Processo de Bolonha: Doutores e Engenheiros a Nú

Aparentemente os licenciados de Bolonha não são suficientemente bons para serem Funcionários Públicos... :sh)

Pelo menos é a conclusão a que chega quem visita o site do BEP (Bolsa de Emprego Público).

No dito site, é possível encontrar vários anúncios de abertura de concursos públicos com vista ao recrutamento de Técnicos Superiores para exercerem funções na Universidade Nova de Lisboa. Para alguém entrar para a carreira de Técnico Superior é necessário que tenha uma habilitação ao nível da licenciatura. Poderá daí concluir-se que todos os que tenham a licenciatura exigida para o exercício da profissão podem candidatar-se ao concurso?

Num país normal onde as Universidades não sejam especialmente anormais talvez. Contudo estamos em Portugal, pelo que é possivel vermos uma Universidade Pública como a UNL a recusar-se a admitir em concurso público licenciados pós-Bolonha, como se pode ver, por exemplo, aqui: https://www.bep.gov.pt/pages/oferta/Oferta_Detalhes.aspx?CodOferta=17296

Recorde-se que a UNL é um Universidade Pública e como tal implementou o Processo de Bolonha, formando assim alunos que, como se pode depreender pela atitude discriminatória acima demonstrada, na opinião de quem a dirige, não servem sequer para integrar os seus quadros administrativos.

Boa maneira de reforçar a confiança das empresas e da sociedade em geral no Ensino Superior Público.

Espectáculo.... [8b]

Devem ter cá uma confiança nos próprios cursos que é obra.
 
Não sei porque tanta preocupação se certamente o lugar já está provavelmente reservado[:D][:D]

Em relação à questão, em si: acho que quem deve decidir i o perfil do candidato é que o contrata e como tal : não somos niguém para julgar. Haverá certamente motivos para isso.
 
Não sei porque tanta preocupação se certamente o lugar já está provavelmente reservado[:D][:D]

Em relação à questão, em si: acho que quem deve decidir i o perfil do candidato é que o contrata e como tal : não somos niguém para julgar. Haverá certamente motivos para isso.

Quando se trata de privados concordo que haja liberdade total na escolha de quem se contrata, até podem meter como requisito saber dar o pino enquanto se discute Nietzsche preferencialmente em latim [:p]

Agora tratando-se de Administração Pública, acho que podemos e devemos julgar, todos pagamos impostos, nem que seja quando vamos ao supermercado, portanto temos legitimidade mais que suficiente para julgar e discutir as formas e os motivos de quem gasta o nosso dinheiro.

Perguntam qual é a questão. Bem, há várias e ao mesmo tempo não há nenhuma, porque mais do que questões eu fiz observações:

1- Que a UNL tem a honestidade intelectual de um cabide. Basta irem aos sites das Faculdades que a integram e ler a apresentação dos cursos onde são feitas promessas de rigor e qualidade. Aparentemente não passam mesmo de promessas.

2- Que os sucessivos Governos têm a honestidade intelectual de uma UNL, pois permitem que sejam feitas distinções no acesso a cargos públicos entre pessoas com habilitações que por vontade política se tornaram equivalentes.

Quanto à eterna questão "não são cá licenciados, são mas é bacharéis": Ok. Então como é que alguém faz para ser licenciado? Tem que tirar o Mestrado? E depois não é bem Mestre, mas sim um Licenciado que se quiser ser reconhecido como Mestre tem que tirar o Doutoramento?

Por fim, até é possível que o lugar já esteja reservado, mas essa já é outra questão, não queimemos etapas [:D]
 
Quanto à eterna questão "não são cá licenciados, são mas é bacharéis": Ok. Então como é que alguém faz para ser licenciado? Tem que tirar o Mestrado? E depois não é bem Mestre, mas sim um Licenciado que se quiser ser reconhecido como Mestre tem que tirar o Doutoramento?

Por fim, até é possível que o lugar já esteja reservado, mas essa já é outra questão, não queimemos etapas [:D]

Não sei agora os detalhes mas,tanto quanto sei, as univs estatais tem uma autonomia bem superior à restante administração pública.

Pessoalmente acho que a UNL está aser extremamente coerente e justa com os seus alunos e ex alunos.

Se o cargo exige um ciclo de estudos de 5 anos, acho correcto pedirarm licenciados pré bolonha. Se pedissem mestrados pós bolonha excluindo licenciado pré bolonha a discriminção seria muitíssimo superior. Não concordas?

Já agora onde é qe uma pessoa com um licenciatura de 3 anos pode encaixar nos restantes requisitos? O lugar é claramente para alguem já com alguns anos de experiência real.

Não penso que seja um escândalo e acho que a UNL esteve muito bem (o que é compreensível dado tratar-se da melhor e mais reconhecida universidade portuguesa).
 
Última edição:
Há cursos como os de Medicina, Arquitectura e Ciências Farmacéuticas, tal como algumas engenharias que actualmente são mestrados integrados e o seu curriculo é praticamente ao currículo pre-bolonha, ou seja, as antigas licenciaturas.
 
Quando se trata de privados concordo que haja liberdade total na escolha de quem se contrata, até podem meter como requisito saber dar o pino enquanto se discute Nietzsche preferencialmente em latim [:p]

Agora tratando-se de Administração Pública, acho que podemos e devemos julgar, todos pagamos impostos, nem que seja quando vamos ao supermercado, portanto temos legitimidade mais que suficiente para julgar e discutir as formas e os motivos de quem gasta o nosso dinheiro.

Perguntam qual é a questão. Bem, há várias e ao mesmo tempo não há nenhuma, porque mais do que questões eu fiz observações:

1- Que a UNL tem a honestidade intelectual de um cabide. Basta irem aos sites das Faculdades que a integram e ler a apresentação dos cursos onde são feitas promessas de rigor e qualidade. Aparentemente não passam mesmo de promessas.

2- Que os sucessivos Governos têm a honestidade intelectual de uma UNL, pois permitem que sejam feitas distinções no acesso a cargos públicos entre pessoas com habilitações que por vontade política se tornaram equivalentes.

Quanto à eterna questão "não são cá licenciados, são mas é bacharéis": Ok. Então como é que alguém faz para ser licenciado? Tem que tirar o Mestrado? E depois não é bem Mestre, mas sim um Licenciado que se quiser ser reconhecido como Mestre tem que tirar o Doutoramento?

Por fim, até é possível que o lugar já esteja reservado, mas essa já é outra questão, não queimemos etapas [:D]

Não ponhas tudo no mesmo saco. A Faculdade de Economia da UNL é só a melhor escola pública de economia e gestão do país. [;)]

Em relação às outras faculdades não me pronuncio porque não conheço.
 
Não sei agora os detalhes mas,tanto quanto sei, as univs estatais tem uma autonomia bem superior à restante administração pública.

Pessoalmente acho que a UNL está aser extremamente coerente e justa com os seus alunos e ex alunos.

Se o cargo exige um ciclo de estudos de 5 anos, acho correcto pedirarm licenciados pré bolonha. Se pedissem mestrados pós bolonha excluindo licenciado pré bolonha a discriminção seria muitíssimo superior. Não concordas?

Já agora onde é qe uma pessoa com um licenciatura de 3 anos pode encaixar nos restantes requisitos? O lugar é claramente para alguem já com alguns anos de experiência real.

Não penso que seja um escândalo e acho que a UNL esteve muito bem.

Não concordo que este cargo em particular exija um ciclo de estudos de 5 anos. Exige a posse de um certificado de habilitações que pode ser obtido ao fim de 5 anos para quem teve a sorte de escapar a Bolonha, ao fim de 4 anos numa Universidade Pública e ao fim de 3 em muitas Universidades Privadas.

Se me disseres "ah mas com 5 anos está-se melhor preparado do que com 4 e dá-se 10 a 0 a quem se formou com 3" estou de acordo. Contudo, para que um curso seja leccionado, quer numa Universidade Pública, quer numa Universidade Privada, tem que ter a autorização do Estado, autorização essa que pretende garantir a qualidade da formação que se vai receber e dar a conhecer a quem pensa entrar numa dessas Instituições que aquilo tem valor.

Ora se para aceder a uma carreira na Administração (e aqui penso que não haverá essa autonomia da parte das Faculdades, que, acho eu, se limitará ao pessoal docente), um certificado que é obtido num curso "aprovado" pelo Estado não é suficiente, então das duas uma: ou a Universidade enganou o Estado ou então o Estado enganou toda a gente.

De qualquer das formas, parece-me quando uma Universidade não reconhece qualidade nos seus formandos para não os aceitar no seu quadro administrativo está a admitir que falhou na sua missão de formar os que a escolheram. É como um pai que se queixa que o seu filho é um malcriado.

Já quando dizes que "Se pedissem mestrados pós bolonha excluindo licenciado pré bolonha a discriminção seria muitíssimo superior" levantas uma questão interessante.

Não me parece que aqui haja uma grande discriminação visto que um mestrado (com excepção dos integrados, mas tanto quanto sei estes ainda não são a regra) é uma formação especializada numa área especifica, ao contrário de uma licenciatura seja ela pré ou pós bolonha, terá sempre um cariz mais generalista.

Quanto aos restantes requisitos de que falas, eles serão avaliados nas provas de conhecimento e nas entrevistas e a pessoa pode cumpri-los ou não, independemente de ter tirado o curso antes ou depois de Bolonha.
 
Não ponhas tudo no mesmo saco. A Faculdade de Economia da UNL é só a melhor escola pública de economia e gestão do país. [;)]

Em relação às outras faculdades não me pronuncio porque não conheço.

Mas repara, é quem estabelece os requisitos para a admissão que começa por colocar tudo no mesmo saco no momento em que abre distinções entre licenciaturas pré Bolonha e pós Bolonha (que são todas as que fornece nos ultimos anos, penso eu) e Direito não é o primeiro curso em que eu vejo essa distinção por parte da UNL.

Já agora, os cursos que referes sofreram redução de anos lectivos com a implementação de Bolonha?
 
Um exemplo curto e conciso: Eu tive uma formação bastante intensa em Inglês, tenho ao todo 9 anos de formação teórica em Inglês...aprendi muito sim e falava relativamente bem, posso-me orgulhar disso mas também, como era algo que gostava muito não era difícil.
Mas acreditem que o salto qualitativo na minha fala e escrita, só foi dado e foi enorme, quando tive que falar Inglês regularmente, quando meti em prática os ensinamentos teóricos, pelo facto de ter namorado com duas estudantes de Erasmus(não em simultâneo![:D]) durante alguns meses.
cumprs

Ter uma namorada estrangeira faz sempre bem à língua![:D]
 
Não concordo que este cargo em particular exija um ciclo de estudos de 5 anos. Exige a posse de um certificado de habilitações que pode ser obtido ao fim de 5 anos para quem teve a sorte de escapar a Bolonha, ao fim de 4 anos numa Universidade Pública e ao fim de 3 em muitas Universidades Privadas.

Nem pensar.

Bastonário da OA ( e quase todos os advogados que conheço que são muitos) é claro nesse aspecto. Já repetiu n vezes na TV e em entrevistas.

Os cursos de Licenciatura em Direito pós bolonha são qualitativamente inferiores aos anteriores.

Eu posso dizer-te que recebo a revista da ordem do advogados e já me fartei de ler sobre essa temática. ( é tema bastante recorrente)

Deve ser criado um espaço -sim- para os actuais licenciados de Bolonha em Direito mas não o mesmo espaço dos anteriores.

Se para o efeito se exige um licenciado pré-bolonha é porque quem contrata não reconhece qualificações aos pós Bolonha. E isso é legítimo.
 
Mas repara, é quem estabelece os requisitos para a admissão que começa por colocar tudo no mesmo saco no momento em que abre distinções entre licenciaturas pré Bolonha e pós Bolonha (que são todas as que fornece nos ultimos anos, penso eu) e Direito não é o primeiro curso em que eu vejo essa distinção por parte da UNL.

Já agora, os cursos que referes sofreram redução de anos lectivos com a implementação de Bolonha?
Não sou eu a autora do tópico, mas posso dar alguns exemplos - História, História de Arte, Ciências da Comunicação, Arqueologia, Sociologia, Antropologia, Cursos de línguas e literaturas, que passaram de 4 para 3 anos com Bolonha.
 
Se para o efeito se exige um licenciado pré-bolonha é porque quem contrata não reconhece qualificações aos pós Bolonha. E isso é legítimo.

O mercado não anda a dormir e não acredita cegamente nas habilitações.

É normal que um licenciado em 5 anos saiba muito mais que um em três.

Existem bons e maus alunos em todos os estabelecimentos de ensino, mas em alguns é preciso andar com uma lupa para encontrar alguém que consiga minimamente conjugar saber técnico com cultura geral!

Por isso é que existem instituições que se dão ao luxo de ignorar candidatos de determinadas faculdades!
Recebem 200 CV e reduzem logo a 20 ou 30 de determinadas faculdades! Pode parecer injusto, mas para quem recruta é muito mais fácil!
 
Não ponhas tudo no mesmo saco. A Faculdade de Economia da UNL é só a melhor escola pública de economia e gestão do país. [;)]

Em relação às outras faculdades não me pronuncio porque não conheço.

E aí tb n convém por tudo no mesmo saco. Um curso não faz a regra [;)]
 
Não sou eu a autora do tópico, mas posso dar alguns exemplos - História, História de Arte, Ciências da Comunicação, Arqueologia, Sociologia, Antropologia, Cursos de línguas e literaturas, que passaram de 4 para 3 anos com Bolonha.

Atenção que nos cursos de letras/matemática, FQ, Biologia, etc para adquirires habilitação para o ensino acrecsentavas ainda um ano de estágio e seminário pedagógico! Ou seja, na prática eram 5 anos e título de Lic.
 
Atenção que nos cursos de letras/matemática, FQ, Biologia, etc para adquirires habilitação para o ensino acrecsentavas ainda um ano de estágio e seminário pedagógico! Ou seja, na prática eram 5 anos e título de Lic.
Não me referi a esses casos, apenas me estava a referir ao caso dos alunos que não querem ir para o ensino.
 
Boas, convêm esclarecer aqui 2 coisas importantes.
Vou-vos falar apenas do que tenho conhecimento, o curso de Direito na Universidade de Coimbra e o curso de Geografia na faculdade de letras.

1º- Eu e um amigo meu licenciado em direito pré-bolonha(5anos) estivemos a pesquisar e a discutir as alterações entre a licenciatura dele e as novas pós-Bolonha de 4 anos.
A conclusão a que chegamos e que não sei se já aqui foi referida, é que antes o curso tinha 5 anos, mas tinha apenas mais 4 cadeiras que o actual curso de 4 anos !!!
Isto altera toda a realidade, julgo eu, pois 4 cadeiras não é o mesmo que um ano, um ano normal pré-Bolonha tinha no mínimo 8 cadeiras semestrais por ano, logo, podemos inclusive dizer que antes tínhamos 5 anos e agora temos "4 anos e um semestre". Assim quem entrou no curso pós-Bolonha só ficou a perder, pois toda a gente diz que tem um ano de formação a menos e não tem, tem sim 4 cadeiras a menos e não fosse a nossa política virada para o capital em vez da formação adequada e rigorosa, o curso seria ainda mais difícil nos moldes actuais.
O que acontece, é que agora os professores passam mais alunos e exigem menos para que todos possam entrar no mestrado e pagar mais 2000€ no mínimo, pelo facto de terem 4 cadeiras a menos na sua formação e serem julgados como bolonheses de 4 anos e não de 4 anos e meio!!!


2º Eu entrei em Geografia pré-Bolonha, entretanto interrompi os estudos e como tal quando regressei fui obrigado a terminar o curso mediante o plano pós-bolonha.
A primeira coisa a ter em conta, é que no número de cadeiras do último ano 4º(pré-Bolonha) 3º (pós-Bolonha) são iguais, apenas se modificando o estilo, sendo que com Bolonha os cursos adoptaram uma componente mais flexível, com mais hipóteses de escolha de cadeiras.
O segundo ponto a reter é que antes de Bolonha entrar, tínhamos no máximo 10 cadeiras semestrais por ano lectivo, actualmente com Bolonha chegamos a ter 12 cadeiras semestrais por ano lectivo.
Fazendo as contas e comparando, vamos deparar-nos exactamente com a mesma situação: Quem tirou a licenciatura pré-bolonha estudou 4 anos, quem tirou a pós-Bolonha estudou 3 anos e meio, pois a diferênça no total de cadeiras é igual a Direito,4cadeiras é o número de cadeiras que um licenciado pré-Bolonha(4 anos) teve a mais que um licenciado pós-Bolonha (3anos)

Agora digam-me lá se isto é justo também! E isto sucede com quase todos os cursos de Letras, sucede na faculdade de Direito, não avaliei Psicologia, mas quase que apostava que é igual e claro, a lista com certeza não termina aqui.

Afinal a diferença entre a licenciatura de alguns cursos pré-Bolonha e outros pós Bolonha não é de um ano ou seja:8 cadeiras, mas sim meio ano, e apenas 4 cadeiras.
Mas por esta situação um licenciado pós-Bolonha já é encarado com uma licenciado de 2ª!!!Claro que 4 cadeiras contam, mas sejamos realistas, sabemos bem nas antigas licenciaturas haviam, por vezes, bem mais que 4 cadeiras sem qualquer interesse para o curso.

E não esquecer um pormenor, muitas universidades desistiram de Bolonha pois não concordavam ou o sistema simplesmente não era concebível perante a realidade específica de cada espaço universitário.

Com a actual formatação do nosso sistema Superior de Ensino, Bolonha simplesmente não faz sentido. Se quiserem também posso falar na qualidade dos pseudo-mestrados que eu facilmente poderia ter tirado.[:D]

Quanto ao que está a Bold azul...
É o que se passa na FDUC. Ou seja, antes da entrada do processo de bolonha, o curso de direito era de 5 anos, sendo que o último tinha opções entre 3 areas distintas, com apenas uma cadeira em comum (que tb era optativa: metodologia e filosofia do Dto.). 2º um ex prof. meu, o 5º ano era mais um ano de "especialização", que outra coisa, pq o "sumo" do curso aprende-se nos 4 primeiros anos.
Com a entrada de bolonha, o curso manteve-se e algumas cadeiras das várias áreas optativas do 5º ano, foram divididas nos 4 anos a que passou o curso... Nomeadamente, lembro-me de ter Dto Comunitário no 2º ano e Contratos Públicos no 3º, estas cadeiras eram do "antigo" 5º ano juridico. Além disso, foram criadas mais cadeiras que são obrigatórias para o pessoal que entrou pos-bolonha.
Se Bolonha é bom ou mau, não sei... O que sei é que posso completar o 2º ciclo ( atingir o grau de "mestre"), mto mais novo do que o atingiria no plano antigo (no qual, provavelmente nem sequer o equacionaria), e se calhar até com maior bagagem cultural comparativamente com o plano antigo... Se vale mais ou menos que o mestrado antigo, eu diria que vale menos mas vale mais que a licenciatura de 5 anos
 
Última edição:
Se vale mais ou menos que o mestrado antigo, eu diria que vale menos mas vale mais que a licenciatura de 5 anos

Pois mais isso não interessa nada para o caso dos advogados.

Interessa sim saber se ao fim dum licenciatura de bolonha estão aptos ou não a entrarem para o estágio da OE. Os entendidos dizem que não.

Aliás, desconfio que todos os candidatos à OA são contra por isso... o Cerne da questão não é propriamente o valor do mestrado ( q ng discute) é sim a falta de valor das licenciaturas actuais aos olhos dos teus pares.

Nos engenheiros é exactamente a mesma história. Se bem que nesse caso existia o engenheiro técnico c/ formação de 3 anos antes de bolonha e como tal, a profissão já estava regulada para ciclos inferiores.
 
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