Mazda Mx5

A primeira parte da noticia foi confirmada hoje. A segunda é jornalismo á italiana, e foi publicado pela primeira vez em Agosto do ano passado.

Foi confirmada já no Salão de Geneva pelo Marchionne.

Curioso para ver o que vem ai!
 
A Mazda não aposta em motores turbinados porque vai contra a sua imagem de marca, a fiabilidade.

Por algum motivo recusa-se a vender os tri-cilíndricos-turbinados, apostando nos seus novos automóveis no motor 1.5l 4 cilindros, como a mínima cilindrada.
 
A Mazda não aposta em motores turbinados porque vai contra a sua imagem de marca, a fiabilidade.

Por algum motivo recusa-se a vender os tri-cilíndricos-turbinados, apostando nos seus novos automóveis no motor 1.5l 4 cilindros, como a mínima cilindrada.

Não é uma questão de fiabilidade, mas sim de tecnologia.
Os seus motores a gasolina naturalmente aspirados, de momento, são os que apresentam a taxa de compressão mais elevada alguma vez vista num carro de produção, com um valor de 14:1. É o "ingrediente secreto" que permite os valores elevados de eficiência e que garantem consumos e emissões baixos não só no papel como no mundo real. Se não estou em erro, nesta nova familia de motores não há nada abaixo dos 13:1, taxa que podemos encontrar na versão mais básica do 1.5.

Eles optimizaram esta nova família de motores para trabalhar com estas taxas de compressão elevadas. Desde o desenho dos colectores de escape à superfície do pistão!

Para sobrealimentar um destes motores implica baixar a taxa de compressão de 14:1 para menos de 10:1, que é a taxa de compressão normal em qualquer motor sobrealimentado. Ou seja, mais vale criar um motor novo. A adaptação aparentemente fácil que encontramos em outras motorizações, com versões NA e Turbo simplesmente não é possível no caso destes motores da Mazda.

Até podem apresentar motores turbo no futuro, mas as modificações deverão ser tantas, que o investimento deverá ficar próximo do desenvolvimento de um motor novo. E a pequena dimensão da Mazda não deve permitir tanta dispersão nos investimentos. Não nos esqueçamos que nos poucos anos que saiu da alçada da Ford, deu um salto tecnológico importante e já renovou praticamente a gama toda.
Por isso, para já, fiquemos com os NA da Mazda, como um sabor alternativo à sobrealimentação dominadora que prevalece na indústria, que é aquela que apresenta no papel os melhores resultados. É só ir acompanhando os comentários em surdina nos bastidores da Ferrari sobre esta temática[:D]

E a Mazda já anunciou que a próxima geração de motorizações Skyactive deverá apresentar uma taxa de compressão de 18:1. Uma meta desejada e até agora não conseguida pela indústria.
 
Os carros não se escolhem por gráficos ou folhas de Excel!
Sem dúvida mas há sempre que acompanhar um pouco a tendência do mercado.
Em 1989 115cv, pelo menos na Europa, era um valor respeitável, muito mais que os 129 deste novo MX-5.
Tudo bem que mx-5 segue uma receita clássica que a mazda acredita ser intemporal mas ainda assim... fico à espera de uma versão mazdaspeed para provocar aquele chassis que se espera de grande qualidade.[kiss]
 
Evidente, mas o ponto é que não se vai eleger um carro como opção indiscutível só pela teoria de alguns valores como o nº de cavalos absolutos, velocidade de ponta declarada ou o tempo dos 0-100.
 
A Mazda não aposta em motores turbinados porque vai contra a sua imagem de marca, a fiabilidade.

Por algum motivo recusa-se a vender os tri-cilíndricos-turbinados, apostando nos seus novos automóveis no motor 1.5l 4 cilindros, como a mínima cilindrada.
Era capaz de jurar já ter visto mais que um mazda turbinado, inclusive não há muito tempo nas versões MPS...
 
Não é uma questão de fiabilidade, mas sim de tecnologia.
Os seus motores a gasolina naturalmente aspirados, de momento, são os que apresentam a taxa de compressão mais elevada alguma vez vista num carro de produção, com um valor de 14:1. É o "ingrediente secreto" que permite os valores elevados de eficiência e que garantem consumos e emissões baixos não só no papel como no mundo real. Se não estou em erro, nesta nova familia de motores não há nada abaixo dos 13:1, taxa que podemos encontrar na versão mais básica do 1.5.

Eles optimizaram esta nova família de motores para trabalhar com estas taxas de compressão elevadas. Desde o desenho dos colectores de escape à superfície do pistão!

Para sobrealimentar um destes motores implica baixar a taxa de compressão de 14:1 para menos de 10:1, que é a taxa de compressão normal em qualquer motor sobrealimentado. Ou seja, mais vale criar um motor novo. A adaptação aparentemente fácil que encontramos em outras motorizações, com versões NA e Turbo simplesmente não é possível no caso destes motores da Mazda.

Até podem apresentar motores turbo no futuro, mas as modificações deverão ser tantas, que o investimento deverá ficar próximo do desenvolvimento de um motor novo. E a pequena dimensão da Mazda não deve permitir tanta dispersão nos investimentos. Não nos esqueçamos que nos poucos anos que saiu da alçada da Ford, deu um salto tecnológico importante e já renovou praticamente a gama toda.
Por isso, para já, fiquemos com os NA da Mazda, como um sabor alternativo à sobrealimentação dominadora que prevalece na indústria, que é aquela que apresenta no papel os melhores resultados. É só ir acompanhando os comentários em surdina nos bastidores da Ferrari sobre esta temática[:D]

E a Mazda já anunciou que a próxima geração de motorizações Skyactive deverá apresentar uma taxa de compressão de 18:1. Uma meta desejada e até agora não conseguida pela indústria.

É de facto fenomenal o trabalho da Mazda nos motores de gasolina, é pena não terem um motor mais rotativo para aproveitar essa taxa, um MX-5 mais pujante merecia um motor desses e não um turbo, isto na minha opinião, tenho quase a certeza que só não o fazem para manter as emissões baixas ( [s)] ) mas não percebo porque não fazem edições mais desportivas dos Mazda 2, 3 e MX-5 em que explorariam esse lado dos motores com algumas emissões extra, aliás, pensava que poderiam fazer isso com o 2.0 mas foi precisamente o contrário, até é menos rotativo que o 1.5 :(

É pena também porque as marcas pequenas beneficiam de halo-cars para terem mais exposição no mercado, com o fim do motor Wankel e da gama RX, a Mazda vai perder em exposição (embora pudessem continuar a RX com outra gama, talvez com outro nome, levando estes belos motores ao limite), os Wankel são um pesadelo de engenharia para, principlamente, reduzirem as emissões e não compensam o custo do desenvolvimento o que me leva de novo à questão como é que eles não aproveitam as altas taxas de compressão para aumentarem a rotatividade :confused:
 
Não é uma questão de fiabilidade, mas sim de tecnologia.
Os seus motores a gasolina naturalmente aspirados, de momento, são os que apresentam a taxa de compressão mais elevada alguma vez vista num carro de produção, com um valor de 14:1. É o "ingrediente secreto" que permite os valores elevados de eficiência e que garantem consumos e emissões baixos não só no papel como no mundo real. Se não estou em erro, nesta nova familia de motores não há nada abaixo dos 13:1, taxa que podemos encontrar na versão mais básica do 1.5.

Eles optimizaram esta nova família de motores para trabalhar com estas taxas de compressão elevadas. Desde o desenho dos colectores de escape à superfície do pistão!

Para sobrealimentar um destes motores implica baixar a taxa de compressão de 14:1 para menos de 10:1, que é a taxa de compressão normal em qualquer motor sobrealimentado. Ou seja, mais vale criar um motor novo. A adaptação aparentemente fácil que encontramos em outras motorizações, com versões NA e Turbo simplesmente não é possível no caso destes motores da Mazda.

Até podem apresentar motores turbo no futuro, mas as modificações deverão ser tantas, que o investimento deverá ficar próximo do desenvolvimento de um motor novo. E a pequena dimensão da Mazda não deve permitir tanta dispersão nos investimentos. Não nos esqueçamos que nos poucos anos que saiu da alçada da Ford, deu um salto tecnológico importante e já renovou praticamente a gama toda.
Por isso, para já, fiquemos com os NA da Mazda, como um sabor alternativo à sobrealimentação dominadora que prevalece na indústria, que é aquela que apresenta no papel os melhores resultados. É só ir acompanhando os comentários em surdina nos bastidores da Ferrari sobre esta temática[:D]

E a Mazda já anunciou que a próxima geração de motorizações Skyactive deverá apresentar uma taxa de compressão de 18:1. Uma meta desejada e até agora não conseguida pela indústria.


Bom Post, crash!

Praticam a mesma taxa de compressão nas motorizações diesel actuais. [;)]
 
Bom Post, crash!

Praticam a mesma taxa de compressão nas motorizações diesel actuais. [;)]

O que é, igualmente, um feito inédito. Os motores diesel da Mazda são os que têm a taxa de compressão mais baixa (média anda pelos 16:1 - 18:1) do mercado. O que ajuda bastante na quantidade de coisinhas más que saem do escape, sobretudo no capítulo das partículas.
 
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Mazda MX-5 Club - Salão de Nova Iorque 2015

Improving a product that is a benchmark in its segment is hard work, but Mazda makes it look easy with the 2016 Mazda MX-5 Miata Club. The more focused model improves driving performance thanks to significant mechanical upgrades.

Debuting at the New York Auto Show, the Club version of the 2016 MX-5 Miata gets exclusive features including a limited-slip differential, Bilstein shocks and shock tower brace when equipped with the Skyactiv-MT six-speed manual transmission. Other features unique to this model are the 17-inch gunmetal alloy wheels shod with 205/45R17 tires and front air dam and rear lip spoilers.

For those who want an even more aggressive look, Mazda offers an optional package for the Club model which brings forged lightweight BBS 17-inch wheels, Brembo front brakes and functional aerodynamic side sill extensions and rear bumper skirt. All these were previewed at the Chicago Auto Show on the MX-5 Miata Accessories Concept as well as on the MX-5 Global Cup race car.

Standard equipment for the MX-5 Miata Club includes the Mazda Connect infotainment system with a 7-inch color touchscreen display and multi-function commander control, HD and SiriusXM Satellite Radio, two USB ports, piano black side mirrors and seatback bars and a nine-speaker Bose audio system with headrest speakers.

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El nuevo Mazda MX-5 ya tiene precio (en Italia)


Los precios recomendados del MX-5 en Italia serán los siguientes: [TABLE="width: 610"]
[TR]
[TD]Versión[/TD]
[TD]Precio[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]1.5 SkyActiv-G 131 CV 6MT Evolve[/TD]
[TD]25.300 €[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]1.5 SkyActiv-G 131 CV 6MT Exceed[/TD]
[TD]27.700 €[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]2.0 SkyActiv-G 160 CV 6MT S&S Sport[/TD]
[TD]29.950 €[/TD]
[/TR]
[/TABLE]
 
El nuevo Mazda MX-5 ya tiene precio (en Italia)


Los precios recomendados del MX-5 en Italia serán los siguientes: [TABLE="width: 610"]
[TR]
[TD]Versión[/TD]
[TD]Precio[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]1.5 SkyActiv-G 131 CV 6MT Evolve[/TD]
[TD]25.300 €[/TD]
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[TD]1.5 SkyActiv-G 131 CV 6MT Exceed[/TD]
[TD]27.700 €[/TD]
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[TD]2.0 SkyActiv-G 160 CV 6MT S&S Sport[/TD]
[TD]29.950 €[/TD]
[/TR]
[/TABLE]


Por cá apontam-se valores muito semelhantes.
 
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