O mito dos médicos cubanos - Falta de médicos em Portugal

se vais transformar a prova de aptidão num exame como os outros, basta estudar para esse exame, e ficamos exactamente na mesma. entra quem tem as melhores notas. se vais fazer uma entrevista para analisar os candidatos, então temos o factor cunha
 
Nem uma coisa nem outra. Ora lê lá isto http://www.acessoensinosuperior.pt/detcurso.asp?codc=9813&code=0506 e depois diz alguma coisa.

Na pratica isso implicaria uma nota mínima de 14, muito diferente dos 17 para cima.
Outras faculdades pedem menos outras mais, O MESMO SE PASSANDO NOS OUTROS CURSOS, não é um exclusivo da medicina como querem deixar aqui entender..

O acesso ao curso de medicina faz-se rigorosamente de forma igual ao acesso a qualquer outro curso de ensino superior publico, não tem qualquer diferença em relação a nenhum outro, e não goza de nenhum carácter de excepção ou limitações...


Esta medida tem 2 anos!
 
Foliv,

Sabes que estamos a falar da média de acesso...

E a vocação para ser médico não se descobre na pauta dos exames.

Há muitos outros factores a levar em conta. Como a aptidão para o exercício dessa profissão.

A minha mãe tirou medicina no UK e apesar de ter boas notas, houve outras condições para poder ingressar na escola e que foram levados em linha de conta na altura da candidatura.
 
Na pratica isso implicaria uma nota mínima de 14, muito diferente dos 17 para cima.
Outras faculdades pedem menos outras mais, O MESMO SE PASSANDO NOS OUTROS CURSOS, não é um exclusivo da medicina como querem deixar aqui entender..

O acesso ao curso de medicina faz-se rigorosamente de forma igual ao acesso a qualquer outro curso de ensino superior publico, não tem qualquer diferença em relação a nenhum outro, e não goza de nenhum carácter de excepção ou limitações...


Esta medida tem 2 anos!

Eu estava a responder ao Arturval que dizia:
Quando se fala em nota minima de entrada (ou média necessária para entrar), está a falar-se da nota do ultimo a entrar. Ou explicaste-te mal ou estás confuso
.
 
Não proponho nada.

Acho que não há falta de médicos em Portugal. Acho até que vai haver excesso daqui a 6/7 anos.

Simplesmente há falta de médicos que cumprem o horário. Se todos os médicos passassem no SNS o numero de horas a que estão obrigados... Há certas especialidades em que parece anedota, mas isso também não interessa.

Plenamente de acordo.
 
A media de acesso È DETERMINADA PELOS ALUNOS e baseada em criterios previamente determinados e conhecidos, e não é imposta por nenhuma entidade.

Se alguém quer concorrer para medicina só tem que fazer o 12º ano de ciências com a melhor nota possível, tirar as melhores notas possíveis nas especificas. Mais nada!

São os mesmos requisitos que para QUALQUER outro curso, e estão todos em igualdade de circunstancias..

Por outro lado, a nota é normalmente proporcional ao trabalho e dedicação de um aluno!
A nota não é portanto um critério arbitrário e desprovido de mérito!

Mede diferenças efectivas entre estudantes, que se caracterizam por diferentes medias...
Um aluno com melhor media ou é mais inteligente, ou trabalhou mais, ou se dedicou mais.

A nota de candidatura so serve para entrar no curso e nada mais!
Uma vez la dentro, TODOS os caloiros tem nota igual entre eles, e é ZERO.
Só ao fazerem as cadeiras é que começam de novo a ter uma media de curso.

E a media de curso quer dizer alguma coisa em relação a qualidade do medico, se um medico acaba com 10 e outro com 19 evidentemente alguma diferença entre eles há.

Mais uma vez relembro que para esta situação nota de candidatura nada tem a ver com a nota de curso...


Só para corrigir que os médicos não entram com nota nenhuma :)
Entram alunos de secundario CANDIDATOS a medicos, que depois passam a caloiros, e SE concluirem o curso então sim serão medicos.

O que penso que o Carlos quis quiser, e eu concordo totalmente, é que um aluno que entra com 19 pode ser pior profissional que o que entra com 12. Que interessa ter entrado com 19 se depois tem ataques de pânico em situações de stress?:sh) Isto para dar um exemplo de um caso extremo, mas acho que percebes-te a intenção.

Na publica alterar os metodos de candidatura é muito complicado pelos motivos já aqui expostos, mas já era tempo de se abrir umas privadas, que alem do critério €€€, também dão valor ( ou deviam) ao critério personalidade, alem das soft skill's.
 
Foliv,

Sabes que estamos a falar da média de acesso...

E a vocação para ser médico não se descobre na pauta dos exames.

Há muitos outros factores a levar em conta. Como a aptidão para o exercício dessa profissão.

A minha mãe tirou medicina no UK e apesar de ter boas notas, houve outras condições para poder ingressar na escola e que foram levados em linha de conta na altura da candidatura.

100% de acordo. A "inteligência emocional", a capacidade de lidar com os outros e demais factores são tão importante quanto o brilhantismo académico. O problema é implementar em terras Lusas critérios objectivos para avaliar essas aptidões. É que não somos anglo saxónicos...
 
e depois têm médicos que sabem ser muito simpáticos a dizer "sabe, voce vai morrer, não sei de quê porque só tive 10 e sempre fui muito preguiçoso a estudar, mas como tenho muita aptidão pelo menos voce morre reconfortado"
 
Depende de como fosse feita a prova...é que por esse pensamento, então nem vale a pena fazer exames nacionais, porque também é um factor cunha...



(ou então sou eu que sou muito ingénuo [:D])

Os exames nacionais, apesar de serem por vezes injustos, são a forma mais correcta de avaliar a entrada para a faculdade, e o que é injusto é em certas escolas estes não serem feitos "de forma muito individual" o que estraga o verdadeiro objectivo destes de forma injusta para com milhares de alunos... mas isso já é outra história.
 
Foliv,

Sabes que estamos a falar da média de acesso...

E a vocação para ser médico não se descobre na pauta dos exames.

Há muitos outros factores a levar em conta. Como a aptidão para o exercício dessa profissão.

A minha mãe tirou medicina no UK e apesar de ter boas notas, houve outras condições para poder ingressar na escola e que foram levados em linha de conta na altura da candidatura.


"A vocação não de descobre nas notas de candidatura"

TOTALMENTE VERDADE!!
descobre-se antes!

E depois de descobrir a vocação, tenta-se saber como se pode chegar a desenvolver essa vocação e a exercer essa profissão..

Aqui, para ter acesso a essa profissão é preciso fazer exames!

Mas se fosse preciso fazer trabalhos forçados ou ir para a guerra ou outra coisa qualquer , tinha que se fazer se se queria exercer a profissão...

O que quer que se tenha que fazer para aceder ao exercício da vocação, serve de MOTIVAÇÃO para atingir o objectivo....

No fim, guerra, trabalhos forçados, ou do estudo, foram o CAMINHO PERCORRIDO, baseado na MOTIVAÇÃO tida para alcançar o objectivo de exercer a actividade para a qual se tinha vocação...

Só a vocação não chega!
Muitos outros a tem ou pensam ter!

Se querem mesmo muito um determinado objectivo, tem que trabalhar para ele!

E se esse objectivo implica passar por ser bom aluno e ter boas notas, e se se consegue, mesmo não gostando ou não sendo o melhor método...

...o facto de ser melhor que os outros revela muito da capacidade de trabalho, dedicação e VONTADE de atingir o objectivo,

Por isso,a nota de entrada mostra MUITO da força de vontade do candidato, e revela o esforço que se fez para seguir a vocação.
Outros também a tinham, mas se calhar não trabalharam o suficiente, ou a motivação e vontade não eram assim tantas
 
Última edição:
e depois têm médicos que sabem ser muito simpáticos a dizer "sabe, voce vai morrer, não sei de quê porque só tive 10 e sempre fui muito preguiçoso a estudar, mas como tenho muita aptidão pelo menos voce morre reconfortado"
Então deveríamos optar pelo mesmo diapasão pelo Engº que participa na concepção e produção de uma ponte onde passam diariamente 90,000 gajos e que até entrou com média negativa. [;)]
 
Está-se aqui a discutir 2 coisas diferentes.

A falta de médicos

Não existe falta de médicos, como já referido. Estão mal distribuídos e se houvesse 2 a 3x mais, continuariam mal distribuídos.

As médias de acesso

Para mim são uma autêntica aberração. Um médico que entrou com 19 valores não é melhor médico que o que poderia entrar com 12.
São as aberrações do sistema e tal como já se acabou com a questão dos dentistas e das farmácias, agora vai-se acabar com esta dos médicos em geral.

Como, não sei, pois o que é importante é que eles não saem das grandes cidades. E aí voltamos ao ponto anterior...
Exactamente! É isso que eu queria ver discutido!
 
Foliv,

Sabes que estamos a falar da média de acesso...

E a vocação para ser médico não se descobre na pauta dos exames.

Há muitos outros factores a levar em conta. Como a aptidão para o exercício dessa profissão.


A minha mãe tirou medicina no UK e apesar de ter boas notas, houve outras condições para poder ingressar na escola e que foram levados em linha de conta na altura da candidatura.
Exactamente!
 
Se abrirem privadas em medicina vão pedir uma pequena fortuna mensal para pagamento dos estudos. Mais uma vez, não vão para lá os mais aptos, nem sequer os melhores alunos, mas sim os mais afortunados.

Vou confessar uma coisa: eu nunca percebi o conceito de Ensino Superior Privado. Enquanto a maioria se degladia para obter boas médias, alguns filhos de gente importante ou muito abastada, já sabe que vai ter lugar em determinada faculdade privada antes de fazer os exames nacionais. [:vm)]
 
...o facto de ser melhor que os outros revela muito da capacidade de trabalho, dedicação e VONTADE de atingir o objectivo, por isso,a nota de entrada mostra MUITO da força de vontade do candidato...
Por acaso tenho um exemplo de uns amigos cá de casa que a miúda de 15/16 anos quer ser médica e tem médias brilhantes na área de Ciências.

Parece que agora, a nota a educação física também conta, e aí a miúda não se safa...

Estará correcto?
 
Por acaso tenho um exemplo de uns amigos cá de casa que a miúda de 15/16 anos quer ser médica e tem médias brilhantes na área de Ciências.

Parece que agora, a nota a educação física também conta, e aí a miúda não se safa...

Estará correcto?

Penso que seja verdade. É uma introdução recente (este ano ou no anterior), pela qual manifesto todo o meu repudio.
 
Por acaso tenho um exemplo de uns amigos cá de casa que a miúda de 15/16 anos quer ser médica e tem médias brilhantes na área de Ciências.

Parece que agora, a nota a educação física também conta, e aí a miúda não se safa...

Estará correcto?

Se concordo com o facto de educação fisica conbtar para a nota?
A resposta é não!


Se estará correcto?
Está!
Conta para ela e para os outros, é um criterio global!
No fim, se a nota dela for pior e não entrar, é porque os que entraram tinham melhor nota que ela incluindo a dificuldade adicinal de educação fisica.
Não é um mundo perfeito!
Temos que fazer pela vida e vencer as dificuldades!
Se a dela passa pela educação fisica a de outros passa pela quimica, e todos as tem que vencer para alcançar objectivo final qualquer que ele seja.
Vencer as dificuldades para atingir um objectivo é uma prova de determinação, vontade e de valorização
 
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