Tópico das Casas

Andou a vender e oferecer as autarquias para agora andar a comprar, faz muito sentido.
Não fica elegível pq as condicionantes são logo na candidatura.

A irhu anda a comprar casas que tinha vendido?! Não fazia ideia.
Mas eu escrevi logo que não teve impacto no mercado. Foi residual.
 
Centenas em décadas? Isso é uma gota no charco, não mexe em nada com o mercado.

Agora em Oeiras a autarquia com a IRHU vão fazer 670 apartamentos e 100 moradias. Isto tudo supostamente para fazer em 2 anos. [:D]

Mas eu escrevi logo que não teve impacto no mercado. Foi residual.
Foi só para te demonstrar que o estado não só pode vender casas como já o fez.
 
A mesmíssima coisa.
Se tens regras para o arrendamento, tens regras para a compra.
O individuo que paga 500€ de renda, segundo a tua lógica, não tem prioridade, quem tem é o que vive em casa dos pais e não mantém trabalho fixo ou outra coisa qualquer, fica com a casa de 250€ e outro trabalhador árduo continua a pagar 500€.

A mim parece-me claro que numa politica reformista, seja qual for a solução, haverá sempre uma fase inicial de ajustamento em que alguém fica mais prejudicado até o mercado se ajustar. Até hoje nunca houve uma politica reformista, só tapa buracos para inglês ver e dar nas noticias da noite.

Não entendeste o que eu disse (ou eu não me expliquei bem).

Quando tens contratos de arrendamento o que tem a casa de 500€ pode sair (com poucos meses de antecedência ou uma penalização baixa). E pode candidatar-se à casa de 250€.

Quando é uma venda, quem tem a casa de 200k não pode sair depressa, nem tem uma perda pequena para concorrer à casa de 100k.

Pelo que é muito mais ligeiro e aceitável que as autarquias concorram apenas num aspecto de arrendamento. Porque permitem de facto a quem não conseguia ter casa a preços condignos ter uma. Quer viva com os pais quer viva já numa casa arrendada. [;)]
 
Quem vai construir as casas são os tais que chegam aos milhares.

A comparação é a realidade. porque agora existe pouco stock é o motivo de estarmos a discutir como é que se aumenta o stock e controla os preços, se estivéssemos em 2008 não precisamos estar a discutir isto.

Se os tais que chegam aos milhares estivessem a construir casas estavas a construir 100 mil por ano e não 15 mil..

Não há realidade nenhuma, são duas realidades problemas e dois países completamente diferentes.
 
Mas eu escrevi logo que não teve impacto no mercado. Foi residual.
Foi só para te demonstrar que o estado não só pode vender casas como já o fez.

Pois fez, mas como dizes foi residual.
E com imensos problemas e esquemas. Como eu referi com a EPUL. Casos de malta a candidatar-se comprar e alugar pela porta do cavalo. Pessoas a candidatar-se em nome de outras. etc etc etc.
Este tipo de programas são bons, mas abrem demasiado a porta a esquemas.

Por exemplo não vejo incentivos das autarquias e governos para se construir mais barato... Antes pelo contrário, os projectos, licenças, taxas etc etc estão cada vez mais morosos e caros.
Para não falar no IMT que sendo uma percentagem ganham muito mais com os preços elevados que se praticam. Sendo que o promotor é sempre o mau da fita.
 
Só pelo prazo o custo também aumenta, isto funciona tudo em 8 e 80 .

Para os tais lotes da Radionaval também são poucas empresas que têm capacidade de cumprir os requisitos - e penalizações .

Não são muitas de facto, mas com a limitação de 2 lotes por empresa (que acho bem) limitas ainda mais.

Para já não está a correr muito bem... Ainda só lançaram 7 lotes e só 4 têm contrato assinado. Sendo que são 21 lotes e 30 moradias (atrás falei em 100, mas são 30, erro meu).
 
Não entendeste o que eu disse (ou eu não me expliquei bem).

Quando tens contratos de arrendamento o que tem a casa de 500€ pode sair (com poucos meses de antecedência ou uma penalização baixa). E pode candidatar-se à casa de 250€.

Quando é uma venda, quem tem a casa de 200k não pode sair depressa, nem tem uma perda pequena para concorrer à casa de 100k.

Pelo que é muito mais ligeiro e aceitável que as autarquias concorram apenas num aspecto de arrendamento. Porque permitem de facto a quem não conseguia ter casa a preços condignos ter uma. Quer viva com os pais quer viva já numa casa arrendada. [;)]

E depois a malta vai para as casas e não paga a renda, como acontece agora em que há rendas de 15 euros e nem isso pagam.
 
E depois a malta vai para as casas e não paga a renda, como acontece agora em que há rendas de 15 euros e nem isso pagam.

Atenção que estas novas casas são para renda Acessível e não Habitação Social. São programas diferentes.
Penso que a idea é um T3 custar cerca de 850€ de renda. Ou seja já será para uma franja média da sociedade que hoje não consegue um T3 na zona a menos de 1.300€
Uma das limitações será o IRS e para uma pessoa o valor máximo é 38.600€ para 2 pessoas 48.600€ e para mais acresce 5.000€ por pessoa. Estamos a falar de uma abrangência grande.
 
Não entendeste o que eu disse (ou eu não me expliquei bem).

Quando tens contratos de arrendamento o que tem a casa de 500€ pode sair (com poucos meses de antecedência ou uma penalização baixa). E pode candidatar-se à casa de 250€.

Quando é uma venda, quem tem a casa de 200k não pode sair depressa, nem tem uma perda pequena para concorrer à casa de 100k.

Pelo que é muito mais ligeiro e aceitável que as autarquias concorram apenas num aspecto de arrendamento. Porque permitem de facto a quem não conseguia ter casa a preços condignos ter uma. Quer viva com os pais quer viva já numa casa arrendada. [;)]

Eu aceito perfeitamente que há mercado para arrendanmento, e que existam programas melhores que os actuais para o arrendamento. Mas o mercado não pode nem vive apenas de arrendamento, tem que existir mercado para casas próprias direccionado a uma franja da população (a chamada classe média), que hoje não existe ou o que existe está a chegar a um ponto de inacessibilidade.
 
Se os tais que chegam aos milhares estivessem a construir casas estavas a construir 100 mil por ano e não 15 mil..

Não há realidade nenhuma, são duas realidades problemas e dois países completamente diferentes.

Perguntaste quem constrói, eu respondi-te com algum sarcasmo... Mas a resposta mais literal é, a mão de obra terá de ser importada, não há outra solução.
 
Pois fez, mas como dizes foi residual.
E com imensos problemas e esquemas. Como eu referi com a EPUL. Casos de malta a candidatar-se comprar e alugar pela porta do cavalo. Pessoas a candidatar-se em nome de outras. etc etc etc.
Este tipo de programas são bons, mas abrem demasiado a porta a esquemas.

Por exemplo não vejo incentivos das autarquias e governos para se construir mais barato... Antes pelo contrário, os projectos, licenças, taxas etc etc estão cada vez mais morosos e caros.
Para não falar no IMT que sendo uma percentagem ganham muito mais com os preços elevados que se praticam. Sendo que o promotor é sempre o mau da fita.

Bem, 2 coisas.
Primeiro estamos a falar teoricamente de programas e politicas devidamente montados e a funcionar. Não estamos a falar do que foi mal feito no passado.
Segundo, nas intervenções que fiz sobre as possíveis soluções, também lá está a questão dos licenciamentos, tempo e custo e dos impostos.

Uma coisa é garantida, deixar andar é receita para uma "ainda pior" qualidade de vida dos nossos filhos.
 
Bem, 2 coisas.
Primeiro estamos a falar teoricamente de programas e politicas devidamente montados e a funcionar. Não estamos a falar do que foi mal feito no passado.
Segundo, nas intervenções que fiz sobre as possíveis soluções, também lá está a questão dos licenciamentos, tempo e custo e dos impostos.

Uma coisa é garantida, deixar andar é receita para uma "ainda pior" qualidade de vida dos nossos filhos.

Eu não acho que se deva deixar andar. Acho é que o estado (governo e autarquias) não se devem meter na venda de casas, só isso.
Concordo com habitação social, de super baixo custo e em zonas específicas para isso.
Meter-se na habitação "de luxo" em zonas de luxo, é um erro fatal.

Concordo com habitação para aluguer, mas venda não.
 
Se me dessem a escolher, facilmente escolhia........a casa ao lado!!

Esta casa não é nada o meu estilo e por dentro é completamente horrorosa (Na minha opinião).
Mas a casa do lado, exteriormente é 50x pior do que esta, completamente básica sem qualquer interesse. Nisso, não concordo, esta mesmo que feia e fora do meu género é muito superior (arquitectónicamente) que a casa do lado.
 
Eu não acho que se deva deixar andar. Acho é que o estado (governo e autarquias) não se devem meter na venda de casas, só isso.
Concordo com habitação social, de super baixo custo e em zonas específicas para isso.
Meter-se na habitação "de luxo" em zonas de luxo, é um erro fatal.

Concordo com habitação para aluguer, mas venda não.


Para venda tinha de ser um modelo moderno das cooperativas, com terrenos a baixo preço ou cedidos pela CM.

Ali a zona de braço prata não ficou má só demorou foi uma enormidade de tempo.

https://www.diarioimobiliario.pt/O-Bairro-Cooperativo-de-Braco-de-Prata-finalmente-concluido
 
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