Que vinho bebem?

Para fechar as compras desta semana:

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A Compra ia ser Esquecido 2019.
Tentei comprar o de 2018, na altura esgotou em dias... Arranjei uma pessoa que vendia apenas à caixa de 6. E até a bom preço. Mas na altura fiquei de pensar... Foi-se também.

Saiu agora o de 2019, e então consegui logo 3.
É Fantástico como esta garrafa tem uma qualidade brutal. O Lacra, o peso, o rótulo. Está tudo bem feito. A casa Relvas andas a trabalhar mesmo bem.

Depois fui aliciado para o António Maria, que é um vinho que tem uma legião de fãs muito grande. Algo pouco conhecido e até algo enigmático.

E por fim, depois dos comentários do DiamondPlus sobre o Raríssimo 2011 e alguns reviews que o apontam como um dos melhores brancos de sempre... Não me aguentei.

Agora é ficar caladinho. [:D]
 
Aquele Kopke 20 anos Old Tawny é melhor do que a de 30 da Quinta do Vallado?

Eu não era apreciador de vinho do Porto mas agora tomei-lhe o gosto e volta e meia gosto de beber um copito, como a minha do Vallado está a terminar estava a pensar em experimentar agora um Tawny 20 anos Burmester que salvo erro até foste tu que referenciaste por aqui, mas se este Kopke for melhor mudo a agulha.

Quer o Kopke, quer o Burmester são, por regra, muito bons...
Devo dizer que os prefiro ao Vallado.
 
Ora bem, hoje ao jantar, do Dão, Raríssimo 2001, de cor aberta, aromas de evolução, chocolate, caruma, na boca ele foi mais resistente ao tempo do que seria de supor pelos aromas, de média intensidade, notas de amora madura, bem equilibrado, fino, elegante, boa acidez, tudo muito certo e preciso.

Nota: 17,5/20
Preço: 78€


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Vi hoje uma revista da Proteste que tinha por casa e fizeram uma seleção entre vinhos brancos até 10 euros.

O que têm a dizer destes vinhos:

- Porca de Murça Reserva 2019;

- Quinta da Alorna Arinto e Chardonnay Reserva 2019;

- Dona Ermelinda Reserva 2019.


Já agora, também referem que algumas marcas fazem uso de menções não regulamentadas nas garrafas. As conhecidas Private Selection, Signature ou Seleção do Enólogo.

Por outro lado, dizem que as menções regulamentadas pelas Comissões Vitinículas são as seguintes:

- Premium, vinho proveniente de um lote que apresenta uma qualidade superior e evidencia características organoléticas destacadas,

- Reserva, vinho apresenta características organoléticas destacadas e um teor alcóolico no mínimo superior 0,5% vol ao limite legal;

- Grande Reserva, vinho apresenta características organoléticas muito destacadas e um teor alcóolico no mínimo superior 1% vol ao limite legal.


Também acrescentam que estas designações não são por si só garantia de qualidade já que existem outras características do vinho igualmente importantes, além que o teor alcóolico mínimo exigido é facilmente ultrapassado por quase todos os vinhos.
 
O Borba ainda precisa de mais algum tempo de guarda.

Achei-o muito agressivo ainda. Bebi o de 2016 há pouco tempo e parecia outro vinho, muito superior.
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Um clássico à direita, que continua óptimo e o da esquerda abro para a semana
O clássico é guloso, frutado e suave, um belo vinho e dos meus favoritos como corrente (abaixo dos 10€)
Acompanhou uma bela massada de garoupa com gambas

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Se nao posso viajar, viajam os vinhos até mim.

Hoje a escolha recaiu sobre este Syrah Israelita de 2012. Uma monocasta que conheço muito bem daqui da Peninsula de Setubal, mas que o terroir de Israel modificou substancialmente no produto final.

Ou então foram os 8 anos em garrafa e 1 hora de decanter que lhe deram a elegância, o aroma e a suavidade que os novos que habitualmente consumo, não têm


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Se nao posso viajar, viajam os vinhos até mim.

Hoje a escolha recaiu sobre este Syrah Israelita de 2012. Uma monocasta que conheço muito bem daqui da Peninsula de Setubal, mas que o terroir de Israel modificou substancialmente no produto final.

Ou então foram os 8 anos em garrafa e 1 hora de decanter que lhe deram a elegância, o aroma e a suavidade que os novos que habitualmente consumo, não têm


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As coisas que tu conheces...
Foram castas Syrah israelitas que plantaram em Setubal?
 
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