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Ai vais entrar numa guerra com os lisboetas vaisSIm, entre outras coisa castiças, mas o charme lisboeta mantinha-se, agora é um bordel.
Ou numa esquina qualquer no Funchal, zona nada turistica.Estou aqui a assistir um bocado estupefacto a essa discussão em torno da "calçada portuguesa".
Num simples e vulgar passeio de uma rua feia e suja não vejo grande problema. Pior seria num local mais "nobre" como uma Praça do Comércio, o largo do Mosteiro dos Jerónimos ou junto ao Padrão dos Descobrimentos, por exemplo.
Aí sim, seria estar a arruinar vários "ex libris" da capital. Agora num passeio rasca? Menos fundamentalismo, sff...
E prioridades?Ou numa esquina qualquer no Funchal, zona nada turistica.
Só há uma forma de fazer as coisas, é bem feito. Mas é um conceito um bocado exótico, neste país.
Tens razão, quando o calceteiro acabar o turno no SNS, talvez tenha tempo. Deve tratar litíases renais...E prioridades?
Além de que não sabemos se aquilo é temporário ou já foi dado como concluído.
Por mim a prioridade são os residentes e os respectivos serviços essenciais, só depois disso vem a estética e o turismo.7Tens razão, quando o calceteiro acabar o turno no SNS, talvez tenha tempo. Deve tratar litíases renais...
Se todos formos mais exigentes, e cumprirmos as nossas funções com brio, isto é capaz de melhorar ou, pelo menos, não afundar tanto.
O Turismo, e intrinsecamente a estética, é o ganha pão dos residentes, directa ou indirectamente.Por mim a prioridade são os residentes e os respectivos serviços essenciais, só depois disso vem a estética e o turismo.7
Que são importantes, claro que sim, mas não no mesmo nível.
Num país como o nosso, há tempo para ser exigente com tudo? A ideia é boa mas quando os serviços básicos andam sempre a falhar, a minha atenção nunca será uns m2 de calçada.
Não tou a ignorar que aquilo fique assim por 2 ou 3 anos, mas se for uma semana ou alguns meses, lá está num país sob estacas, não me tira o sono.
E depois convinha ouvir a camara e o empreiteiro ou lá quem fez a obra pa saber o que aconteceu, se foi falta de brio ou o que aconteceu, em vez de atacar logo sem os ouvir primeiro.
Não tem nada a ver com o imediato que é um serviço crítico.....O Turismo, e intrinsecamente a estética, é o ganha pão dos residentes, directa ou indirectamente.
Pensando bem, quantas quedas já vi em calçada, irregular, pedras soltas, e em dias de chuva é nada prática....O problema é que isto repete-se em todas as ruas da baixa do Funchal. Interessa que ninguém caia ou frature um pé, portanto, cimento em cima.
Porque aqui, como na maioria do país, o provisório é eterno.
É uma arte perdida? Talvez. Ou talvez seja um nicho inexplorado para emigrantes que se auto-intitulam pedreiros.
Ou talvez seja um nicho inexplorado para emigrantes que se auto-intitulam pedreiros.
Estava a apreciar a tua ironia.