O que é uma boa poupança?

Sim, mas também não deves saber que agora há situações em que um professor se tiver meio horário, para a SS só desconta meio ano.

O que significa que só ao fim de 2 anos tem o equivalente a trabalhar 1 ano.

Mas se não tiver trabalho em julho e agosto, nem ao fim de 2 anos tem o subsídio de desemprego.

No meu caso e colegas, as nossas actividades são geridas por empresa publico-privada.
 
Eu gostava era de saber que rendimentos "extras" é que vocês fazem com aquilo que poupam, em que é que investem? Se tivessem 10mil€parados investiam no quê? Eu ganho mil € liquidos e sem poupar nada de jeito, indo onde me apetece e com compras muitas vezes estupidas e irracionais juntei 10mil€ em ano e meio. Vivo em casa dos meus pais, sem despesas. Mas não faço ideia de como aumentar o profit, em que é que vou investir o dinheiro que poupo. Se puderem dar dicas [;)]

Ora vamos lá a umas contas.

Ganhas 1000 líquidos e dizes que em 18 meses (18 mil euros ganhos) poupaste 10 mil.

E ainda dizes que foi sem poupar nada de jeito?

Poupaste mais de 50% do que ganhaste, mas como não tens despesas fixas e deves ser bastante poupado conseguiste os tais 10 mil. [;)]
 
Se toda a gente começar a ser muito poupada então a poupança agregada vai descer e ao fim de algum tempo ficam todos a poupar menos do que antes!
Certo, isso advem da teoria geral de economia, poupança em excesso, reduz o comsumo em excesso , reduz a procura e leva a desemprego e recessão.
a questao é que esse problema aqui nem se poe, aqui o problema é.

poupança em defice, falat de capital para investiemnto, recurso a credito externo, falta de almofada para os ciclos economicos
 
Ora vamos lá a umas contas.

Ganhas 1000 líquidos e dizes que em 18 meses (18 mil euros ganhos) poupaste 10 mil.

E ainda dizes que foi sem poupar nada de jeito?

Poupaste mais de 50% do que ganhaste, mas como não tens despesas fixas e deves ser bastante poupado conseguiste os tais 10 mil. [;)]
Sim é provavel, mas tou a dizer que nao ligo a isso, basicamente vou jantar fora varias vezes quando me apetece, ofereci varias prendas a minha namorada, pais ( uma maquina de 300€ por ex), ao meu afilhado, ando no ginasio tomo proteina creatina, vou ao barbeiro de 3 em 3 semanas, comprei roupa, viajei ja duas vezes (açores e dublin) etc. Simplesmente nao pensei muito nisso.
 
Última edição:
É o chamado Paradoxo da Poupança, que faz parte da teoria geral da poupança postulada por Keynes e que tem verificação empírica.
Se as pessoas começarem a poupar mais então vão consumir menos. Ao consumir menos estão a reduzir as receitas das empresas que vendem bens e serviços de consumo que eventualmente terão que ajustar a sua oferta à baixa da procura reduzindo as compras de matérias primas, fornecimentos de serviços e consumos intermédios e numero de trabalhadores. Este efeito segue em cadeia pela economia toda indo afectar aqueles que começaram por poupar mais porque vão ser prejudicados ou com menores salarios ou com menos rendimentos se forem empresarios e eventualmente até desemprego, tendo assim necessidade de poupar menos ou nada.
O paradoxo da poupança demonstra que há um nivel optimo de poupança que permite fazer a sua captação para fazer investimento mas acima desse nivel a poupança é prejudicial à economia porque apesar de haver recursos disponíveis ninguém porque ninguém aumenta o consumo.

Isso mesmo
Mas aqui nos queremos o seguinte a malta aqui do forum poupa em excesso , investe á bruta e fica rica. o resto da população gasta por nos [:D]
Depois vamos todos de braço dado filiarnos na Iniciativa liberal e dizer que é uma vergonha os impostos tao altos [:)][:)], queremos uma flat tax e isenção nos rendimentos de capitais [:p][:)]
 
Passo a vida nessa batalha interior. Mudar de casa parece-me um passo não inteligente. Não foi uma casa cara na altura, para a realidade, muito menos na realidade actual. A mensalidade não é nada de extraordinário. Nem os meus gastos. É efectivamente, o que referes, o rendimento. Claro que juntando o rendimento da minha profissão mais o rendimento extra de trabalhar numa escola de música, mais um aqui e ali, vai dando para "enganar". O ano passado tomei a decisão de deixar um projecto musical que tinha. De música de baile. Nunca foi a área que me fascinou, mas dava para ganhar algum rendimento extra, sobretudo de verão. Vários problemas: a paixão sobrepõe-se à razão e vai-se investindo aqui e ali e eu ainda fui sendo muito controlado. Ainda hoje uso um teclado que comprei há quase 10 anos, que me custou 400€ quando já tive colegas a gastarem 2 e 3 vezes, à volta de 3000€. E não faço menos do que eles, muitas vezes, pelo contrário. Mas chateei-me porque a área está completamente desvalorizada, começou-se a pagar muito mal, os DJ's invadiram esse espaço e as pessoas não entendem a diferença entre valorizar um talento (quando o há, também há muita malta que não sabe tocar 2 notas seguidas e engana o pessoal com gravações/midis). Por outro lado, tinha passado o projecto de Duo para Banda e havia pessoal que eu já andava a carregar às costas em vez de se ajudarem todos mutuamente.
Agora estou num projecto que é o que me satisfaz e onde todos estão a investir de igual forma. Só que foi começar tudo de novo e para já, em termos de concertos, reduziu para cerca de 20% daquilo que fazia.

Por outro lado, custa-me encontrar algo que ao mesmo tempo me agrade e que eu consiga valorizar. Como já disse em cima, já fiz de tudo um pouco e, embora o trabalho de professor, na sociedade actual, seja o que toda a gente já vai percebendo que é, ainda assim, há dias de imensa valorização pessoal. Nem tanto do empregador, mas começa a ser crónico e transversal aos vários empregos que existem.
Neste momento se, em vez de dizer: "tenho de mudar de emprego", acontecesse "perdi o emprego", acho que ficaria inicialmente como burro na ponte sem saber para onde ir. Bem como estabilidade laboral é, cada vez mais, uma utopia.
Agora sim,tudo o que rodeia os meus ganhos é altamente instável: AEC's, escola de música (tanto pode crescer, trazer mais alunos, como reduzir ao número de alunos), concertos, podem aparecer muitos ou nenhum, nunca são rendimentos fixos e com um desses é preciso ter a segurança de contar sempre.

O que tens de encontrar é algo que a sociedade procure e que tu consigas valorizar. Gosto+habilidade é para hobbies. Procura+habilidade é ganhar dinheiro
 
O que tens de encontrar é algo que a sociedade procure e que tu consigas valorizar. Gosto+habilidade é para hobbies. Procura+habilidade é ganhar dinheiro


Sim, mas o mercado não procura para ser mais um.
Sou bom no que faço e por isso é que o faço. Com uma valorização demorada, mas crescente, nos últimos anos. O que não implica que não se possa somar o talento para uma actividade extra com capacidade e aplicação na área laboral, é certo.
 
E a questão das AEC's é um fundamento com peso, certo, no entanto, faço aquilo para o que me formei e aquilo que para que me preparei. Uma mudança iria custar bastante, não obstante se tivesse melhores condições, seria muito bem ponderada. Trabalhei 3 Verões seguidos com 13, 14 e 15 anos para comprar algumas coisas que queria e não queria pedir aos meus pais. Entrei na universidade com 18 anos, trabalhei enquanto lá andava como sapateiro/chaveiro.
Dos 4 anos de licenciatura, no 4º apresentaram-me a proposta de 9 horas semanais de horário que passaram a 11 + as horas da licenciatura. Nessa altura, já tinha banda, já fazia quase todos os fins de semana concertos. Aí, no entanto, era bastante "parvo", e gastou-se em carros, para ficarem mais bonitos, mais novos, etc... hoje, claro que tinha poupado uns milhares. O investimento em som, luz e instrumentos musicais também foi avultado. Deu para ir compensando algumas despesas, para ganhar algum que se foi usando ao longo destes anos, para mobilar a casa, electrodomésticos, antes disso, pagar o casamento, etc.
Trabalhei o primeiro ano a recibos verdes com um horário de 15 horas semanais a ter de fazer deslocações de 50+50 km's por dia.
No ano seguinte, consegui um horário de 21 horas na minha cidade (Póvoa de Varzim) com um salário de 1200€.
3 anos a contrato, com horários de 21, 19 e 20h. Findos os 3 anos, perceberam que se nos renovassem o contrato teríamos de ficar efectivos na empresa e foi aí que as coisas descarrilaram. No ano seguinte o horário foi de 15 horas até que houve 2 anos com horários de 7 e 8 horas semanais. Aí, trabalhei numa imobiliária e estava a trabalhar com 3 projectos musicais diferentes, por forma a compensar.
Os horários melhoraram ligeiramente, mas começou a ser sempre trabalho de meio de Setembro a final de Junho. Entre estes 2 anos mais complicados, a minha esposa teve de ser operada e ficou meses em casa. No ano seguinte parti o perónio, uma lesão relativamente grave que me impediu de trabalhar durante mais de ano e meio e que me consumiu bastante dinheiro, com as despesas que existiam e medicação constante para resolver isto.
Entre alguns problemas de saúde familiares, ficar perto dos meus pais (o meu pai faleceu no ano passado com um cancro fulminante), a minha mãe também teve de retirar o útero há coisa de 4 anos... foi uma avalanche de aspectos menos bons que todos juntos fizeram chegar à condição actual.

Com outros aspectos pelo meio: falta de grande preocupação nestas questões, sobretudo porque não gosto de trabalhar com números, confesso. A matemática nunca foi o meu forte. Quando me meti no empréstimo também desconhecia grande parte dos aspectos que só fui descobrindo, sobretudo, pelo que fui aprendendo na imobiliária.
Entretanto, fui juntando 2+2 com esta questão dos juros, dos spreads, das taxas de juro mundiais, das euribor, do que foi realmente a crise económica e a perspectiva de que, pela lógica, brevemente, irá haver um aumento de juros que irão prejudicar quem vive no limite ou perto disso.

Eu não vivo no limite. É preciso enquadrar e vai-se deixando muita conversa para trás no meio de tantos "posts" e muito do que digo aqui já disse atrás e não queria, na verdade, ter entrado por aspectos tão pessoais, mas depois começam as análises com todos os dados e torna-se difícil enquadrar a "big picture".

Há duas semanas, numa reunião de condomínio, falou-se da necessidade de cada morador gastar 5000€ (perto disso). Claro que me devia ter salvaguardado.
Claro que tenho algum dinheiro de lado. Não é muito. Não é suficiente para dizer: vou investir isto e daqui a um ano receber 150 ou 200€. E correndo o risco de ficar sem o pouco que se tem ou se sabe onde se investir com perspectiva quase segura de rendimento ou mais vale não o fazer.

A nível de poupança, lá está, estou a ponderar o futuro e se daqui a 10/20 anos, com aumento dos juros, custo de vida, será que as condições de vida melhoraram? Será que tenho força e energia para andar a fazer extras fora do horário laboral e aos fins de semana?
Trabalhar não é o que me mete medo. Por vezes é mais fácil o trabalho físico (não estando aqui a desvalorizar nenhum, todos os trabalhos têm a sua dificuldade)... quando estava na imobiliária, só o facto de conviver com pessoas, de poder falar, de se ir tomar um café, de visitar espaços diferentes, já faziam com que as horas passassem bem mais rápido do que às vezes 30 minutos dentro de uma sala de aula.
Tenho um filho de 2 anos e 5 meses. Vem aí a época de infantário, depois escola e despesas inerentes e tudo o que se segue.
Pensado que, estando as taxas negativas, qual será o valor em que 300€ se vão transformar daqui a uns tempos?

Se és jovem, arrisca. O meu trabalho nada tem a ver com a formação que tive, e pelo meio andei em funções completamente díspares. Ainda hoje em dia me meto em negócios novos só pelo desafio de aprender algo mais sobre um sector diferente. E estou sempre a pensar no próximo.

Não tenhas medo de ir para algo novo e que possa ser mais motivador e até recompensador financeiramente.
 
Isso mesmo
Mas aqui nos queremos o seguinte a malta aqui do forum poupa em excesso , investe á bruta e fica rica. o resto da população gasta por nos [:D]
Depois vamos todos de braço dado filiarnos na Iniciativa liberal e dizer que é uma vergonha os impostos tao altos [:)][:)], queremos uma flat tax e isenção nos rendimentos de capitais [:p][:)]

Tiveste uma epifania!! [:D]
 
É o chamado Paradoxo da Poupança, que faz parte da teoria geral da poupança postulada por Keynes e que tem verificação empírica.
Se as pessoas começarem a poupar mais então vão consumir menos. Ao consumir menos estão a reduzir as receitas das empresas que vendem bens e serviços de consumo que eventualmente terão que ajustar a sua oferta à baixa da procura reduzindo as compras de matérias primas, fornecimentos de serviços e consumos intermédios e numero de trabalhadores. Este efeito segue em cadeia pela economia toda indo afectar aqueles que começaram por poupar mais porque vão ser prejudicados ou com menores salarios ou com menos rendimentos se forem empresarios e eventualmente até desemprego, tendo assim necessidade de poupar menos ou nada.
O paradoxo da poupança demonstra que há um nivel optimo de poupança que permite fazer a sua captação para fazer investimento mas acima desse nivel a poupança é prejudicial à economia porque apesar de haver recursos disponíveis ninguém porque ninguém aumenta o consumo.

E se as pessoas pouparem ainda mais e aumentarem o consumo por via do aumento de rendimentos?

É que esse postulado parte do princípio de que o rendimento é estático e como tal, se vai para a poupança então não vai para o consumo.

É o que acontece comigo. Eu todos os anos aumento o rendimento, aumento a poupança e aumento o consumo.
 
Passo a vida nessa batalha interior. Mudar de casa parece-me um passo não inteligente. Não foi uma casa cara na altura, para a realidade, muito menos na realidade actual. A mensalidade não é nada de extraordinário. Nem os meus gastos. É efectivamente, o que referes, o rendimento. Claro que juntando o rendimento da minha profissão mais o rendimento extra de trabalhar numa escola de música, mais um aqui e ali, vai dando para "enganar". O ano passado tomei a decisão de deixar um projecto musical que tinha. De música de baile. Nunca foi a área que me fascinou, mas dava para ganhar algum rendimento extra, sobretudo de verão. Vários problemas: a paixão sobrepõe-se à razão e vai-se investindo aqui e ali e eu ainda fui sendo muito controlado. Ainda hoje uso um teclado que comprei há quase 10 anos, que me custou 400€ quando já tive colegas a gastarem 2 e 3 vezes, à volta de 3000€. E não faço menos do que eles, muitas vezes, pelo contrário. Mas chateei-me porque a área está completamente desvalorizada, começou-se a pagar muito mal, os DJ's invadiram esse espaço e as pessoas não entendem a diferença entre valorizar um talento (quando o há, também há muita malta que não sabe tocar 2 notas seguidas e engana o pessoal com gravações/midis). Por outro lado, tinha passado o projecto de Duo para Banda e havia pessoal que eu já andava a carregar às costas em vez de se ajudarem todos mutuamente.
Agora estou num projecto que é o que me satisfaz e onde todos estão a investir de igual forma. Só que foi começar tudo de novo e para já, em termos de concertos, reduziu para cerca de 20% daquilo que fazia.

Por outro lado, custa-me encontrar algo que ao mesmo tempo me agrade e que eu consiga valorizar. Como já disse em cima, já fiz de tudo um pouco e, embora o trabalho de professor, na sociedade actual, seja o que toda a gente já vai percebendo que é, ainda assim, há dias de imensa valorização pessoal. Nem tanto do empregador, mas começa a ser crónico e transversal aos vários empregos que existem.
Neste momento se, em vez de dizer: "tenho de mudar de emprego", acontecesse "perdi o emprego", acho que ficaria inicialmente como burro na ponte sem saber para onde ir. Bem como estabilidade laboral é, cada vez mais, uma utopia.
Agora sim,tudo o que rodeia os meus ganhos é altamente instável: AEC's, escola de música (tanto pode crescer, trazer mais alunos, como reduzir ao número de alunos), concertos, podem aparecer muitos ou nenhum, nunca são rendimentos fixos e com um desses é preciso ter a segurança de contar sempre.

Eu sei que sou apenas um registo digital, não mos conhecemos mas i feel you!
Um conselho de amigo, estabelece este objetivo, este ano é o último de aecs.
Tens depois uns meses para elaborar um plano, pode passar por formação, por negócio próprio, por emprego novo sem formação, mas muda o rumo da tua vida, eatas a precisar te garanto, não tenhas medo da mudança, pior não ficas.
 
E se as pessoas pouparem ainda mais e aumentarem o consumo por via do aumento de rendimentos?

É que esse postulado parte do princípio de que o rendimento é estático e como tal, se vai para a poupança então não vai para o consumo.

É o que acontece comigo. Eu todos os anos aumento o rendimento, aumento a poupança e aumento o consumo.

Poupança é uma coisa
Investimento e outra
Poupança = entesouramento



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Poupança é uma coisa
Investimento e outra
Poupança = entesouramento



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Mas temos de ir por partes, e neste tópico a parte que interessa é a da poupança...[:D]

Investimentos e afins já complica o assunto, apesar de serem um potenciador de maior poupança.
 
Compreendo-te bem.

Isso de avaliarem os pais por comprarem menos ou mais bens materiais aos filhos é verdade infelizmente.Mas também já reparei que tipicamente quem faz mais isso, é a própria família... gente a quem se dá margem para meter o bedelho na nossa vida, pois é.

Isso e outro costume que observei (e também fui culpado)... no passado quando ainda não era pai e tinha outras 'folgas', um gajo ainda tinha os seus 20 e tais e muita ingenuidade :

O costume de oferecermos prendas caras a praticamente toda a gente no Natal, que no fundo sabemos que funcionava também como demonstração de status social, e quando tudo é novidade e queremos impressionar os outros, faz maravilhas pelo nosso ego...
(Se o @obtuso ler isto, diz logo: "erro crasso menino, ainda andavas a dormir para vida".)

Por acaso eu e a minha companheira falámos recentemente sobre estes aspectos, e com toda a sinceridade e até porque hoje temos mais encargos, transmiti-lhe que estou fora do jogo de "aparências" e merd4s que tais, principalmente com "familiares" que nunca souberam valorizar a boa vontade.

O dinheiro não me cai do céu portanto primeiro estou eu, ponto final.

Não digo que seja da família no nosso caso, mas sim de quem damos abebias para saberem da nossa vida.

Eu e a minha esposa temos um casal amigo, temos os nossos filhos com pouca diferença, eles são empresários de sucesso, e eu sou o típico tuga que trabalha para esses empresários de sucesso, no entanto, eles são excelentes pessoas.
Então quando elas estão juntas (as mulheres) trocam ideias e opiniões, e por norma os outros andam sempre com tudo o que é da moda, tudo o que seja acessórios de última moda, eles têm, quando nós dizemos que ah não, não podemos, fazem aquela tal pressão, do ah mas é preciso!
A última, que eu achei engraçado, foi assim:
A outra rapariga começou a dizer que usa peixe fresco do mar, daquele carote, para fazer as sopas para a garota, e que nós deveríamos de experimentar a fazer o mesmo, e a minha mulher disse, ah não, não compro peixinho fresco para nós, vou agora habituar o meu a isso, e depois eu como cascas de tremoço!

Mais tarde a rapariga pergunta: olha como faço para ir de férias e levar comida já preparada?
A minha respondeu, para levar um daqueles potinhos de comida já conservados.
A rapariga respondeu que não a garota não gostava.
A minha respondeu: ah não gosta?? Pois está habituada a comer peixinho fresco do mar, é normal que não queira comer comida de pobre!

Isto tudo para dizer que muitas vezes somos influenciados pelo status social, como referiste, e muitas pessoas compram o que não precisam só para encher o olho a outros!
Esse mesmo casal, queixasse que passa pouco tempo com a filha, que trabalham muito! Pois eu prefiro comer comida de pobre, sair do trabalho a horas decentes chegar a casa e brincar com o meu filho e este em família!
Se poderia trabalhar mais para ganhar mais e assim poupar e ter tudo de bom e melhor para o meu filho e ter status social? Podia, mas não sabia a mesma coisa!
 
Não digo que seja da família no nosso caso, mas sim de quem damos abebias para saberem da nossa vida.

Eu e a minha esposa temos um casal amigo, temos os nossos filhos com pouca diferença, eles são empresários de sucesso, e eu sou o típico tuga que trabalha para esses empresários de sucesso, no entanto, eles são excelentes pessoas.
Então quando elas estão juntas (as mulheres) trocam ideias e opiniões, e por norma os outros andam sempre com tudo o que é da moda, tudo o que seja acessórios de última moda, eles têm, quando nós dizemos que ah não, não podemos, fazem aquela tal pressão, do ah mas é preciso!
A última, que eu achei engraçado, foi assim:
A outra rapariga começou a dizer que usa peixe fresco do mar, daquele carote, para fazer as sopas para a garota, e que nós deveríamos de experimentar a fazer o mesmo, e a minha mulher disse, ah não, não compro peixinho fresco para nós, vou agora habituar o meu a isso, e depois eu como cascas de tremoço!

Mais tarde a rapariga pergunta: olha como faço para ir de férias e levar comida já preparada?
A minha respondeu, para levar um daqueles potinhos de comida já conservados.
A rapariga respondeu que não a garota não gostava.
A minha respondeu: ah não gosta?? Pois está habituada a comer peixinho fresco do mar, é normal que não queira comer comida de pobre!

Isto tudo para dizer que muitas vezes somos influenciados pelo status social, como referiste, e muitas pessoas compram o que não precisam só para encher o olho a outros!
Esse mesmo casal, queixasse que passa pouco tempo com a filha, que trabalham muito! Pois eu prefiro comer comida de pobre, sair do trabalho a horas decentes chegar a casa e brincar com o meu filho e este em família!
Se poderia trabalhar mais para ganhar mais e assim poupar e ter tudo de bom e melhor para o meu filho e ter status social? Podia, mas não sabia a mesma coisa!
Para ganhar mais não é preciso trabalhar mais mas sim trabalhar melhor.
 
Ao que já se falou em outros tópicos sobre os professores já devias estar mais informado.

Nem todos os professores ganham os 1500€ de horário completo (porque possuem horários incompletos).

Há muitos professores (milhares) que não possuem contrato de trabalho (são tarefeiros, ganham x euros por hora).

Ainda há os professores de AEC que o vencimento é sobre outra tabela (penso).

Depois também tens contratos a terminar a 30 junho e por esse motivo não ganham julho nem agosto (penso ser este o caso referido).

Etc

Isto é a atualidade, nem todos são professores com 60 ou mais anos a ganhar 3k brutos.

Tenho N familiares professores a levar a vida descontraída de um professor de ensino básico e secundário. Não conheço assim tão bem o mundo da precariedade nos professores, se isso está assim tão mau, é encaminhar por outro lado.
 
Não, não é bonito, nem é digno, nem lirismo... acho é que isso é tentar pôr palas nos olhos das pessoas.

Porque um patrão, sabe bem que se der "demasiada" margem económica aos seus trabalhadores mais experientes, um dia estes podem pegar nessas poupanças e abrir negócio no mesmo ramo... tornando-se obviamente numa concorrência indesejada.

Ou vais-me dizer que nunca se viu tal coisa ? [:cool:]
Só para dar uma razão, entre outras.

Discordo bastante desse ponto de vista porque acho que a vontade de abrir um negócio é mais pessoal do que dependente do dinheiro que se tem. Ou seja, a não ser que tu saibas que o teu melhor empregado gostasse de estar por conta própria, não vejo razão para não lhe pagares bem. As pessoas só vestem a camisola quando se sentem bem, e há algumas que para se sentir bem precisam de sentir que ganham bem/acima da média para área deles. Eu sou assim, procuro gostar do que faço mas tenho sempre a ambição de estar num nível financeiro superior à média dos meus colegas de trabalho da mesma área! Há outros colegas meus que só querem estabilidade, ficar no distrito dos pais e trabalhar das 9-5. Há pessoas para tudo, mas regra geral, nas empresas, as melhores querem e gostam de ganhar dinheiro.
 
Eu gostava era de saber que rendimentos "extras" é que vocês fazem com aquilo que poupam, em que é que investem? Se tivessem 10mil€parados investiam no quê? Eu ganho mil € liquidos e sem poupar nada de jeito, indo onde me apetece e com compras muitas vezes estupidas e irracionais juntei 10mil€ em ano e meio. Vivo em casa dos meus pais, sem despesas. Mas não faço ideia de como aumentar o profit, em que é que vou investir o dinheiro que poupo. Se puderem dar dicas [;)]

SPDR ou qualquer índice que replique o SP500! Comprares acções específicas também pode ser boa ideia mas aconselho a leres mais sobre o assunto. A minha estratégia é mesmo a que te disse! Na parte de equity coloco no SPDR/MSCI (maiores empresas mundiais) e outra parte no sp500. Ainda não tenho guito para entrar no imobiliário por conta própria, caso contrário comprava alguns apts para alugar
 
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