Tópico da Apple

Estava a ver que sonhei que não foram comprados a 1.019,99...mas foram e mantém-se na Fnac assim

Se descem depois? Sim. Se se consegue mais barato? Sim. Até dentro de assinaturas das operadoras dão-se tlms. Pensava que se falavam de PVPs e achei que não era necessário esclarecer :)

E daria mais umas páginas para discutir as vantagens e desvantagens de um bem, qualquer que ele seja, que em pouco tempo perde o seu valor de mercado...é que se pudermos vender um antigo para comprar um novo gastando menos dinheiro "custa menos"
 
129 ciclos é muito pouco para 4 anos. Isso também explica estares com essa autonomia.

Ou ao contrário… ou MUITO ao contrário.

É a autonomia que explica os poucos ciclos, e pouco desgaste da bateria, e não o contrário.

Também já expliquei isto mais para trás, há uns meses.


Repara:

Uma pessoa dia que a bateria aguenta 3 a 4 horas (user André) num computador que a Apple diz aguentar 10 a 12 horas.
Significa que, com a porcaria das aplicações que estão a consumir demasiada bateria, vai fazer TRÊS VEZES MAIS CICLOS que uma pessoa sem essas aplicações de treta.

O meu aguentava 8 a 9 horas na boa.
Ora, eu podia passar uma manhã numa reunião, e gastar apenas 10%, 20% ou algo assim.
Portanto, 10% são 0,1 ciclos de bateria. 20% são 0,2. Etc.

Para uma pessoa que gaste 50%, ou mais, numa reunião é logo meio ciclo que vai à vida.
A consumir ciclos desse modo, deteriora a bateria bem mais cedo, o que significa que ainda vai passar a consumir mais ciclos mais rapidamente (porque a bateria ainda aguenta menos tempo).

Ou seja:
— eu tenho a bateria a 93% da capacidade inicial porque só tenho 129 ciclos
— só tenho 129 ciclos porque uso aplicações que consomem pouco CPU
— e por consumirem pouco CPU tenho mais autonomia
portanto:
— apps com pouco consumo —> autonomia
— autonomia —> poucos ciclos
— poucos ciclos —> bateria em bom estado
— bateria em bom estado + apps com pouco consumo —> autonomia

É um ciclo virtuoso que começa por usar aplicações decentes.

Por outro lado, uma pessoa que use aplicações que consumam demasiado CPU, tem menos autonomia, logo faz mais ciclos e deteriora a bateria mais rapidamente.
Alguém que tenha aplicações que lhe permitam ter autonomia de 2 a 3 horas num MacBook Pro igual ao meu, nos mesmos 4 anos teria o triplo ou quádruplo dos ciclos.
Muito provavelmente seria o quádruplo, pois a deterioração da bateria faria com que tivesse ainda menos autonomia, e por isso teria ainda mais ciclos que uma simples proporção linear.
Ou seja, deveria estar nos 500 ciclos de carga/descarga.
 
Ecrã é galicismo.
Tela é português. Que por acaso se usa no brasil, mas é muito mais língua portuguesa que ecrã.

tela em PT-PT tem outro significado. toda a lingua portuguesa é galicismo, não sabes a origem do português e de Portugal?
 
Ecrã é galicismo.
Tela é português. Que por acaso se usa no brasil, mas é muito mais língua portuguesa que ecrã.

Tela é português.
Ecrã é português.

Qualquer uma das palavras tem uma etimologia.

Tela < latim
Ecrã < francês (écran)

Porque razão é que uma etimologia é válida e outra não?


Portanto, como ambas as palavras são português, usa-se a que tem o significado correcto no contexto correcto.
ECRÃ

Se estivéssemos no Brasil, o correcto seria TELA.
Estamos em Portugal, o correcto é ECRÃ.



Se o problema fosse só TELA estaríamos nós muito bem…

— baixar (descarregar)
— salvar (gravar)
— usuário (utilizador)
— rodar (correr, executar; "run", "execute")
— arquivo ("file" é ficheiro; arquivo é "archive"; ficheiro é de utilização frequente, enquanto arquivo é para manter histórico, tipo Torre do Tombo)
— "experienciar" ?!?!?! (experimentar, vivenciar, viver, sentir, etc., lá que os ingleses sejam pobrezinhos, nós não somos, e temos as palavras certas para exprimir correctamente a situação)
— "porta" ?!?!?! ("port" é "porto", não é "porta", ora mete lá isso na "door USB")

enfim… como se já não bastasse a língua sofrer estes ataques, ainda lhe espetaram o AO90 no lombo…
 
Dou a mão à palmatória, estás com sentido crítico em relação à Apple.

Pode ser pertinente, embora ache que a energia desses feixes seja demasiado baixa (dada a fonte) para que crie algum dano de nota.

O que não falta são estudo sobre os efeitos da radiação IR na visão - aqui
Agora só falta fazer um paralelo entre as características desses pontos, energia, comprimento de onda etc e um estudo desses.

Penso que o comprimento de onda do FACE ID é ~940nm (IR-A) - já não me recordo onde li isto.

Retirado desse artigo:

(...)The lensabsorbs only a small proportion ofinfrared and, for much damage to besustained here, the overall exposurelevel would need to be high, or the resultof smaller repeated doses.(...)

EYELIDS(...)The effects of infrared radiation on theeyelids range from mild reddening tothird degree burns and, eventually, deathof the skin. To suffer the more severeeffects, the eyelid must be exposed tovery high levels of infrared delivered overa short period of time, or to low levels ofinfrared over a long period.(...)

CORNEA(...)The cornea transmits 96% of incidentinfrared in the range 700nm-1400nmand, as a result, threshold values fordamage to occur are quite high,especially in the 750-990nm waveband.(...)

IRIS(...)The human iris absorbs between 53% and 98% of incident infrared in the 750-900nm range, but varying degrees ofpigmentation affect the amount ofabsorption and, thus, the extent of damage. Overall, the iris is sensitive to infrared, and suffers swelling, cell death, hyperaemia and pupillary miosis. Wavelengths around 900nm cause aqueous flare on account of the leakage of protein from iris vessels into the anterior chamber owing to inflammation of the iris when irradiated by infrared.(...)

E isto é só no inicio, tem muito mais...é só ler esse artigo...



Bem, apesar de tudo, espero que isto sejam só "filmes" meus, porque o FACE ID é simplesmente mágico e já olho para o Touch ID como algo completamente ultrapassado. (até já arrumei com o meu querido SE)

O facto de não ter de fazer absolutamente nada para me autenticar, é brilhante. Eu simplesmente abro as apps e estou autenticado por natureza; não tenho de pensar em meter o dedo no botão X ou em fazer seja o que for! Abro a app e já está! Deslizo no ecrã para entrar no springboard e já está! Magic!

A autenticação "deixa de existir"; deixa-se de pensar em meter passwords ou o dedo. A Apple conseguiu eliminar esse first world problem. Acabaram os gestos forçados para fazer autenticação: ir com o dedo ao sitio X ou colocar a password Y.

Toda a gente sem exceção, depois de passar 2 ou 3 dias com esta tecnologia vai dizer o mesmo, até os haters!
Até o Nuno que sempre disse mal disto, vai ficar rendido, não tenho duvidas. Porque acima de tudo, ele gosta de produtos que simplesmente funcionem de forma sublime.

O que a Apple fez foi eliminar a autenticação de vez. Isto aliado à F A B U L O S A tela e qualidade de construção magnifica, fazem deste produto algo verdadeiramente incrível.
Não tenho duvida nenhuma de que este é o melhor e mais revolucionário produto da Apple, desde o primeiro iPhone. Bravo Apple.
 
Last edited:
Esqueci-me de falar dos novos gestos e o fim do botão Home.
Toda a experiencia com o iPhone X parece muito mais natural e gratificante. Simplesmente navegamos e as coisas acontecem naturalmente. É verdadeiramente mágico para o comum dos mortais, não tenho duvidas.

Se não aparecer nenhum *gate grave, vai ser um sucesso estrondoso este iPhone, e a Apple vai ser a primeira empresa a passar o milhão de milhão!
 
Last edited:
mok, vai primeiro ver o que quer dizer "galicismo"...[;)]

Quer dizer que isto está absolutamente errado:

Ecrã é galicismo.
Tela é português.
Que por acaso se usa no brasil, mas é muito mais língua portuguesa que ecrã.

500% errado.

Tela é tão português quanto ecrã.

E ecrã é mais português (de Portugal) que tela, para o contexto em questão ("screen").

Em português de Portugal:
— SCREEN —> ECRÃ
— CANVAS —> TELA

Em português do Brasil:
— SCREEN —> TELA
— CANVAS —> TELA


Qualquer gajo que tenha mente científica (Matemática, Informática, etc.) sabe que:
— língua (escrita ou falada) é uma forma de comunicação
— qualquer mecanismo de comunicação é tão eficaz e eficiente quanto a sua inteligibilidade
— o que significa que as AMBIGUIDADES são inimigas das linguagens de comunicação


Ou seja, perante isto, ECRÃ é melhor que TELA (qualquer que seja o contexto geográfico) pois permite distinguir SCREEN de CANVAS.

Pela mesmíssima razão, qualquer gajo com mente científica abomina o AO90 (foi feito por perfeitos idiotas).
 
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Tópico da Apple

Quer dizer que isto está absolutamente errado:



500% errado.

Tela é tão português quanto ecrã.

E ecrã é mais português (de Portugal) que tela, para o contexto em questão ("screen").

Em português de Portugal:
— SCREEN —> ECRÃ
— CANVAS —> TELA

Em português do Brasil:
— SCREEN —> TELA
— CANVAS —> TELA


Qualquer gajo que tenha mente científica (Matemática, Informática, etc.) sabe que:
— língua (escrita ou falada) é uma forma de comunicação
— qualquer mecanismo de comunicação é tão eficaz e eficiente quanto a sua inteligibilidade
— o que significa que as AMBIGUIDADES são inimigas das linguagens de comunicação


Ou seja, perante isto, ECRÃ é melhor que TELA (qualquer que seja o contexto) pois permite distinguir SCREEN de CANVAS.

Pela mesmíssima razão, qualquer gajo com mente científica abomina o AO90 (foi feito por perfeitos idiotas).

Tudo isso se resume a uma coisa básica: preconceito contra o português do Brasil.
 
Ou ao contrário… ou MUITO ao contrário.

É a autonomia que explica os poucos ciclos, e pouco desgaste da bateria, e não o contrário.

Também já expliquei isto mais para trás, há uns meses.


Repara:

Uma pessoa dia que a bateria aguenta 3 a 4 horas (user André) num computador que a Apple diz aguentar 10 a 12 horas.
Significa que, com a porcaria das aplicações que estão a consumir demasiada bateria, vai fazer TRÊS VEZES MAIS CICLOS que uma pessoa sem essas aplicações de treta.

O meu aguentava 8 a 9 horas na boa.
Ora, eu podia passar uma manhã numa reunião, e gastar apenas 10%, 20% ou algo assim.
Portanto, 10% são 0,1 ciclos de bateria. 20% são 0,2. Etc.

Para uma pessoa que gaste 50%, ou mais, numa reunião é logo meio ciclo que vai à vida.
A consumir ciclos desse modo, deteriora a bateria bem mais cedo, o que significa que ainda vai passar a consumir mais ciclos mais rapidamente (porque a bateria ainda aguenta menos tempo).

Ou seja:
— eu tenho a bateria a 93% da capacidade inicial porque só tenho 129 ciclos
— só tenho 129 ciclos porque uso aplicações que consomem pouco CPU
— e por consumirem pouco CPU tenho mais autonomia
portanto:
— apps com pouco consumo —> autonomia
— autonomia —> poucos ciclos
— poucos ciclos —> bateria em bom estado
— bateria em bom estado + apps com pouco consumo —> autonomia

É um ciclo virtuoso que começa por usar aplicações decentes.

Por outro lado, uma pessoa que use aplicações que consumam demasiado CPU, tem menos autonomia, logo faz mais ciclos e deteriora a bateria mais rapidamente.
Alguém que tenha aplicações que lhe permitam ter autonomia de 2 a 3 horas num MacBook Pro igual ao meu, nos mesmos 4 anos teria o triplo ou quádruplo dos ciclos.
Muito provavelmente seria o quádruplo, pois a deterioração da bateria faria com que tivesse ainda menos autonomia, e por isso teria ainda mais ciclos que uma simples proporção linear.
Ou seja, deveria estar nos 500 ciclos de carga/descarga.

Esse MBP tem 1000 ciclos de bateria.
Independentemente das voltas que deres, 129 ciclos em 4 anos é estupidamente pouco.
Tão pouco que roça o rídiculo. Andaste a fazer babysitting ao portátil em vez de o utilizares.
 
Tudo isso se resume a uma coisa básica: preconceito contra o português do Brasil.

10.000% errado.
Não há preconceito RIGOROSAMENTE NENHUM.
Antes pelo contrário.
A riqueza da língua advém das diferenças.

Pedir palavras emprestadas quando as que temos servem perfeitamente e/ou até são melhores, é simplesmente estupidez da grossa.

Mania do que é estrangeiro é que é bom…
[8b] :sh)
 
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