Problemas 1.2 PureTech

Acontece em japoneses, europeus...... poucas marcas escapam aos takata!

Não é brincadeira:

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A minha namorada tem um C3 de 2011 que substituiu há um ano... Andamos um mês e meio com carro emprestado pela Citroen.

A primeira carta recebida a fazer o recall tinha sido algures no último semestre de 2023.

​​​​​
 
Isto é um problema grave. Alguma ideia de até quando este problema subsistiu e de saber se o carro tem ou não este tipo de airbag?

Tudo o que coloque em risco a segurança dos ocupantes julgo ser obrigatório um Recall.

Na Honda estes airbags Takata foram usados de 2001 a 2016, a acção de chamada está na homepage de marca. ex PT / ES / UK

Em outros construtores .. é esperar pela carta ??

 
Última edição:
Tudo o que coloque em risco a segurança dos ocupantes julgo ser obrigatório um Recall.

Na Honda estes airbags Takata foram usados de 2001 a 2016, a acção de chamada está na homepage de marca. ex PT / ES / UK

Em outros construtores .. é esperar pela carta ??

Ou fazer revisões na marca que assim consultam na entrada.
 
Stellantis estende garantia do motor 1.5 BlueHDI. Saiba o que fazer


Além da cobertura alargada, a Stellantis vai reembolsar despesas relacionadas com o motor 1.5 BlueHDI.

A medida vai abranger todos os motores 1.5 BlueHDI (DV5) produzidos entre outubro de 2017 e janeiro de 2023. Não fica por aqui: a Stellantis vai também reembolsar despesas já realizadas com este problema, desde que tenham ocorrido entre 1 de janeiro de 2023 e 30 de junho de 2025.​

https://www.razaoautomovel.com/noticias/motores-stellantis-1-5-bluehdi-cobertura-alargada/
 
Stellantis estende garantia do motor 1.5 BlueHDI. Saiba o que fazer


Além da cobertura alargada, a Stellantis vai reembolsar despesas relacionadas com o motor 1.5 BlueHDI.

A medida vai abranger todos os motores 1.5 BlueHDI (DV5) produzidos entre outubro de 2017 e janeiro de 2023. Não fica por aqui: a Stellantis vai também reembolsar despesas já realizadas com este problema, desde que tenham ocorrido entre 1 de janeiro de 2023 e 30 de junho de 2025.​

https://www.razaoautomovel.com/noticias/motores-stellantis-1-5-bluehdi-cobertura-alargada/

É uma boa notícia, mas, e quem recorreu à oficina fora da marca?
Presumo que não tenha direito a reembolso.

Apenas quem pagou couro e cabelo nas oficinas oficiais é que terá reembolso?!
 
Ah pois, e só com essa são logo umas boas dezenas ou centenas de milhares de motores sobre os quais deixam de se responsabilizar...
 
É uma boa notícia, mas, e quem recorreu à oficina fora da marca?
Presumo que não tenha direito a reembolso.

Apenas quem pagou couro e cabelo nas oficinas oficiais é que terá reembolso?!

Boas!
Não...

Aqui ficam as condições para Portugal:

PORTUGAL
Prezado(a) cliente,

esta plataforma permite-lhe submeter o seu pedido para indemnização de boa-fé num processo rápido e conveniente. Se tiver tido problemas com determinadas
gerações anteriores do motor a gasóleo 1.5 Blue HDi, devido a desgaste prematuro da correia de distribuição, verifique abaixo se tem direito a um reembolso.
Deverão ser respeitados todos os critérios a seguir indicados:

1. O incidente ocorreu entre 1 de janeiro de 2023 e 30 de junho de 2025.

2. O veículo encontra-se dentro do período de cobertura alargada oferecido voluntariamente pela marca (10 anos/240 000 km, o que ocorrer primeiro), a partir da data de início da garantia (normalmente, a data do primeiro registo).

3. A manutenção foi efetuada de acordo com a recomendação do fabricante (principalmente intervalo de tempo/quilometragem), por um profissional do setor automóvel.
Isto inclui utilizar óleos que cumprem as normas indicadas aquando da manutenção. Ser-lhe-ão solicitadas as últimas 3 faturas
detalhadas antes da data de reparação. Como alternativa, será aceite um livro de revisões carimbado pelo concessionário autorizado pertencente à rede Stellantis. Iremos considerar aceitável um atraso máximo de 3 meses/3000 km no plano de manutenção.

4. O diagnóstico e a reparação relacionados com a correia de distribuição têm de ter sido efetuados por um concessionário autorizado pertencente à rede Stellantis.

5. O requerente era o proprietário do veículo aquando do incidente e pagou a reparação do problema.

Se cumprir os critérios acima, pedimos que introduza todas as informações necessárias para avaliarmos o caso. Tem de ser o proprietário do veículo a fazer o pedido. Ou seja, toda a documentação (registo do veículo, faturas, etc.) têm de estar em seu nome.

Para avançar com a conclusão do pedido, pedimos que tenha a seguinte documentação à disposição:

1. Documento de identificação (CC ou Passaporte)

2. Número de identificação do veículo (VIN) do veículo constante no pedido

3. Documento único do veículo (comprovativo da propriedade do veículo);

4. No caso de discrepância entre fatura-propriedade, aceitamos um "registo familiar" como comprovativo de pertença ou outra declaração equivalente emitida pelas autoridades (por exemplo: marido é o proprietário e as faturas encontram-se no nome da esposa).

5. Fatura ou recibo de compra do veículo (se disponível)

6. Fatura da reparação efetuada relacionada com o incidente​

7. As últimas três faturas antes da data da reparação relativa à manutenção do veiculo OU livro de revisões carimbado por um concessionário
autorizado pertencente à rede Stellantis

8. Para as empresas: documento de registo da empresa

Ao criar o caso, aplicam-se as seguintes regras:
• Cada caso tem a sua própria numeração e representa o código principal que acompanha cada pedido individual.
• Pode ser associado um caso a um único VIN.
• Podem existir vários casos para cada VIN.
• Cada caso centra-se num evento/incidente específico (mesma data de evento)

Isto irá permitir à nossa Equipa avaliar os pedidos de reembolso mais rapidamente e fornecer uma resposta num curto espaço de tempo.

Obrigado pela sua colaboração,​


Cumprimentos,

LPC
 
Última edição:
Bem, um colega meu de trabalho andava a pedir-me conselhos sobre o que fazer ao Audi A3 1.6 TDI com 70 mil KMs (carro recente), disse que perdeu a confiança no carro por causa dum problema no pedal da embraiagem. Aconselhei a ficar com o carro pelo menos até aos 100 mil KMs e depois via se queria continuar ou não.
Acabou depois por me enviar um anúncio dum 308 1.2 130cv de 2023 com menos de 10 mil KM. Disse-lhe para fugir porque tinha correia banhada em óleo e ia ficar muito pior do que com o 1.6 TDI. Ficou a conversa por aí.

Acabou por comprar o carro :sh).
Já a minha prima também comprou um 3008 com o 1.2 130cv, que continuam a sair com as correias banhadas.
 
Bem, um colega meu de trabalho andava a pedir-me conselhos sobre o que fazer ao Audi A3 1.6 TDI com 70 mil KMs (carro recente), disse que perdeu a confiança no carro por causa dum problema no pedal da embraiagem. Aconselhei a ficar com o carro pelo menos até aos 100 mil KMs e depois via se queria continuar ou não.
Acabou depois por me enviar um anúncio dum 308 1.2 130cv de 2023 com menos de 10 mil KM. Disse-lhe para fugir porque tinha correia banhada em óleo e ia ficar muito pior do que com o 1.6 TDI. Ficou a conversa por aí.

Acabou por comprar o carro :sh).
Já a minha prima também comprou um 3008 com o 1.2 130cv, que continuam a sair com as correias banhadas.

A estética vende.
 
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