Processo de Bolonha: Doutores e Engenheiros a Nú

Este plano é para quem fez os 3 anos no ISEP. Mas também podes mudar antes, penso eu...so que é um processo mais complicado e demorado..mas qualquer um pode tentar mudar..acho eu!
 
citação:Originalmente colocada por Mysterious

Quem estudou mais nao vai ficar prejudicado. No diploma vem o grau academico, e numa das folhas em "anexo" vem as cadeiras todas que se fez, e as areas cientificas correspondentes. O trabalho que cada um teve para tirar o curso esta lá todo em "anexo"....

ps: disse "anexo" porque não me lembro do nome especifico que dão ao papel... :S


A velha licenciatura continua a ser mais valiosa do que a nova licenciatura. Ou seja, com a velha licenciatura podes pertencer a ordem, e a nova licenciatura não pode.

Eu dou uma ajudinha: "Suplemento ao Diploma" ;)
 
Uma coisa que dá vontade de rir são as ordens, ANET´s e afins, que se não fosse o caso de a inscrição ser obrigatória em alguns cursos, os únicos associados que tinham eram os que vivem das aparências. Eu sou Licenciado em engenharia electrotecnica tirei numa instituição publica inscrito na ordem (por obrigação), uma vez um professor meu chamou a atenção para um aspecto, em Portugal o ministério da educação é que diz que cursos é que podem ser leccionados e onde, após verificar se existe competência por parte das universidades. Andam os professores a avaliar alunos durante 5 anos, no final a universidade "entrega" (vende) um diploma e depois essa pessoa que acabou os estudos nem que tenha tido media de 20, está sujeito a um exame da ordem dos engenheiros para exercer a profissão, se chumbar no exame, não pode exercer ??????????????? Isto não é passar um atestado de estupidez aos professores, á universidade e ao Ministério da educação???
Mas se for na escola X, y ou Z, como quem manda na ordem veio de la ou dá lá aulas, tem entrada directa???????? Quando muitas vezes, as instituições partilham professores????
Isto no extremo é limitar o direito ao trabalho, isto foi dito por um professor meu doutorado no IST, e com um grande currículo em termos académicos mas ainda maior termos profissionais.
Eu acabava com as ordens...
Por isso é que portugal anda como anda, nas empresas alemãs não há cá eng. nem doutores, existem pessoas e elas são competentes ou incompetentes.
 
Uma coisa que dá vontade de rir são as ordens, ANET´s e afins, que se não fosse o caso de a inscrição ser obrigatória em alguns cursos, os únicos associados que tinham eram os que vivem das aparências. Eu sou Licenciado em engenharia electrotecnica tirei numa instituição publica inscrito na ordem (por obrigação), uma vez um professor meu chamou a atenção para um aspecto, em Portugal o ministério da educação é que diz que cursos é que podem ser leccionados e onde, após verificar se existe competência por parte das universidades. Andam os professores a avaliar alunos durante 5 anos, no final a universidade "entrega" (vende) um diploma e depois essa pessoa que acabou os estudos nem que tenha tido media de 20, está sujeito a um exame da ordem dos engenheiros para exercer a profissão, se chumbar no exame, não pode exercer ??????????????? Isto não é passar um atestado de estupidez aos professores, á universidade e ao Ministério da educação???
Mas se for na escola X, y ou Z, como quem manda na ordem veio de la ou dá lá aulas, tem entrada directa???????? Quando muitas vezes, as instituições partilham professores????
Isto no extremo é limitar o direito ao trabalho, isto foi dito por um professor meu doutorado no IST, e com um grande currículo em termos académicos mas ainda maior termos profissionais.
Eu acabava com as ordens...
Por isso é que portugal anda como anda, nas empresas alemãs não há cá eng. nem doutores, existem pessoas e elas são competentes ou incompetentes.

Estás a confundir o curso com a profissão e o exercício da mesma.

Ninguem sai da universidade como Médico, Biólogo, Economista, Arquitecto, Engenheiro, ou Advogado...

Saem sim LICENCIADOS em medicina, biologia, arquitectura engenharia e direito...

Os cursos em si são regulados e fiscalizados pelos ministérios e outras entidades estatais....

O acesso e o exercício da profissão associada ao curso está regulamentado e fiscalizado pelas ORDENS, que por MANDATO definido e aprovado pelo estado, tem a função e a autoridade concedida pelo próprio estado, de regulamentar o exercício da respectiva profissão.


Portanto uma coisa é o estado autorizar que uma universidade abra um curso de engenharia, por exemplo "engenharia psicológica" que para ser autorizado só precisa de ser leccionado por uma instituição autorizada, com determinado numero de docentes, e com um plano curricular que obedeça aos criterios de uma licenciatura a nível de créditos, carga horária etc...

Outra coisa é o aluno terminado o curso querer ser engenheiro exercer engenharia. como é evidente, é o papel da ordem verificar a aplicabilidade dos critérios para se ser engenheiro, em qual dos ramos da engenharia é que se enquadra esse curso, quais as competências do mesmo, e se o conteúdo curricular do curso permite o exercício da profissão...

São como vem coisas diferentes: Abrir os cursos "qualquer um" pode abrir, e o estado não limita, desde que se cumpram os requisitos do ensino superior, a criação de novos cursos por mais inventados que sejam. A correspondência dessa formação curricular a uma profissão é definida, segundo as próprias directivas do estado, exclusivamente pelas ordens profissionais.
 
eu nunca traduzi a minha licenciatura,

no meu CV diz que tenho uma "licenciatura" e ponto final.

Se perguntarem o que e' eu explico... na pratica e' semelhante ao mestrado (no estrangeiro) mas sem tese.

Então, segundo o que dizes, eu já sou mestre, (licenciatura de 5 anos), e estou inscrito no mestrado actualmente para continuar com o mesmo grau?! :confused:

No caso apresentado, normalmente diz-se apenas que se tem um degree (licenciatura) pelo menos é assim que tenho visto traduzido.
 
Abrir os cursos "qualquer um" pode abrir, e o estado não limita, desde que se cumpram os requisitos do ensino superior, a criação de novos cursos por mais inventados que sejam. A correspondência dessa formação curricular a uma profissão é definida, segundo as próprias directivas do estado, exclusivamente pelas ordens profissionais.

O problema está e sempre esteve aí. Qualquer um abria e abre o que quer e vende. Não devia ser assim. Uma entidade quer ter um curso de engenharia? É viável abrir esse curso? Tem saída profissional? Requer certificação de uma ordem para ser reconhecido?

Apenas com estas perguntas devidamente respondidas um curso deveria abrir.

Assim, evitavam-se engenharias "cegas" e cursos de linguas e afins que estiveram abertos "n" anos só para encher os bolsos do ensino superior...
 
Basta olhar para os critérios da ordem, uns não precisam de fazer nada outros têm que fazer exames?!?
De que vale um curso se não podes exercer? Queria ver a exigirem um exame de admissão á ordem aos alunos do técnico, isso era passar um atestado de estupidez a eles mesmo e isso eles não querem, não tem lógica nenhuma, a ordem é como já ouvi dizer é como um clube de golfe, tem mensalidade e tudo...

Todos os alunos que acabam um curso numa universidade estatal deveriam poder exercer a sua profissão, isto em ultima analise é uma limitação a um direito básico que é o direito ao trabalho.
 
Basta olhar para os critérios da ordem, uns não precisam de fazer nada outros têm que fazer exames?!?
De que vale um curso se não podes exercer? Queria ver a exigirem um exame de admissão á ordem aos alunos do técnico, isso era passar um atestado de estupidez a eles mesmo e isso eles não querem, não tem lógica nenhuma, a ordem é como já ouvi dizer é como um clube de golfe, tem mensalidade e tudo...

Todos os alunos que acabam um curso numa universidade estatal deveriam poder exercer a sua profissão, isto em ultima analise é uma limitação a um direito básico que é o direito ao trabalho.

Essa situação da Ordem dos Engenheiros (existente noutras ordens, como dos arquitectos) é anacrónica e discriminatória. A nova lei reguladora das ordens profissionais proibe essa situação mas, por uma interpretação disparatada da aplicação da lei no tempo, afirmam que não se aplica às ordens já existentes.

Essas ordens profissionais estão a praticar actos nulos por usurpação de poderes e incompetência orgânica uma vez que estão a praticar actos da competência do executivo e das universidades. A função da ordem é de regular a profissão e não de determinar os curricula dos cursos universitários. Agora vão os profissionais ensinar aos professores doutores, muitos deles doutorados no estrangeiro, como é que devem organizar uma faculdade? Isso é perfeitamente ridículo!

Se querem colocar exames de acesso à profissão (que podem ser necessários para assegurar os conhecimentos práticos e deontológicos para o exercício da profissão) então que os apliquem a todos!
 
Basta olhar para os critérios da ordem, uns não precisam de fazer nada outros têm que fazer exames?!?
De que vale um curso se não podes exercer? Queria ver a exigirem um exame de admissão á ordem aos alunos do técnico, isso era passar um atestado de estupidez a eles mesmo e isso eles não querem, não tem lógica nenhuma, a ordem é como já ouvi dizer é como um clube de golfe, tem mensalidade e tudo...

Todos os alunos que acabam um curso numa universidade estatal deveriam poder exercer a sua profissão, isto em ultima analise é uma limitação a um direito básico que é o direito ao trabalho.

Não não é!
Sendo assim, para quê tirar uma licenciatura?? Ao exigirem um curso não estão também, pelo teu raciocínio, a limitar o direito ao trabalho???

Sem uma entidade que ateste a competência para o exercício de determinada profissão, não haveria uma garantia a quem a essas profissões recorre, de que os profissionais que a exercem tem o mínimo de habilitações e competências para o seu exercício.

Não basta ter uma licenciatura numa área para ser profissional da mesma, isto porque há cursos e cursos, há boas e más instituições de ensino, bons e maus currículos, mesmo que todos preencham os requisitos mínimos do estado para poderem ser leccionados. Por isso uns cursos são reconhecidos pela sua qualidade outros não, e outros não o são ainda por detalhes processuais.


As ordens existem para distinguir o trigo do joio, e garantir que os profissionais por elas avalizados estão devidamente habilitados e certificados para que em caso de processos judiciais por exemplo, não haja hipótese de alegação de falta de alvará/competências/habilitação
como mecanismo de fuga ás responsabilidades.

As ordens profissionais são também uma garantia para quem recorre aos profissionais por elas abrangidos.

Não há ninguém mais habilitado a verificar as competências de alguém para o exercício de uma profissão, que os próprios profissionais que a exercem (médicos, advogados, Biologos, arquitectos, economistas...).


è o próprio estado que regula, reconhece e cria as ordens profissionais precisamente para este efeito.
 
Essa situação da Ordem dos Engenheiros (existente noutras ordens, como dos arquitectos) é anacrónica e discriminatória. A nova lei reguladora das ordens profissionais proibe essa situação mas, por uma interpretação disparatada da aplicação da lei no tempo, afirmam que não se aplica às ordens já existentes.

Essas ordens profissionais estão a praticar actos nulos por usurpação de poderes e incompetência orgânica uma vez que estão a praticar actos da competência do executivo e das universidades. A função da ordem é de regular a profissão e não de determinar os curricula dos cursos universitários. Agora vão os profissionais ensinar aos professores doutores, muitos deles doutorados no estrangeiro, como é que devem organizar uma faculdade? Isso é perfeitamente ridículo!

Se querem colocar exames de acesso à profissão (que podem ser necessários para assegurar os conhecimentos práticos e deontológicos para o exercício da profissão) então que os apliquem a todos!


As ordens não se imiscuem na organização dos cursos. Apenas avisam de antemão quais os critérios e conteúdos curriculares que devem ser leccionados e adquiridos pelos alunos para poderem exercer legalmente a profissão.

Não tem nada a ver com a competência individual dos professores, ou com a avaliação dos seus currículos, pois os docentes mantém toda a liberdade de leccionarem o que entenderem.

Como disse atrás, uma coisa é o curso, outr a é o exercício da profissão. Se há cursos que não tem a componente profissionalizante devidamente desenvolvida são livres do o fazer, mas não podem exigir reconhecimento profissional a competências que não tem.
 
Agora um pouco aparte, mas também um pouco dentro deste contexto, em Portugal vivemos um bocado à margem do nome que temos em cima dos estudos, do emprego etc. É verdade que há sítios, no ensino ou na vida profissional, que nos ajudam e compensam profissionalmente.

Mas analisemos alguns pontos interessantes. Conheço mais que uma pessoa que tiraram cursos semelhantes ao meu em universidades maiores (Informática, UTAD), que deram uma que outra linguagem que eu não dei, fizeram um que outro projecto no 1º ou 2º ano que eu não fiz, matemáticas muito parecidas (senão mesmo 90% iguais...), e alguns deles queixam-se de falta de acessibilidade por parte dos docentes. Ou porque é do estilo o docente pensa que é o maior e faz o que quer, e a malta anda à toa, isto tem nome, estás por ti.

Esta mentalidade (principalmente do desenrasca) é positiva, dependendo do ponto onde a pessoa se situa. É fundamental um estudante universitário, no início, ter bases, ou na falta delas, ter uma introdução (que não seja leve demais, nem pesada demais) que permita catapultar para níveis profissionais muito interessantes.

Falo por mim, estudei numa universidade não muito pequena, num meio não muito grande, num curso novo, mas com camada docente e direcção competentes e inovadoras (e acima de tudo com uma experiência no mercado de referência, mas sem deixarem de ser pessoas com vontade de transmitir conhecimento). São pessoas próximas, mas que ao mesmo tempo não estão lá para facilitar a transição de semestres ou de anos, mas também não estão lá para dificultar a vida nas coisas mais simples. E curiosamente todos os profissionais que sairam para o mercado estão bem (eu inclusivé), temos estudantes premiados pela Microsoft (estão na própria Microsoft no Tagus Park numa giga-foto), são competentes e acima de tudo têm uma atitude positiva.

Não vejo as ordens como uma vantagem ou um lado positivo que apenas reconhece o que é bom, como também as vejo um pouco como tachos. Não sou contra o processo de bolonha nem sou contra o facto de as ordens exigirem 5 anos de estudos para permitir acesso às mesmas. Acho sim que tem que se definir muito bem um curso quando ele é feito ou reestruturado para garantir a saída profissional dos estudantes, o seu profissionalismo e reconhecimento.

E isso, existe em praticamente todas as universidades de norte a sul do país.
 
rantamplan e nogueiraribeiro concordo contigo.

Foliv,
"
sendo assim, para quê tirar uma licenciatura?? Ao exigirem um curso não estão também, pelo teu raciocínio, a limitar o direito ao trabalho??
?"

Trocaste as coisas, um curso x pode ser um requisito para ocupar determinado cargo, se não tiveres o curso e ele for exigido e tu não o tiveres é claro que te vai limitar (alem de não ser muito inteligente da tua parte concorreres sabendo que não tens qualificações) isso é óbvio, agora o problema começa quando duas pessoas têm o mesmo curso tirado em instituições diferentes mas ambas do estado e um pode exercer porque tirou na universidade x e outro para poder tem que fazer um exame???? É como estares na fila para entrares numa discoteca e veres a pessoa que está á tua frente entrar porque conhece o porteiro e tu a seguir vais a entrar e o gajo pede-te 200 EUR.
espero ter sido claro desta vez.

Foliv
Não basta ter uma licenciatura numa área para ser profissional da mesma, isto porque há cursos e cursos, há boas e más instituições de ensino, bons e maus currículos, mesmo que todos preencham os requisitos mínimos do estado para poderem ser leccionados. Por isso uns cursos são reconhecidos pela sua qualidade outros não, e outros não o são ainda por detalhes processuais.

O ensino não é de borla, e se existem bons e maus cursos então o próprio estado vende gato por lebre, a quem interessa este negocio?? ás ordens, porque os exames não são de borla.

Falas em más instituições, o que é uma má instituição? Ter um mau corpo docente? ter maus laboratórios? más condições?

nogueiraribeiro
Acho sim que tem que se definir muito bem um curso quando ele é feito ou reestruturado para garantir a saída profissional dos estudantes, o seu profissionalismo e reconhecimento.

Isto é que é, mas isso não interessa porque acabava com as ordens e há muita gente a comer do mesmo tacho.
 
Mais uma trapalhada deste inesquecível governo:


As antigas licenciaturas de CINCO anos ou bacharéis de TRÊS anos estão
legal e actualmente integradas num patamar inferior relativamente aos
mestrados integrados pós-bolonha de CINCO anos e às licenciaturas
pós-bolonha de TRÊS anos (por exemplo quando se candidata a trabalhos
ou a bolsas de investigação ou concursos na função pública...)

NÃO TEM LÓGICA NENHUMA E É UMA INJUSTIÇA TOTAL.

Quem se sacrificou CINCO anos para tirar um curso tem ainda de
realizar mais um mestrado de DOIS anos (SETE ANOS NO TOTAL) para
chegar ao patamar dos pós-bolonha! Haja paciência ou justiça!

Mas que grande estupidez!

Corre uma petição na net para os interessados
 
Mais uma trapalhada deste inesquecível governo:


As antigas licenciaturas de CINCO anos ou bacharéis de TRÊS anos estão
legal e actualmente integradas num patamar inferior relativamente aos
mestrados integrados pós-bolonha de CINCO anos e às licenciaturas
pós-bolonha de TRÊS anos (por exemplo quando se candidata a trabalhos
ou a bolsas de investigação ou concursos na função pública...)

NÃO TEM LÓGICA NENHUMA E É UMA INJUSTIÇA TOTAL.

Quem se sacrificou CINCO anos para tirar um curso tem ainda de
realizar mais um mestrado de DOIS anos (SETE ANOS NO TOTAL) para
chegar ao patamar dos pós-bolonha! Haja paciência ou justiça!

Mas que grande estupidez!

Corre uma petição na net para os interessados

Já se falou muito nesse assunto, no entanto posso estar enganado, em relação as licenciaturas de 5 anos elas são de facto inferiores ao Mestrado Integrado.. conheço muita gente que se matriculou novamente num Mestrado ( do seu antigo curso ) e visto ter equivalências a quase todas as cadeiras, só tiverem de fazer tipo 2-3 cadeiras suplementares e entregar a tese, já ouvi de casos em que somente tiveram de entregar a tese, mas não conheço pessoalmente caso algum

Ora as pessoas com 5 anos de licenciatura que quiserem ter equivalência a um Mestrado Integrado do mesmo curso, basta-lhe fazerem o que referi ..
 
Já se falou muito nesse assunto, no entanto posso estar enganado, em relação as licenciaturas de 5 anos elas são de facto inferiores ao Mestrado Integrado.. conheço muita gente que se matriculou novamente num Mestrado ( do seu antigo curso ) e visto ter equivalências a quase todas as cadeiras, só tiverem de fazer tipo 2-3 cadeiras suplementares e entregar a tese, já ouvi de casos em que somente tiveram de entregar a tese, mas não conheço pessoalmente caso algum

Ora as pessoas com 5 anos de licenciatura que quiserem ter equivalência a um Mestrado Integrado do mesmo curso, basta-lhe fazerem o que referi ..

Mas não faz muito sentido ter que me inscrever em mestrado, pagar 1000 euros de propinas fazer uma Dissertação que não me acrescenta nada de novo para poder concorrer em pé de igualdade a um lugar na função publica. Enquanto o mestre de bolonha fez 300 ects, eu para poder concorrer com ele tive que fazer os meus 300 de licenciatura pré-bolonha + 30 de dissertação para ficar mestre.
 
Já se falou muito nesse assunto, no entanto posso estar enganado, em relação as licenciaturas de 5 anos elas são de facto inferiores ao Mestrado Integrado.. conheço muita gente que se matriculou novamente num Mestrado ( do seu antigo curso ) e visto ter equivalências a quase todas as cadeiras, só tiverem de fazer tipo 2-3 cadeiras suplementares e entregar a tese, já ouvi de casos em que somente tiveram de entregar a tese, mas não conheço pessoalmente caso algum

Ora as pessoas com 5 anos de licenciatura que quiserem ter equivalência a um Mestrado Integrado do mesmo curso, basta-lhe fazerem o que referi ..

Só???
Deves é estar a brincar.

Ora eu qu tenho uma Lic de 5 anos ( e não vou nem falar da carga horária que eu tinha com a que têm os do mesmo curso que eu com 3+2) e mestrado dos antigos ía pedir equivalência ao quê!? Só se fosse ao Doutoramento, pois a malta de Bolonha vai ter que andar muito para lá chegar.

O mal disto é o errado da implementação do Processo de Bolonha, e portugal ter adoptado designações que não existiam.

Além disso a malta com Lic de 5 anos não fica atrás dos de 3+2. [;)]
 
Só???
Deves é estar a brincar.

Ora eu qu tenho uma Lic de 5 anos ( e não vou nem falar da carga horária que eu tinha com a que têm os do mesmo curso que eu com 3+2) e mestrado dos antigos ía pedir equivalência ao quê!? Só se fosse ao Doutoramento, pois a malta de Bolonha vai ter que andar muito para lá chegar.

O mal disto é o errado da implementação do Processo de Bolonha, e portugal ter adoptado designações que não existiam.

Além disso a malta com Lic de 5 anos não fica atrás dos de 3+2. [;)]


apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)
 
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