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Banido
O uso da FAP é muito discutivel, penso eu.
A uns anos atras, tudo que era diesel nao tinha nada dessas mariquices. Se por um lado de quando em vez se viam autenticas locomotivas a ***** fumo negro na estrada devido a problemas de motor, mais de 80% estavam dentro das regras antipoluiçao.
Durante anos a fio, tive carros diesel, nenhum deles com essas mariquices e o fumo que deitavam era o normal. Se existia poluiçao nociva? Sim claro.
Os ultimos 6 anos, andou ca por casa carros a gasolina e até me esqueci dessas mariquices que sao EGR's, MAF's, DPF's,FAP's e etc que tanta comichao deixam na carteira e controversia fazem.
Hoje devido a minha situaçao pessoal/profissional ter mudado, vi me forçado a olhar para o diesel de novo. La entrou um petroleiro com FAP's... se em estado de utilizaçao normal o carro nao caga fumo nenhum ( verdade seja dita ), em estado de regeneraçoes, aquilo é pior que um comboio..... é fumo atras dele que até mete impressao. Levando a que tudo o que seja nocivo e tenha sido retido na FAP, seja libertado a força.
Para mim, isto é o meu ponto de vista, o facto do carro ter FAP, apenas evita que ande sempre a poluir, passando apenas a poluir de quando em vez. Mas se quando faz as regeneraçoes liberta tudo o que estava acumulado, de que serve la ter a FAP????
Pode se dizer que é como andar a fazer reciclagem e triagem de cartao e la pelo meio mandarmos junto uns restos alimentares. Ou seja, reciclamos, mas depois borramos a pintura toda porque da jeito. []
O propósito do FAP e das regenerações é queimar as partículas que resultam da combustão e são altamente cancerígenas e não se vêm. O filtro retém as partículas e durante a regeneração queima-as de modo a que o que é depois libertado, não é tão nocivo pra saúde. O FAP não existe para carro não fazer fumo. Fumo faz na mesma. Mas fumo sem partículas é incomparavelmente mais seguro do que fumo com partículas ou partículas libertadas continuamente.
A saúde não tem preço. E se já tivéssemos FAP há 20 ou 30 anos tínhamos assistido a uma escalada de novos casos de cancro de forma muito menos acentuada.