Sabes bem que o que aqui se vê... bem... tem muito que se lhe diga. E sabes também que no nosso seio de amizades e conhecidos o resultado é bem diferente daquilo que se vê por cá - e se eu for buscar clientes da (......) não posso dizer o nome senão levo ban. [

] Aliás, muito do que se fala aqui é de malta que nem os tem, e fala sem conhecimento de causa. Abres um tópico 2.0 DTI VS 1.7 DTI e vais ver o resultado do "que por aqui se vê".
Não resumes ao Corsa C porque adicionas o Astra G 1.4 na versão Z. É verdade que existe esse problema do Astra G, na versão Z14XE do 1.4, Mas é isso que corrobora o "foi um declínio considerável"? Repara, o Astra G tinha talvez mais de 10 motorizações disponíveis! Das quais o 1.4 só estava disponível em meia dúzia de mercados... O 1.7 DTI foi outra desgraça. Numa época em que a marca vendia o Corsa com igualmente várias motorizações, Zafira, Meriva, Vectra B e C, Omega, Signum... E "foi o declínio" porque o Astra G 1.4 queima bobines e o Corsa C é duro... Os padrões por cá andam estranhos, sinceramente, ou eu sou burro que insisto em ter carros de fraca qualidade para me consolar de gastar dinheiro em reparações e problemas. Como disse antes, ainda ontem conduzi um Signum com 10 anos, o carro tinha uma solidez, robustez, insonorização, todo o conjunto apresentava uma qualidade global, ao fim de 10 anos de (mau) uso impressionante. Tão mau uso que foi comprado por um amigo meu por - repara bem - 4000 euros! Ainda por cima carregado de equipamento... E mesmo carregado de maus tratos, mau uso, todo esmurrado, todo "estragado" o carro demonstrava bem isso que referes "carro de guerra", apesar de ser de 2003. Acho que é hora da malta tirar algumas palas e perder o preconceito, honestamente... Porque o problema aqui é preconceito, e verem "um cisco no olho dos outros e não verem uma pedra nos olhos deles".
Actualmente voltas ao "pelo que se lê e ouve", de novo volta a não fazer sentido... a Opel agora anda a fazer o que vocês querem... e isso admira-me muito. A Opel agora faz carros para ter - imagem. Muito bonitos, com ar requintado e todo pipi... Mas as bases sólidas que tinham, os princípios que tinham, está tudo a cair por terra. Mas pelos vistos a lavagem funciona porque "ah e tal, agora é que estão bons". Qualquer Insignia com 3 ou 4 anos range imenso, mesmo em curva, apresenta fragilidades e falhas que nunca se viram - detalhes de construção e qualidade. Mas a lavagem cerebral funcionou.
Sabes o que é que a Opel mudou mesmo a sério? Foi a forma como chega ao cliente, tentando fazer aquilo que a BMW, a Audi, até a Alfa faz - criar paixão. As pessoas apaixonam-se pelo Insignia (que acaba por ser o ponto de viragem), vêem-no como algo muito belo, bonito que dá vontade de ter. E não como algo funcional, lógico e racional - como foram os Opel até aqui. E como as pessoas se apaixonam, tudo é mais bem aceite, tolerado, compreendido... tal como nas marcas que criam "paixão". Eu contra mim falo em relação a alguns produtos que comprei porque "gosto deles". Já quando compras algo devido ao "value for money" a tolerância e a exigência para com o produto estão em patamares completamente opostos, a "frieza" da compra não tem nada a ver, aquilo tem que ser funcional e bom, não vamos cá em paixões, e a menor falha será vista como o verdadeiro terror. E por mais que se negue, esta é a realidade.
Abraço, oh Xuxu [

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