Trek8500
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we have a winner !!!
sim. N.m , em que m não é metro, mas sim minuto.
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sim. N.m , em que m não é metro, mas sim minuto.
Em teoria tudo é possível. Mas já imaginaste o que sofreria, a resistência ao desgaste que teria de ter uma embraiagem para, no arranque, transmitir por exemplo 20.000rpm a um eixo praticamente parado?Estás enganado.
Se não compreendes aqueles parágrafos não entendes o que é a potência e o binário.
Exatamente. Agora não sei como será com a ajuda da eletrónica, mas há 30 anos num carro de competição só o arrancar sem deixar o motor ir abaixo já era um enorme desafio.Nas preparações de motores de competição antigos, em que alterando o veio de excêntricos se altera as características do motor, entende-se bem estes conceitos, com um motor pontudo que faz mais rotações obtêm-se mais potência, mas o motor não tem binário/força em baixas, e fica pouco utilizável em condições normais. Com o mesmo motor sem fazer tantas rotações, menos potência máxima, consegue se um motor com binário em baixas, agradável de conduzir em baixas velocidade.
A potencia é directamente o que precisamos para combater a inercia e a resistencia do vento.
A potencia é o que nos dá menores tempos dos 0 aos 100 e maiores velocidades de ponta (desde que a caixa de velocidades esteja optimizada para tal).
O binario diz-nos o quê? Porque é que ouço tanto falar-se em binário quando poderíamos simplesmente falar em potências?
Estás completamente errado!
Um professor uma vez disse-me, "Compramos potência mas conduzimos binário"e é bem verdade!
Ter apenas em atenção a potência de um carro pode fazer sentido, mas apenas do ponto de vista comercial!
Fora isso, o conceito de potência máxima encerra-se em si mesmo. O conceito de potência só faz sentido do ponto de vista termodinâmico, na análise do ciclo de combustão (Otto, Diesel e Atkinson), mas essa não é a potência máxima do motor. Tu conduzes binário, e é a sua distribuição ao longo do espectro de RPMs de um motor que dita a potência de um carro! De maneira muito simples podemos dizer que a potência é consequência do binário e não o inverso! Aliás no projecto da transmissão de um carro, onde já participei,(caixa de velocidades, Cardan, apoios de diferencial e o próprio diferencial, veios, etc) o factor crítico é sempre o binário. Claro que tens que ter em conta as rpms no sentido em que por exemplo nos veios podes ter oscilações fruto das forças que actuam nesses veios, sejam elas harmónicas ortogonais ao veio, axiais, ou mesmo fruto do veio não estar bem balanceado.
Estás enganado.
Se não compreendes aqueles parágrafos não entendes o que é a potência e o binário.
As rotações do motor podem sempre ser desmultiplicadas de forma a criar mais binário nas rodas.
Ter apenas em atenção a potência máxima de um carro pode fazer sentido, mas apenas do ponto de vista comercial!
Claro que um motor de 50 cm3 pode mover 30 toneladas... mas a uma velocidade de alguns metros por hora...acho que o teu motor de 50cm3 só poderia fazer mover 30 toneladas se o peso numa inclinação de 8% os desmultiplicadores fossem de peso próximo de zero, de resistência maior do que qq material conhecido na terra, se não existisse atrito entre componentes e com tolerâncias de fabrico das rodas dentadas ao nível de um relógio Rolex, sem qq folga etc...
Um professor uma vez disse-me, "Compramos potência mas conduzimos binário"e é bem verdade!
Eu nunca disse que seria prático.Em teoria tudo é possível. Mas já imaginaste o que sofreria, a resistência ao desgaste que teria de ter uma embraiagem para, no arranque, transmitir por exemplo 20.000rpm a um eixo praticamente parado?
Exatamente. Agora não sei como será com a ajuda da eletrónica, mas há 30 anos num carro de competição só o arrancar sem deixar o motor ir abaixo já era um enorme desafio.
Estás completamente errado!
Um professor uma vez disse-me, "Compramos potência mas conduzimos binário"e é bem verdade!
Ter apenas em atenção a potência de um carro pode fazer sentido, mas apenas do ponto de vista comercial!
Sabendo uma sabes a outra.Tu conduzes binário, e é a sua distribuição ao longo do espectro de RPMs de um motor que dita a potência de um carro!
Lá está, coisas irrelevantes para o comum dos mortais.De maneira muito simples podemos dizer que a potência é consequência do binário e não o inverso! Aliás no projecto da transmissão de um carro, onde já participei,(caixa de velocidades, Cardan, apoios de diferencial e o próprio diferencial, veios, etc) o factor crítico é sempre o binário. Claro que tens que ter em conta as rpms no sentido em que por exemplo nos veios podes ter oscilações fruto das forças que actuam nesses veios, sejam elas harmónicas ortogonais ao veio, axiais, ou mesmo fruto do veio não estar bem balanceado.
Estás a sofrer de confirmation bias.Boa! Muito bem definido! []
Aquela frase significa que, no dia a dia, raramente usamos o motor no regime de potência máxima. Usamos quase sempre o motor nos baixos e médios regimes, e é o binário (ou potência) nesses regimes que realmente é importante.Essa frase (que é uma frase popular e não é propriamente cientifica) refere-se a potência e binário máximo.
O que diferencia um carro que consegue fazer uma subida a 80 enquanto o outro semelhante só a faz a 40, não é o binário por si só, é (por exemplo) o facto de o primeiro ter o mesmo binário mas a maiores rpm, ou seja, ter maior potência. []
No entanto a potência é o que permite fazer a subida mais ou menos depressa.
Isso não faz sentido nenhum tendo em conta que a curva de potência está relacionada com a curva de binário e vice-versa.
Conduzimos as duas coisas. Potência e binário. A diferença é que a curva de potência diz-nos mais directamente as rpm em que o carro tem maior aceleração ou sobe mais facilmente uma subida. Além de nos permitir mais directamente ter uma ideia da capacidade de aceleração e velocidade de ponta do automóvel.
Sabendo uma sabes a outra.
A questão é: porque é que se fala tanto em binário quando a potência é mais relevante para o comum dos mortais, que na sua maioria nem sequer consegue compreender o conceito de binário?
Lá está, coisas irrelevantes para o comum dos mortais.
Quando vou comprar um carro não preciso de saber essas coisas, simplesmente assumo que quem construiu o carro fê-lo de forma a suportar os binários disponíveis.
Esse é problema dos engenheiros que construíram o carro, não meu.
Lê mas é os meus comentários e tenta compreender realmente o que é o binário e potência.
Aquela frase significa que, no dia a dia, raramente usamos o motor no regime de potência máxima. Usamos quase sempre o motor nos baixos e médios regimes, e é o binário (ou potência) nesses regimes que realmente é importante.
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A estupidez humana realmente não tem limites! Fico-me por aqui...
Vou-te contar uma coisa que provavelmente não sabes e ao mesmo tempo te fazer uma pergunta para ver essa inteligência saloia!
Num motor Turboprop de um avião, o piloto controla duas alavancas do motor, entre elas a velocidade da hélice em RPM que tem por exemplo no Dash Q400 3 posições(800RPM, 900RPM e 1000RPM). Quase sempre a velocidade do hélice é igual durante a fase de cruzeiro e de descida(na posição das 800rpm), no entanto, à medida que o voo vai progredindo o avião fica mais leve, as asas não precisam de gerar cada vez menos sustentação, logo o drag fica cada vez menor. Eu agora pergunto-te, se os RPMs são os mesmos, o que é que é controlado na outra alavanca do cockpit e o que é que acontece à hélice para que a velocidade do avião se mantenha constante durante o voo cruzeiro e descida?
É verdade. Até acho que é mais do que isso... Mas não compliquemos. Em todo o caso é uma frase, como dizes, que diz respeito a binário máximo e potência máxima. E falar disso neste momento só dá confusão. Primeiro há que perceber o que é o binário e o que é a potência e isso faz-se percebendo as curvas de binário e de potência e da relação directa entre uma e outra. Antes disso estar claro na cabeça de todos, vão haver muitos erros em entender o que são estes conceitos.
No caso o que estás a descrever é que a hélice é uma hélice de passo-variável e consequentemente muda gradualmente o seu passo (ou inclinação das lâminas de um forma mais grosseira) de forma a garantir que reduz o impulso. Neste caso uma hélice de passo variável é uma mistura de uma caixa de velocidades com uma embraiagem. Não é algo fácil de transpor para uma realidade automóvel porque não há um componente único que tenha essa função. por um lado funciona como caixa de velocidades contínua... por outro como embraiagem porque podes fazer o feathering e basicamente fazer com que não se produza nenhum impulso.
Eu acho que falta primeiro entender sequer o conceito de binário e potência e não é indo a aplicações tão fora da realidade da maioria de nós como turboprops que se facilita isso
Claro que um motor de 50 cm3 pode mover 30 toneladas... mas a uma velocidade de alguns metros por hora...
Partindo do princípio que tudo o resto seria igual, arranja uma transmissão de forma a que nos regimes em que os motores têm a potência máxima corresponda a velocidades iguais, ambos vão conseguir fazer subidas igualmente inclinadas a essa velocidade.Se por hipótese se montasse um motor de uma R1 numa berlina de 1.500 kg e o mesmo com um motor de um tractor (na mesma berlina), qual subiria melhor ?
De um lado um motor 1,0 com 200 cv e 112 nm e do outro um motor 6,0 de 200 cv e 900 nm ?
Lá está, binário ou potência.Aquela frase significa que, no dia a dia, raramente usamos o motor no regime de potência máxima. Usamos quase sempre o motor nos baixos e médios regimes, e é o binário (ou potência) nesses regimes que realmente é importante.
Sem pensar em pesos e potências, o torque basicamente é isto []
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