraiagem quando se pressiona com uma mudança engrenada (para troca de relação, por exemplo), sente-se um ranger, uma espécie de mola que se sente a distender. Sente-se no pé e ouve-se ligeiramente.
- Afinação da luz de máximos parece-me demasiado a apontar para cima, ao ponto de se ver claramente a separação do corte do feixe entre médio e máximo, em vez de haver continuidade da iluminação. Não sei se o feixe dos máximos terá afinação em altura.

De resto, para um model year de ano 1, nada mau!

Até ver tem sido uma experiência muito boa e tanto eu como a condutora habitual estamos super satisfeitos com o carro.
Ficam umas fotositas para ilustrar.




 
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Coloca aí uma pequena fotografia do interior, com luz natural, essa cor, é gira, [:cool:]

O X/G, não foi opção?, preço, quilometragem?, outra?
 
Feitios que estranhei (nunca tive um Japonês):
- não fecha/abre os vidros todos do carro à distância com a chave. Até o meu Corsa C comercial fazia isso.
Tenta carregar duas vezes seguidas no botão para fechar, penso que assim fecha tudo
- se estivermos numa chamada bluetooth e desligarmos o carro, por exemplo quando chegamos a casa, o carro corta toda e qualquer ligação a aparelhos, fazendo com que a voz seja interrompida e se tenha que passar logo com o telefone para a orelha.
Estou a ver que esta estupidez continua, o meu 3 de 2014 também é assim. A música também acaba quando se desliga o motor, e não quando se abre a porta como nos carros normais. Japoneses do catano...
- Já houve ocasiões em que ao afastar-nos do carro com a chave, o carro não se trancou sozinho automaticamente como é suposto.
Isso acontece muito com o meu 3, também estou a ver que isto não melhorou. Brincando brincando, são estas pequenas coisas que me fazem seriamente questionar se volto a comprar Mazda.

Pontos a rever com o concessionário:
- Sensores de estacionamento funcionam de forma aleatória, quando chego perto de um obstáculo, ora apita e sinaliza numa barrinha ora depois cala-se e depois apita noutra barrinha, ora se cala definitivamente e não mais apita. Isto tudo num espaço de poucos segundos. :)
Estranho, no meu 3 sempre funcionaram na perfeição. Não tens visão 360? O CX-30 tinha e é muito bom, fiquei mesmo a pensar que dispensa completamente os sensores.

Algumas notas a azul
 
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