O que é uma boa poupança?

O dinheiro fácil é de facto uma doença para a maioria dos portugueses, então cartão de crédito com TAEG de 25% é um mimo.

Andam durante uns tempos a pagar o valor minimo mensal (1-3%) e quando se dão por ela nem esse valor pagam.. depois lá vem a renegociação da divida e, no fim da linha, a Insolvência :sh)

Se soubessem a quantidade de gente que tem saldos acima de €10.000 só em cartões de crédito (1,2 ou mais por casal) até se assustavam [kiss]


Cada vez mais acho q de facto vivemos num País cheio de tontos. E noto que nas cidades devido à promocao do consumismo em todo lado é facil para as cabeças mais fracas virarem "vitimas" de sua borrice. Sei ate por familiares proximos. E no fundo nao teem nada. Cultivou-se no ocidente a ideia que "ter" é sucesso social . E que de algum modo serao felizes assim em vez de viver a vida. Acho que existe mesmo um profundo erro de concepçao de felicidade promovido pelo mundo consumista que precisa desta gente. E as depressoes (nosso país é tambem um bom exemplo disto) em parte esta linkado é esta falsa concepçao de felicidade vazia
 
Última edição:
Cada vez mais acho q de facto vivemos num País cheio de tontos. E noto que nas cidades devido à promocao do consumismo em todo lado é facil para as cabeças mais fracas virarem "vitimas" de sua borrice. Sei ate por familiares proximos. E no fundo nao teem nada. Cultivou-se no ocidente a ideia que "ter" é sucesso social . E que de algum modo serao felizes assim em vez de viver a vida. Acho que existe mesmo um profundo erro de concepçao de felicidade promovido pelo mundo consumista que precisa desta gente. E as depressoes (nosso país é tambem um bom exemplo disto) em parte esta linkado é esta falsa concepçao de felicidade vazia
Concordo e muito com o que dizes. Esta sociedade de consumismo absurdo faz-me cada vez mais confusão.

Associado aquelas fotos nas redes sociais a mostrar que tem isto e aquilo... mas que falta de inteligência dessas pessoas.

Conheço algumas pessoas que tem hábitos de consumo por e simplesmente ridículos, parece que ter dinheiro na conta lhes faz comichão, tem que gastar porque sim.

As pessoas nem se apercebem mas esta forma de viver leva depois a atitudes por vezes muito más com outros seres humanos.
 
Mas este tópico é o ideal para se falar disso, visto que é um tópico de poupança e que pode inclusivamente incentivar a poupar.

Quem cá vem à partida tem alguns hábitos de poupança.

Deve-se desde cedo tentar incutir nos mais jovens o conceito de poupança e incentivá-los a poupar, porque cada vez mais o consumismo não dá tréguas.

Não nos podemos também esquecer que o modelo económico atual assenta no consumo, se houvesse um decréscimo muito acentuado de consumo, haveria também diminuição de produção e consequentes despedimentos.

No fundo falamos de ser razoáveis e não gastar mais do que se tem e de preferência querer poupar.[;)]
 
Para a função pública ficou tudo na mesma, menos corte mais corte.

Agora no sector privado houve muita gente a perder emprego. Muita classe média.

De facto o consumismo, as agências de férias em grande, os restaurantes...
 
Lanço então a questão:

- são a favor de limite em termos de aprovação de crédito?

ou seja, são a favor que existam leis que impeçam endividamento que origine mensalidades superiores a 20% do rendimento mensal, por exemplo?
 
Lanço então a questão:

- são a favor de limite em termos de aprovação de crédito?

ou seja, são a favor que existam leis que impeçam endividamento que origine mensalidades superiores a 20% do rendimento mensal, por exemplo?

Onde vivo é assim: Tens de ter pelo menos 20% do valor do emprestimo para comprar 1 habitação.

Em caso de aluguer a renda nao pode exceder 30 ou 33% do salario bruto.
 
Não me parece uma má ideia tanto para a saúde financeira de clientes como próprios bancos.
Talvez um limite de 30% do rendimento mensal.

Eu também não via qualquer contra numa medida dessas, iria melhorar a vida em sociedade e diminuir muito o crédito mal parado.

Não sei porque não se discute.

Penso que há países com leis deste género, mas não tenho a certeza...
 
Mas para ter uma poupança dessas, ou com heranças ou com ganhos em totolotos e afins.

Porque dificilmente uma pessoa que trabalhe 40 anos, que é muito difícil, consegue poupar metade.

Sim, ou a tendencia actual: Mover-se para 1 País com rendimentos elevados e reformar-se num País de custo baixo.
 
Lanço então a questão:

- são a favor de limite em termos de aprovação de crédito?

ou seja, são a favor que existam leis que impeçam endividamento que origine mensalidades superiores a 20% do rendimento mensal, por exemplo?

Se existisse esse impedimento dos 20%, a maioria das famílias nunca teriam acesso ao crédito habitação, já que este ultrapassa largamente a margem dos 20% na grande maioria dos casos.
Para além disso iria fazer com que a economia estagnasse fazendo com que o país entrasse em recessão no médio prazo.
Quer se queira quer não, as economias modernas estão assentes no consumo, e dá a sensação que é mais perigoso o consumo estagnar do que o risco do incumprimento...
 
Se existisse esse impedimento dos 20%, a maioria das famílias nunca teriam acesso ao crédito habitação, já que este ultrapassa largamente a margem dos 20% na grande maioria dos casos.
Para além disso iria fazer com que a economia estagnasse fazendo com que o país entrasse em recessão no médio prazo.
Quer se queira quer não, as economias modernas estão assentes no consumo, e dá a sensação que é mais perigoso o consumo estagnar do que o risco do incumprimento...

Show must go on
 
Se existisse esse impedimento dos 20%, a maioria das famílias nunca teriam acesso ao crédito habitação, já que este ultrapassa largamente a margem dos 20% na grande maioria dos casos.
Para além disso iria fazer com que a economia estagnasse fazendo com que o país entrasse em recessão no médio prazo.
Quer se queira quer não, as economias modernas estão assentes no consumo, e dá a sensação que é mais perigoso o consumo estagnar do que o risco do incumprimento...

Sim, as economias assentam no consumo, mas eu falei em relação ao endividamento, ou seja, a pessoa apenas não se pode endividar mais do que X% em relação aos seus rendimentos, porém pode gastar todo o seu dinheiro na mesma.

Os 20% eram apenas um exemplo, poderia ser os 30% falados, a questão era existir um limite que salvaguardasse a sociedade de situações criadas quer por falta de ética, quer por falta de consciência financeira.

Exemplo : eu ganho 1000 euros, posso me endividar até 300 euros, mas continuo a poder gastar os outros 700 euros mensalmente, em restauração, roupas, gadgets, só não posso é assumir mais dívidas.

PS - São valores hipotéticos.
 
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