Nthor
Banido
Creio acima de tudo que devemos ser realistas com esta questão de quem trabalha seja para o estado ou no privado e não embarcar em propaganda governamental.
Já foi demonstrado em outros tópicos do género que o numero de fp é irrelevante (até comparativamente a outros países), que os seus vencimentos, bem como o da esmagadora maioria da população portuguesa é demasiado baixo, que a gestão feita pelos boys e governos nestes últimos anos tem contribuído para o aumento da burocratização do funcionalismo público e consequente má imagem.
Todos sabemos que há serviços com funcionários a mais, mas que tb há muitos com uma gritante falta de funcionários, que os mecanismos que permitem despedir funcionários do estado existe há muito tempo e apesar de ser mais justo do que o dos trabalhadores do privado tem sido emperrado pelos boys do costume, receosos da sua reconhecida incompetência.
Aqui no serviço continuo a ver funcionários que fazem mais do que lhes é pedido, que entram muito antes da hora e saem bastante depois, que são responsáveis e zelosos no trabalho que fazem sem esperarem qql tipo de reconhecimento, esperam apenas, como creio ser justo, o cumprimento das regras, de justiça social e moralidade.
Os nossos políticos tem muito que aprender com os seus concidadãos (trabalhadores, sejam por conta de outrem sejam empresários, que contribuem com o seu esforço e impostos para o país), que os elegem e os sustentam com o propósito de governarem o país e não a si próprios.
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Já foi demonstrado em outros tópicos do género que o numero de fp é irrelevante (até comparativamente a outros países), que os seus vencimentos, bem como o da esmagadora maioria da população portuguesa é demasiado baixo, que a gestão feita pelos boys e governos nestes últimos anos tem contribuído para o aumento da burocratização do funcionalismo público e consequente má imagem.
Todos sabemos que há serviços com funcionários a mais, mas que tb há muitos com uma gritante falta de funcionários, que os mecanismos que permitem despedir funcionários do estado existe há muito tempo e apesar de ser mais justo do que o dos trabalhadores do privado tem sido emperrado pelos boys do costume, receosos da sua reconhecida incompetência.
Aqui no serviço continuo a ver funcionários que fazem mais do que lhes é pedido, que entram muito antes da hora e saem bastante depois, que são responsáveis e zelosos no trabalho que fazem sem esperarem qql tipo de reconhecimento, esperam apenas, como creio ser justo, o cumprimento das regras, de justiça social e moralidade.
Os nossos políticos tem muito que aprender com os seus concidadãos (trabalhadores, sejam por conta de outrem sejam empresários, que contribuem com o seu esforço e impostos para o país), que os elegem e os sustentam com o propósito de governarem o país e não a si próprios.
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