Que vinho bebem?

Aqui estamos em relativo desacordo... a ver:
- o Noval é daqueles vinhos que ganha em cave, sem dúvida... no entanto, dentro dos meus vinhos "especiais" é dos mais afinados que conheço mesmo em novo;
- não poria o Noval na mesma linha do Batuta, que me parece apostar mais na elegância... acho que o Noval é um vinho superior, de mais largo espectro, se me faço entender;
- também não me faz lembrar o Vesúvio, que sendo um excelente vinho, me parece mais cru, de taninos mais vivos, a precisar de mais descanso... claro que tido isto é falar de memória, porque quantas vezes já me sucedeu o mesmo vinho ter merecido diferentes apreciações apenas porque foi bebido em diferentes ocasiões...
Como é lógico, todos os nomes que citas são do melhor que o Douro faz, referências incontornáveis. O que quero dizer é que me parecem ter perfis diferentes.

Ainda havemos de juntar um grupo em que cada um leva uma destas garrafas e fazemos uma prova cega de todos... isso é que era... bebê-los ao mesmo tempo...[;)]


Presente!!! [:)]
 
Ainda havemos de juntar um grupo em que cada um leva uma destas garrafas e fazemos uma prova cega de todos... isso é que era... bebê-los ao mesmo tempo...[;)]

A prova até podia ser cega mas um gajo era capaz de sair de lá a ver a dobrar [:D]
 
My guilty pleasure de hoje: Ermelinda de Freitas Túlipa Rosé.
Vinho de gaja, muito frutado e floral, com morango a sobressair no olfato e paladar. Acabei por beber a garrafa toda.

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Também gosto desse, ainda lá devo ter uma garrafa ou duas em casa, acho que não vale os 9-10€ que tem de preço marcado mas tenho comprado no Pingo Doce por 3-4€.
Com os petiscos de sábados à noite tenho o stock de rosés quase esgotado, agora vou começar a atacar os Alvarinhos e Verdelho. [:cool:]
 
bem escolhidos... que mais se pode dizer.... isto é um vicio do caraças...

É um vicio e tem uma particularidade, parece que quanto mais bebemos menos se conhece, há tanta variedade, depois dentro da variedade há tantas safras por conhecer, enfim, eu agora tento fazer um equilíbrio de descoberta entre safras diferentes e vinhos diferentes, que é também para ir acrescentando conhecimento de novos vinhos.
O Chryseia por exemplo já conheço há alguns anos, agora é uma safra diferente para ver que mudanças aconteceram no perfil.
Numa próxima compra quero ver se acrescento alguma novidade.
 
É um vicio e tem uma particularidade, parece que quanto mais bebemos menos se conhece, há tanta variedade, depois dentro da variedade há tantas safras por conhecer, enfim, eu agora tento fazer um equilíbrio de descoberta entre safras diferentes e vinhos diferentes, que é também para ir acrescentando conhecimento de novos vinhos.
O Chryseia por exemplo já conheço há alguns anos, agora é uma safra diferente para ver que mudanças aconteceram no perfil.
Numa próxima compra quero ver se acrescento alguma novidade.


A questão é que provar hoje em casa num jantar com amigos, é diferente de provar amanhã num restaurante in com a esposa, e diferente de provar num tasting, etc. O vinho está muito associado ao momento de consumo, à companhia, à comida que o acompanha. A "técnica" de comprar 3 garrafas e beber uma este ano, outro para o ano, e outro daqui a X anos, pelo menos comigo não funcionaria, porque eu não me ia lembrar do que provei no ano passado [:D]. Talvez me lembre com quem a bebi/onde bebi, mas não o carácter do vinho.
 
Vesúvio Vintage 2018 e Dows Vintage 2018



Grandes compras... tiro certeiro... dentro do estilo vintage é difícil fazer melhor.... igualmente bons tens os do Noval, Fonseca/Taylors... mas a Symington tens Porto's excelentes em ambos os segmentos vintage ou tawny.

Agora, e de acordo com as normas, se gostas de vintages novos, tens até cerca de 2023 para os beber... caso contrário, é esperar que façam a sua evolução... uns 20 a 25 anos... dai em diante é puro deleite!
 
É um vicio e tem uma particularidade, parece que quanto mais bebemos menos se conhece, há tanta variedade, depois dentro da variedade há tantas safras por conhecer, enfim, eu agora tento fazer um equilíbrio de descoberta entre safras diferentes e vinhos diferentes, que é também para ir acrescentando conhecimento de novos vinhos.
O Chryseia por exemplo já conheço há alguns anos, agora é uma safra diferente para ver que mudanças aconteceram no perfil.
Numa próxima compra quero ver se acrescento alguma novidade.


Sim, é um pouco isso... e, falando por mim, também já não tenho aquela avidez de saber e conhecer, as marcas, os produtores, isto e aquilo... estou a centrar-me cada vez mais no prazer de ter, juntar na garrafeira, beber, apreciar as coisas...

Nos últimos anos foi uma profusão de novos produtores, de novos vinhos e produtos, alguns que já resvalam muito do conceito típico e clássico do que é vinho, experiências com castas... enfim... só de bloco de notas...

E também há muito marketing e muita treta e conversa fiada... todos e cada um têm o seu terroir único e irrepetível, mas depois misturam castas improváveis, cultivam alvarinho no Algarve... vinhos só com castas estrangeiras... alguns enólogos são como estrelas de Hollywood...
 
A questão é que provar hoje em casa num jantar com amigos, é diferente de provar amanhã num restaurante in com a esposa, e diferente de provar num tasting, etc. O vinho está muito associado ao momento de consumo, à companhia, à comida que o acompanha. A "técnica" de comprar 3 garrafas e beber uma este ano, outro para o ano, e outro daqui a X anos, pelo menos comigo não funcionaria, porque eu não me ia lembrar do que provei no ano passado [:D]. Talvez me lembre com quem a bebi/onde bebi, mas não o carácter do vinho.


Eu concordo contigo... mas fica a memória das sensações que provocou...
De resto, o contexto interfere muitíssimo na minha apreciação... ainda por cima simples apreciador, não conhecedor, nem expert...
 
A questão é que provar hoje em casa num jantar com amigos, é diferente de provar amanhã num restaurante in com a esposa, e diferente de provar num tasting, etc. O vinho está muito associado ao momento de consumo, à companhia, à comida que o acompanha. A "técnica" de comprar 3 garrafas e beber uma este ano, outro para o ano, e outro daqui a X anos, pelo menos comigo não funcionaria, porque eu não me ia lembrar do que provei no ano passado [:D]. Talvez me lembre com quem a bebi/onde bebi, mas não o carácter do vinho.

Acima de tudo também depende do vinho, há vinhos que mais facilmente ficam na memória devido às suas características, depois é relativamente fácil reparar na diferença entre anos diferentes.
Em relação à evolução ano após ano da mesma safra, se o vinho for novo e evoluir bem nota-se, se já estiver no momento ideal de consumo, aí é muito difícil achar diferenças, e até é provável que nos desiludam as garrafas seguintes, o factor surpresa desapareceu por exemplo.
 
Também gosto desse, ainda lá devo ter uma garrafa ou duas em casa, acho que não vale os 9-10€ que tem de preço marcado mas tenho comprado no Pingo Doce por 3-4€.
Com os petiscos de sábados à noite tenho o stock de rosés quase esgotado, agora vou começar a atacar os Alvarinhos e Verdelho. [:cool:]

Também comprei no pingo doce a 3 ou 4€. Não sei se estaria disposto a pagar 10 paus pela garrafa, mas a maria gosta muito do vinho...
 
A questão é que provar hoje em casa num jantar com amigos, é diferente de provar amanhã num restaurante in com a esposa, e diferente de provar num tasting, etc. O vinho está muito associado ao momento de consumo, à companhia, à comida que o acompanha. A "técnica" de comprar 3 garrafas e beber uma este ano, outro para o ano, e outro daqui a X anos, pelo menos comigo não funcionaria, porque eu não me ia lembrar do que provei no ano passado [:D]. Talvez me lembre com quem a bebi/onde bebi, mas não o carácter do vinho.

Nestas coisas também acabamos por escolher ficar com determinadas recordações associadas e é confortável termos algumas referências.

Lembro-me a primeira vez que bebi um Quinta do Vale Meão e achei uma coisa fenomenal, lembro-me da vez que fui ao Belcanto uma viagem, lembro-me da experiência de conduzir um V12 Ferrari, lembro-me da minha primeira vez com uma miúda (com rapaz não está previsto [:D]), lembro-me de como foi ser pai pela primeira vez, lembro-me de quando fui ver como era o outro lado do Mundo, lembro-me ....
 
Bem, é com cada canhão, que até me sinto um pouco constrangido a colocar o que tenho bebido estes dias :sh)

Mas como quem não deve não teme, aqui vai

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hoje é este com uma sardinhada
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Grandes compras... tiro certeiro... dentro do estilo vintage é difícil fazer melhor.... igualmente bons tens os do Noval, Fonseca/Taylors... mas a Symington tens Porto's excelentes em ambos os segmentos vintage ou tawny.

Agora, e de acordo com as normas, se gostas de vintages novos, tens até cerca de 2023 para os beber... caso contrário, é esperar que façam a sua evolução... uns 20 a 25 anos... dai em diante é puro deleite!

Também já tenho um Noval.

Vai ser tudo para guardar até "esquecer".
 
Também já tenho um Noval.

Vai ser tudo para guardar até "esquecer".


Isso, fazes bem.
Assim de memória, e também para guardar até "esquecer", tenho, dos melhorzinhos:
Noval 2011 e 2014;
Dow's 2016;
Stone Terraces 2016 e 2017;
Fonseca 1994;
Taylor's 2009 e 2011;
Kopke 2011...;
Estes são mesmo para deixar ganhar muito lastro....
 
Deixo aqui um pedido de opinião aos mais entendidos e que já tenham experimentado estes três tintos.

Tenho oportunidade de comprar Duas Quintas Ramos Pinto 2016 por 11 euros, Crasto superior 2016 16 euros e Encosta do Guadiana Private Selection 2017 por 16 euros.

Que acham dos vinhos e dos preços, é uma boa compra? Estão prontos a beber ou devem ser guardados?
 
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