OTA - O Aeroporto negócio !!! - Governo escolhe ALCOCHETE!

para Portugal dizer a uma só voz "Basta!", os portugueses tinham primeiro que ter outra cosmovisão. Qualquer coisa do género: "se pagámos impostos, gostamos de ver o nosso dinheiro enquanto contribuintes a ser bem investido - por isso vou ser um bom cidadão e participar activamente nas discussões da nossa democracia" - é que a democracia só funciona se for participada, quando tal condição não se verifica chega-se ao actual estado em que nos encontramos.
 
A conclusão mais óbvia que me parece ser admissível retirar deste imbróglio é que alguém anda a mentir-nos!

Estamos a ser manipulados.
Há muitos interesses em jogo: políticos, económico e designadamente eleitorais directamente ligados à Câmara de Lisboa...
 
Zangaram-se as comadres e vão descobrindo as verdades...[:)]

Pois este estudo da CIP, aparecido assim do nada, bem me parecia de um timing extraordinário para o governo fazer uma curva fechada e virar para outro lado...
Uma coincidência demasiado feliz para ser apenas isso, uma coincidência.

Afinal o governo sabia... ainda saberemos desde quando e de que forma...
 
Há muito tempo que a questão do aeroporto é muito simples para mim.

Existe a possibilidade de construir um aeroporto na margem sul, sem limitações de expansão, mais barato de construir, mais rapido de construir e pelos vistos com possibilidade de receber muito mais fundos comunitários.

Portanto a dificuldade de decisão resume-se a nada. Nunca deve ter havido decisões tão fáceis de tomar. E por favor não me venham falar dos passarinhos ou dos sobreiros. No entanto porque é que chegámos aqui ?

Porque muitos (a maioria) dos que gerem a coisa pública não querem saber do interesse do Estado e dos contribuintes para nada, o dinheiro não é deles.

Construir um aeroporto na Ota é muito mais aliciante porque possibilita uma série de negócios da China a um reduzido grupo de corporações do sector bancário e da construção.

Sendo um aeroporto caro, muito caro (não acreditem nos valores que têm indicado pois são anedóticos face à complexidade da obra...) o Estado para o pagar tem que oferecer em troca activos muito valiosos, desde a Ana Aeroportos, desde um monopólio de aeroportos e finalmente os terrenos da Portela, e mais umas largas centenas de milhões de € em cash, que poderão ser mais de mil milhões se acabar tudo na trag+edia docostume das derrapagens, dos estudos mal feitos e dos contratos ruinosos que o estado faz nestas situações. Tudo dverbas a pagar por nós, ou mais grave, pelos nosso filhhos, em mais não sei quantos novos impostos e taxas a com nomes engraçados inventar no futuro.

Um aeroporto é um negócio lucrativo em qualquer parte do mundo, não é um negócio onde os contribuintes tenham que perder dinheiro, tem sim a ganhar.

O que se passa é que perante a possibilidade de fazer um aeroporto mais barato, com mais fundos e mais competitivo, o Estado pode ganhar com essa possibilidade, e muito. Em Alcochete isso ainda é mais gritante, com tantos hectares que pertencem ao Estado, só em terrenos do aeroporto ou envolventes o Estado poderia encaixar receitas significativas.
Não teria que vender a Ana, que privatizaria na mesma, mas nunca, no mesmo processo da construção do aeroporto como o governo quer fazer, venda essa que renderia ao Estado seguramente mais de 1000 milhões de euros.

O que se conclui disto tudo ? Um aeroporto barato não interessa absolutamente nada a um pequeno conjunto de corporações, empresas essas que circulam muito bem nos corredores do poder ao qual de vez em quando até emprestam ministros.

Qual é a solução ideal para mim. Simples. Manter a Portela e abrir uma concessão internacional para um novo aeroporto, aberto a qualquer investidor. Esse aeroporto nunca poderia pertencer à Ana, que seria privatizada com os activos que tem. Mantendo-se a Portela, forçariam os ivestidores do novo aeroporto a construir um barato e competitivo, nunca seria na Ota. Os consumidores ganhariam concorrência num mercado que é monopolista, o Estado encaixava receitas com a concessão de um novo aeroporto e receitas com a privatização da Ana. Claro que isso não interessa a muita gente.... e foi daí que nasceu a fantástica Ota com os seus biliões de metros cúbicos de terraplanagens, com as suas 200 ou 300 mil estacas, com a sua incapacidade de operar 2 pistas em simultâneo, com a sua capacidade esgotada ao fim de uma ou duas décadas.

Os mesmos cambalachos vão ser feitos com o TGV, com a privatização da Tap, e com muitos outros casos, como tem sido até aqui nos últimos 30 anos, e que explicam a situação em que nós hoje vivemos. Quanto mais tempo será necessário para todos dizerem "Basta" ?

apr:) apr:)

Se não fossem os interesses, as coisas seriam certamente diferentes.
O que se prova que alguns politicos governam não para o povo para alguns interesses, e permitam-me dizer, interesses privados e não do Estado.
 
Quem não deve não teme ...

Quem não deve não teme ...

Acham que o presidente da CIP Van Zeller está a mentir quando vem a publico dizer o que diz ?

Acham que o homem está para perder a credibilidade dos seus pares num sector onde preside ?

Este estudo e a conivência do governo pareciam um claro golpe de rins do Governo para sair airoso (se o estudo fosse mantido em secretismo), mas o chato é que alguém disse que o Governo sabia.


Van Zeller: "Foi Sócrates que pediu à CIP para avançar com estudo de alternativa à Ota"
17.06.2007 - 20h30 Lusa

O presidente da CIP – Confederação da Indústria Portuguesa afirmou hoje que foi a pedido do primeiro-ministro, José Sócrates, que a confederação avançou sozinha para o estudo de uma alternativa à Ota, abandonando a ideia inicial de uma acção envolvendo outras entidades.
Francisco Van Zeller reafirma que "não houve qualquer acordo prévio com o governo" sobre quem seriam as entidades promotores do estudo ou sobre o seu conteúdo, mas apenas a aceitação do pedido de Sócrates de que fosse a CIP a promover o documento.

No início, além da CIP, acompanharam esta ideia a Associação Comercial do Porto (ACP) e a Confederação do Turismo Português (CTP), como avançou hoje Francisco Van Zeller, confirmando que o objectivo era que a coordenação fosse feita por um Agrupamento Complementar de Empresas (ACE).

Esta opção não teve o acordo de José Sócrates e o presidente da CIP aceitou o pedido de que fosse somente esta confederação a avançar. "O primeiro-ministro disse que preferia assim, pois tinha mais contactos e conhecimento com a CIP do que com as outras duas", explicou.

Entretanto, a CTP tinha registado eleições e mudado de direcção, o que também alterou um pouco a situação, acrescentou. No entanto, o presidente da CIP nega quaisquer interferências, quer do primeiro-ministro, quer do ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino, no decorrer dos trabalhos, que foram desenvolvidos pela Universidade.

Os contactos com os membros do Governo sobre a ideia de realizar o estudo são justificados com o facto de "ser muito caro" e não fazer sentido que não servisse para nada. Mas, os responsáveis governamentais garantiram que "nada fariam que inviabilizasse o estudo", referiu ainda Francisco Van Zeller. "Só coordenei a ideia, o estudo foi entregue à Universidade", fez questão de esclarecer o presidente da CIP.

Quanto ao facto de não ser contemplada mais que uma alternativa no estudo, como por exemplo a solução Portela+1, defendida por várias entidades, por exemplo no sector do Turismo, Van Zeller volta a falar do investimento elevado que um trabalho destes exige, tornando inviável abranger mais possibilidades de localização.

Em entrevista ao programa Diga Lá Excelência (PÚBLICO, RTP2 e Rádio Renascença), o presidente da ACP, Rui Moreira, afirmou que a CIP decidiu, em entendimento com o Governo, promover sozinha o estudo sobre alternativas ao projecto do aeroporto da Ota, deixando de fora duas outras associações empresariais.

Rui Moreira explica que a ACP foi inicialmente contactada pela CIP para encomendar, com "outra confederação", cujo nome se escusou a revelar, o estudo sobre o novo aeroporto, através de um Agrupamento de Empresas.

Já depois de a ACP ter apresentado um estudo prévio, relata, o presidente da CIP, Francisco Van Zeller, veio dizer que entretanto tinha ido "falar com o primeiro-ministro, e [que] foi entendido como conveniente que o ACE não faz muito sentido" e que o estudo iria ser apresentado apenas pela CIP.

O estudo, apresentado na semana passada, aponta a zona de Alcochete como melhor alternativa para a localização do novo aeroporto, que o Governo quer construir na Ota.

Do leque de alternativas, foi retirada, em relação ao inicialmente defendido, nomeadamente pela ACP, a opção Portela+1, que prevê a manutenção do actual aeroporto e construção de um novo de dimensão menor aos previstos para Ota ou Alcochete.
 
Acham que o presidente da CIP Van Zeller está a mentir quando vem a publico dizer o que diz ?

Acham que o homem está para perder a credibilidade dos seus pares num sector onde preside ?

Este estudo e a conivência do governo pareciam um claro golpe de rins do Governo para sair airoso (se o estudo fosse mantido em secretismo), mas o chato é que alguém disse que o Governo sabia.

Após as Autárquicas intercalares de Lisboa...

A OTA volta a ser a única alternativa...

Política de conveniência.
 
Tribuna Livre
A Ota enterra o Algarve


Há décadas, num país pequeno, o lóbi do betão inventou um novo aero-porto. Fizeram-no num local ideal, a 40 quilómetros, bom até 2005. Depois inventou o Alfa, um sucesso que parou e depois eliminou o trânsito aéreo lá, entre as maiores cidades. Hoje, metade do aeroporto de Gotemburgo está fechada e as low-cost voltaram a usar o velho, simples, central, funcional aeroporto.
Com as derrapagens do Terminal 4 de Estocolmo, as taxas tiveram que subir. O aumento no fluxo de utentes lá, muito maior do que os 11 por cento de cá, foi toda e não só, para as low-cost, que usam outros aeroportos. O terminal 4 está às moscas.

No Rio de Janeiro, só duas das 40 empresas aéreas que lá aterram usam o Terminal 2.

Relatórios obscuros, cálculos errados, tribunais de contas críticos vieram à tona. Quem paga a conta são os filhos e netos da população que, ao contrário dos lobistas, não usufrui destas obras faraónicas.

Os experts avisaram: mais gente usará o Alfa, as aeronaves ficarão menos tempo no solo e levarão mais passageiros. Foram ignorados. Hoje, a média de passageiros por poiso subiu de 97 para 143 e prevê-se 154 para 2008. O tempo na manga do terminal caiu de 62 para 33 minutos e chega aos 27.

As low-cost usam horários menos nobres e usam o aeroporto mais horas por dia. O Marseille-Provence 2 fica a 40 minutos da cidade, usou uma pista já lá existente, modernizou a torre, transformou um hangar num terminal simples, tudo por apenas 12 milhões, não cinco mil milhões.

Lá param seis low-cost ao mesmo tempo, as taxas são baixas, os passageiros estão muito satisfeitos. É hoje um hub para Marrocos.

Nada indica 25 milhões de passageiros em Lisboa, só 14, em 2020. O novo terminal em Portela e o bom uso das mangas terá esta capacidade.

Para enterrar na OTA cinco mil milhões, a ANA terá que elevar as taxas. A Espanha fará o planeado Aeroporto de Huelva.

Faro perderá o meio milhão de transeuntes que vão para a Espanha, mais um milhão dos que hoje vão por ano para o Sotavento. O trânsito do Minho para o Porto irá para Vigo. A ANA aumentará ainda mais as taxas.


A alternativa económica é, como em muitos aeroportos no mundo, usar a pista militar, de Montijo, actualizar a torre, construir do lado oposto ao militar um terminal simples e usá-lo para as low-cost.

E para carga aérea, pois a plataforma logística ficará por lá. Entretanto, estender o Metro da Portela a Montijo, por túnel e superfície. Obra para 60, não cinco mil milhões.

A OTA, ao contrário do anunciado, trará pouco emprego: as máquinas serão por leasing na Espanha; os mestres virão de lá, pois o lóbi espanhol na UE é forte.

O cimento, o ferro e os demais materiais de construção pouco aumentarão o emprego por cá. As indústrias alemãs e francesas ficarão muito felizes, pois já não podem exportar o que ninguém mais quer.

As derrapagens e um maior controlo pelos novos países da UE resultarão em que Portugal terá que devolver alguns fundos comunitários. Os impostos aumentarão.

A tendência de queda da receita com o turismo de qualidade no Algarve aumentará e a elevada taxa do aeroporto o enterrará. Ficaremos com a ralé e o desemprego.

A OTA é para otário. Portela dois e Montijo já!


*Consultor e autor de livros como «A Grande Pequena Empresa» e «Empreender Turismo»
14 de Junho de 2007 | 10:01
Jack Soifer*





in Barlavento
 
Mais vale tarde do que nunca...

Mais vale tarde do que nunca...

CIP propõe Alcochete para Portela+1


Os autores do estudo encomendado pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) estão a chegar a novas conclusões, agora que ultrapassaram a fase preliminar, e apontam como possível a solução "Portela + 1", ficando Alcochete como o aeroporto que gradualmente iria substituir definitivamente ou não o actual.

Ao DN, Carlos Borrego, um dos especialistas da Universidade de Aveiro (UA) que lidera o projecto, afirma que "Alcochete tem muitas vantagens para além da ambiental. Até na óptica da solução 'Portela + 1', tem a vantagem de se fazer uma pista, em vez de duas, e ir desactivando a Portela se for preciso. Ou então mantê-la, mas isso é uma decisão política".

O estudo da CIP aponta para que, à medida que o tráfego for crescendo, seja transferido para o novo aeroporto que será desenvolvido faseadamente e não todo de uma vez, sempre numa lógica de complementaridade e não concorrência (nunca haverá dois aeroportos de dimensão do da Portela a competirem). Na fase final, a 20 anos, o principal aeroporto seria Alcochete, mas a Portela manter-se-ia como estratégica para um pequeno mas valioso mercado de quatro a cinco milhões de passageiros/ano que poderia ser servido por aviões de menor dimensão e com um menor impacto ambiental.

in dn.pt

Aleluia...aleluia...aleluuuuuuuuuuuuuuuuuiaaa...aleluiaaaaaaaaleeeeeeeeeluuuuuuuuuuiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
 
essa hipotése já tinha sido posta de parte, certo?!
por que razão?!

e por que volta agora a ser uma hipótese?
 
CIP propõe Alcochete para Portela+1


Os autores do estudo encomendado pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) estão a chegar a novas conclusões, agora que ultrapassaram a fase preliminar, e apontam como possível a solução "Portela + 1", ficando Alcochete como o aeroporto que gradualmente iria substituir definitivamente ou não o actual.

Ao DN, Carlos Borrego, um dos especialistas da Universidade de Aveiro (UA) que lidera o projecto, afirma que "Alcochete tem muitas vantagens para além da ambiental. Até na óptica da solução 'Portela + 1', tem a vantagem de se fazer uma pista, em vez de duas, e ir desactivando a Portela se for preciso. Ou então mantê-la, mas isso é uma decisão política".

O estudo da CIP aponta para que, à medida que o tráfego for crescendo, seja transferido para o novo aeroporto que será desenvolvido faseadamente e não todo de uma vez, sempre numa lógica de complementaridade e não concorrência (nunca haverá dois aeroportos de dimensão do da Portela a competirem). Na fase final, a 20 anos, o principal aeroporto seria Alcochete, mas a Portela manter-se-ia como estratégica para um pequeno mas valioso mercado de quatro a cinco milhões de passageiros/ano que poderia ser servido por aviões de menor dimensão e com um menor impacto ambiental.

in dn.pt

Aleluia...aleluia...aleluuuuuuuuuuuuuuuuuiaaa...aleluiaaaaaaaaleeeeeeeeeluuuuuuuuuuiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Não tem lógica absolutamente nenhuma. Isso é o coelho morto saído da cartola do Paulo Portas... [:D]

Então digam-me lá uma coisa: aviões de menor dimensão na portela, correcto? Quem é o passageiro que, vindo do Porto, vai mudar de aeroporto em Lisboa, para apanhar a ligação para um destino de longo curso?? [8b] [8b] Isso é o mesmo que dizer: voem antes para Madrid, fica pouco mais longe mas não têm de perder tempo em viagens de bus/taxi, levantar bagagens, fazer novo check-in, etc etc... Haja coerência!!
 
Não tem lógica absolutamente nenhuma. Isso é o coelho morto saído da cartola do Paulo Portas... [:D]

Então digam-me lá uma coisa: aviões de menor dimensão na portela, correcto? Quem é o passageiro que, vindo do Porto, vai mudar de aeroporto em Lisboa, para apanhar a ligação para um destino de longo curso?? [8b] [8b] Isso é o mesmo que dizer: voem antes para Madrid, fica pouco mais longe mas não têm de perder tempo em viagens de bus/taxi, levantar bagagens, fazer novo check-in, etc etc... Haja coerência!!

Se o PS disser que sim a esta solução aposto que vais mudar de discurso !
 
Se o PS disser que sim a esta solução aposto que vais mudar de discurso !

A tua cantiga é o vira-o-disco-e-toca-o-mesmo! [:D] [:D]

Se ao menos houvesse algo de inteligente nela... mas nem discutir assuntos sabes. Ao que tu já nos habituaste! [:cool:] [;)]

A menos que saibas responder ao seguinte: quem é o passageiro que, vindo do Porto, vai mudar de aeroporto em Lisboa, para apanhar a ligação para um destino de longo curso? Não sabes pois não? [:p] Eu logo vi..
 
A tua cantiga é o vira-o-disco-e-toca-o-mesmo! [:D] [:D]

Se ao menos houvesse algo de inteligente nela... mas nem discutir assuntos sabes. Ao que tu já nos habituaste! [:cool:] [;)]

A menos que saibas responder ao seguinte: quem é o passageiro que, vindo do Porto, vai mudar de aeroporto em Lisboa, para apanhar a ligação para um destino de longo curso? Não sabes pois não? [:p] Eu logo vi..

Os teus amens é que já me enjoam !

E sim, gosto de discutir, fundamentadamente, com pessoas que não tenham a visão toldada.

Já agora, e que és tão sábio, informa-te lá sobre o que são pontes entre aeroportos. Até de dou a dica... no google encontra-se muita coisa.
 
Os teus amens é que já me enjoam !

E sim, gosto de discutir, fundamentadamente, com pessoas que não tenham a visão toldada.

Já agora, e que és tão sábio, informa-te lá sobre o que são pontes entre aeroportos. Até de dou a dica... no google encontra-se muita coisa.

Pontes entre aeroportos? [:D] Foi assim que a Alitalia ficou no estado em que se encontra, com Milao (Malpensa Vs Fiumicino). A TAP, tal como a Alitalia, não é uma British, AirFrance/KLM ou Lufthansa, que tem capacidade em distribuir o trâfego por 2 ou mais hubs na mesma periferia... Nem a TAP, nem nenhuma outra companhia portuguesa!

Era morte certa da companhia... tal como o coelho do Paulo Portas [:D] [:D] !

Uma sugestão: não fales do que não sabes... corre sempre mal. [;)]
 
Última edição:
Acho a "Portela+1" perfeitamente viavel.

Passava-se todas as grandes companhias para Alcochete e ficava a Portela só para low-cost.
Não esquecer que as low-cost fazem muitos poucos transfers para grandes companhias fazendo a maioria dos passageiros voos ponto a ponto.
Alem disso, o facto de a estação do TGV/comboio ficar a poucas centenas de metros torna o transfer pouco complicado.
O proprio facto do diferencial de custo dos bilhetes compensa os passageiros preferirem fazer o transfer de aeroporto.

Isso tambem permitiria fazer de alcochete um aeroporto modelar, em que se expandia conforme a necessidade em vez de fazer um enorme aeroporto de uma unica vez, diluindo os custos de construção pelo tempo.

Agora é claro que existem muitos interesses externos a isto tudo que não querem que a Portela continue em funcionamento.
 
Se o PS disser que sim a esta solução aposto que vais mudar de discurso !

É logo! [:D]

Perder a Portela...só mesmo nós.

Todas as cidades que construiram novos aeroportos fora dos limites urbanos, mantiveram os antigos aeroportos para vôos de alto valor acrescentado ou regionais, mas nós temos que ir sempre contra a corrente.

Lisboa é dos principais destinos para a realização de conferências graças à proximidade do Aeroporto do centro da cidade...querem perder este "turismo" de algo valor acrescentado???

Além de que a construção por módulos, agrada-me de sobremaneira.

Sem megalomanias. Começar a construir num local com grandes possibilidades de expansão e ir alargando segundo as necessidades.

Isto é o que fazem países responsáveis.

Claro que Portugal tem que ser tudo grande. 10 estádios, 7 deles um afogamento financeiro para as respectivas autarquias, às moscas, depois de 20 dias de "festa".

Daí irmos construir um TGV para Lx-Porto, que irá ter composições capazes de andarem a 350 km/h, a andarem a uma velocidade média pouco superior a 200 km/h, para fazerem a viagem em 1h15 (e isto para os directos, sem paragens em Leiria, Coimbra, Aveiro...) e não nuns terríveis mais 15/20 minutos que numa linha de velocidade média-alta levaria(a 1/5 do custo de uma linha de alta velocidade)...

Mas nós somos assim...
 
Última edição:
Acho a "Portela+1" perfeitamente viavel.

Passava-se todas as grandes companhias para Alcochete e ficava a Portela só para low-cost.
Não esquecer que as low-cost fazem muitos poucos transfers para grandes companhias fazendo a maioria dos passageiros voos ponto a ponto.
Alem disso, o facto de a estação do TGV/comboio ficar a poucas centenas de metros torna o transfer pouco complicado.
O proprio facto do diferencial de custo dos bilhetes compensa os passageiros preferirem fazer o transfer de aeroporto.

Isso tambem permitiria fazer de alcochete um aeroporto modelar, em que se expandia conforme a necessidade em vez de fazer um enorme aeroporto de uma unica vez, diluindo os custos de construção pelo tempo.

Agora é claro que existem muitos interesses externos a isto tudo que não querem que a Portela continue em funcionamento.


O que é que as LowCost procuram? Taxas aeroportuárias reduzidas... Então teremos uma Portela às moscas, porque uma Portela apenas para LowCost será INSUSTENTÁVEL.

Não consigo perceber onde está a dificuldade de entender isto...
 
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