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Sim.grande puto! deve ter aprendido mais nesse dia do que aprenderia se tivesse ido ás aulas []
aprapr
apr
![]()
Sim.
Depende da perspectiva.
O que entendi, é que te referiste que aquilo é uma experiência marcante. Nessa perspectiva sim.eu falo da perspectiva que um dia há de lhe servir para qualquer coisa, e não da perspectiva burocrática![]
O que entendi, é que te referiste que aquilo é uma experiência marcante. Nessa perspectiva sim.
Agora temos de ver o que está subjacente a isso. A falta à escola. Desta vez foi essa experiência, da próxima o que será!
Achas que foi fácil?... [.... Na próxima oportunidade de dinheiro fácil fará o mesmo...
"o rapazote fez uma coisa que um miudo daquela idade não costuma fazer"o rapazote fez uma coisa que um miudo daquela idade não costuma fazer, fez algo por si, sem ajuda de terceiros, para obter alguma coisa, que quase certamente deve ser um jogo de consola, uma bola, etc etc
normalmente os putos chegam ao pé dos pais e dizem "eu quero", aquele mexeu-se!
se tivesse ido ás aulas, teria sido mais um dia apenas.........na aprendizagem do miudo! nao me parece que faltar 1 , 2 ou 3 dias tenha grande impacto na vida dos miudos em termos escolares, eu sei porque já fui miudo como todos vós []
Ok! Ok! Até não foi fácil. :sh)Achas que foi fácil?... [] [
]
"o rapazote fez uma coisa que um miudo daquela idade não costuma fazer"
Não costuma fazer se não houver um motivo... vai outra vez à beira do miúdo e diz-lhe para fazer isso sem ganhar nenhum [] com esse motivo MUITOS o fariam.
Claro que esse dia foi mais compensador do que mais um dia de escola.
Volto a bater na mesma tecla!
Na próxima vez pode (não digo que vai) faltar para ir ajudar um velhinho lá na rua que precisa de ajuda, na próxima pode faltar para fumar um cigarrito (o que até pode ser uma experiência "positiva") na próxima pode faltar para fumar o segundo cigarrito, na outra próxima pode experimentar uma ganza que o cigarro já é fraco, na próxima... na próxima... na próxima... pode acabar mal ou como herói.
Claro que a experiência nova à partida é positiva, mas é preciso enquadrar num todo da pessoa.
Para mim, nesta situação é positiva, mas é preciso ver qual foi o factor de motivação e se esse factor na próxima será positivo.
Ah! E se fosse um miúdo que se tivesse mexido para ganhar uns trocos partindo-te o carro todo? Não teria sido melhor dizer aos pais "eu quero"?[]
A mensagem de Ano Novo do Presidente da República foi acolhida com alguma incredulidade pela classe política nacional. Quase se diria que só faltava saber, tal o discurso presidencial, qual o novo partido a que aderira Cavaco Silva: PCP, BE, PCT/MRPP?!...
«Uma mensagem que faz eco dos sentimentos de injustiça, um apelo ao diálogo, um semi-retrato de um país em crise - o discurso de Ano Novo ontem proferido pelo Presidente da República, Cavaco Silva, esteve longe do tom jubilatório adoptado pelo Natal pelo primeiro-ministro, José Sócrates.
Foi talvez a primeira vez que um alto responsável do Estado adoptou publicamente uma das principais críticas da "rua": "Não podemos deixar de nos inquietar perante as desigualdades na distribuição do rendimento que as estatísticas revelam", disse ontem à noite o Presidente, em mensagem transmitida pela RTP.
As estatísticas revelam, por exemplo, que Portugal é o país da UE onde há mais desigualdade entre ricos e pobres. Cavaco Silva não falou nem dos mais ricos, nem dos mais pobres, mas apontou esta discrepância "comum" em Portugal: "Sem pôr em causa o princípio da valorização do mérito e a necessidade de captar os melhores talentos, interrogo-me sobre se os rendimentos auferidos por altos dirigentes de empresas não serão, muitas vezes, injustificados e desproporcionados, face aos salários médios dos seus trabalhadores". »
A desigualdade é causada pelo próprio governo que ele "comanda"! Se não fossem os impostos altos, e a incapacidade do estado em gerir
esse dinheiro (e várias outras coisas), não teriamos os problemas que temos!
Todos sabemos disso, eles também o sabem, mas vai continuar tudo na mesma.
Em muitos casos tem toda a razão, basta ver o caso dos bancos públicos e privados.
Certo também que em muitas empresas assistimos a disparidades gigantescas entre funcionários e administração.
O que o PR se insurge é contra estas enormes desigualdades
Em muitos casos tem toda a razão, basta ver o caso dos bancos públicos e privados.
Certo também que em muitas empresas assistimos a disparidades gigantescas entre funcionários e administração.
O que o PR se insurge é contra estas enormes desigualdades
Exactamente, essencialmente por isto que não avançamos, afinal o maior peso na economia devia ser das empresas e não dos subsídios estatais dados a estas.O estudo da Mercer revela que o salário médio dos gestores portugueses é 32x superior ao salário médio dos trabalhadores portugueses...
No Reino Unido é 15x superior...
Em Espanha é 14x superior...
Na Alemanha é 10x superior...