Tópico das Casas

Nos últimos 12 anos fiz 3 CH (2011, 2017, 2019). Nos primeiros dois CH consultei vários bancos, só um me fez uma proposta de taxa fixa, mas nem sequer conseguiu/quis esclarecer as vantagens dessa proposta face à de taxa variável.

Já nem me consigo lembrar qual o período em que a taxa seria fixa.

Por outro lado, lenbrava-me do aperto dos meus pais, e muitas outras famílias portuguesas, em 2008. Portanto, mesmo com estas subidas loucas, a minha taxa de esforço está abaixo dos 20%.
 
Volto a perguntar, porque há países onde não há sequer opção de taxa variável, e outros, como Portugal, onde a opção taxa fixa nem era colocada em cima da mesa pela vasta maioria dos bancos?

Alguém sabe? Sem achismos...

Há um contexto histórico, nunca com o escudo podias vender credito a taxa fixa de x anos e ter uma taxa aceitável.

Nos outros países de moeda forte e estável isso sempre existiu.

A forma como é feito e garantido o empréstimo também é diferente, quem fala dos USA podia explicar como funciona por lá as hipotecas ou até do UK principalmente em relação a prazos/taxa esforço.
 
Rasec, é verdade no caso dos EUA e saldo erro Canadá.

Não tem a ver com futurologia, se a taxa de juro nos últimos 20 anos tem estado a média de 2.5/3% com picos de 4% , cabe na cabeça de alguém que se vai manter nos 0% os próximos 30 anos?

Então PQ e que 77% dos europeus escolheram taxa fixa. São burros? Gostam de perder dinheiro?

O que tu nao sabes porque os teus gráficos e as tuas tabelas por norma só contam meia missa, e que em muitos desses países as taxas fixas são por períodos pequenos. No Reino Unido, por exemplo, a maioria dos contratos são de 2 e 5 anos!

Ao longo dos próximos meses milhares de ingleses vão ser forçados a negociar os seus contratos e já vão apanhar estas novas taxas de juro para as quais não estavam preparados!

No entanto, se formos pesquisar a tabela que postaste lá atrás irás verificar que os ingleses são tão instruídos financeiramente quanto os americanos!​
 
Iliteracia é achar que os senhores do BCE são os srs. da razão.

Eles não se enganaram com o excesso de medidas QE, não se enganaram no timing do aumento de juros e provavelmente não se irão enganar no timing de parar com o aumento das taxas de juro​... [8b]

É isso. O mal deles foi não terem vindo aqui ao fórum aconselhar-se com quem realmente sabe, em vez de andarem a consultar académicos, grandes empresas e os restantes maiores bancos centrais do mundo...
Vejam se percebem uma coisa de uma vez por todas: desde 2008 que a economia da Zona Euro só se aguentou sem ter uma grande depressão (ao estilo dos anos 30) graças ao QE e outras medidas parecidas tomadas pelo BCE e pelos restantes bancos centrais. Foram quase 3 anos para sair do vermelho e mal se aliviaram as medias o crescimento caiu logo para negativo novamente, comprovando que as medidas eram inevitáveis. Só em 2014 a aérea do euro começou novamente a crescer ainda que de forma insuficiente, e depois veio a pandemia que nos atirou de novo para o fundo. Vamos lá ver se percebemos uma coisa: foram anos de taxas de juros zero ou negativas. Isto é um enorme incentivo para consumir e para investir. E mesmo assim as coisas não arrancavam! Que é que vocês preferiam? Passar aqueles anos todos com algumas dificuldades mas indo andando, ou 30% de vocês terem ido parar ao desemprego de longa duração devido a falências em massa das empresas?
E acham que taxas de juros que cheguem a 4 ou 5% agora são um preço assim tão grande a pagar? Pensem de novo.
 
É isso. O mal deles foi não terem vindo aqui ao fórum aconselhar-se com quem realmente sabe, em vez de andarem a consultar académicos, grandes empresas e os restantes maiores bancos centrais do mundo...
Vejam se percebem uma coisa de uma vez por todas: desde 2008 que a economia da Zona Euro só se aguentou sem ter uma grande depressão (ao estilo dos anos 30) graças ao QE e outras medidas parecidas tomadas pelo BCE e pelos restantes bancos centrais. Foram quase 3 anos para sair do vermelho e mal se aliviaram as medias o crescimento caiu logo para negativo novamente, comprovando que as medidas eram inevitáveis. Só em 2014 a aérea do euro começou novamente a crescer ainda que de forma insuficiente, e depois veio a pandemia que nos atirou de novo para o fundo. Vamos lá ver se percebemos uma coisa: foram anos de taxas de juros zero ou negativas. Isto é um enorme incentivo para consumir e para investir. E mesmo assim as coisas não arrancavam! Que é que vocês preferiam? Passar aqueles anos todos com algumas dificuldades mas indo andando, ou 30% de vocês terem ido parar ao desemprego de longa duração devido a falências em massa das empresas?
E acham que taxas de juros que cheguem a 4 ou 5% agora são um preço assim tão grande a pagar? Pensem de novo.

100% alinhadissimos!

Eu sempre fui a favor das medidas QE, porque quer queiramos quer nao, nao havia alternativa, o QE foi a boia de salvação!

Economistas de renome na nossa praca, assim como o JGF e que dizem o contrario...
 
Última edição:
Creio que já li que nos EUA a tx principal é fixa a 30 anos.
Mas suspeito que pode ter a ver com o nível de rendimentos de um americano médio que lhe permite fazer esse esforço para comprar a casa.
Por cá tinham de correr mais riscos e apostar na tendência (que era de baixa) para comprar a casa.

A vida na internet tem umas proporções irreais e até agora ainda não vi nenhum cataclismo nem estamos perto (de longe) de 2011.
E se já atingimos o pico....
 
A Iliteracai financeira e dos viersos estudos anuais que sao feitos e colocam contantemente portugal como paise de iliterados financeiramente, e nao consiste apenas em credito habitacao.
Ja por aqui coloquei varios screenshots.

E facil de fazer o donwload do PDF e so procurar.

Mas a porca maior é a facilidade que se atira as culpas para cima do BCE.

O BCE faz o que todos os bancos centrais de países que fizerem quantitative easing estão a fazer, e bem.

Agora , ouvir responsáveis políticos a querer interferir com a política monetária é típico de um qualquer país da América latina, veja-se o resultado.

Ter uma boa parte da população de acordo com interferência política no banco central é a prova provada da nossa iliteracia financeira.

Não fosse o BCE e estarmos no Euro, estaríamos como uma Venezuela ou Argentina.

Vide final da década de 70 e 80, a taxa de juro, inflação (bem acima dos 2 dígitos) e a consequente desvalorização do Escudo!!!!

Como diz o outro, somos pobres e mal agradecidos.

Taxa de juro a 4% e é uma gritaria infernal, quanto estava taxa de juro nos EUA,UK, Canadá,Brasil, Argentina etc

A zona euro tem tido uma moeda forte, estável e com níveis de inflação baixos ate recentemente.

Prelude, todos nós percebemos a importância do BCE no combate à inflação, na estabilização do Euro, e na normalização das taxas de juro.
Ainda bem que tivemos o BCE para nos acudir na última década e meia, na crise subprime, na crise das dívidas públicas, e em várias outras situações.
Mas da mesma forma que elogiamos o BCE, há que saber apontar os erros onde falharam redondamente.

Recordo-me especialmente de 2 momentos:
1º momento
- Em Novembro de 2007, subscrevi o meu primeiro CH. Pagava uma taxa variável de 5,25%. Nem sequer considerei taxa fixa.
- Em 2008, rebenta a crise do subprime, e o mercado imobiliário começa a desvalorizar.
- O BCE, ainda presidido pelo Jean Claude Trichet, tem uma última reunião antes de passar o testemunho para o Mario Draghi, onde ainda aumentou mais uma vez a taxa directora para máximos. Isto já a coincidir com a crise subprime. Tudo o que era analista financeiro, ficou surpreendido pela medida.
- Tive uma actualização da taxa para 5,65% (já contando com o spread), foi a taxa mais alta que paguei em todos os créditos que tive.
- Quando entrou o Mario Draghi, sabes quais foram as primeiras medidas? Perceber a crise que se desenrolava, admitir o erro, e reduzir as taxas de juro para valores muito baixos, nunca vistos até então.

2º momento
- Até final de 2021, o discurso do BCE incidia sobre uma inflação temporária, transitória e que iriam evitar ao máximo mexer na política monetária para evitar provocar crises na economias europeias, que ainda tentavam recuperar de uma pandemia.
- Ao mesmo tempo, já o FED e o BoE tinham aumentado as respectivas taxas directoras, até por mais que uma vez.
- Somente quando estalou a guerra da Ucrânia e os preços escalaram, perceberam que estavam completamente errados. Agora o discurso seria combater a inflação através do aumento de taxas de juro inicialmente com aumentos ligeiros. Quando perceberam que a inflação era persistente e duradoura, lá apareceu o discurso de combater a inflação a todo o custo. Já não interessa o estado das economias, e a possível recessão que possam provocar.
- A Lagarde nunca admitiu abertamente que falharam, embora já vários governadores (e até o vice-presidente Luis Guindos) tenham admitido que não tiveram a melhor postura...


É esta a postura e os erros que eu critico no BCE.
Estiveram mal e vão provocar uma crise ou recessão que apesar de inevitável, podia e devia ter sido controlada desde início.
 
Última edição:
Volto a perguntar, porque há países onde não há sequer opção de taxa variável, e outros, como Portugal, onde a opção taxa fixa nem era colocada em cima da mesa pela vasta maioria dos bancos?

Alguém sabe? Sem achismos...
O que penso é que isso tem a ver com os mercados, o seu poder de compra e cultura.

Ninguém pensa que o parque automóvel em porrugal tem uma idade média elevada porque o povo é estúpido. Não é, é apenas falta de poder de compra.

A minha opinião é que nos créditos acontece algo idêntico. Nos mercados com maior poder de compra é mais tranquilo apresentar taxas fixas, mesmo que um pouco mais elevadas, porque o povo pode pagar.

Em mercados como portugal, com poder de compra limitado, os bancos oferecem taxa variável porque assim conseguem apresentar preços mais ajustados, e fica o ónus do risco futuro nos clientes.

É uma mera percepção...
 
Rasec, é verdade no caso dos EUA e saldo erro Canadá.

Não tem a ver com futurologia, se a taxa de juro nos últimos 20 anos tem estado a média de 2.5/3% com picos de 4% , cabe na cabeça de alguém que se vai manter nos 0% os próximos 30 anos?

Então PQ e que 77% dos europeus escolheram taxa fixa. São burros? Gostam de perder dinheiro?

Deixo-te um desafio:
Caso tivesses que subscrever um empréstimo actualmente, o que irias optar e porquê? Taxa variável, Taxa mista (fixa a 2, 5 ou 10 anos), ou taxa fixa?

Colocar um capa dessas?
11 milhões por dia de lucro é muito ou é pouco?
Tenho a ideia que será pouco, muito pouco, caso contrário o valor de acção do maior bancos privado português não seria de 30 cêntimos.

Estava tudo a correr a comprar acções, nem que fosse apenas pelos dividendos.

30 cêntimos que vale uma acção do Millennium, é assustador.

E se o Millenium BCP fizer um reverse split da acção e valer 30€, já assusta menos?
Nunca se avalia o valor da acção pelo seu valor nominal, mas deves perceber isso facilmente...
 
Notando desde já que uma realidade sócio-económica só muito raramente pode ser explicada por um único factor, eu nesta questão da taxa fixa vs taxa variável inclino-me para aquilo que se pode chamar a teoria da riqueza. Um ponto prévio: a adopção de taxa fixa deve ser encarada como um seguro. Tal como num seguro normal, a pessoa dispõe a pagar alguma coisa para acautelar uma eventualidade futura.
Ora, no campo dos seguros é sabido que a predisposição para comprar seguros aumenta com o aumento do rendimento. Isto é fácil de perceber. Quem tem o dinheiro todo contado tem menos capacidade de planear o futuro e portanto preocupa-se em gerir as variáveis do imediato e entrega à sorte as variáveis futuras. Portanto, quem tem menos dinheiro, corre mais riscos. Parece-me que vai muito por aí.
Mas a verdade é que há de certeza outros factores, culturais, etc, que aparecem muito antes da literária financeira propriamente dita. Por exemplo, a ideia que expus atrás parece fazer sentido, mas a verdade é que num país risco como por exemplo a Islândia eles também optam quase todos por taxas variáveis!

Estes temas de "seguros" são muito complicados porque é muito difícil falar sobre eles antes de o acontecimento incerto acontecer, mas depois dele acontecer já parece muito fácil e "toda" a gente vem dizer "eu bem sabia". Na verdade não é assim que as coisas se passam. Por exemplo, aposto que uma maioria das pessoas que hoje em dia defendem que as famílias foram incautas quando, até 2021 ou 2022, contratarm créditos à taxa variável, agora neste momento não contratariam taxa fixa porque acham que as taxas vão descer mais cedo ou mais tarde. A questão é que neste momento há tantas ou tão poucas evidências que as taxas vão descer nos próximos 3 a 5 anos, como havia de que subiram nos 3 a 5 anos anteriores a 2022.
 
Na minha opinião, foram. Eu escolhi variável, poupei muito dinheiro, quando as taxas subiram, amortizei, problema resolvido. E usei o dinheiro do banco a taxas ridiculamente baixas para investir o meu próprio dinheiro.

Não há espertos e burros, cada um faz o que lhe convém com a realidade que encontra, e da forma que está mais confortável. Não tentes fazer dos outros burros, raramente a pessoa que se acha mais inteligente na sala o é.

Essa rua agressividade era desnecessária, vou responder na mesma moeda.

Ainda bem que no teu caso correu bem, não sei se tens a noção mas vives numa bolha (para teres regressado deves ter rendimentos muito superiores a Média) mas hoje mais de 80% das famílias está com dificuldadesa de pagamentos de custos fixos, quanto mais amortizar.

Portugal, em particular os centros urbanos estão numa enorme bolha, com preços m2 ao nível de países com rendimento 3 e 4 vezes superior ao rendimentos Português.

Em boa parte resultado da forma como é facultado o crédito bancário, da análises da taxa de esforço e da form como encaramos o risco da variação da taxa de juro, a somar a outros factores.

Os outros são burros mas quem tem de pedir resgates financeiros, e de injectar aprox. 10% do PIB nos bancos somos nós.

Com a economia alemã estagnada ou recessão, dentro de 2 anos falamos.

Cumprimentos
 
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Deixo-te um desafio:
Caso tivesses que subscrever um empréstimo actualmente, o que irias optar e porquê? Taxa variável, Taxa mista (fixa a 2, 5 ou 10 anos), ou taxa fixa?



E se o Millenium BCP fizer um reverse split da acção e valer 30€, já assusta menos?
Nunca se avalia o valor da acção pelo seu valor nominal, mas deves perceber isso facilmente...
Já te respondo mais logo, estou em viagem apenas parei para por gasolina e responder ao Rasec.
Mas faz esta análise, qual o valor das acções do BCP nos últimos 20 anos e conheces algum banco (maior do país) com acções a valer 30 cêntimos.
Qual o valor de mercado do BCP?
 
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Notando desde já que uma realidade sócio-económica só muito raramente pode ser explicada por um único factor, eu nesta questão da taxa fixa vs taxa variável inclino-me para aquilo que se pode chamar a teoria da riqueza. Um ponto prévio: a adopção de taxa fixa deve ser encarada como um seguro. Tal como num seguro normal, a pessoa dispõe a pagar alguma coisa para acautelar uma eventualidade futura.
Ora, no campo dos seguros é sabido que a predisposição para comprar seguros aumenta com o aumento do rendimento. Isto é fácil de perceber. Quem tem o dinheiro todo contado tem menos capacidade de planear o futuro e portanto preocupa-se em gerir as variáveis do imediato e entrega à sorte as variáveis futuras. Portanto, quem tem menos dinheiro, corre mais riscos. Parece-me que vai muito por aí.
Mas a verdade é que há de certeza outros factores, culturais, etc, que aparecem muito antes da literária financeira propriamente dita. Por exemplo, a ideia que expus atrás parece fazer sentido, mas a verdade é que num país risco como por exemplo a Islândia eles também optam quase todos por taxas variáveis!

Estes temas de "seguros" são muito complicados porque é muito difícil falar sobre eles antes de o acontecimento incerto acontecer, mas depois dele acontecer já parece muito fácil e "toda" a gente vem dizer "eu bem sabia". Na verdade não é assim que as coisas se passam. Por exemplo, aposto que uma maioria das pessoas que hoje em dia defendem que as famílias foram incautas quando, até 2021 ou 2022, contratarm créditos à taxa variável, agora neste momento não contratariam taxa fixa porque acham que as taxas vão descer mais cedo ou mais tarde. A questão é que neste momento há tantas ou tão poucas evidências que as taxas vão descer nos próximos 3 a 5 anos, como havia de que subiram nos 3 a 5 anos anteriores a 2022.
Onde quero chegar, é simples, eu, a mesma pessoa, independentemente da minha literacia financeira ou capacidade de pagar um crédito, em países diferentes, fui exposto a realidades diferentes, num país, apenas me ofereceram taxas fixas, e noutro, apenas me ofereceram taxas variáveis.

Não me chamem esperto num, e burro noutro, quando o mercado só oferece uma opção a quem compra!

A pessoa é a mesma, a capacidade de comprar/pagar o crédito é a mesma, difere o vendedor!

Só quero chegar aí!
 
100% alinhadissimos!

Eu sempre fui a favor das medidas QE, porque quer queiramos quer nao, nao havia alternativa, o QE foi a boia de salvação!

Economistas de renome na nossa praca, assim como o JGF e que dizem o contrario...

Se te referes ao José Gomes Ferreira, talvez seja de renome, mas economista não é.
 
Volto a perguntar, porque há países onde não há sequer opção de taxa variável, e outros, como Portugal, onde a opção taxa fixa nem era colocada em cima da mesa pela vasta maioria dos bancos?

Alguém sabe? Sem achismos...

Ao descrever a tua própria experiência em diferentes países já deste uma boa pista para possíveis respostas.

Embora com algum achismo pelo meio, acho que posso dar uma ajuda para perceber a questão.

Tens telefone fixo em casa ( ou pagas por ele )? Usa-lo?

Pagas e não usas porquê? Porque és burro? Por causa da tua iliteracia telecomunicacional?

Quando contratas serviços de telecomunicações sentes que podes escolher de forma completamente livre o que pretendes, ou aderes ao que te parece menos mau, entre as alternativas que te são apresentadas já formatadas?


Nos outros países onde viveste tinhas telefone fixo?
 
200k? Quem me dera, com esse rendimento aqui na Europa ficava bilionário em pouco tempo.

O custo de vida aí deve ser mesmo alto, 200k e bem um barquito a remos?

O tuga pobre e iletrado vai aproveitar o fim de semana para fazer as malas e partir de férias para a casa de praia. [;)]

200k por ano, para ficares bilionário precisarias de várias vidas...😂

És um bom exemplo da falta de literacia financeira dos portugueses.
 
Corrijam-me se estiver enganado mas há muitos países onde a taxa variável nem era uma opção no momento de comprar um CH. Nos EUA andei a ver casas para comprar, e só havia taxa fixa, dependente do credit score. Na Irlanda tenho ideia que também.


Portanto não é que o Average Joe sabe mais de Finanças, tem a ver com o que o banco lhe mete à frente no momento de negociar.

E toda a gente faz escolhas com a data que tem hoje, não a fazer futurologia com data que pode vir amanhã.

A questão mais interessante para mim é, porque é que os bancos em Portugal essencialmente vendiam taxas variáveis, e nos EUA ou Irlanda, só taxa fixa?

Depois vejo isto...

Aqui em França tambem é só taxa fixa. Quando lhes perguntei por taxa variavel olharam para mim como se fosse um alien.
 
Volto a perguntar, porque há países onde não há sequer opção de taxa variável, e outros, como Portugal, onde a opção taxa fixa nem era colocada em cima da mesa pela vasta maioria dos bancos?

Alguém sabe? Sem achismos...

Vinha ca por isto.
os portugueses têm muita culpa no cartorio. Mas nao sao os unicos responsaveis.

Na europa ,ha paises em que as tx variaveis nao eram sequer opção. Noutros paises, as taxas fixas e variaveis tinham diferencas minimas.

Escolher tx fixa, nesses paises, era a escolha obvia.

Neste momento, tenho 2 ch. Um tx 3 meses, outro fixa.
entro no grupo dos iletrados ou letrados? [:D]
 
Acho que isso da literacia tambem se vê um bocado pela maneira como algumas pessoas não foram melhorando as suas condições de credito ao longo dos anos e pagavam spreads de 1,8% quando haviam spreads de 1,1% e tinham os seguros dentro do banco, ou também quando não procuram alternativas quando as taxas começaram a subir.

Ou simplesmente como durante anos e anos de taxas negativas nem amortizaram nem pouparam, há de tudo.
 
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