Estranho o especialista saber mais que eu!
Mas ao ser média dá mais azo a aldrabices, não? Como é a fórmula da média? Média simples ou média ponderada pelos litros de cada lote?
Doce e seco não são opostos quando se analisa os vinhos?![]()
Estranho o especialista saber mais que eu!
Mas ao ser média dá mais azo a aldrabices, não? Como é a fórmula da média? Média simples ou média ponderada pelos litros de cada lote?
Doce e seco não são opostos quando se analisa os vinhos?![]()
O seco que refiro vem de alguma adstringência (se calhar era o termo mais apropriado) que fica na sensação de boca e da pouca acidez, o que realça essas duas sensações, de vinho algo doce, e algo seco, que cola na língua. Não é extremo em nenhum dos lados.
Sendo um branco, teoricamente não tem taninos, mas como este é um branco especial (feito de uva tinta), vai que temTalvez o termo adequado será dizer que têm os taninos mais/menos pronunciados.
(mas é esperar pelos experts,que não é o meu caso[])

Sendo um branco, teoricamente não tem taninos, mas como este é um branco especial (feito de uva tinta), vai que tem![]()
Não são exclusivos dos tintos, um branco pode ter alguma coisa proveniente da madeira, ou se for feito com muito batonnage, fermentado em borras, etc.Para mim taninos é o que dá essa maior ou menor sensação de amargor final,provocado pelas grainhas da uva, não?
E julgava que taninos não eram exclusivos dos vinhos tintos...
Eu gosto de todos os estilos. Tenho sempre um colheita/tawnie aberto (neste momento um Dow´s 20 anos), mas também tenho quase sempre um LBV aberto , que acho bem mais equilibrado que um Vintage bebido novo. Vintage, por aqui, vão directos para a garrafeira. Os que bebi, mais recentemente, foram um 1976, que não foi ano de vintage clássico, e um 1985. Tenho um 1977 em mira, mas a garrafa é do meu irmão []
Não são exclusivos dos tintos, um branco pode ter alguma coisa proveniente da madeira, ou se for feito com muito batonnage, fermentado em borras, etc.
Mas é muito mais associado ao tinto.
Eu penso/pensava que os taninos tinham exclusivamente a ver com as grainhas da uva.
Maior ou menor quantidade,mais ou menos tempo em contacto com estas.
Mais uma encomenda aqui para o je [], muito curioso com todos eles.
Então temos:
. Rosa da Mata 2019, casta Fernão Pires, Região da Beira Interior
. Casa das Gaeiras 2019, casta Maria Gomes, Região de Lisboa
. Giz Vinhas Velhas 2020, Vinhas Velhas, Região da Bairrada
. Quinta da Biaia Fonte da Vila 2017, casta Síria, Região da Beira Interior
. Textura Pura 2019, Vinhas Velhas, Encruzado, Bical e Cerceal, Região do Dão
Ao ler os teus posts por aqui já me tinha lembrado que ias gostar da casta Síria, comum na beira interior.
Não conheço esse mas já bebi alguns e gosto bastante.
Há dias bebi um Quinta dos Termos Branco de 2017. Estamos a falar de um branco abaixo dos 5 euros mas que estava excelente (talvez pela idade) e cujo blend continha Síria e ainda uma outra casta branca regional menos conhecida: Fonte Cal.
Ainda tenho de apanhar uma Fonte Cal em monocasta para uma questão de puro conhecimento.
Há bons brancos um pouco escondidos, em parte porque os terroirs podem não ser tão propícios aos tintos e são esses que trazem a visibilidade às casas