Que vinho bebem?

Ontem fui à feira de Vinhos na FIL.

Pelo começo.

O Bilhete... 15€, mas a Ticketline tem sempre de meter o dedo. Mais 1€ e tal de taxas. Ficou a 16.11€
Ponto positivo, deu desconto no Iavucher. [:D]

Depois, a entrada... Uma confusão... Uma fila gigante na rua, sem saber bem por onde se entrava. Depois mostrar certificado digital e depois mais uma confusão com duas filas para trocar o bilhete por uma pulseira e receber o copo.

Depois disso, lá dentro, tudo a correr bem. Se bem que as 15h30 estava tudo de máscara e as 18h já ninguém tinha máscara. [:)]

O ideal é ir em dois dias, um para brancos e outro para tintos.
Porque é muita informação, muitos vinhos, e bastante gente.

Experimentei muita coisa que queria experimentar, mas acabei por me esquecer de alguns que também queria, ou porque na altura os stands estavam mais cheios ou porque passei na ronda dos brancos e depois esqueci-me de voltar para os tintos.

Muitos vinhos de gama média alta, só ficavam a "faltar" mesmo as gamas altas altas.
E em alguns produtores alguns vinhos topo "acabaram".
 
Devo la ir hoje
Vale a pena comprar? Se bem que andar a carregar garrafas no meio da FIL não me agrada
Não há lá nada para comprar , só beber e comer.

Também vou lá estar hoje!


Correção, podes comprar doces e enchidos etc, mas vinho não, só fazer encomendas vá!
 
Última edição:
Em todos os Stands que fui, fui sempre bem atendido, e desde que esteja à prova, servem sem restrições.
Mas em alguns é normal quando se pede um vinho mais de topo, que queiram antes dar a provar alguma novidade ou um de gama mais baixa. (também é o trabalho deles).

Dos mais de 50 vinhos que bebi, só no 100 Hectares é que senti relutância em servir o Novo Grande Reserva deles... Ainda comentei que tinha uma caixa deles, do 18º de 2018 e que achei ainda um pouco fechado, e levei logo com uma "boca" que o devia ter mal guardado, porque para ele estava óptimo. No fim disto, acabou sem me servir o Grande Reserva e como não gostei da conversa segui a minha vida.

Mas por exemplo há vinhos de topo. Bebi Chryseia 2019, Antónia Ferreira 2016, Guru Branco, QuantaTerra Grande Reserva, Herdade de Cima Alyantiju. Entre muitos outros que há.
 
Em todos os Stands que fui, fui sempre bem atendido, e desde que esteja à prova, servem sem restrições.
Mas em alguns é normal quando se pede um vinho mais de topo, que queiram antes dar a provar alguma novidade ou um de gama mais baixa. (também é o trabalho deles).

Dos mais de 50 vinhos que bebi, só no 100 Hectares é que senti relutância em servir o Novo Grande Reserva deles... Ainda comentei que tinha uma caixa deles, do 18º de 2018 e que achei ainda um pouco fechado, e levei logo com uma "boca" que o devia ter mal guardado, porque para ele estava óptimo. No fim disto, acabou sem me servir o Grande Reserva e como não gostei da conversa segui a minha vida.

Mas por exemplo há vinhos de topo. Bebi Chryseia 2019, Antónia Ferreira 2016, Guru Branco, QuantaTerra Grande Reserva, Herdade de Cima Alyantiju. Entre muitos outros que há.


Quando é assim é logo mandá-los pastar, e nunca mais comprar nada a esse produtor.

Um vinho de 2018 mal guardado, só se o levasse-mos a apanhar banhos de sol na praia... [:D] ou guardar na varanda ao sol... enfim...
 
O funcionamento é o mesmo nestas feiras. O bilhete dá acesso ao copo e depois provas o que quiseres, sendo que algumas marcas disponibilizam vinhos de 50, 60, 70 e mais euros.

Encontrei o Silverarrow ainda na fase de levantamento dos copos e pulseiras, numa fase de alguma confusão. Foi bom revê-lo.

Eu fui com um grupo de amigos, no total 6 e somos todos batidos nisto, mas desta vez acabámos por estar muito tempo nalguns stands e claro no final fomos no máximo a uns 30.

Logo na Herdade da Malhadinha tivemos quase meia hora e provámos 9 ou 10 vinhos.

Coisas menos boas:
- Não consegui provar Chryseia, quando lá cheguei já tinham esgotado o "plafond" do dia. Ainda não foi desta.
- Quinta do Vale Meão, que conheço só iam abrir na segunda-feira, para imprensa e profissionais. Uma pena, é sempre um prazer beber este espetacular vinho.
- A Nieport tinha toda a gama disponível, deu para revisitar coisas como o Charme, Redoma, Rubustus ou Batuta e foi a desilusão da noite. Vinhos elegantes mas com falta de corpo e personalidade, não gosto do caminho que estão a tomar.

Coisas Boas:
- Finalmente provei o Carmenere da Ermelinda de Freitas, achei interessante, a revisitar com mais calma.
- provei excelentes monocastas, especialmente Tourigas Nacionais, que em monocastas é provavelmente a minha casta preferida.
- Achei a Quinta do Noval o stand com os melhores vinhos da feira, com o Quinta do Noval Reserva em destaque, seguido de perto pelo excelente Quinta do Noval Sirah.
- Menção honrosa ao excelente Arché da Quinta do Sobroso e ao Blog 16 do Tiago Cabaço, entre muitos outros vinhos de excelente nível.

Outras Coisas :
- muitos monocastas, alguns cheios de personalidade e talvez muito gastronómicos, mas pouco adequados para se beberem "socialmente", para quem gosta de experimentar coisas muito alternativas, recomendo um monocasta Sousão da Vallado feito especificamente para acompanar lampreia (está escrito na parte da frente do rótulo) muita acidez, quase intragável sem comida.
- Cada vez mais vinhos sem madeira. Eu gosto da madeira, nomeadamente quando é subtil. Mas alguns bons vinhos sem madeira.

Nunca sei bem quantos vinhos provo nestas coisas. Mas a partir de um certo ponto começamos a perder alguma capacidade de ir apreciando os vinhos. Normalmente paro, como algo forte e depois recomeço. Penso que terei talvez provado uns 80 vinhos a conseguir desfrutar verdadeiramente.
 
Última edição:
Que termómetro para vinhos aconselham? XD

Um termómetro de cozinha, é o mais eficaz e rápido, tipo destes:

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Quando é assim é logo mandá-los pastar, e nunca mais comprar nada a esse produtor.

Um vinho de 2018 mal guardado, só se o levasse-mos a apanhar banhos de sol na praia... [:D] ou guardar na varanda ao sol... enfim...

2018 mal guardado... :rolleyes:

Por falar no 100 hectares, aqui há tempos comprei um pack promocional variado numa garrafeira, tinha lá duas garrafas vermelhas do colheita deles de 2018.

Foi das poucas vezes que comprei vinho com defeito. Não conheço a designação técnica mas tinham uma espécie de gás, como se a fermentação não tivesse ocorrido totalmente e ficassem umas microbolhas que se sentem em particular na ponta da língua. É discreto mas é um defeito.

Já há anos que não apanhava uma garrafa assim. Estavam as duas iguais.

Lá está... Eu nem viria aqui lembrar esse caso mas com um boca dessas até calha em conversa... [;)]
 
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