Acho que não há motivos para "guerras".
Ganhou o SIM e agora cabe à Assembleia da República aprovar uma lei apropriada de acordo com o resultado do referendo.
Como disse anteriormente, considero a lei actual suficiente. A maioria das pessoas que votaram consideram que não é suficiente.
Agora, não se pense que o problema do aborto está resolvido com o voto SIM!
Já agora, quando estava a ouvir os comentários da vitória do SIM, uma senhora disse qualquer coisa do género: a partir de hoje as mulheres portuguesas e as familias portuguesas vão ter acesso a uma saúde condigna! Não deve ser em Portugal de certeza!
(Vai haver listas de espera para abortos? Quem vai pagar os abortos? São perguntas incomodas, mas têm lógica. Não se anda a poupar na saúde? Não se quer criar um imposto para a saúde?)
Ganhou o SIM e agora cabe à Assembleia da República aprovar uma lei apropriada de acordo com o resultado do referendo.
Como disse anteriormente, considero a lei actual suficiente. A maioria das pessoas que votaram consideram que não é suficiente.
Agora, não se pense que o problema do aborto está resolvido com o voto SIM!
Já agora, quando estava a ouvir os comentários da vitória do SIM, uma senhora disse qualquer coisa do género: a partir de hoje as mulheres portuguesas e as familias portuguesas vão ter acesso a uma saúde condigna! Não deve ser em Portugal de certeza!
(Vai haver listas de espera para abortos? Quem vai pagar os abortos? São perguntas incomodas, mas têm lógica. Não se anda a poupar na saúde? Não se quer criar um imposto para a saúde?)
Última edição: