Que vinho bebem?

Mais duas para a adega.

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Hoje ao jantar, Alves de Sousa Abandonado 2013, mistura de fruta vermelha e negra, alguma menta, tostados, mas não é um vinho intenso, tanto de nariz como de boca, também médio volume de boca.
É um bom vinho, mas neste caso temos de ir sempre falar da questão preço, e do que temos tantas vezes falado neste tópico, é um bom vinho que custa mais de 80 euros e no entanto está ao nível de grandes vinhos de 30€, e por acaso o Quinta da Gaivosa 2015 que provei recentemente até deu melhor prova que este Abandonado.


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Estava demasiado fresco ?

Porque estás a ver a condensação no copo? Isso acontece porque tirei a foto quando o abri, e esteve no frigorifico.
Não tem a ver com temperaturas, faço o procedimento habitual, o vinho foi a decantar durante 2 horas, quando o começo a servir está nos 15/16º.
 
Incrível:

É a primeira vez em quase 70 anos de história: Sogrape adia lançamento de Barca-Velha 2011

Depois de a pandemia atrasar o lançamento da mais recente colheita do icónico Barca-Velha, a Sogrape decidiu adiar a chegada do vinho ao mercado. Empresa vai voltar a arrolhar toda a produção de 75cl.

A Sogrape decidiu adiar a comercialização das garrafas de 75 cl de Barca-Velha 2011 após uma operação de “rearrolhamento recentemente efetuada”. A decisão foi tomada pela equipa de enologia do Douro da empresa, liderada por Luís Sottomayor. É a primeira vez que tal acontece em quase 70 anos de história.

Em comunicado, a Sogrape justifica a opção “perante a dificuldade em extrair as rolhas originais das garrafas”, pelo que vai voltar a arrolhar “toda a produção de 75cl de Barca-Velha 2011” para assim “preservar a longevidade do vinho e proteger a sua notoriedade”. A decisão em nada tem que ver com o fungo TCA.

“Como medida de precaução e como recomendam as boas práticas enológicas”, a empresa vai adiar “para depois de 2020 a entrada de Barca-Velha 2011 no circuito comercial”, lê-se ainda em comunicado. A equipa de enologia vai agora, e ao longo dos próximos meses, monitorizar a evolução do vinho para então determinar uma nova data de lançamento no mercado.

A colheita de 2011 foi apresentada em setembro último, apesar do lançamento inicialmente previsto para maio, com Luís Sottomayor a descrever o vinho como “um leão” e o “rei da selva”.

O rótulo em questão nasce apenas em anos considerados excecionais. Ainda assim, desde 1952 já se contam uns quantos. Este é o 20º Barca-Velha da história, número que inclui o misterioso ano de 1955, que em 2017 ficou confirmado tratar-se efetivamente de uma referência da casa. Os 20 rótulos foram concebidos por três enólogos, incluindo o pioneiro Fernando Nicolau de Almeida, que chegaram a trabalhar todos juntos.


https://observador.pt/2020/10/23/so...3UzrpdsKMvtoTPWe8PBWy4Nn736v0RTHKpe_oU7YYhLGQ
 
Hoje ao jantar, Alves de Sousa Abandonado 2013, mistura de fruta vermelha e negra, alguma menta, tostados, mas não é um vinho intenso, tanto de nariz como de boca, também médio volume de boca.
É um bom vinho, mas neste caso temos de ir sempre falar da questão preço, e do que temos tantas vezes falado neste tópico, é um bom vinho que custa mais de 80 euros e no entanto está ao nível de grandes vinhos de 30€, e por acaso o Quinta da Gaivosa 2015 que provei recentemente até deu melhor prova que este Abandonado.


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Não me digas, que tenho uma para beber...
Não vale a pena esperar pelo vinho, é isso?

A ideia que tenho é que os vinhos do Sr. Alves de Sousa são sempre a puxar mais à elegância do que à estrutura, extração ou potência...
 
Porque estás a ver a condensação no copo? Isso acontece porque tirei a foto quando o abri, e esteve no frigorifico.
Não tem a ver com temperaturas, faço o procedimento habitual, o vinho foi a decantar durante 2 horas, quando o começo a servir está nos 15/16º.



O Sr. João Paulo Martins deu-me uma vez uma dica, por e-mail, claro: em vez de frigorifico, consegue-se descer a temperatura ao vinho, de forma mais "mansa", pondo a garrafa, aberta, no exterior da casa... tenta, vai dar bons resultados... claro que também podes decantar, oxigenando-o, e depois pô-lo a refrescar fora de casa...
 
Não me digas, que tenho uma para beber...
Não vale a pena esperar pelo vinho, é isso?

A ideia que tenho é que os vinhos do Sr. Alves de Sousa são sempre a puxar mais à elegância do que à estrutura, extração ou potência...

Se quiseres podes esperar, mas já está pronto a beber, achei é que não é melhor que um Quinta da Gaivosa ou um Reserva Pessoal, é só diferente e pelo preço que custa estava à espera de mais.
 
O Sr. João Paulo Martins deu-me uma vez uma dica, por e-mail, claro: em vez de frigorifico, consegue-se descer a temperatura ao vinho, de forma mais "mansa", pondo a garrafa, aberta, no exterior da casa... tenta, vai dar bons resultados... claro que também podes decantar, oxigenando-o, e depois pô-lo a refrescar fora de casa...


Há "n" formas de o fazer, o que interessa é que no fim do tempo previsto em que esteve a decantar tenha a temperatura certa para começar a ser servido.
Pelo meu método consigo fazer isso, mas se decantar uma garrafa inteira, já tenho de adaptar o processo.
 
Há um bom (na minha opinião) q está realmente em promoção, o ciconia reserva... Costuma custar cerca de 7€ e está a 3,99€.

É para mim um belo vinho
 
Há "n" formas de o fazer, o que interessa é que no fim do tempo previsto em que esteve a decantar tenha a temperatura certa para começar a ser servido.
Pelo meu método consigo fazer isso, mas se decantar uma garrafa inteira, já tenho de adaptar o processo.


Confesso que gosto da solução de por a garrafa no exterior em vez de a sujeitar ao stress do frigorífico... mas já estamos no domínio das mariquices, claro... mariquices que, no entanto, dão mais enlevo ao momento de abrir e beber um grande vinho...

Por falar nisso, estou a pensar abrir um Noval 2008, das que comprei recentemente... depois venho aqui botar faladura...

Bom jantar a todos!
 
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