Tópico das Casas

Mas isso não é impossibilidade nenhuma...

Os créditos podem ser pedidos individualmente para a metade de cada um.

E se tiverem de acordo também fazer a alteração posteriormente em que fica apenas 1 com hipoteca e tira a outra metade.

E qualquer credito habitação que esteja na primeira metade do prazo contratado compensa amortizar vs investir.

Nunca ouvi falar nisso. Ainda que o imóvel possa estar em co-propriedade (cada um tem 50% dele), o seu valor de transação e portanto o seu valor enquanto garantia para o banco é só um porque em condições normais não se transacionam meios imóveis. Por isso é que um crédito à habitação é solidário entre os mutuantes.
É claro que no limite quase tudo é possível, mas para um banco aceitar fazer um crédito à habitação prescindindo da hipoteca como um todo, só se tiver outras garantias muito fortes. Ora, se os mutuantes tiverem garantias suficientemente fortes que permitam prescindir da hipoteca, então pergunta-se porque razão é que sequer recorrem a crédito para comprar a habitação.
 
Nunca ouvi falar nisso. Ainda que o imóvel possa estar em co-propriedade (cada um tem 50% dele), o seu valor de transação e portanto o seu valor enquanto garantia para o banco é só um porque em condições normais não se transacionam meios imóveis. Por isso é que um crédito à habitação é solidário entre os mutuantes.
É claro que no limite quase tudo é possível, mas para um banco aceitar fazer um crédito à habitação prescindindo da hipoteca como um todo, só se tiver outras garantias muito fortes. Ora, se os mutuantes tiverem garantias suficientemente fortes que permitam prescindir da hipoteca, então pergunta-se porque razão é que sequer recorrem a crédito para comprar a habitação.

Estar em copropriedade não significa serem donos de 50% - são ambos donos os donos de 100% não é bem igual a 50% cada.

Se for empréstimos para 1/2 da propriedade cada já são donos dessa parte, e claro que têm de reunir condições financeiras para o banco aceitar.

Mas estava-se a falar de liquidar empréstimos ou grande parte, numa situação dessas é possível fazer um negocio desses.
 
Estar em copropriedade não significa serem donos de 50% - são ambos donos os donos de 100% não é bem igual a 50% cada.

Se for empréstimos para 1/2 da propriedade cada já são donos dessa parte, e claro que têm de reunir condições financeiras para o banco aceitar.

Mas estava-se a falar de liquidar empréstimos ou grande parte, numa situação dessas é possível fazer um negocio desses.

Penso que estás equivocado. Em regime de copropridade cada um dos coproprietários tem direito a uma parcela de um bem que é por natureza indivisível. Não tem quer ser 50%, mas pode ser 50%. Se forem casados até pode estar apenas no nome de um deles, mas esse nunca pode dispor de 100% do imóvel e se se divorciarem cada um tem direito a 50% do valor do mesmo.

Como disse acima, desconheço empréstimos para 1/2 da propriedade de um bem que é por natureza indivisível. A não ser que não exista hipoteca, mas então ai o empréstimo deixa de ser um crédito hipotecário para ser um empréstimo com outra garantia qualquer (ou mesmo sem garantia).

Uma das coisas fundamentais de qualquer crédito à habitação é que todos os mutuários são solidários no seu pagamento. Ou seja, cada um deles responde por 100% dívida. Num casal com crédito à habitação não existe a "minha" metade mais a "tua" metade. Cada um dos membros é solidariamente responsável por 100% da dívida ao banco. E o banco, se quiser executar a hipoteca, não vai executar metade da hipoteca. Vai sempre executar a hipoteca toda, como é evidente.

Em suma, não é possível um dos membros do casal chegar ao banco, amortizar a "sua" metade do crédito e exigir ser libertado do resto da dívida, porque isso formalmente não existe. A dívida é solidária.
O que se pode fazer é aquilo que se faz em situações de divórcio/separação: um dos membros propõe comprar a sua metade do imóvel ao outro. O outro vai ao banco e pede que este o liberte do empréstimo mediante a amortização antecipada do valor em dívida e passagem de 100% da propriedade para o comprador. Mas atenção, o banco pode não aceitar.
 
Em suma, não é possível um dos membros do casal chegar ao banco, amortizar a "sua" metade do crédito e exigir ser libertado do resto da dívida, porque isso formalmente não existe. A dívida é solidária.
O que se pode fazer é aquilo que se faz em situações de divórcio/separação: um dos membros propõe comprar a sua metade do imóvel ao outro. O outro vai ao banco e pede que este o liberte do empréstimo mediante a amortização antecipada do valor em dívida e passagem de 100% da propriedade para o comprador. Mas atenção, o banco pode não aceitar.

Pois isso não existe mas não foi isso que eu disse.

Mas que é possível ou foi possível pq eu tive, é pedir empréstimo para uma parte do imóvel (1/2).

(e a outra parte parte tinha empréstimo para o 1/2 restante da propriedade noutro banco diferente)
 
Eu aceitaria.
Como já defendo há algum tempo, na minha opinião, a melhor alternativa é a Euribor 3M, se não se consegue então o "second best" é a Euribor a 6M.
Mesmo que actualize mais rápido, no final do dia (empréstimo) pagas um total de juros mais baixo.

Obrigado pela opinião. Formalizei o pedido do spread e da alteração para 6M. Vou agora esperar que a gestora envie tudo para a "caixa negra" e aguardar o resultado.
 
Pois isso não existe mas não foi isso que eu disse.

Mas que é possível ou foi possível pq eu tive, é pedir empréstimo para uma parte do imóvel (1/2).

(e a outra parte parte tinha empréstimo para o 1/2 restante da propriedade noutro banco diferente)

Por isso é que eu afirmei acima que no limite quase tudo é possível. Dependendo daquilo que o banco financiador está disposto a aceitar. O coproprietário de uma parcela de um imóvel pode dá-la de garantia, sob a forma de hipoteca, para um empréstimo. So que isso é muito diferente de haver um empréstimo em que existe uma hipoteca total do imóvel e andar para trás, por assim dizer. É muito difícil que um banco aceite isto.
 
Por isso é que eu afirmei acima que no limite quase tudo é possível. Dependendo daquilo que o banco financiador está disposto a aceitar. O coproprietário de uma parcela de um imóvel pode dá-la de garantia, sob a forma de hipoteca, para um empréstimo. So que isso é muito diferente de haver um empréstimo em que existe uma hipoteca total do imóvel e andar para trás, por assim dizer. É muito difícil que um banco aceite isto.

Mas eu não quis dizer isso, se foi isso que ficou entendido é errado e isso que dizes é o correcto.

Mas existindo disponibilidade financeira (como estava em causa de abater a totalidade do empréstimo) e havendo acordo das partes envolvidas é possível transformar em algo diferente.
 
Com a euribor a 3.5% quase 4.0% (não esquecer ainda o spread e os seguros) não vejo qual o racional em meter o dinheiro em CA's que pagam no máximo 3.5% brutos em vez de amortizar o CH por completo...

O racional é simples,

As poupanças que estão em CA podem ser do montante que permitiria liquidar o CH, mas ao mesmo tempo podem ser todas as poupanças dessas pessoas e ficarem sem liquidez pode ser uma estupidez...
 
Com a euribor a 3.5% quase 4.0% (não esquecer ainda o spread e os seguros) não vejo qual o racional em meter o dinheiro em CA's que pagam no máximo 3.5% brutos em vez de amortizar o CH por completo...

Atenção a essas contas porque não podem ser feitas só a comparar diretamente as taxas.

Por exemplo num emprestimo de 100K a 30 anos com a TAN a 4,5%, e pensarmos em CA a 4,25% Brutos

Se fizermos um cenário entre amortizar 50K ou meter 50K em CA ao fim de 30 anos, no cenario de amortização teriamos pago 42K em juros em vez de 82K, ou seja poupado 40K, os CA com essa taxa a 30 anos teriam rendido 75K líquidos.
 
Mas ter CH de 1.000€ e ter 500.000€ ali à solta no banco é uma realidade "diferente".

Aqui o tema tem sido em estoirar as poupanças para pagar o CH, ou seja numa perspectiva em que o valor é o mesmo.


Sim, eu sei, foi só mesmo uma ideia…associei liquidar o CH e venda de ações com um valor elevado daí ter tido a ideia do colocar um montante elevado a render para pagar o CH.
 
Tou chocado.

O comuna presidente da junta de freguesia, a pôr casa para arrendar no Facebook com exigência de fiador, caução, e rendas antecipadas.

​​​​​​Comunas! Que hipócritas.
 
Tou chocado.

O comuna presidente da junta de freguesia, a pôr casa para arrendar no Facebook com exigência de fiador, caução, e rendas antecipadas.

​​​​​​Comunas! Que hipócritas.

Se fosse só na vida privada que eram hipócritas...

É quase certo que onde estão no poder local há coisas pouco respeitantes dos lemas que apregoam.
 
Com 500k de empréstimo pagas muito mais do que 1k em CH 😉


Amortizar, no meu caso, compensa largamente. Até porque me permite paz de espírito, e isso não tem preço.

Com 500 de crédito actualmente creio que se paga cerca de +/- 2.300 euros/mês na melhor das hipóteses (considerando tx variável).

A paz de espírito é um tema realmente importante e se tens a possibilidade de amortizar todo o CH sem ficar no 0 (zero) recomendo vivamente que o faças.

Já várias vezes falei por aqui neste tema é muito mais confortável não ter dividas e ter 50 mil euros no banco, do que ter 500 mil, mas simultâneamente dever 450. Esta segunda situação dá-nos uma maior sensação de poder, mesmo sendo igual patrimonialmente e pode-nos levar mais facilmente a comprar aquele relógio de 5k que gostamos ou o cabrio de 50k, ou ....
 
Como é que eu posso fazer isso? Falar com o banco e pedir para partir a hipoteca em 2?

Temos de contrair uma nova em casa metade e portanto pagar taxas de notário, etc, ou é algo simples? Imagino que possa acontecer em casos de divórcio.

O que deves fazer é "negociar" com a tua mulher e chegarem a um acordo.

Se achas que 8 chegam, mas ela não quer menos de 50, aponta para ficarem com 25/30 e amortiza o máximo até aí.

Mal será que não arranjem um compromisso confortável para ambos.
 
Vocês levam a relação com as mulheres para um nível “empresarial”.
Aqui em casa dois dias de trombas de qualquer um dos dois, e a coisa acaba por se resolver.
 
Penso que estás equivocado. Em regime de copropridade cada um dos coproprietários tem direito a uma parcela de um bem que é por natureza indivisível. Não tem quer ser 50%, mas pode ser 50%. Se forem casados até pode estar apenas no nome de um deles, mas esse nunca pode dispor de 100% do imóvel e se se divorciarem cada um tem direito a 50% do valor do mesmo.

Como disse acima, desconheço empréstimos para 1/2 da propriedade de um bem que é por natureza indivisível. A não ser que não exista hipoteca, mas então ai o empréstimo deixa de ser um crédito hipotecário para ser um empréstimo com outra garantia qualquer (ou mesmo sem garantia).

Uma das coisas fundamentais de qualquer crédito à habitação é que todos os mutuários são solidários no seu pagamento. Ou seja, cada um deles responde por 100% dívida. Num casal com crédito à habitação não existe a "minha" metade mais a "tua" metade. Cada um dos membros é solidariamente responsável por 100% da dívida ao banco. E o banco, se quiser executar a hipoteca, não vai executar metade da hipoteca. Vai sempre executar a hipoteca toda, como é evidente.

Em suma, não é possível um dos membros do casal chegar ao banco, amortizar a "sua" metade do crédito e exigir ser libertado do resto da dívida, porque isso formalmente não existe. A dívida é solidária.
O que se pode fazer é aquilo que se faz em situações de divórcio/separação: um dos membros propõe comprar a sua metade do imóvel ao outro. O outro vai ao banco e pede que este o liberte do empréstimo mediante a amortização antecipada do valor em dívida e passagem de 100% da propriedade para o comprador. Mas atenção, o banco pode não aceitar.

Ou seja, vou continuar a ter de argumentar com a Maria com argumentos existenciais porque ela não é muito analítica... Estou lixado. Até lá, 300-400€ de juros ao banco. Que ridículo quando podemos abater tudo.
 
O que deves fazer é "negociar" com a tua mulher e chegarem a um acordo.

Se achas que 8 chegam, mas ela não quer menos de 50, aponta para ficarem com 25/30 e amortiza o máximo até aí.

Mal será que não arranjem um compromisso confortável para ambos.

A ela chegam, não tem espírito investidor, não amarra oportunidades,
Connosco, por vontade dela, não há esse conceito do ficarem, porque ela acha que os trocos que já tinha antes de ir viver comigo devem ser um fundo de reserva para a vida dela, a ganhar pó em certificados de aforro...
À data, eu tenho hipótese de um crédito direto a famíliar com juro bonificado e prefiro pagar ao familiar do que ao banco, até porque a probabilidade que no final volte para mim, é alta.

Ela tem o capital todo para pagar a parte dela, mas não quer, e teima nisso. Não é analítica o suficiente para entender que estamos a deitar fora 6-7k ano de forma totalmente estúpida.

NMiguel, aí em casa mandas tu porque ganhas tu, na minha há dois salários razoáveis pelo que o poder de influência tem q ser trabalhado.
 
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