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citação:Originalmente colocada por Mysterious
Quem estudou mais nao vai ficar prejudicado. No diploma vem o grau academico, e numa das folhas em "anexo" vem as cadeiras todas que se fez, e as areas cientificas correspondentes. O trabalho que cada um teve para tirar o curso esta lá todo em "anexo"....
ps: disse "anexo" porque não me lembro do nome especifico que dão ao papel... :S
A velha licenciatura continua a ser mais valiosa do que a nova licenciatura. Ou seja, com a velha licenciatura podes pertencer a ordem, e a nova licenciatura não pode.
De facto tens razão! Resolve-se já!citação:Originalmente colocada por Renas
Pé Leve, a minha duvida é em relação ao Acesso com mais de 23 anos apenas. Não encontrei nada por aqui!![]()
Uma coisa que dá vontade de rir são as ordens, ANET´s e afins, que se não fosse o caso de a inscrição ser obrigatória em alguns cursos, os únicos associados que tinham eram os que vivem das aparências. Eu sou Licenciado em engenharia electrotecnica tirei numa instituição publica inscrito na ordem (por obrigação), uma vez um professor meu chamou a atenção para um aspecto, em Portugal o ministério da educação é que diz que cursos é que podem ser leccionados e onde, após verificar se existe competência por parte das universidades. Andam os professores a avaliar alunos durante 5 anos, no final a universidade "entrega" (vende) um diploma e depois essa pessoa que acabou os estudos nem que tenha tido media de 20, está sujeito a um exame da ordem dos engenheiros para exercer a profissão, se chumbar no exame, não pode exercer ??????????????? Isto não é passar um atestado de estupidez aos professores, á universidade e ao Ministério da educação???
Mas se for na escola X, y ou Z, como quem manda na ordem veio de la ou dá lá aulas, tem entrada directa???????? Quando muitas vezes, as instituições partilham professores????
Isto no extremo é limitar o direito ao trabalho, isto foi dito por um professor meu doutorado no IST, e com um grande currículo em termos académicos mas ainda maior termos profissionais.
Eu acabava com as ordens...
Por isso é que portugal anda como anda, nas empresas alemãs não há cá eng. nem doutores, existem pessoas e elas são competentes ou incompetentes.
eu nunca traduzi a minha licenciatura,
no meu CV diz que tenho uma "licenciatura" e ponto final.
Se perguntarem o que e' eu explico... na pratica e' semelhante ao mestrado (no estrangeiro) mas sem tese.
Abrir os cursos "qualquer um" pode abrir, e o estado não limita, desde que se cumpram os requisitos do ensino superior, a criação de novos cursos por mais inventados que sejam. A correspondência dessa formação curricular a uma profissão é definida, segundo as próprias directivas do estado, exclusivamente pelas ordens profissionais.
Basta olhar para os critérios da ordem, uns não precisam de fazer nada outros têm que fazer exames?!?
De que vale um curso se não podes exercer? Queria ver a exigirem um exame de admissão á ordem aos alunos do técnico, isso era passar um atestado de estupidez a eles mesmo e isso eles não querem, não tem lógica nenhuma, a ordem é como já ouvi dizer é como um clube de golfe, tem mensalidade e tudo...
Todos os alunos que acabam um curso numa universidade estatal deveriam poder exercer a sua profissão, isto em ultima analise é uma limitação a um direito básico que é o direito ao trabalho.
Basta olhar para os critérios da ordem, uns não precisam de fazer nada outros têm que fazer exames?!?
De que vale um curso se não podes exercer? Queria ver a exigirem um exame de admissão á ordem aos alunos do técnico, isso era passar um atestado de estupidez a eles mesmo e isso eles não querem, não tem lógica nenhuma, a ordem é como já ouvi dizer é como um clube de golfe, tem mensalidade e tudo...
Todos os alunos que acabam um curso numa universidade estatal deveriam poder exercer a sua profissão, isto em ultima analise é uma limitação a um direito básico que é o direito ao trabalho.
Essa situação da Ordem dos Engenheiros (existente noutras ordens, como dos arquitectos) é anacrónica e discriminatória. A nova lei reguladora das ordens profissionais proibe essa situação mas, por uma interpretação disparatada da aplicação da lei no tempo, afirmam que não se aplica às ordens já existentes.
Essas ordens profissionais estão a praticar actos nulos por usurpação de poderes e incompetência orgânica uma vez que estão a praticar actos da competência do executivo e das universidades. A função da ordem é de regular a profissão e não de determinar os curricula dos cursos universitários. Agora vão os profissionais ensinar aos professores doutores, muitos deles doutorados no estrangeiro, como é que devem organizar uma faculdade? Isso é perfeitamente ridículo!
Se querem colocar exames de acesso à profissão (que podem ser necessários para assegurar os conhecimentos práticos e deontológicos para o exercício da profissão) então que os apliquem a todos!
?"sendo assim, para quê tirar uma licenciatura?? Ao exigirem um curso não estão também, pelo teu raciocínio, a limitar o direito ao trabalho??
Não basta ter uma licenciatura numa área para ser profissional da mesma, isto porque há cursos e cursos, há boas e más instituições de ensino, bons e maus currículos, mesmo que todos preencham os requisitos mínimos do estado para poderem ser leccionados. Por isso uns cursos são reconhecidos pela sua qualidade outros não, e outros não o são ainda por detalhes processuais.
Acho sim que tem que se definir muito bem um curso quando ele é feito ou reestruturado para garantir a saída profissional dos estudantes, o seu profissionalismo e reconhecimento.
Mais uma trapalhada deste inesquecível governo:
As antigas licenciaturas de CINCO anos ou bacharéis de TRÊS anos estão
legal e actualmente integradas num patamar inferior relativamente aos
mestrados integrados pós-bolonha de CINCO anos e às licenciaturas
pós-bolonha de TRÊS anos (por exemplo quando se candidata a trabalhos
ou a bolsas de investigação ou concursos na função pública...)
NÃO TEM LÓGICA NENHUMA E É UMA INJUSTIÇA TOTAL.
Quem se sacrificou CINCO anos para tirar um curso tem ainda de
realizar mais um mestrado de DOIS anos (SETE ANOS NO TOTAL) para
chegar ao patamar dos pós-bolonha! Haja paciência ou justiça!
Mas que grande estupidez!
Corre uma petição na net para os interessados
Já se falou muito nesse assunto, no entanto posso estar enganado, em relação as licenciaturas de 5 anos elas são de facto inferiores ao Mestrado Integrado.. conheço muita gente que se matriculou novamente num Mestrado ( do seu antigo curso ) e visto ter equivalências a quase todas as cadeiras, só tiverem de fazer tipo 2-3 cadeiras suplementares e entregar a tese, já ouvi de casos em que somente tiveram de entregar a tese, mas não conheço pessoalmente caso algum
Ora as pessoas com 5 anos de licenciatura que quiserem ter equivalência a um Mestrado Integrado do mesmo curso, basta-lhe fazerem o que referi ..
Já se falou muito nesse assunto, no entanto posso estar enganado, em relação as licenciaturas de 5 anos elas são de facto inferiores ao Mestrado Integrado.. conheço muita gente que se matriculou novamente num Mestrado ( do seu antigo curso ) e visto ter equivalências a quase todas as cadeiras, só tiverem de fazer tipo 2-3 cadeiras suplementares e entregar a tese, já ouvi de casos em que somente tiveram de entregar a tese, mas não conheço pessoalmente caso algum
Ora as pessoas com 5 anos de licenciatura que quiserem ter equivalência a um Mestrado Integrado do mesmo curso, basta-lhe fazerem o que referi ..
Só???
Deves é estar a brincar.
Ora eu qu tenho uma Lic de 5 anos ( e não vou nem falar da carga horária que eu tinha com a que têm os do mesmo curso que eu com 3+2) e mestrado dos antigos ía pedir equivalência ao quê!? Só se fosse ao Doutoramento, pois a malta de Bolonha vai ter que andar muito para lá chegar.
O mal disto é o errado da implementação do Processo de Bolonha, e portugal ter adoptado designações que não existiam.
Além disso a malta com Lic de 5 anos não fica atrás dos de 3+2. []