[Sociedade] Qual é a tua religião?

Qual é a tua religião?

  • Cristianismo

    Votes: 32 32.0%
  • Judaísmo

    Votes: 0 0.0%
  • Islamismo

    Votes: 1 1.0%
  • Hinduísmo

    Votes: 0 0.0%
  • Budismo

    Votes: 0 0.0%
  • Mormon

    Votes: 1 1.0%
  • Satanismo \m/

    Votes: 0 0.0%
  • Pastafarianismo :)

    Votes: 2 2.0%
  • Taoísmo

    Votes: 0 0.0%
  • Agnosticismo

    Votes: 21 21.0%
  • Cientologia

    Votes: 0 0.0%
  • Ateu

    Votes: 40 40.0%
  • ----

    Votes: 3 3.0%
  • Praticante

    Votes: 7 7.0%
  • Não-Praticante

    Votes: 16 16.0%

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    100
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Não acredito em nenhuma religião, nem pratico nada religioso, e passo uma eternidade sem entrar em igrejas e derivados.
 
Portugueses entre os que acreditam mais e sempre acreditaram em Deus - PÚBLICO

Estudo de 19/04/2012


Acreditar ou não acreditar em Deus? A questão arrasta-se desde sempre. Um estudo da Universidade de Chicago comparou a evolução das respostas a um inquérito em 30 países e, – apesar de no geral haver cada vez menos gente a dizer “sim” –, nas Filipinas, Chile, Estados Unidos, Polónia e Portugal a esmagadora maioria da população continua a acreditar em Deus. Na cauda da lista estão países como a Alemanha, República Checa, Japão, Suécia e França.


O inquérito internacional Belief About God Across Time and Countries, coordenado por Tom W. Smith do General Social Survey da Universidade de Chicago e que compila dados reunidos junto de organismos de vários países, mostra que há diferenças muito significativas nas respostas a perguntas relacionadas com a crença em Deus – sendo esta mais elevada nos países em desenvolvimento. Os autores destacam as Filipinas como o país onde mais gente diz sempre ter acreditado em Deus (94%), por oposição à Alemanha (13%). Em Portugal 78% das pessoas disseram que acreditam em Deus e que sempre acreditaram e 6% disseram que não acreditam nem nunca o fizeram.


Os autores escrevem que, na maioria dos países, as pessoas mais velhas foram as que mais disseram acreditar em Deus, factor que Tom W. Smith sugere poder estar relacionado com a proximidade com a morte. No total, 43% dos que disseram estar certos de que Deus existe tinham mais de 68 anos, em comparação com apenas 23% entre os com 27 anos ou menos. Nos dados nacionais, 40% das pessoas com menos de 27 anos disseram acreditar, por oposição a 75% na camada com mais de 68 anos.


O coordenador do trabalho destacou que os países com uma maior crença em Deus tendem a coincidir com sociedades católicas, sobretudo nos países em desenvolvimento, como é o caso das Filipinas. Contudo, os Estados Unidos também se destacam no topo da tabela, sobretudo a população protestante.


Ateísmo a crescer


Tom W. Smith nas conclusões da análise comparativa, sublinhou também que o ateísmo é mais forte no noroeste da Europa, enumerando países como a Escandinávia e outros que pertenceram à antiga União Soviética, com excepção para a Polónia. A Alemanha Oriental destaca-se como o país com uma percentagem mais elevada dos que responderam nunca ter acreditado em Deus (59%) contra os apenas 4% de norte-americanos que deram a mesma resposta. À questão relacionada com ateísmo, mais de 50% dos portugueses responderam que não têm dúvidas de que Deus existe mas 5% disseram não acreditar na sua existência.


Mas ao mesmo tempo que a crença em Deus tem vindo a cair um pouco por todo o mundo, países como a Rússia, Eslovénia e Israel vão no sentido contrário. Na Rússia, por exemplo, a diferença entre os que acreditam em Deus agora mas não acreditavam e os que não acreditam agora mas já o fizeram é de 16% a favor dos que acreditam.


O inquérito recolheu também dados sobre se as pessoas acreditam num Deus que se preocupa com cada indivíduo. Na Alemanha Oriental a resposta ficou-se nos 8% contra os 92% nas Filipinas. Nos Estados Unidos o número ficou nos 68% e em Portugal nos 58%.


O inquérito compilou dados de trabalhos de 1991, 1998 e 2008 recolhidos na Austrália, Áustria, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Chile, Chipre, Dinamarca, Estados Unidos da América, França, Alemanha Ocidental, Alemanha Oriental, Grã-Bretanha, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Letónia, Holanda, Nova Zelândia, Irlanda, Noruega, Filipinas, Polónia, Portugal, República Checa, Rússia, Suécia e Suíça.


Esta semana, também um estudo português do Centro de Estudos de Religiões e Culturas (CERC) da Universidade Católica Portuguesa, relatou que, desde 1999 até 2011, diminuiu o número de católicos em Portugal (que são agora 79,5%) e aumentou o número de protestantes (incluindo evangélicos) e Testemunhas de Jeová.


Os católicos desceram de 86,9% para 79,5%. “Pode observar-se um decréscimo relativo da população que se declara católica e um incremento da percentagem relativa às outras posições de pertença religiosa, com um particular destaque para o universo protestante (incluindo os evangélicos)”, diz o relatório assinado por Alfredo Teixeira, do CERC.


O inquérito, que foi realizado em Novembro passado, a partir de quatro mil entrevistas em todo o continente, compara os dados obtidos com um inquérito semelhante realizado em 1999. Em ambos os casos, pretendia-se saber como é que os portugueses se situam perante o fenómeno religioso, através de perguntas sobre a regularidade da prática religiosa ou de atitudes como a frequência com que se reza: 33% dos inquiridos dizem que todos os dias costumam “rezar ou dirigir-se a Deus ou qualquer outra entidade sobrenatural”, enquanto 26,7% o faz algumas vezes na semana.

Discordo com o facto de apontarem só a proximidade da morte como factor para que os mais idosos sejam mais religiosos. Pessoas mais idosas não tiveram uma escolaridade como a nossa, e isso é bem mais decisivo na minha opinião.
 
Agnosticismo

Agnosticismo é a visão de que o valor de verdade de certas reivindicações, especialmente afirmações sobre a existência ou não existência de qualquer divindade, mas também de outras reivindicações religiosas e metafísicas, é desconhecido ou incognoscível.[1][2][3] O agnosticismo pode ser definido de várias maneiras, e às vezes é usado para indicar dúvida ou uma abordagem céptica a perguntas. Em alguns sentidos, o agnosticismo é uma posição sobre a diferença entre crença e conhecimento, ao invés de sobre qualquer alegação específica ou crença. No sentido popular, um agnóstico é alguém que não acredita nem descrê (não nega a possibilidade) na existência de um Deus, ao passo que um ateu não acredita na existência de um ou mais deuses (mas também não necessariamente nega, como é o caso do ateísmo céptico .[3] Em sentido estrito, no entanto, o agnosticismo é a visão de que a razão humana é incapaz de proporcionar fundamentos racionais suficientes para justificar o conhecimento da existência ou não de Deus. Dentro do agnosticismo existem ateus agnósticos (aqueles que não acreditam que uma divindade ou mais divindades existam, mas que não negam/descartam a possibilidade de suas existências) e os teístas agnósticos (aqueles que acreditam que um Deus existe, mas não afirmam saber isso).
Eu acredito nisto.
E respeito crenças como a do Request.
[:cool:]
 
Fui educado como católico, mas não acredito nem me considero religioso. Não creio nessa coisa esquisita do "praticante e não praticante" isto para mim não existe.
 
Eu sou Ateu...simplesmente não acredito...pregam às pessoas que não sejam materialistas mas depois cobrem-se de ouro e obras de arte que valem milhões...
No entanto vivo com a minha namorada que é cristã praticante...
 
Na sondagem podia ter-se feito: Cristão católico/protestante (adventistas do 7º dia; vetero-católicos; evangélicos; Coptas; Ortodoxa grega; Ortodoxa Russa; Anglicanos); Bahai... Faltam-me mais algumas que têm representação em Portugal.

Entretanto na questão do praticante/não praticante é uma falsa questão. Porque não há católicos não praticantes a partir do momento em que são baptizados e os pais/família/sociedade lhe mostram o "fazer o bem".

Ou seja: Não é por uma pessoa não rezar nem ir à missa que passa por não praticante; pois se ajuda a família; os amigos; se não rouba, nem pratica o mal quer dizer que tem os ensinamentos católicos, logo é católico ponto. Porque faz o bem, mesmo não o demonstrando com as idas à missa Da mesma maneira que não é católico praticante um homem que reza e vai à missa, mas depois chega a casa e a 1a coisa que faz é bater na mulher; chamar de nomes os filhos...

Da mesma maneira que não há muçulmanos não praticantes E aí por diante[;)]
Portanto o "não-praticante" está a mais.

Posto isto: Sou Cristão Católico, contudo devia-o demonstrar mais
 
Claro que existe. Até há agnosticismo teísta (alguém que acredita que há qualquer coisa, mas que ainda não temos nenhuma noção do que é, e que as "explicações" religiosas actuais não servem)

É isto mesmo, enquanto existirem coisas para as quais a ciência não tem explicação, mantenho-me agnóstica [;)].
 
Claro que existe. Até há agnosticismo teísta (alguém que acredita que há qualquer coisa, mas que ainda não temos nenhuma noção do que é, e que as "explicações" religiosas actuais não servem)

É isto mesmo, enquanto existirem coisas para as quais a ciência não tem explicação, mantenho-me agnóstica [;)].
 
Acreditar na existência de deuses ou deus é como acreditar no nosso "amigo invisível" quando crianças: é uma marca da nossa meninice como espécie inteligente.
Estarmos sempre à espera que exista "alguém" que nos vigia, protege e conforta, dando uma sensação de apoio que se baseia em nada.

Na realidade a religião aproxima-se de uma loucura, mas só é considerada como algo socialmente aceitável, pois existem demasiadas pessoas que participam da mesma.
 
Encontrei este texto para podermos refletir acerca do conhecimento que as pessoas têm dos livros sagrados e da fé que defendem.
TESTE BÍBLICO

Encontre as violações à Lei de Deus no texto abaixo:

Uma professora universitária pagou um jantar para seu marido, que trabalha numa financeira, porque ele finalmente concordou em raspar a barba que ele deixou crescer nas férias.

Ele escolheu um restaurante informal onde eles podem usar roupas mais confortáveis, como joggings e camisetas feitas de uma mistura de algodão e poliéster.

E ela está usando o colar de ouro e pérolas que ele lhe deu quando ela conseguiu o divórcio do ex-marido.

Eles estão consultando o menu mas riem porque já sabem que, como sempre, ele vai pedir costeletas de porco e ela frutos do mar".

RESPOSTA:

-Mulheres devem ser submissas a seus maridos ( 1 Pedro 3:1)
-Mulheres estão proibidas de ensinar aos homens (1 Timóteo 2:12)
-Mulheres não devem usar ouro ou pérolas (1 Timóteo 2:9)
-Mulheres não podem usar roupas masculinas (Deuteronónio 22:5).
-Carne de porco e frutos do mar são terminantemente proibidos (Levítico 11:7, 10)
-A usura é proibida (Deuteronómio 23:199)
-Cortar a barba é proibido (Levítico 19::27)
-É proibido usar roupas feitas de mais de um material (Levítico 19:19).
-A Bíblia não permite que as mulheres peçam o divórcio, o que significa que eles estão cometendo adultério, punível com apedrejamento até à morte (Deuteronómio 22:22)

Como, então, eles estão se divertindo tanto? Provavelmente porque nem se preocuparam com leis que lhes parecem ultrapassadas e absurdas.
(Deb Price)
Um casal pecador?!
Já agora, nasci no seio de uma família muito religiosa, e com o conhecimento que a vida me proporcionou, hoje sou ateu.
 
Last edited:
É engraçado que eu, que não acredito em Deus, passo a vida a encontrá-Lo em toda a parte. E foi precisamente isso que aconteceu quando mais uma vez me esbarrei com Ele, desta feita, neste tópico. E como não poderia deixar de ser, lá vamos os dois trocar dois dedos de conversa um com o outro.

Não, não estou maluco… pelo menos por enquanto. É que realmente “Deus” existe em toda a parte onde existem cabeças que acreditam na sua existência, como algumas que por aqui andam. Daí os meus dois dedos de conversa. +

Por isso, não deixa de ser engraçado que sempre que O encontro tenho de falar com Ele por intermédio de um ser humano, pois parece que Ele se esconde dentro deles. É que quando estou no meio da natureza, Deus não está presente a falar comigo. E porque será se a natureza terá sido aquilo que de mais maravilhoso Ele criou? Se Ele está em toda a parte, não deveria estar também ali? Então porque é preciso ir à igreja?
Para mim, Deus representa apenas uma palavra inventada pelo homem que o fez à sua imagem para lhe trazer o conforto das certezas para as dúvidas para as quais não encontrou resposta.

Diz-me muito mais a complexa simplicidade da vida e do universo em si. O 1º raio de sol a nascer na manhã encerra complexas leis da física e química.
Eu, um ser vivo complexo com um sistema de visão complicado, posso observar aquela luz e exprimir inúmeros movimentos musculares provocados por impulsos e reações químicas que me permitem simplesmente… sorrir.
A perceção que eu consigo ter de todo este pequeno “milagre”, permite-me a mim, que não acredito em milagres, poder apreciar a grandiosa maravilha que representa todo este mundo gerido por energia, leis e partículas.
 
Encontrei este texto para podermos refletir acerca do conhecimento que as pessoas têm dos livros sagrados e da fé que defendem.
Um casal pecador?!
Já agora, nasci no ceio de uma família muito religiosa, e com o conhecimento que a vida me proporcionou, hoje sou ateu.


Seio...
 
Limito-me a questionar para me enquadrar e encontrar o meu lugar no universo.
E como Deus e as religiões são-nos apresentados como verdades feitas e inquestionáveis, fiz como muitos outros - comecei a questionar.

Não critico quem é religioso, ateu ou agnóstico.
Desde que ninguém imponha nada aos outros ou prejudique terceiros, cada um é livre de acreditar no que quiser.
Mas aqui é que reside um dos grandes problemas. As religiões impõem e o fanatismo prejudica terceiros.

Falta verdade, respeito e tolerância nas religiões, o contrário daquilo que apregoam.
Com isso e com a desmistificação de algumas verdades que a Igreja dizia absolutas, esta acabou por ir perdendo credibilidade.
Não admira, pois, que haja cada vez menos crentes e o ateísmo e agnosticismo vá crescendo em pessoas que buscam respostas cientificamente comprovadas.
 
"Apalavra «Deus» é para mim nada mais do que expressão e produto da fraqueza humana"(Albert Einstein)

Considero que Deus não é mais do que a resposta para a síndrome existencial do ser humano.
Sem Ele, o homem sente-se perdido e sem importância, por isso o inventou para se tornar especial – o escolhido “feito à sua imagem e semelhança” (Genesis, 1).

Pois digo-vos que Deus é simplesmente a palavra que nós encontrámos para explicar a imensidão de um universo que esmaga o ser humano na sua pequenez. Só precisávamos de ter a humildade de aceitar qual é o nosso lugar no universo, e nada mais.

Deus é, pois, a palavra mágica que o homem encontrou para se reconfortar. Mas, então, para os que não me entendem, pergunto-vos:
Se Deus não foi inventado por nós, foi inventado por quem? Então, quem O criou?
E os que vieram antes dele e que o precederam nasceram de onde? E também de onde vieram esses?
E o que havia antes deles? Um vazio? Uma espera? É que ambas as coisas já são espaço e tempo – sinónimo de existência.

Todas estas são perguntas sem respostas, mas que me deixam verdadeiramente integrado na exiguidade que sou no universo onde procuro soluções, pois elas estão lá. E lá é onde também “nós” pertencemos, pelo que “nós” também fazemos parte da equação e, por conseguinte, não só da pergunta, mas também da resposta.
Assim, sou feliz imaginando as respostas para essas questões sem recorrer ao chavão chamado “Deus”.

Sem essa cortina denominada “Deus” consigo ver muito melhor a realidade e entender o meu lugar no mundo, integrado no meio de outros seres vivos.
Desta forma, procuro compreender e respeitar mais todas as outras formas de vida que comigo partilham este minúsculo lugar perdido no vastíssimo universo.
 
É isto mesmo, enquanto existirem coisas para as quais a ciência não tem explicação, mantenho-me agnóstica [;)].

A ciência ADORA coisas sem explicação - é isso que move a ciência: explicar o que ainda não tem explicação.

Eu prefiro saber que não sei uma coisa, do que atirar uma explicação rápida sem saber se é verdadeira ou não.

Eu acho que a postura agnóstica devia reconhecer mais o grande trabalho que a ciência já fez em desmistificar muitas crenças antigas, especialmente em colocar-nos fora do centro do Universo, porque nós não somos tão importantes no Universo que merecemos a atenção especial de alguém supernatural.
 
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