O que é uma boa poupança?

Não me parece uma má ideia tanto para a saúde financeira de clientes como próprios bancos.
Talvez um limite de 30% do rendimento mensal.
Eu tenho um credito automóvel e vou a caminho do segundo crédito habitação. Isso tudo traduz-se numa taxa de esforço actual de uns 30%. Se quiser fazer um crédito para outra coisa, deveria ser negado? E se fosse para uma formação/MBA que permitisse subir os rendimentos, ou simplesmente para a minha esposa pagar uma babysitter e contratar um estagiário, dedicar-se mais ao trabalho e triplicar o rendimento em 3~4 meses?

Não concordo de todo com essa limitação. Cabem aos bancos seguirem as regras e aferirem as garantias dos proponentes. O papel do Estado deve ser enquanto regulador e primacialmente na educação financeira da população, desde o ensino básico.

A malta sai da universidade a fazer cálculos em Rn de cabeça, mas não sabe que tem de pagar IMI nem preencher o IRS.
 
Eu tenho um credito automóvel e vou a caminho do segundo crédito habitação. Isso tudo traduz-se numa taxa de esforço actual de uns 30%. Se quiser fazer um crédito para outra coisa, deveria ser negado? E se fosse para uma formação/MBA que permitisse subir os rendimentos, ou simplesmente para a minha esposa pagar uma babysitter e contratar um estagiário, dedicar-se mais ao trabalho e triplicar o rendimento em 3~4 meses?

Não concordo de todo com essa limitação. Cabem aos bancos seguirem as regras e aferirem as garantias dos proponentes. O papel do Estado deve ser enquanto regulador e primacialmente na educação financeira da população, desde o ensino básico.

A malta sai da universidade a fazer cálculos em Rn de cabeça, mas não sabe que tem de pagar IMI nem preencher o IRS.

Genericamente, sim. É uma questão de prioridades, se vais para um segundo crédito habitação deves pensar se a tua prioridade é essa ou investir em formação. Na prática seria um limite para minimizar riscos de ambas as partes.
 
Eu tenho um credito automóvel e vou a caminho do segundo crédito habitação. Isso tudo traduz-se numa taxa de esforço actual de uns 30%. Se quiser fazer um crédito para outra coisa, deveria ser negado? E se fosse para uma formação/MBA que permitisse subir os rendimentos, ou simplesmente para a minha esposa pagar uma babysitter e contratar um estagiário, dedicar-se mais ao trabalho e triplicar o rendimento em 3~4 meses?

Não concordo de todo com essa limitação. Cabem aos bancos seguirem as regras e aferirem as garantias dos proponentes. O papel do Estado deve ser enquanto regulador e primacialmente na educação financeira da população, desde o ensino básico.

A malta sai da universidade a fazer cálculos em Rn de cabeça, mas não sabe que tem de pagar IMI nem preencher o IRS.

Não concordas, estás no teu direito de ter outra opinião. [;)]

Eu mantenho a minha opinião, contrair dividas que levem mais de 30% do que entra liquido em casa não me parece saudável...
Imprevistos na vida podem acontecer muitos e havendo ainda uma folga é uma coisa, estando a corda já apertada é outra.
 
Não concordas, estás no teu direito de ter outra opinião. [;)]

Eu mantenho a minha opinião, contrair dividas que levem mais de 30% do que entra liquido em casa não me parece saudável...
Imprevistos na vida podem acontecer muitos e havendo ainda uma folga é uma coisa, estando a corda já apertada é outra.


Imprevistos? O sistema de segurança social trata disso.
Isso era se estivesses num país estilo USA em que és tu responsável pela tua reforma e pelos teus próprios imprevistos.
 
Genericamente, sim. É uma questão de prioridades, se vais para um segundo crédito habitação deves pensar se a tua prioridade é essa ou investir em formação. Na prática seria um limite para minimizar riscos de ambas as partes.

Nesse exemplo, é mais uma questão de timing. Ao arrendar o primeiro imóvel, a taxa de esforço diminui e ao completar a formação, o rendimento aumenta. É um esforço temporário e não uma condição definitiva, muito diferente de ter um rendimento estável e sem perspectivas, onde o crédito é apenas para elevar o padrão de consumo.

Não concordas, estás no teu direito de ter outra opinião. [;)]

Eu mantenho a minha opinião, contrair dividas que levem mais de 30% do que entra liquido em casa não me parece saudável...
Imprevistos na vida podem acontecer muitos e havendo ainda uma folga é uma coisa, estando a corda já apertada é outra.

Para os imprevistos, existem os seguros.
Crédito é uma forma de alavancar o investimento e crescimento. A estupidez está em usar e abusar desse recurso para consumo fútil sem qualquer retorno.
Um exemplo tosco, um MBA custa cerca de 50k e pode representar um aumento de 25~30k no rendimento anual. Podes recorrer ao crédito e em 3~4 anos elevaste o teu rendimento e já liquidaste o crédito ou podes esperar 10~12 anos para conseguir juntar os 50k (com muito esforço) e começar o curso. ao fim de ~13 anos estás no mesmo ponto que estarias em 4 anos com recurso ao crédito.
 
Nesse exemplo, é mais uma questão de timing. Ao arrendar o primeiro imóvel, a taxa de esforço diminui e ao completar a formação, o rendimento aumenta. É um esforço temporário e não uma condição definitiva, muito diferente de ter um rendimento estável e sem perspectivas, onde o crédito é apenas para elevar o padrão de consumo.



Para os imprevistos, existem os seguros.
Crédito é uma forma de alavancar o investimento e crescimento. A estupidez está em usar e abusar desse recurso para consumo fútil sem qualquer retorno.
Um exemplo tosco, um MBA custa cerca de 50k e pode representar um aumento de 25~30k no rendimento anual. Podes recorrer ao crédito e em 3~4 anos elevaste o teu rendimento e já liquidaste o crédito ou podes esperar 10~12 anos para conseguir juntar os 50k (com muito esforço) e começar o curso. ao fim de ~13 anos estás no mesmo ponto que estarias em 4 anos com recurso ao crédito.

Mas só não conseguirias crédito para formação se já tivesses um padrão de consumo elevado. [;)] Com padrão de consumo moderado via crédito, terias sempre margem para isso.

Se um MBA for mesmo importante para um elemento da empresa, é a própria empresa que vai pagar essa formação. Não conheço ninguém (profissionais experientes) que tenham pago MBA do próprio bolso, é sempre a empresa a pagar.
 
Mas só não conseguirias crédito para formação se já tivesses um padrão de consumo elevado. [;)] Com padrão de consumo moderado via crédito, terias sempre margem para isso.

Se um MBA for mesmo importante para um elemento da empresa, é a própria empresa que vai pagar essa formação. Não conheço ninguém (profissionais experientes) que tenham pago MBA do próprio bolso, é sempre a empresa a pagar.

Pois eu conheço bastantes que tiraram o MBA do próprio bolso, alguns até tiraram 1 ano sabático para o fazer
 
Se um MBA for mesmo importante para um elemento da empresa, é a própria empresa que vai pagar essa formação. Não conheço ninguém (profissionais experientes) que tenham pago MBA do próprio bolso, é sempre a empresa a pagar.

Sim mas já não tanto como era mais antigamente. As empresas foram ganhando calos com os MBAs e nos casos em que trabalhador não se foi embora para "Montar o seu negócio" ou para a concorrência, voltou pior do que o que foi porque além de querer ganhar mais, quer tb cargos melhores e começa a ter "ideia parvas" e mirabolantes ( não estou a brincar...[:D]). Um carga de trabalhos sobretudo em sectores já estabelecidos e com uma certa inércia associada ao conceito do negócio.

Apesar de ser um excelente complemento de formação ( não se discute), pode trazer mais problemas à empresa do que vantagens.

E cria tb perigosas ilusões na cabeça de algumas pessoas. Por exemplo na minha empresa há 2 MBAs na prateleira amuados. Fazem mínimos olímpicos, dizem "não" a tudo à espera de serem promovidos ( como se isso fosse possível com este tipo de atitude [:D][:)]) . Pessoas que até eram competentes antes...

Mas quem diz MBAs diz outras formações ou mestrados técnicos: a malta acha sempre que concluir um curso dá direito a um aumento e promoção automática e que que passaram a valer "ouro" no mercado. Não é bem assim.
 
Sim mas já não tanto como era mais antigamente. As empresas foram ganhando calos com os MBAs e nos casos em que trabalhador não se foi embora para "Montar o seu negócio" ou para a concorrência, voltou pior do que o que foi porque além de querer ganhar mais, quer tb cargos melhores e começa a ter "ideia parvas" e mirabolantes ( não estou a brincar...[:D]). Um carga de trabalhos sobretudo em sectores já estabelecidos e com uma certa inércia associada ao conceito do negócio.

Apesar de ser um excelente complemento de formação ( não se discute), pode trazer mais problemas à empresa do que vantagens.

E cria tb perigosas ilusões na cabeça de algumas pessoas. Por exemplo na minha empresa há 2 MBAs na prateleira amuados. Fazem mínimos olímpicos, dizem "não" a tudo à espera de serem promovidos ( como se isso fosse possível com este tipo de atitude [:D][:)]) . Pessoas que até eram competentes antes...

Mas quem diz MBAs diz outras formações ou mestrados técnicos: a malta acha sempre que concluir um curso dá direito a um aumento e promoção automática e que que passaram a valer "ouro" no mercado. Não é bem assim.

E esses casos foi a empresa que pagou?

Claro que não dá direito a nada. Também ando a fazer formação adicional e não estou com esperança disso fazer diferença a curto prazo. Na prática é semear para o futuro.
 
Mas só não conseguirias crédito para formação se já tivesses um padrão de consumo elevado. [;)] Com padrão de consumo moderado via crédito, terias sempre margem para isso.

Se um MBA for mesmo importante para um elemento da empresa, é a própria empresa que vai pagar essa formação. Não conheço ninguém (profissionais experientes) que tenham pago MBA do próprio bolso, é sempre a empresa a pagar.

Nesse caso, ultrapassava o limite "cego" dos 30% em discussão.
Já na evolução da conversa, tenho o MBA nos planos e apesar de querer que seja a empresa a pagar, tenho sérias dúvidas que vou ficar satisfeito com os resultados a médio e longo prazo...
Do meu círculo de amigos, apenas 2 fizeram do próprio bolso e foram buscar a diferença noutro lado. Dos meus colegas mais directos, 6 fizeram pela empresa e não viram a vida mudar muito, mas nas condições deles, já não me queixava...
 
Última edição:
Imprevistos? O sistema de segurança social trata disso.
Isso era se estivesses num país estilo USA em que és tu responsável pela tua reforma e pelos teus próprios imprevistos.

No caso de desemprego, a Segurança Social "apenas" paga no máximo 1053 euros, basta ser uma pessoa que ganhasse 2000 euros e já está com um grande imprevisto.

Mesmo as compensações atualmente para novos contratos o máximo são 12 meses, nem a um ano de rendimentos corresponde.
 
Sim, as economias assentam no consumo, mas eu falei em relação ao endividamento, ou seja, a pessoa apenas não se pode endividar mais do que X% em relação aos seus rendimentos, porém pode gastar todo o seu dinheiro na mesma.

Os 20% eram apenas um exemplo, poderia ser os 30% falados, a questão era existir um limite que salvaguardasse a sociedade de situações criadas quer por falta de ética, quer por falta de consciência financeira.

Exemplo : eu ganho 1000 euros, posso me endividar até 300 euros, mas continuo a poder gastar os outros 700 euros mensalmente, em restauração, roupas, gadgets, só não posso é assumir mais dívidas.

PS - São valores hipotéticos.


Percebo o que dizes e também concordo, mas o importante é
que se consuma, de preferência muito, pouco importa de que forma... No final do dia a conta final vai sempre parar aos mesmos..

Um pequeno exemplo:

A Mercedes vende um carro ao stand, recebe o pagamento; o stand vende o carro ao consumidor final, recebe o pagamento; o consumidor recorreu à financeira para fazer o crédito, esta agarra em num pacote de créditos concedidos e vende a um fundo financeiro qualquer, recebe o seu pagamento.
No final se o comprador do carro deixar de o pagar, quem se lixa é o cidadão responsável que poupou para investir...

Outra hipótese é a financeira não conseguir vender o pacote de créditos nem conseguir fazer a cobrança, aí entra em cena o estado e a financeira a bem ou a mal lá acaba por receber o seu pagamento...mais uma vez advinha quem fica com a conta...?[:D]
 
Percebo o que dizes e também concordo, mas o importante é
que se consuma, de preferência muito, pouco importa de que forma... No final do dia a conta final vai sempre parar aos mesmos..

Um pequeno exemplo:

A Mercedes vende um carro ao stand, recebe o pagamento; o stand vende o carro ao consumidor final, recebe o pagamento; o consumidor recorreu à financeira para fazer o crédito, esta agarra em num pacote de créditos concedidos e vende a um fundo financeiro qualquer, recebe o seu pagamento.
No final se o comprador do carro deixar de o pagar, quem se lixa é o cidadão responsável que poupou para investir...

Outra hipótese é a financeira não conseguir vender o pacote de créditos nem conseguir fazer a cobrança, aí entra em cena o estado e a financeira a bem ou a mal lá acaba por receber o seu pagamento...mais uma vez advinha quem fica com a conta...?[:D]

Por isso é que pode fazer sentido um limite em relação ao endividamento, para o cidadão não deixar de pagar.

Mas como é óbvio podem existir hipóteses melhores, não me parece é que o atual método de existirem financeiras a emprestar a 20% possa ser benéfico para a sociedade, mas sim apenas para uma minoria de indivíduos.

Porque mesmo que o que esteja em causa seja a iliteracia financeira da população, como disseste e bem, no fim quem paga é o cidadão cumpridor, que devido aos abusos cometidos vai ver aumento de impostos, cortes no investimento, nos salários, etc.
 
Nada concordo com limites imposto, mas confesso que isso teria um bónus: ia deixar de haver tanto proprietário de Maseratti com salário mínimo.
De resto. Se o banco aprova que fique a arder.

Se o humano se candidata, aguente!
Deve ser dos poucos sistemas em que me parece que nos EUA, funciona bem.
 
Por isso é que pode fazer sentido um limite em relação ao endividamento, para o cidadão não deixar de pagar.

Mas como é óbvio podem existir hipóteses melhores, não me parece é que o atual método de existirem financeiras a emprestar a 20% possa ser benéfico para a sociedade, mas sim apenas para uma minoria de indivíduos.

Porque mesmo que o que esteja em causa seja a iliteracia financeira da população, como disseste e bem, no fim quem paga é o cidadão cumpridor, que devido aos abusos cometidos vai ver aumento de impostos, cortes no investimento, nos salários, etc.

O limite fosse de 20 fosse de 10 só está valido naquele momento.
Se a pessoa perde o emprego e entretnato vai para um a ganhar menos, como era?
 
Nada concordo com limites imposto, mas confesso que isso teria um bónus: ia deixar de haver tanto proprietário de Maseratti com salário mínimo.
De resto. Se o banco aprova que fique a arder.

Se o humano se candidata, aguente!
Deve ser dos poucos sistemas em que me parece que nos EUA, funciona bem.

A bolha de crédito nos USA é que despoletou a borrasca.
 
O que é uma boa poupança?

Esta é a minha exacta opiniao.
Como micro empresario (digamos assim pq tento investir dentro dos meus limitados recursos) noto que estas ondas de "estamos em crise" ora "estamos nas vacas gordas" é excelente para fazer dinheiro facil. Pq tendo dinheiro ne epoca da crise compra-se e faz-se negocios muito bons. Chegando a epoca das "vacas gordas" os preços viram absurdos. O exemplo que deste dos carros é dos mais obvios. Muito carro esta mais caro agora que em relacao a 2 ou 3 anos. Num segmento mais alto como Prsche Cayman chegam a estar uns 5000€ mais caros agora do que quem os comprou à 3 anos. Mas identico a muito produto menos diferenciado. Ramo relojoaria que aprecio idem. 1001 idem. Ou seja muita gente de direita e que vota PSD gosta destas mudanças de governo pq no fundo promovem o enriquicimento as custas de muito lorpa

Apenas nao concordo em absoluto que quem é classe media continua depois classe media. Acho que é nestas epocas que muiutos tontos se individam e daqui por 3 a 4 anos estou a abrir falencia.

Uma coisa interessante é que eu estando a viver neste momento no Porto a percepçao que tenho é que anda tudo cheio de dinheiro. Iphones, carros novos ou semi novos. Mas depois basta numa conversa mais apertada e perceber que para essas mesmas pessoas que demonstam alguns sinais de bem estar (objectos ) consideram depois 1000€ um extraordinario ordenado ou no melhor dos casos profundamente satisfatorio. Ou seja vai algo profundamente errado na nossa classe media

Quando disse que quem era classe média continua média era assumindo que apesar as euforias de fim de crise ou períodos de crise os rendimentos e despesas dessas pessoa estão mais ou menos na mesma.

Mas na cabeça há o efeito psicológico de poupar na suposta crise e gastar n época das "vacas gordas" quando é muito mais inteligente fazer precisamente o contrário.

Claro que se uma pessoa precisar de comprar casa, carro etc. e não poder adiar que remédio, mas podendo comprar em crise e vender em supostos tempos áureos (que na verdade é tudo menos a nossa realidade mas ok), melhor.

Um exemplo: Precisei de trocar de carro o ano passado, lixei-me porque o mercado dos usados está o que se sabe.

A sorte é que vendi a minha retoma por fora por um valor bem mais simpático e o ex carro precisava de ~€1050/110 em manutenção, pneus e IUC. Só em manutenção e 4 pneus decentes eram €850.

Sempre foi uma ajuda.

Ainda assim custou procurar e procurar e dar mais 10 ou até 15% do que daria por um negócio semelhante em altura de crise.

Até porque uma das principais razões para o aumento dos preços dos usados é o aumento do crédito concedido e eu nem tinha esse entrave de ter de pedir crédito pelo que em altura de crise ou agora era-me indiferente.


Agora já está e é olhar em frente.

Peço desculpa pelo OT.
 
Última edição:
O limite fosse de 20 fosse de 10 só está valido naquele momento.
Se a pessoa perde o emprego e entretnato vai para um a ganhar menos, como era?

O mesmo que acontece quando excedes o espaço na cloud. [:D]

Basicamente ficarias bloqueado a conseguir mais crédito e só voltas a conseguir quando voltares a descer do nível máximo estabelecido. [;)] Na situação da cloud, ficas impedido de adicionar mais ficheiros, mesmo que estejas a ultrapassar o espaço limite, e só voltas a conseguir colocar mais ficheiros quando libertares espaço abaixo do limite da tua conta. Simples.
 
Voltar
Superior