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O problema é que nem és tu o pai, nem é ninguém... E o miúdo faz o que quer da mãe e da avó.Se fosse eu o pai: 1° passo, mostrar efetivamente na pele dele o que ele denomina de "violência infantil!"
2 passo, tirar-lhe tudo o que de bom e que ele preza na sua vida até mudança de hábitos e maneiras.
Os meus pais meteram isso em prática e funcionou comigo! :sh)[]
Eu no teu caso nem me dava ao trabalho de me meter nisso.
O que faz falta nessa casa é pulso firme e umas quantas bordoadas.
Isso já parece problema sério, com vários anos em cima...
Está aí um caso bicudo!
Bem, isso já passou todos os limites, talvez pedir para o miúdo ir para uma instituição não seja a pior ideia, pior não fica.
Enviar a criança para um "campo de educação" algures em África para fazer as férias, ia fazer milagres.
Boa sorte. Mas algo têm que fazer, e rápido, esse rapaz está numa autoestrada para na adolescência se meter nas drogas, álcool e criminalidade.
O problema é que nem és tu o pai, nem é ninguém... E o miúdo faz o que quer da mãe e da avó.
Se chegou ao que chegou com a mãe, não vejo a mãe a ter mão no miúdo.São passos que podem ser aplicados pela mãe tal e qual! No meu tempo era eu e mais dois irmãos e fomos "criados" pela mãe, o pai passava mais tempo a trabalhar do que a educar os filhos. A diferença é que no meu tempo a avó criava nos com a bengala açoitada no lombo, e a mãe não se ficava pelas ameaças de levarmos com o rolo de cozinha no focinho! [][
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Neste caso e em muitos outros o problema é as crianças pensarem que tem o controle sobre a situação. E neste estágio só lá vai com medidas drásticas. A mim bastou me a inscrição na escola de correção. Felizmente nunca cheguei a fazer valer a inscrição e a frequentar. Atinei pouco antes.
Seria interessante saber qual o relacionamento que tem com os colegas da escola...