Karma
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Atenção, eram módulos de informática extra-curriculares mas obrigatórios. Não faziam mais do que arranhar a superfície, em 2 deles (num total de 4) não frequentei sequer as aulas, e em todos tive 19 ou perto disso [] Pena que não contava para a média.
Mas por simples que fossem, para muitos alunos eram um abre-olhos. A quantidade de analfabetismo total em folha de cálculo por exemplo era chocante. O ensino relacionado com a informática devia ter um peso muito maior a todos os níveis de escolaridade, mas isso são outras canções.
E sim, não ouvi falar de nada disso...
A licenciatura em si era de Gestão de Empresas.
Mas não pretendo que seja um programa 100% higiénico que sirva para futuras gerações, que possa ser atualizável etc. Se calhar é um pensamento egoísta, mas eu só quero uma coisa que sirva para o nosso dia-a-dia enquanto estou cá e enquanto posso ensinar o seu funcionamento.
Eu já tenho um modelo que funciona a alguns níveis e já está implementado. O problema é quero mais funcionalidade que não estou a conseguir obter sem criar problemas como duplicação de dados etc.
Vou-te dar um exemplo.
Tenho uma tabela para Créditos (recebimentos em atraso).
Tenho uma tabela para Pedidos de Orçamento.
Eu consigo que elas funcionem perfeitamente, e tenham um interface basicamente funcional. Isto para nós resulta. Só não está é optimizado.
Porque o pretendido como objectivo final é integrar ambas com uma tabela de clientes, com a devida chave primária para o cliente, que possa ser relacionado com todo o tipo de acções que pode fazer (contrair créditos, pedir orçamentos, fazer marcações, fazer pagamentos, etc).
Neste caso tenho apenas uma tabela "burra" de créditos em que insiro o nome do cliente de forma manual, não se relaciona de forma alguma com coisa nenhuma... mas pronto, serve para saber o que nos devem. E o mesmo se aplica às restantes tabelas. Ou seja há uma fartura de duplicação de dados desnecessária e que não permite tirar partido de uma base de dados relacional. Torna-se numa folha de cálculo glorificada.
Chave primária da tabela de clientes passa a ser chave estrangeira das outras duas, isto se a relação for de 1 para N.