O Tópico do Ténis! [US Open 2026]

Um apena o Federer já não estar no activo, para mim o jogador de ténis mais perfeito e com o jogo mais apelativo, dava prazer vê-lo jogar.

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Uma pequeno passo, mas pelo menos já o deram:

ATP anuncia salário mínimo para os jogadores do top 250 a partir de 2024

A Associação de Tenistas Profissionais anunciou, na terça-feira, a criação de um salário mínimo para os jogadores que encerrem o ano entre os 250 melhores do mundo a partir de 2024.

O programa anunciado (“Baseline”, ou Linha de Fundo) tem como objetivo garantir a segurança financeira de duas centenas e meia de jogadores, quer através de um rendimento mínimo, quer de uma proteção contra lesões e até uma bolsa para jogadores em ascenção.

O primeiro pilar do programa pressupõe um subsídio para os jogadores que terminem o ano no top 250 com um prize-money abaixo dos limites estabelecidos: 300.000 dólares para os jogadores que acabem o ano no top 100, 150.000 dólares para os que terminem entre as posições 101 e 175 e 75.000 dólares para os tenistas que acabem entre as posições 176-250.

Dos quatro tenistas portugueses que concluíram 2022 entre os 250 melhores do mundo, apenas um teria tido direito ao novo subsídio da ATP: Frederico Silva, que fechou o ano na 201.ª posição e fez 68.806 dólares (abaixo do mínimo estabelecido de 75.000 dólares).

Gastão Elias foi 232.º e recebeu um total de 139.560 dólares (acima do mesmo mínimo), Nuno Borges encerrou a época como 112.º e ganhou 314.847 dólares (acima dos 150.000 dólares definidos como mínimo) e João Sousa terminou na 82.ª posição e ganhou 636.912 dólares, mais do dobro do mínimo estabelecido para os top 100.

Em 2021, Nuno Borges terminou a época como 194.º e com um prize-money de cerca de 48.000 dólares, pelo que teria direito ao novo subsídio da ATP. Os restantes cinco portugueses que fecharam esse ano no top 250 (João Sousa, Pedro Sousa, Gastão Elias, Frederico Silva e João Domingues) tiveram ganhos superiores aos mínimos.

O segundo pilar do novo programa pressupõe um apoio financeiro aos jogadores que disputem menos de nove torneios ATP e Challenger numa época devido a lesão: 200.000 dólares para os jogadores do top 100, 100.000 dólares para as posições 101 a 175 e 50.000 dólares para 176-250.

A última medida assenta numa bolsa de 200.000 dólares (a serem pagos antes da época seguinte) para os jogadores que cheguem pela primeira vez ao top 125 — oito jogadores portugueses conseguiram fazê-lo nos 50 anos de história do ranking ATP: por ordem, Nuno Marques (foi 86.º), João Cunha e Silva (108.º), Frederico Gil(62.º), Rui Machado (59.º), João Sousa (28.º), Gastão Elias (57.º), Pedro Sousa (99.º) e Nuno Borges (63.º).

 
John Isner vai retirar-se do ténis no US Open


John Isner, de 38 anos, anunciou esta quarta-feira ao final da noite nas redes socais que o US Open será o último torneio da sua carreira. Principal figura do ténis masculino norte-americano desde a retirada de Andy Roddick, Isner, ex-top 10 mundial, vencedor de 16 títulos ATP e dono de um dos melhores serviços da história, está atualmente fora do top 100 e vai competir uma última vez no circuito com recurso a um wild card.

Entre muitas outras coisas, Isner ficará sempre na história do ténis por ter vencido o encontro mais longo da história da modalidade, que nunca será batido devido à alteração das regras nos torneios de Grand Slam. Foram necessárias 11 horas e 5 minutos para derrotar o francês Nicholas Mahut na primeira ronda de Wimbledon 2010.

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[h=1]Treinador conceituado diz que Alcaraz tem sorte porque os melhores estão a pensar retirar-se


Gunter Bresnik é um dos treinadores muito conhecidos do circuito ATP, desde os tempos em que treinou Boris Becker, Henri Leconte ou Patrick McEnroe, passando mais recentemente por Dominic Thiem ou Gael Monfils. Ora, o austríaco falou sobre o título de Carlos Alcaraz em Wimbledon e lançou um olhar ao presente… e futuro do ténis.

FALTA DE MOTIVAÇÃO PARA DJOKOVIC

Novak não jogou o seu melhor ténis durante toda a final de Wimbledon. Tenho a teoria de que as rivalidades com Federer, Nadal e Murray o levaram às suas melhores exibições. Não só no encontro, mas também no tempo pelo meio, durante o treino ou preparação. E essa rivalidade não existe com Alcaraz. Sempre disse que Djokovic vai perder a motivação quando não houver concorrência constante de Nadal e Federer e tenha ganho 23 Grand Slams. Por outro lado, Alcaraz jogou com liberdade e tem a tarefa mais fácil contra os melhores porque estão em declínio.


ALCARAZ PODE MARCAR UMA ERA?

Tem a sorte de aparecer quando os melhores de sempre estão a pensar em retirar-se ou já se retiraram. O nível no top 10 também não é o melhor agora. Poderá dominar durante os próximos anos, mas tem de confirmar os seus êxitos. Pode sempre acontecer alguma coisa, já tem algumas lesões, mas também se pode tornar aborrecido para ele.
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Nikola Pilic, que trabalhou com Nole quando este ainda era um adolescente e também na célebre conquista da Taça Davis em 2010, admitiu que a derrota de Djokovic no All England Clubaconteceu apenas porque o número dois mundial não se apresentou ao seu melhor nível.​

“Aquele não foi o real Novak Djokovic. Não foi o dia do Novak e o próprio Alcaraz admitiu. Ele podia ter vencido o segundo set mas não conseguiu fazer duas esquerdas bem no tie-break e o seu adversário tirou vantagem”, confessou o croata, de 83 anos, no Meridian Bet Sport.

“No segundo set ele cedeu mas no quarto voltou a jogar bem novamente. No quinto set, ele fez alguns erros no serviço e permitiu ao Alcaraz fazer o break. Esse foi um problema no geral durante o encontro, o movimento de serviço não pareceu bem. Se o Novak tivesse jogado ao seu nível verdadeiro nunca teria perdido”, disse Pilic, que recusou a ideia de Alcaraz ter tudo para se tornar no melhor de todos os tempos.

“Isso são puras especulações dos jornalistas. Pode ser mas não tem de ser assim. Vamos ver o que acontece no US Open, onde o Alcaraz defende 2000 pontos e o Novak não tem de fazer nada. O que vai acontecer daqui a 10 anos? Vão dizer-me que o Carlos vai vencer 14 Roland Garros ou vai ser número um durante mais de 400 semanas? Isso são dois recordes que vão durar para sempre”, concluiu.
 
Isso é um bocado conversa da treta, querer resumir a final de Wimbledon a dois pontos maus... O Novak não conseguiu fazer dois pontos que permitiram a mudança de rumo na final de Wimbledon, da mesma forma como o Alcaraz tinha a final de Cincinatti na mão e em um jogo absolutamente de treta em que ficou em branco permitiu ao Novak ressuscitar e depois perdeu a final.

Todos os jogadores têm altos e baixos só longo da época e aí longo de um jogo. Como vão lidando como isso também faz os grandes campeões. E acho que o Alcaraz para alguém com 20 anos tem mostrado que não fica a dever nada ao que os big 3 faziam com a mesma idade.
 
Fiz outra interpretação.

McEnroe destaca a performance de Alcaraz no ultimo ano, a nivel tal, que quando falamos dele, já o consideramos um dos BIG 3
 
Começaram hoje os jogos do US Open, neste momento o jogo a ter em atenção é o Rune com o Baena, o dinamarquês está com a corda pelo pescoço, perde por 2 set´s a 1 e com um break abaixo no 4º set...
 
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