Tópico das Casas

Basta começar por ser a única com um aeroporto com ligações decentes ao mundo e com capacidade de atrair talento de fora do país.

Acham que um recém graduado alemão quer ir trabalhar para a Guarda ou para Chaves?
Um graduado alemão que se calhar dentro da Alemanha faz viagens de 500kms mas que em Portugal não pode fazer de 300kms? Viagens para a Europa não.me parecem críticas, mas para outros continentes sim, Lisboa destaca-se. Mas aí nem sequer Lisboa pode servir sequer, porque continua a milhas de distância dos principais aeroportos da Europa.
 
Cidades para formar família há muitas melhores do que Lisboa em Portugal mas para um estrangeiro que já viveu em grandes cidades globais como NYC, Paris ou Londres, Lisboa é a cidade portuguesa que se consegue aproximar mais da oferta que há nessas cidades globais.

Por isso Lisboa tem grande atratividade e recebe a grande maioria do investimento estrangeiro principalmente em termos de serviços IT, banca, consulting, etc..
Para quem de fora, sim, Lisboa faz mais sentido.
 
Num dia normal, em que demora 90 minutos a conseguir aceder à pte 25 de Abril, na Vasco da Gama demoras no máximo dos máximos 10 minutos. Se houver um acidente é capaz de se esticar para 15 minutos.

Creio que não existe nenhum acesso à cidade de Lisboa melhor que a Vasco da Gama. O pior é mesmo a portagem: quase 3 euros por dia é um abuso.

O que eu quero dizer é que um gajo que more no Montijo, Alcochete ou Moita, sai de casa às 08:00 e às 08:15 está a chegar à portagem da Vasco da Gama.
Já um gajo que more em Almada ou Seixal, sai de casa às 08:00 e às 09:00 está a chegar à portagem da 25 de Abril.
O mesmo se aplica a um gajo que more no Cacém ou em São Domingos de Rana: saiem de casa às 08:00 para entrar no IC19/A5 e só chegam a Lisboa depois das 09:00.

Não há comparação possível.

Continuas com os exageros.

Em tempos respondi-te aqui (sem resposta de volta...) com dados concretos que esses exemplos da 25 de Abril não estão corretos, e os da linha de Sintra tb me parecem exagerados, ms sobre esses não falo pq não tenho experiência em 1a mão.

Apenas em situações raras (acidentes, plural) se demora 90m para ir de Almada, Costa, Charneca até Lisboa (centro). E mm assim é preciso ser um dia daqueles que acontecem uma ou duas vezes por mês. E sim, mm que seja só uma vez por mês é muito chato, de facto.

Em situações normais, p exemplo fazendo ali das vivendas atrás do Almada Fórum até ao Marquês, demoras, em média, entre 30 a 40 minutos.

Por fim, e tb já te respondi a isto em tempos, os custos não têm nada a ver.

Almada (zonas do concelho até um máximo de 10km da ponte) até ao Marquês e voltar todos os dias custa uma fração do que custa Stb-PdN, que foi o exemplo que na altura foi falado.

Acho que era algo como €90 para a 1a situação (e para as contas até meti um consumo mais alto derivado do pára arranca), uns €160 para Mtj-PdN e uns €220 para Stb-PdN.

Valores mensais com 22 dias úteis. De notar que a 25 de Abril tem 70% desconto a partir da 13 passagem inclusive (portanto 10 das passagens são a 50cent) enquanto na VdG não há descontos para ng. Assumi VV em ambos, com ViaCard dava para descontar mais ~€2.

BTW: Há quase um ano que me mudei da MS para MN pelo que estou à vontade para falar de ambos os casos. Agora na MN estou no geral melhor, mas tenho sorte pq há por aí inumeros casos bem chatos mm partindo da MN. Tudo o que seja linha de sintra, A5, marginal etc. não particularmente bom. A maior vantagem é o haver alternativas, coisa que na 25 de Abril não tens.

PS: Assumi gasóleo a €1,30 e 6l de consumo (exceto no exemplo da 25 de Abril em que meti 7l).


Isto é o mais importante neste momento, qualquer aproximação a Lisboa ou ao Porto de avião dá para ver imensos espaços vazios ou de armazéns abandonados. Espaços esses que com maior flexibilidade poderiam ser rapidamente recuperados para escritórios ou apartamentos. Entendo que tem de ser feito com calma para de um momento para o outro não haver excesso de oferta, mas neste momento olha-se para Lisboa e vêem-se muito poucas gruas, muito pouca construção. Ou seja, a situação vai continuar por largos e bons anos, a não ser que haja uma regulação desmesurada do Alojamento Local que obrigue as pessoas a meterem esses espaços no arrendamento de longa duração ou vender... O que não acredito de todo que venha a acontecer!

Há empresas à procura de escritórios para ~1000 a 2000 pessoas e não há um único sítio em Lisboa para isso.

Há muitos "Robles" a facturar com a escassez de oferta e a capitalizar com a situação...

As coisas (construção) não começam todas de repente e já se vai vendo alguma construção.

Além disso, daí a um espaço aparentemente livre poder servir para construção vai uma grande distância. Pega no PDM de uma qlq CM e rapidamente percebes que a grande maioria dos terrenos tem limitações no que toca a construção.

Isto não é tudo à grande.

Quer dizer já foi nos loucos anos 70 e 80 sobretudo onde na AML (e naõ só) houve construção à toa por todo o lado. Na MS há inuemeros exemplos disto, concelho de Odivelas, Loures etc. o mesmo.
 
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As empresas grandes não querem ter imobiliário próprio, não faz sentido nas contas. Minha empresa tem a volta de 2.000 funcionários em Portugal e em tempos tivemos de arranjar outro edifício com mais espaço, foram 2/3 anos à procura e nada. Consegui-se um edifício próximo e moveu-se parte dos funcionários para lá. Sem falar a tourada dos parqueamentos...

MVA, não sei em que te baseias para esses tempos na ponte 25de abril. Em 1 ano e pouco a viver na sobreda, o pior dia que apanhei foram 55min até ao trabalho. Em média demoro 30~35min, um colega meu do Seixal demora 40~45min.
Há dias de *****, mas 1h30 nunca apanhei, mesmo em 2 ou 3 dias em que a ponte esteve fe3chada por causa de acidentes. Já no sentido oposto demoro mais e apanhei secas de 1h30 umas 4 ou 5 vezes.
 
No meu caso, em 2004 fiquei com uma renda de ~600€, no pico dos juros altos andou a roçar os 1000€ e atualmente está nos ~500€, isto tudo com seguros.

Mais outra prova de que as pessoas nao entregam casas ao banco por causa das subidas da euribor.
 
As empresas grandes não querem ter imobiliário próprio, não faz sentido nas contas. Minha empresa tem a volta de 2.000 funcionários em Portugal e em tempos tivemos de arranjar outro edifício com mais espaço, foram 2/3 anos à procura e nada. Consegui-se um edifício próximo e moveu-se parte dos funcionários para lá. Sem falar a tourada dos parqueamentos...

MVA, não sei em que te baseias para esses tempos na ponte 25de abril. Em 1 ano e pouco a viver na sobreda, o pior dia que apanhei foram 55min até ao trabalho. Em média demoro 30~35min, um colega meu do Seixal demora 40~45min.
Há dias de *****, mas 1h30 nunca apanhei, mesmo em 2 ou 3 dias em que a ponte esteve fe3chada por causa de acidentes. Já no sentido oposto demoro mais e apanhei secas de 1h30 umas 4 ou 5 vezes.

Vai depender das horas a que passas na ponte. Tive 2 colegas a comprarem mota por causa do transito, outro que saía de casa deliberadamente mais cedo do que o normal para nao apanhar transito.
 
Actualmente o problema da região de Lisboa são os acidentes permanentes...

Há quem diga que se devem às distracções dos smartphones e eu já começo a pensar que sim especialmente em vias de boa visibilidade.
É tb pela abundância de rentacars, pessoal que não sabe onde anda e acaba por se baralhar com as indicações e bate... Para não falar na velocidade lenta e indecisões.


Um trajecto pode triplicar a duração com muita facilidade.
 
Actualmente o problema da região de Lisboa são os acidentes permanentes...

Há quem diga que se devem às distracções dos smartphones e eu já começo a pensar que sim especialmente em vias de boa visibilidade.
É tb pela abundância de rentacars, pessoal que não sabe onde anda e acaba por se baralhar com as indicações e bate... Para não falar na velocidade lenta e indecisões.


Um trajecto pode triplicar a duração com muita facilidade.

Nos EUA, após muitos anos de redução do número médio de acidentes, estes voltaram a crescer em algumas zonas geográficas, e a razão apontada é essa mesma: o uso do telemóvel a conduzir, não para falar, mas para tudo o resto!
 
Actualmente o problema da região de Lisboa são os acidentes permanentes...

Há quem diga que se devem às distracções dos smartphones e eu já começo a pensar que sim especialmente em vias de boa visibilidade.
É tb pela abundância de rentacars, pessoal que não sabe onde anda e acaba por se baralhar com as indicações e bate... Para não falar na velocidade lenta e indecisões.


Um trajecto pode triplicar a duração com muita facilidade.

Nesta altura do ano tens muitos carros na estrada de pessoal que raramente conduz no trânsito.

Para a ponte 25 de Abril tem havido acidente todos os dias à tarde. Pq? porque é muita gente que vai à praia de tarde mas já apanha confusão de final de dia.
A isso somam-se todas as avarias que resultam de aquecimento de carros que estão no trânsito.
 
1) quais são os municípios onde o preço da habitação está a cair???
Tirando Lisboa e Porto há tanta mad tanta cidade onde os preços subiram em flecha...

Por cada dezena de município onde os preços caem, há centenas onde sobem.


Entre o 1º trimestre de 2017 e o 1º trimestre de 2018, o preço por m2 caíu em 71 dos 308 municipios Portugueses. Mais concretamente nestes:


Vinhais: -39%
Vila Nova de Foz Côa: -32%
Vila de Rei: -31%
Santa Cruz da Graciosa: -28%
Oliveira de Frades: -28%
Almeida: -28%
Calheta: -27%
Tarouca: -25%
Pampilhosa da Serra: -23%
Lajes do Pico: -22%
Castanheira de Pêra: -22%
Aguiar da Beira: -21%
Ponta do Sol: -20%
Chamusca: -20%
Ferreira do Alentejo: -19%
Castro Daire: -19%
Freixo de Espada à Cinta: -18%
Campo Maior: -18%
Ribeira Brava: -18%
Proença-a-Nova: -17%
Fronteira: -17%
Moimenta da Beira: -16%
Mortágua: -15%
Constância: -15%
Monção: -15%
Valença: -15%
Sabugal: -15%
Mondim de Basto: -14%
Santa Marta de Penaguião: -14%
São Roque do Pico: -13%
Sever do Vouga: -13%
Góis: -12%
Cinfães: -12%
Mogadouro: -12%
Horta: -11%
Resende: -11%
Castelo de Paiva: -11%
Madalena: -11%
Vimioso: -10%
Celorico de Basto: -10%
Vidigueira: -8%
Vila da Praia da Vitória: -8%
Vila Nova de Cerveira: -8%
Cuba: -7%
Odemira: -7%
Alpiarça: -6%
Anadia: -6%
Tabuaço: -6%
Nelas: -5%
Cantanhede: -5%
Marvão: -5%
Borba: -5%
Mangualde: -4%
Alvaiázere: -4%
Alandroal: -4%
Figueiró dos Vinhos: -4%
Azambuja: -3%
Almeirim: -3%
Lousã: -3%
Mourão: -3%
Arraiolos: -3%
Ansião: -2%
Portalegre: -2%
Mértola: -2%
Figueira da Foz: -1%
Vila do Porto: -1%
Bombarral: -1%
Fornos de Algodres: -1%
Vila Velha de Ródão: -1%
Vila Viçosa: -1%
Ponte de Sor: -1%
 
Entre o 1º trimestre de 2017 e o 1º trimestre de 2018, o preço por m2 caíu em 71 dos 308 municipios Portugueses. Mais concretamente nestes:


Vinhais: -39%
Vila Nova de Foz Côa: -32%
Vila de Rei: -31%
Santa Cruz da Graciosa: -28%
Oliveira de Frades: -28%
Almeida: -28%
Calheta: -27%
Tarouca: -25%
Pampilhosa da Serra: -23%
Lajes do Pico: -22%
Castanheira de Pêra: -22%
Aguiar da Beira: -21%
Ponta do Sol: -20%
Chamusca: -20%
Ferreira do Alentejo: -19%
Castro Daire: -19%
Freixo de Espada à Cinta: -18%
Campo Maior: -18%
Ribeira Brava: -18%
Proença-a-Nova: -17%
Fronteira: -17%
Moimenta da Beira: -16%
Mortágua: -15%
Constância: -15%
Monção: -15%
Valença: -15%
Sabugal: -15%
Mondim de Basto: -14%
Santa Marta de Penaguião: -14%
São Roque do Pico: -13%
Sever do Vouga: -13%
Góis: -12%
Cinfães: -12%
Mogadouro: -12%
Horta: -11%
Resende: -11%
Castelo de Paiva: -11%
Madalena: -11%
Vimioso: -10%
Celorico de Basto: -10%
Vidigueira: -8%
Vila da Praia da Vitória: -8%
Vila Nova de Cerveira: -8%
Cuba: -7%
Odemira: -7%
Alpiarça: -6%
Anadia: -6%
Tabuaço: -6%
Nelas: -5%
Cantanhede: -5%
Marvão: -5%
Borba: -5%
Mangualde: -4%
Alvaiázere: -4%
Alandroal: -4%
Figueiró dos Vinhos: -4%
Azambuja: -3%
Almeirim: -3%
Lousã: -3%
Mourão: -3%
Arraiolos: -3%
Ansião: -2%
Portalegre: -2%
Mértola: -2%
Figueira da Foz: -1%
Vila do Porto: -1%
Bombarral: -1%
Fornos de Algodres: -1%
Vila Velha de Ródão: -1%
Vila Viçosa: -1%
Ponte de Sor: -1%

Tinham q me pagar para viver na maior parte deles.

Os menos maus são Anadia, Cantanhede e Fogueira da Foz.
 
Entre o 1º trimestre de 2017 e o 1º trimestre de 2018, o preço por m2 caíu em 71 dos 308 municipios Portugueses. Mais concretamente nestes:


Vinhais: -39%
Vila Nova de Foz Côa: -32%
Vila de Rei: -31%
Santa Cruz da Graciosa: -28%
Oliveira de Frades: -28%
Almeida: -28%
Calheta: -27%
Tarouca: -25%
Pampilhosa da Serra: -23%
Lajes do Pico: -22%
Castanheira de Pêra: -22%
Aguiar da Beira: -21%
Ponta do Sol: -20%
Chamusca: -20%
Ferreira do Alentejo: -19%
Castro Daire: -19%
Freixo de Espada à Cinta: -18%
Campo Maior: -18%
Ribeira Brava: -18%
Proença-a-Nova: -17%
Fronteira: -17%
Moimenta da Beira: -16%
Mortágua: -15%
Constância: -15%
Monção: -15%
Valença: -15%
Sabugal: -15%
Mondim de Basto: -14%
Santa Marta de Penaguião: -14%
São Roque do Pico: -13%
Sever do Vouga: -13%
Góis: -12%
Cinfães: -12%
Mogadouro: -12%
Horta: -11%
Resende: -11%
Castelo de Paiva: -11%
Madalena: -11%
Vimioso: -10%
Celorico de Basto: -10%
Vidigueira: -8%
Vila da Praia da Vitória: -8%
Vila Nova de Cerveira: -8%
Cuba: -7%
Odemira: -7%
Alpiarça: -6%
Anadia: -6%
Tabuaço: -6%
Nelas: -5%
Cantanhede: -5%
Marvão: -5%
Borba: -5%
Mangualde: -4%
Alvaiázere: -4%
Alandroal: -4%
Figueiró dos Vinhos: -4%
Azambuja: -3%
Almeirim: -3%
Lousã: -3%
Mourão: -3%
Arraiolos: -3%
Ansião: -2%
Portalegre: -2%
Mértola: -2%
Figueira da Foz: -1%
Vila do Porto: -1%
Bombarral: -1%
Fornos de Algodres: -1%
Vila Velha de Ródão: -1%
Vila Viçosa: -1%
Ponte de Sor: -1%

Se onde são esses dados?

Algumas considerações, entre 2017 e 18 e quanto subiu entre 2010 e 2017?
Por exemplo figueira da Foz, desceu o preço 1%, só se for uma coincidência que decorre entre as propriedades que estavam à venda no início e foram vendidas e as que estavam no final que por acaso estariam ligeiramente abaixo do preço das outras vendidas. Ou então o que subiu entre 2010 e 2017 foi de tal ordem que já não há margem para subir mais.

Os outros locais, é basicamente o fim do mundo em Portugal.
 
Se onde são esses dados?

Algumas considerações, entre 2017 e 18 e quanto subiu entre 2010 e 2017?
Por exemplo figueira da Foz, desceu o preço 1%, só se for uma coincidência que decorre entre as propriedades que estavam à venda no início e foram vendidas e as que estavam no final que por acaso estariam ligeiramente abaixo do preço das outras vendidas. Ou então o que subiu entre 2010 e 2017 foi de tal ordem que já não há margem para subir mais.

Os outros locais, é basicamente o fim do mundo em Portugal.

São do INE:

Valor mediano das vendas por m2 de alojamentos familiares (€) por Localização geográfica (NUTS - 2013); Trimestral - INE, Estatisticas de preços da habitação ao nível local
 
Felizmente conseguimos aguentar, mas porque pedimos dinheiro (empréstimo) com contenção e com algum suporte de poupança.

Sim, mas houve mesmo muita gente que não aguentou e teve mesmo que entregar a casa ao banco.
Tanto é que todos os bancos em portugal tinham em carteira largas dezenas de casas por incumprimento dos créditos.
 
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