Tópico Cinéfilo v2.0

Rapazes:
Ando a tentar encontrar um filme de terror/suspense/Thriler realmente assustador, vou convidar uma amiga para ver.
digam ai uns
sem muito sangue heheheh
 
Nestas duas últimas semanas tive oportunidade de ir ao cinema ver dois (supostos) blockbusters, mas vim profundamente desiludido (no último caso indignado mesmo).
O primeiro caso respeita ao Indiana Jones (que tinha que ver pelo significado que as anteriores versões tiveram na minha cultura cinematográfica).
Saí de lá medianamente satisfeito (a minha companhia bocejou o tempo todo). Sinceramente assisti ao que estava à espera: aventuras impossíveis parabolizadas por efeitos especiais com alguma dignidade.
A minha curiosidade (à parte da constatação da vigorosa velhice do Harrisson Ford) residia no "argumento" e encadeamento que o Spielberg iria apresentar.
Talvez seja da minha idade (mental) mas começo a perder a paciência para este tipo de aventuras.
De qualquer modo, para quem tem registo dos filmes anteriores é obrigatório ver.

O outro filme que muito me decepcionou foi o The Happening do M. Night Shyamalan (a minha companhia saiu deste completamente atrofiada, que tédio!).
A culpa foi minha pois formei a minha opinião acerca deste realizador (apelidado como um génio em Hollywood) com o Sexto Sentido, com o Sinais, Unbreakable e o The Village (Não vi - e ainda bem - a Sra. da Água).
Fomos vê-lo ao Colombo e (não sei por que razão) o filme foi projectado no formato 4:3 ao invés do 16:9. Ora, isto deu numa situação hilariante (ao princípio) e revoltante (no final) que se resumiu a ver constantemente por cima da cabeça dos actores o microfone (INADMISSÍVEL).
Parecia uma longa-metragem portuguesa de muito mau gosto e de produção barata.
A rimar com este flop visual veio a interpretação absolutamente horrível dos actores (de todos!). Foram todos muito artificiais e teatrais. Desculpem-me a grosseria, mas QUE PORCARIA DE FILME!

Depois é a história (medonha?) relacionada com a revolta da Natureza sobre a humanidade consubstanciada na libertação (inteligente?), por parte das plantas, de toxinas que afectam o cérebro dos seres humanos.
Tal afectação resulta na falha do sistema motor donde resulta as pessoas afectadas ficarem imobolizadas (como os palhacinhos da Rua Augusta) e depois se suicidarem... DAH! :sh)

Enfim... Já estou farto destas catástrofes (que inicialmente no filme se julga ser um ataque terrorista) e desta necessidade de Hollywood continuar a espalhar o terror, tal como a administração Bush o vem fazendo. Enfim, não há saco!

Fiquei ainda na expectativa de ver o primeiro Fiat (um Punto geração MKII) numa produção de Hollywood que apareceu no cartaz mas não apareceu no ecrã... [:D]

 
os últimos filmes que vi:

Dan in real life -> esperava um pouco mais mas vê-se bem - 6/10

Forgetting Sarah Marshall (Um belo par de patins) - apesar da boa critica, não gostei. É um filme parado, vazio de ideias, fraquinho na minha opinião. Vale pela parte final que ainda salva qq coisinha - 4/10

Loucura em Las Vegas - esperava bem menos deste que do "Par de patins" e talvez por isso tenha gostado. Uma história pouco original mas com boas interpretações e acaba por ser um filme que vale a pena ver, mesmo sem deslumbrar - 6/10

Os Reis da Rua - o argumento não é mau, mas apesar do bom lote de actores envolvidos, nenhum deles aparece em boa forma. Mesmo o Keanu Reeves de que eu não esperava grande coisa (não sou grande fã) consegue estar abaixo das fracas expectativas - 4/10

Chaos Theory - a história é boa mas podia ter sido melhor aproveitada - 5/10

Definitely, Maybe - mais uma comédia romântica com mais relações desastrosas que romantismo :) Curiosamente a história desenvolve-se como no Chaos Theory, "narrada" a outra personagem pela personagem principal (em ambos os filmes interpretada pelo Ryan Reynolds). Nunca pior - 6/10
 
Nestas duas últimas semanas tive oportunidade de ir ao cinema ver dois (supostos) blockbusters, mas vim profundamente desiludido (no último caso indignado mesmo).
O primeiro caso respeita ao Indiana Jones (que tinha que ver pelo significado que as anteriores versões tiveram na minha cultura cinematográfica).
Saí de lá medianamente satisfeito (a minha companhia bocejou o tempo todo). Sinceramente assisti ao que estava à espera: aventuras impossíveis parabolizadas por efeitos especiais com alguma dignidade.
A minha curiosidade (à parte da constatação da vigorosa velhice do Harrisson Ford) residia no "argumento" e encadeamento que o Spielberg iria apresentar.
Talvez seja da minha idade (mental) mas começo a perder a paciência para este tipo de aventuras.
De qualquer modo, para quem tem registo dos filmes anteriores é obrigatório ver.

O outro filme que muito me decepcionou foi o The Happening do M. Night Shyamalan (a minha companhia saiu deste completamente atrofiada, que tédio!).
A culpa foi minha pois formei a minha opinião acerca deste realizador (apelidado como um génio em Hollywood) com o Sexto Sentido, com o Sinais, Unbreakable e o The Village (Não vi - e ainda bem - a Sra. da Água).
Fomos vê-lo ao Colombo e (não sei por que razão) o filme foi projectado no formato 4:3 ao invés do 16:9. Ora, isto deu numa situação hilariante (ao princípio) e revoltante (no final) que se resumiu a ver constantemente por cima da cabeça dos actores o microfone (INADMISSÍVEL).
Parecia uma longa-metragem portuguesa de muito mau gosto e de produção barata.
A rimar com este flop visual veio a interpretação absolutamente horrível dos actores (de todos!). Foram todos muito artificiais e teatrais. Desculpem-me a grosseria, mas QUE PORCARIA DE FILME!

Depois é a história (medonha?) relacionada com a revolta da Natureza sobre a humanidade consubstanciada na libertação (inteligente?), por parte das plantas, de toxinas que afectam o cérebro dos seres humanos.
Tal afectação resulta na falha do sistema motor donde resulta as pessoas afectadas ficarem imobolizadas (como os palhacinhos da Rua Augusta) e depois se suicidarem... DAH! :sh)

Enfim... Já estou farto destas catástrofes (que inicialmente no filme se julga ser um ataque terrorista) e desta necessidade de Hollywood continuar a espalhar o terror, tal como a administração Bush o vem fazendo. Enfim, não há saco!

Fiquei ainda na expectativa de ver o primeiro Fiat (um Punto geração MKII) numa produção de Hollywood que apareceu no cartaz mas não apareceu no ecrã... [:D]



Falharem no aspect ratio de projecção é uma coisa gravissima. Se no cinema, me pusessem á frente um filme destes a 4 por 3, levantava-me e ia falar com o projeccionista (como fui falar, com o projeccionista do king kong). Se pagamos o bilhete, temos direito de ver o filme nas devidas condições.

Duvido muito que o filme se resuma a uma catástrofe típica americana.

Pergunto-me é como é possivel as pessoas quando vão ver um filme do Shyamalan ainda não saberem para o que vão.

Quando eu não gosto da obra de um realizador, dou-lhe o beneficio da dúvida e vou ver um segundo filme. Se este não me agradar, não vou ser massoquista, ao ponto de ir ver todos os seus filmes ao cinema, quando.

Para quê que continuam a ver filmes do Shyamalan? Se não faz os vosso estilo e se sabem que os seus filmes não são para toda a gente, e são até certo ponto "complicados" para estas mesmas pessoas, para quê esta afluência ao cinema?

O homem tem uma forte imagem de marca que mantém, filme após filme e já se viu que não é por ter meia duzia de criticas negativas, no meio de tantas positivas que vai mudar alguma coisa. Ele é assim, e quando vamos ao cinema, temos de contar com isso.
 
Iuri no primeiro topico que abriste não puseste spoilers nenhuns e agora chegas a este e contas a história toda do filme... obrigadinho...[8b]
 
Falharem no aspect ratio de projecção é uma coisa gravissima. Se no cinema, me pusessem á frente um filme destes a 4 por 3, levantava-me e ia falar com o projeccionista (como fui falar, com o projeccionista do king kong). Se pagamos o bilhete, temos direito de ver o filme nas devidas condições.

Duvido muito que o filme se resuma a uma catástrofe típica americana.

Pergunto-me é como é possivel as pessoas quando vão ver um filme do Shyamalan ainda não saberem para o que vão.

Quando eu não gosto da obra de um realizador, dou-lhe o beneficio da dúvida e vou ver um segundo filme. Se este não me agradar, não vou ser massoquista, ao ponto de ir ver todos os seus filmes ao cinema, quando.

Para quê que continuam a ver filmes do Shyamalan? Se não faz os vosso estilo e se sabem que os seus filmes não são para toda a gente, e são até certo ponto "complicados" para estas mesmas pessoas, para quê esta afluência ao cinema?

O homem tem uma forte imagem de marca que mantém, filme após filme e já se viu que não é por ter meia duzia de criticas negativas, no meio de tantas positivas que vai mudar alguma coisa. Ele é assim, e quando vamos ao cinema, temos de contar com isso.

É pá, mas eu até aceito a argumentação das plantinhas assassinas e inteligentes (será o famoso cereal killer?), já não "aceito" é uma interpretação de porcaria (é o que dá pôr um actor que por natureza é um bruto a fazer um papel de um professor de biologia amaricado ou apassarinhado [:D] ).
Microfones à parte, os actores fizeram um péssimo trabalho em prol da representação.
De resto aceito perfeitamente a estória... apesar de admitir que está lá a campanha da divulgação do medo...
 
Falharem no aspect ratio de projecção é uma coisa gravissima. Se no cinema, me pusessem á frente um filme destes a 4 por 3, levantava-me e ia falar com o projeccionista (como fui falar, com o projeccionista do king kong). Se pagamos o bilhete, temos direito de ver o filme nas devidas condições.

Duvido muito que o filme se resuma a uma catástrofe típica americana.

Pergunto-me é como é possivel as pessoas quando vão ver um filme do Shyamalan ainda não saberem para o que vão.

Quando eu não gosto da obra de um realizador, dou-lhe o beneficio da dúvida e vou ver um segundo filme. Se este não me agradar, não vou ser massoquista, ao ponto de ir ver todos os seus filmes ao cinema, quando.

Para quê que continuam a ver filmes do Shyamalan? Se não faz os vosso estilo e se sabem que os seus filmes não são para toda a gente, e são até certo ponto "complicados" para estas mesmas pessoas, para quê esta afluência ao cinema?

O homem tem uma forte imagem de marca que mantém, filme após filme e já se viu que não é por ter meia duzia de criticas negativas, no meio de tantas positivas que vai mudar alguma coisa. Ele é assim, e quando vamos ao cinema, temos de contar com isso.

Acho que o projeccionista se ía rir um bocado porque o filme é mesmo em 4:3 (normal) , tal como muitos filmes o são.
Eu pessoalmente também prefiro ver muito mais filmes em scope ( 2.35:1 ) em que realmente a tela fica completamente cheia, mas se as editoras fazem os filmes em normal que remédio tem o cliente senao ver em normal.

Eu até gostei bastante do happening, dou-lhe 6.5 de 0-10, foca temas actuais, o espectador fica com alguma curiosidade em realmente saber o q se está a passar, e parece-me tudo com mt logica sem final xoxo.

cumprts
 






Irreversível/Irréversible
Realizado por Garpard Noé
França, 2002 Cor – 95 min. Anamórfico.

Com: Monica Bellucci, Vincent Cassel, Albert Dupontel, Philippe Nahon, Jo Prestia, Stéphane Drouot, Jean-Louis Costes, Mourad Khima
Depois de Alex (Bellucci) ser barbaramente agredida e violada, Marcus (Cassel) e Pierre (Dupontel) embarcam numa espiral de loucura e vingança, em busca do autor do crime, que os leva até um obscuro clube nocturno. Pierre, ex-companheiro de Alex, tenta controlar a fúria cega de Marcus, que vivia presentemente com a vítima.
Garpard Noé é um realizador que conquistou o rótulo de “extremo” e “polémico” bem antes deste «Irreversível», graças a «Carne», uma curta-metragem de 1991, e «Seul Contre Tous», a sua primeira longa-metragem, realizada em 1998, ambas apresentadas no Fantasporto de 1999. O “herói” desses filmes de Noé é (perdão pela irritante aliteração) Chevalier, um talhante que vende carne de cavalo (o nome é um “subtil” trocadilho), interpretado pelo actor Philippe Nahon, obcecado pela sua filha menor autista. «Irreversível» é, muito brevemente, uma sequela dos filmes anteriores, porquanto no início (ou no fim, conforme o ponto de vista) mostra o Talhante a referir-se aos factos apresentados nos filmes anteriores, semi-nu, prostrado numa cama ao lado de outro indivíduo, enquanto tece comentários sobre o barulho no clube gay, sob o apartamento onde se encontram – cenário a partir do qual se põe de parte a personagem de Nahon e se acompanha Pierre e Marcus.
O Chevalier de Nahon é um peão das classes baixas e desfavorecidas e a “luta de classes” impregna de certa forma um dos momentos mais fortes do filme, quando o agressor de Alex debita alguns comentários em jeito de justificação – como se pudesse existir alguma justificação para tal acto – sobre a exploração das classes trabalhadoras (onde um lenocína de transsexuais se parece incluir) pelos “burgueses”, que se pavoneiam pelas ruas, com os seus carros de alga gama e roupas caras de designers famosos. Ainda que Noé tivesse tido alguma preocupação com questões sociais, será difícil de imaginar que tal fosse o seu intuito principal ao criar «Irreversível». É mais fácil encará-lo apenas como obra que provoca pelo desejo de provocar, de dar nas vistas, mas tal pode redundar numa visão preguiçosa de um filme ou de uma obra artística de outra natureza. Vicent Cassel afirmou sobre o “escândalo” e a publicidade daí decorrente, que não foram eles, os que trabalharam no filme, que o criaram, mas antes que tal foi construído em Cannes, pelas mesmas pessoas que depois surgiram a fingir-se chocados. Independentemente dos factos – é certo que o elemento choque não há-de chatear nada o realizador – tal afirmação dá sempre para pensar um pouco.
Ainda que víssemos «Irreversível» como um “simples” exercício formal e narrativo, independentemente da criação das personagens, do trabalho dos actores e da história eficaz mas relativamente linear (apenas com pontos de partida e de fim invertidos), não poderíamos simplesmente pô-lo de parte e passar de imediato para algo mais limpinho e/ou convencional (“não estreou um filme do Woody Allen esta semana?”) Trata-se de um filme de visionamento essencial, ainda que encarado no contexto de um certo cinema “transgressor”, fora do circuito (de Hollywood, mas também do chamado “arte e ensaio” francês – dois pólos da exibição comercial em Portugal). É forçado, fabricado? O cinema de ficção é sempre uma construção – de contrário estaria mais próximo de ser um documentário – e os resultados finais dependem sempre de uma grande variedade de factores, principalmente de nos conseguimos abstrair da presença do realizador-manipulador e de nos deixarmos embrenhar no objecto ficcionado. (Ainda assim, há casos, como em von Trier ou em algumas doses de Spielberg, onde os efeitos dramáticos funcionam, ainda que não consigamos remover a imagem de permanente manipulação – mais fluída no primeiro, mais forçada e pesada no segundo.)
A estrutura narrativa invertida não é uma invenção de Noé, nem ficamos com a sensação de que o realizador estava apenas interessado na forma e que se lembrou a posteriori de uma história para a preencher. O método, em abstracto, pode lembrar «Memento» (2001) de Christopher Nolan ou um episódio da série “Seinfeld”, mas alguma pesquisa certamente revelaria diversos outros exemplos. Também Tarantino já havia experimentado com uma narrativa com segmentos desordenados como forma de obter um curioso e semi-subversivo efeito de final feliz/infeliz, conforme o ponto de vista, em «Pulp Fiction» (1994). Noé usa a estrutura narrativa para jogar com as expectativas do espectador e com o seu desejo de ver rapidamente a explicação para os actos que está a presenciar, gradualmente, segmento a segmento, e subverte a nossa resposta emocional ao apresentar primeiro uma vingança violenta, quase-absurda, por parte de personagens que ainda não conhecemos e apenas mais tarde nos apresenta o acto bárbaro que levará (levou) pessoas ditas normais a cometer tais actos. Como reagiriam os reduzem o filme ao desenvolvimento de um conceito de filme-choque se os acontecimentos fossem apresentados cronologicamente? Alguns talvez considerassem que se tratava de um filme que promovia a justiça pelas próprias mãos, o “vigilantismo” – se me é permitido usar tal termo –, ao nível de um filme de acção “fascista”, ao jeito de alguns com ícones como Bronson, Stallone ou Seagal. O certo é que o mecanismo narrativo protela a resposta emocional do espectador, até quase ao final do filme, e, desse modo, acaba por se afastar radicalmente da “manipulação” standard da ficção cinematografada e do estigma de “exploitation”, que alguns lhe podem querer colar, ao mesmo tempo que o remetem para a prateleira mais húmida e mal iluminada do clube de vídeo.
«Irreversível» não é certamente o primeiro filme “comercial” a apresentar violência realista e talvez seja prejudicado por não trazer uma história que, por exemplo, queira ilustrar que a guerra é uma coisa absurda ou algo assim mais politicamente correcto. Conforme elaborado no parágrafo precedente, os actos violentos surgem sem uma prévia “justificação” ou embalo emocional que ponha o espectador, todo contente, a pensar “ora, toma lá!”, perante a execução da vingança, como poderia, eventualmente ser o resultado – em pessoas mais “emotivas” – num filme dos “ícones” acima referidos. A opção por planos contínuos (alguns não integralmente, mas o efeito funciona sempre) reforça o impacto e a sensação de veracidade das personagens e da violência que as afecta, pois, ainda que inconscientemente, estamos habituados ao corte da cena “real” para uma de efeitos especiais, que, por muito que nos impressione, acaba sempre por não ser plenamente convincente. Aqui, alguns efeitos foram adicionados em pós-produção, de forma relativamente subtil (a fotografia suja e escura de alguns planos dá uma ajuda). No final, o filme de Gaspard Noé revela-se um amargo ensaio sobre a impossibilidade de corrigir acontecimentos determinantes, estejam ou não na nossa dependência (“o Tempo tudo destrói”). A inversão narrativa permite uma maior reflexão sobre o tema; se a estrutura fosse cronológica, mais facilmente tomaríamos o material como uma simples, ainda que brutal, história de vingança e os temas que permeiam a história de Alex, Marcus e Pierre não seriam tão eficazmente desenvolvidos.

Deixo aqui um dos meus filmes de eleição, com uma notável rapresentação de Vicent Cassel e Mónica Bellucci. É admiravel como esta mulher pela idade que tem, apresenta actualmente um "marco" de femenilidade.[br:)]
 
Recentemente vi o Sweeney Todd e o Kill Bill 1.


2 filmes espectaculares. Sweeney Todd tem uma banda sonora de LINDAAAA. Kill Bill tem partes LINDAS tambem. 2 filmes muito bem feitos.

Há quem odeie Kill Bill. As pessoas vêm kill bill como se fosse um simples filme de artes marciais. Coisa que não é.

Proximos filmes Big Fish e Kill Bill 2.

O ultimo filme que vi no cinema mesmo foi o "Um belo par de patins". Que nojo. Vi porque a malta ia toda ver e eu fiquei la com eles. É a segunda vez que vou no "Vá lá andre, anda la". Para a proxima só vou se me pagarem bilhete. 5 euros para ver aquele aborto de filme.
Ja tava a espera de uma grande bosta.
Só não acerto no euromilhoes.[8b]
 
Recentemente vi o Sweeney Todd e o Kill Bill 1.


2 filmes espectaculares. Sweeney Todd tem uma banda sonora de LINDAAAA. Kill Bill tem partes LINDAS tambem. 2 filmes muito bem feitos.

Há quem odeie Kill Bill. As pessoas vêm kill bill como se fosse um simples filme de artes marciais. Coisa que não é.

Proximos filmes Big Fish e Kill Bill 2.

O ultimo filme que vi no cinema mesmo foi o "Um belo par de patins". Que nojo. Vi porque a malta ia toda ver e eu fiquei la com eles. É a segunda vez que vou no "Vá lá andre, anda la". Para a proxima só vou se me pagarem bilhete. 5 euros para ver aquele aborto de filme.
Ja tava a espera de uma grande bosta.
Só não acerto no euromilhoes.[8b]
Pelo menos tem duas gajas boas no elenco, já não se perde tudo [:D]
 
Acho que o projeccionista se ía rir um bocado porque o filme é mesmo em 4:3 (normal) , tal como muitos filmes o são.
Eu pessoalmente também prefiro ver muito mais filmes em scope ( 2.35:1 ) em que realmente a tela fica completamente cheia, mas se as editoras fazem os filmes em normal que remédio tem o cliente senao ver em normal.

Eu até gostei bastante do happening, dou-lhe 6.5 de 0-10, foca temas actuais, o espectador fica com alguma curiosidade em realmente saber o q se está a passar, e parece-me tudo com mt logica sem final xoxo.

cumprts

Uma coisa é ver as coisas coisas como elas são, e outra é ver tudo esticado ou achatado.

Mas há quem nem dê pela diferença, pq há muitos anos que há televisões 16:9, e muita gente já vê há muitos anos tudo achatado [:D]

Até há os formatos inteligentes, mas como "comem" imagem, "deixa lá estar no formato expandido pq eu tb prefiro as gajas com mais xixa" [:D] Isso e pq a TV é de formato alargado/panorâmico e tem que se mostrar o que se tem....


Depois há aqueles "esquisitos" como eu e o lamborghini, que gostam de ver tudo nas devidas proporções [:p]

Diga-se de passagem, que dada a situação actual nos cinemas, é raro o filme em que não vá reclamar de alguma treta na projecção do filme [8b]
 
Uma coisa é ver as coisas coisas como elas são, e outra é ver tudo esticado ou achatado.

Mas há quem nem dê pela diferença, pq há muitos anos que há televisões 16:9, e muita gente já vê há muitos anos tudo achatado [:D]

Até há os formatos inteligentes, mas como "comem" imagem, "deixa lá estar no formato expandido pq eu tb prefiro as gajas com mais xixa" [:D] Isso e pq a TV é de formato alargado/panorâmico e tem que se mostrar o que se tem....


Depois há aqueles "esquisitos" como eu e o lamborghini, que gostam de ver tudo nas devidas proporções [:p]

Diga-se de passagem, que dada a situação actual nos cinemas, é raro o filme em que não vá reclamar de alguma treta na projecção do filme [8b]

E fazes tu bem em reclamar, eu como projeccionista, agora sempre q vou ao cinema estou mt mais atendo aos erros , mas reclamar porque o filme esta a passar em normal e tu querias ver em scope, é um grande erro.

O sarah marshall é mmo mt mas mt mau, vale só pelas miudas, o vegas é tb comédia romantica mas é vale 10 vezes mais.
dou 2 ao sarah de 0 a 10 e 6 ao vegas.

Big Fish é um grande filme, vale bem a pena ver :)
 
E fazes tu bem em reclamar, eu como projeccionista, agora sempre q vou ao cinema estou mt mais atendo aos erros , mas reclamar porque o filme esta a passar em normal e tu querias ver em scope, é um grande erro.

O sarah marshall é mmo mt mas mt mau, vale só pelas miudas, o vegas é tb comédia romantica mas é vale 10 vezes mais.
dou 2 ao sarah de 0 a 10 e 6 ao vegas.

Big Fish é um grande filme, vale bem a pena ver :)

Só será um grande erro meu, se não tiver havido antes, erro por parte do projeccionista [;)]
 
E fazes tu bem em reclamar, eu como projeccionista, agora sempre q vou ao cinema estou mt mais atendo aos erros , mas reclamar porque o filme esta a passar em normal e tu querias ver em scope, é um grande erro.

O sarah marshall é mmo mt mas mt mau, vale só pelas miudas, o vegas é tb comédia romantica mas é vale 10 vezes mais.
dou 2 ao sarah de 0 a 10 e 6 ao vegas.

Big Fish é um grande filme, vale bem a pena ver :)

És projeccionista?! Que emprego altamente!

O Big Fish comprei o DVD sem ter visto nem um trailer, mas como era do Burton arrisquei. Fui comprando filmes depois e este teve uns 2 meses com o plástico! Quando o vi só me arrependi de não o ter visto mais cedo!

Um outro filme que comprei às cegas foi o Garden State. Já conhecia o Zach Braff da série Scrubs, mas do filme nada. Comprei pela Natalie Portman e é um filme incomum mas levezinho, bom
 
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