Tópico das Casas

Imóveis entregues à banca disparam | Económico

Outubro foi até agora o mês mais negro de 2011, com 690 imóveis entregues em dação de pagamento à banca.

De acordo com as estimativas da APEMIP - Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal - ao longo dos primeiros dez meses de 2011 foi possível contabilizar cerca de 5200 imóveis entregues tanto por famílias como por promotores imobiliários.

O resultado obtido no último mês - Outubro - é o pior deste ano e representa o corolário de três meses consecutivos de agravamento deste fenómeno que, apesar de continuar transversal ao território nacional, é hoje 17,7% superior ao observado em igual período de 2010.

Segundo a APEMIP, as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto concentram 46,4% das ocorrências relativas a imóveis entregues em dação em pagamento (39,7% em Outubro), sendo que dos 10 municípios mais relevantes em termos nacionais (que representa no seu conjunto 29,7% das observações registadas desde o início do ano e 24,4% das apuradas em Outubro), apenas três (Loulé, Ponta Delgada e Braga) não pertencem a estas duas unidades territoriais.

O arrefecimento do mercado imobiliário afectou de forma bastante significativa os que investiram na promoção imobiliária e no desenvolvimento de novos projectos e empreendimentos, pelo que parte significativa dos imóveis entregues em dação em pagamento provêem destes actores, em especial de municípios como os de Alcochete, Loulé, Ponta Delgada e Vila do Conde, em que esta realidade representa, pelo menos, metade da totalidade dos imóveis em causa.


Conforme o que aqui escrevi!
 
Imóveis entregues à banca disparam | Económico

Outubro foi até agora o mês mais negro de 2011, com 690 imóveis entregues em dação de pagamento à banca.

De acordo com as estimativas da APEMIP - Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal - ao longo dos primeiros dez meses de 2011 foi possível contabilizar cerca de 5200 imóveis entregues tanto por famílias como por promotores imobiliários.

O resultado obtido no último mês - Outubro - é o pior deste ano e representa o corolário de três meses consecutivos de agravamento deste fenómeno que, apesar de continuar transversal ao território nacional, é hoje 17,7% superior ao observado em igual período de 2010.

Segundo a APEMIP, as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto concentram 46,4% das ocorrências relativas a imóveis entregues em dação em pagamento (39,7% em Outubro), sendo que dos 10 municípios mais relevantes em termos nacionais (que representa no seu conjunto 29,7% das observações registadas desde o início do ano e 24,4% das apuradas em Outubro), apenas três (Loulé, Ponta Delgada e Braga) não pertencem a estas duas unidades territoriais.

O arrefecimento do mercado imobiliário afectou de forma bastante significativa os que investiram na promoção imobiliária e no desenvolvimento de novos projectos e empreendimentos, pelo que parte significativa dos imóveis entregues em dação em pagamento provêem destes actores, em especial de municípios como os de Alcochete, Loulé, Ponta Delgada e Vila do Conde, em que esta realidade representa, pelo menos, metade da totalidade dos imóveis em causa.


Conforme o que aqui escrevi!

Isso... deixem-nos ir para os bancos a ver se aparece algum a bom preço para mim! [:D]
 
Que seja... enquanto durar e se aparecer algo a bom preço, é de aproveitar.

Depende da finalidade e se é para manter a longo prazo! Podes comprar baratinho e daqui a 5 anos valer ainda menos do que o que pagaste! Para arrendar (se a lei mudar em Dezembro) ou para ficar na tua posse durante muitos anos acho que vale a pena!
 
Depende da finalidade e se é para manter a longo prazo! Podes comprar baratinho e daqui a 5 anos valer ainda menos do que o que pagaste! Para arrendar (se a lei mudar em Dezembro) ou para ficar na tua posse durante muitos anos acho que vale a pena!

O objectivo seria comprar para manter.
 
Leilões ficam desertos

Leilões ficam desertos - Economia - Correio da Manhã

Os três dias de leilão de imóveis do Estado resultaram num redondo fracasso, com a maioria das hastas públicas de norte a sul do País a ficarem sem um único interessado. O objectivo era arrecadar 8,5 milhões de euros, mas a receita obtida ficou abaixo de um milhão.

Segundo os resultados divulgados pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), dos 81 imóveis levados a leilão – alguns dos quais no mesmo lote – apenas 14 tiveram comprador. Quatro apartamentos, cinco prédios, um conjunto de três escritórios e um lote de duas garagens renderam 963 336 euros. As restantes 61 hastas públicas ficaram desertas, mostra a lista ontem divulgada pela DGTF.
Recorde-se que o imóvel com o preço-base de licitação mais alto estava localizado em Lisboa: um prédio de cinco andares com cave e quintais, inscrito a favor do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro, e através do qual o Estado pretendia obter um encaixe de pelo menos 1,2 milhões de euros. O imóvel ficou sem comprador. A dificuldade no acesso a financiamento e a concorrência da Banca – que está a colocar os imóveis executados na praça – estão a criar dificuldades aos leilões de entidades públicas.


Daqui a 1/1,5 anos haverá casas a preço de saldo!
 
Leilões ficam desertos

Leilões ficam desertos - Economia - Correio da Manhã

Os três dias de leilão de imóveis do Estado resultaram num redondo fracasso, com a maioria das hastas públicas de norte a sul do País a ficarem sem um único interessado. O objectivo era arrecadar 8,5 milhões de euros, mas a receita obtida ficou abaixo de um milhão.

Segundo os resultados divulgados pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), dos 81 imóveis levados a leilão – alguns dos quais no mesmo lote – apenas 14 tiveram comprador. Quatro apartamentos, cinco prédios, um conjunto de três escritórios e um lote de duas garagens renderam 963 336 euros. As restantes 61 hastas públicas ficaram desertas, mostra a lista ontem divulgada pela DGTF.
Recorde-se que o imóvel com o preço-base de licitação mais alto estava localizado em Lisboa: um prédio de cinco andares com cave e quintais, inscrito a favor do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro, e através do qual o Estado pretendia obter um encaixe de pelo menos 1,2 milhões de euros. O imóvel ficou sem comprador. A dificuldade no acesso a financiamento e a concorrência da Banca – que está a colocar os imóveis executados na praça – estão a criar dificuldades aos leilões de entidades públicas.


Daqui a 1/1,5 anos haverá casas a preço de saldo!

as casas já estão em saldo é preciso saber escolher e ter alguma paciÊncia... ahhh e capitais próprios! LOL
um conhecido que a vida corria muito bem teve alguns problemas, em resumo uma casa avaliada há 4 anos pelo banco em 1milhão numa zona nobre do Porto, foi entregue depois de não ter conseguido vender, por 450k ao banco (valor do empréstimo)... provavelmente seria uma belíssima compra, falamos numa quebra de 50%
 
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