Mais uma vez, ninguém disse que a VDG não tem trânsito. O que estamos a dizer é que, se em 20 anos passaram 426 milhões de carros na VDG, na ponte Chelas-Barreiro teriam passado 700 ou 800 milhões de carros nesses 20 anos, caso essa ponte tivesse sido construida em detrimento da VDG.
Neste momento, visto que a VDG já foi construída, eu faria o seguinte (havendo dinheiro para isto, claro):
- Tunel rodoviário Trafaria-Algés a ligar a A33 à CRIL
- Ponte Chelas-Barreiro exclusivamente ferroviária. Ficam os comboios suburbanos da Fertagus que servem os concelhos de Setúbal, Palmela, Seixal e Almada a usar a ponte 25 de Abril e os comboios Suburbanos da CP que servem os concelhos de Setúbal, Palmela, Moita e Barreiro a usar a nova ponte. Os comboios depois do Barreiro (Lavradio) entravam em Lisboa e faziam Roma-Areeiro/Entrecampos/Sete-Rios/Campolide/Alcântara-Terra. Os alfa-pendulares, intercidades e comboios de mercadorias também passavam a usar a nova ponte, indo directamente à Gare-do-Oriente onde depois faziam logo a ligação com a linha do norte para o Porto. Na zona da estação do Barreiro (Lavradio) fazia uma bifurcação: suburbanos seguiam uma linha para Setúbal e shuttle seguia uma segunda linha para o aeroporto.