Tópico das Casas

Não foi alargada. Porque do lado contrário o espaço foi preenchido com tiras de pladur e pedaços de calha metálica. :sh)
 
As medidas do bdp não vão ter efeito nenhum. São meras recomendações. Mm q um ou outro banco as procure implementar só vão perder negócio até se deixarem disso. Entretanto à procura vai continuar em alta seja pela procura interna quer externa.

Qto às taxas de juro continuam a descer. A previsão q deixei aqui mantém-se válida.

Siga a festa!


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Eu avisei logo em Fevereiro qdo foram divulgadas as medidas do BdP.
 

Resta saber se os bancos avaliam as casas ao valor absurdo com que estão no mercado...

Financiar a 100%, tudo bem...mas duvido que o façam a um penico que está a ser vendido a 300.000€. E daí...

Posto isto pergunto: como andam as avaliações dos bancos? São estes que andam a elevar o valor do mercado? Ou as pessoas andam a pedir mundos e fundos, mas depois esbarra nas avaliações em caso de crédito?
 
Pessoal mais experiente nas vivendas: a olho nú dá para ter alguma noção da impermeabilização do solo por baixo da casa? Tenho andado a ver algumas vivendas, todas usadas e já com alguns anos, muitas com humidade na parte inferior das paredes, mas outras, como foram pintadas, não consigo perceber se irá acontecer-lhes o mesmo.

Além disso, o que procurar num telhado para perceber o seu estado? Apenas telhas partidas? E vigas do telhado em madeira (casa dos anos 60), é sinónimo de necessidade de obras com urgência?


Se vais comprar uma vivenda anterior a 2007, jamais compres uma cujo R/C esteja ao nível da rua.
A partir de 2007 já passou a ser obrigatorio impermeabilizar o pavimento do R/C quando em contacto com a terra, se bem que muitos empreiteiros fugiam à lei, pelo que isso não é garantia de nada.

Para estares descansado em relação às capilaridades (humidades ascendentes), compra uma casa com caixa-de-ar, ou seja, com o R/C elevado, pelo menos 50 cm acima do solo. Basicamente a casa tem de ter 3 ou 4 degraus para se entrar lá para dentro, caso contrário, esquece, pois o mais provavel é ter problemas de capilaridade.
 
Posto isto pergunto: como andam as avaliações dos bancos? São estes que andam a elevar o valor do mercado? Ou as pessoas andam a pedir mundos e fundos, mas depois esbarra nas avaliações em caso de crédito?


Poderá depender dos avaliadores e dos bancos, portanto só posso falar dos casos que conheço. As "minhas" avaliações ou são ligeiramente acima do real preço de venda (5-10% a mais) ou ligeiramente abaixo (pela mesma margem).

Não costumam ser entraves à obtenção de crédito para quem não for lá "à pele"!
 
Alguém sabe quais os bancos que depois das novas normas do BdP emprestam sobre o valor de avaliação e não sobre o valor de escritura?
Obrigado
 
Penso que eles podem "jogar" sempre com a avaliação para emprestar "falsos" 100%. Comprei casa em Março e a avaliação foi 10% acima do valor que paguei pela casa, moradia usada em estado de conservação razoável em zona urbana.

Não sei se a imobiliária teve algum tipo de influencia na avaliação mas duvido.
 
Peço ajuda aos entendidos.
Após uma herença e após terem vendido esses 2 imóveis, os meus velhotes pretendem liquidar um CH - crédito à habitação de uma casa de férias usado para Inventimento. Sei que não conseguem fugir aos 0.5% de comissão.

Mas, há algo q n entendo...
Vou jogar com valores reais para simplificar o processo.

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De momento, através da aplicação do Santander, o montante em dívida cifra-se nos 281 437.19€

No dia 2 Agosto, ser-lhes-à (supostamente) retirado a última prestação de 1 025.60€ (33 meses). Portanto, 281 437.19€ - 1 025.60€ perfaz = 280 411.59€

Juntando a comissão de reembolso 0.5%, temos 1 403.62€ + Imposto Selo 56.14€

Total a pagar pelas minhas contas = 280 411.59€ + 1 403.62€ + 56.14€

= 281 871.35€.

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Email para o banco:
Todavia, no documento do banco, consta montante a liquidar de 283 209.43€.

Não entendo esse valor. A 33ª prestação (Agosto) não irá ser cumprida?

O capital em dívida em 02/08/2018 no vosso documento está em 280 724.19€ e o montante em dívida do empréstimo em 02/08/2018 será de 283.209.43€. Porque somaram a prestação de 1 025.48€? Se pagar a 33ª prestação, o capital em dívida irá diminuir e não aumentar; e se não a pagar, o capital em dívida manter-se-à.

Confirme por favor esta minha dúvida.
Obrigado,

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Aos que eles responderam:

No seguimento do seu mail sobre esclarecimento do distrate enviado, junto envio resposta obtida:19.07

“A prestação é composta de capital e juros e não pode ser deduzida na s/ totalidade ao capital em divida; no dia da liquidação do imposto é efetuado o acerto de valores.
A diferença prende-se com a prestação a vencer que está contemplada na DCD "Prestação a vencer 02.08.2018: 1 025.48".”

Espero ter ajudado.
Cumprimentos

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Tem lógica o raciocínio deles?
 
Last edited:
Claro que tem. O valor de uma prestação há uma parte que é capital e outra que é juros.
Não podes subtrair a totalidade da prestação do capital em divida!
 
Claro que tem. O valor de uma prestação há uma parte que é capital e outra que é juros.
Não podes subtrair a totalidade da prestação do capital em divida!

É isto. Dos 1 025.60€ da prestação, só cerca de €600 (guessing) é que serão de capital.
 
Comprei agora uma casa, e vendi outra. Ambas na freguesia de Avenidas Novas junto ao parque Eduardo VII. Comprei a 3600 eur/m2 e vendi a 4200. Fiz 2 aavaliações em 2 bancos para comprar , e o comprador da minha fez à minha casa com outro banco. As casas estão +- no mesmo estado, e as 3 avaliações feitas foram a 3600 eur/m2. Parece-me que foram objetivos e não ligaram a valores de compra.
 
Segundo aviso. Depois do BdP, FMI alerta para risco de bolhas imobiliárias

Primeiro o Banco de Portugal, agora o FMI. Há sítios que preocupam. “Por exemplo, Luxemburgo, algumas cidades alemãs e algumas áreas em Portugal”.

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https://www.dinheirovivo.pt/economi...fmi-alerta-para-risco-de-bolhas-imobiliarias/
 
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